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BBR. Brazilian Business Review

versão On-line ISSN 1808-2386

Resumo

MALUF, Luiz Augusto Finger França  e  ASANO, Jéssica Tamy. Comparação de Modelos para o VaR no Mercado de Ações Brasileiro Sob a Hipótese de Independência Serial de Ordens Superiores: Modelos Garch São Mesmo Imprescindíveis?. BBR, Braz. Bus. Rev. [online]. 2019, vol.16, n.6, pp.626-645.  Epub 31-Jan-2020. ISSN 1808-2386.  http://dx.doi.org/10.15728/bbr.2019.16.6.6.

O objetivo neste artigo foi verificar quais modelos para o VaR, dentre aqueles que não consideram a volatilidade condicional (Teoria dos Valores Extremos e a tradicional Simulação Histórica), e os que a consideram (GARCH e IGARCH), são adequados para o principal índice do mercado de ações brasileiro, o IBOVESPA. Para isso, foram considerados testes de aderência, independência de primeira ordem e de ordens superiores sobre os quatro modelos citados, para horizontes de projeção de 1 e de 10 dias. A contribuição encontra-se nos critérios mais rigorosos que os utilizados pela literatura para adequação de modelos VaR, incluindo testes de independência de ordens superiores e horizontes de previsão de 10 dias. Os resultados mostram que somente modelos da família GARCH foram adequados. Sugere-se então às entidades do Sistema Financeiro Nacional que tenham aplicações relevantes no mercado de ações brasileiro a utilização de modelos internos de risco que considerem a volatilidade condicional, de modo a minimizar a ocorrência de clusters de violações.

Palavras-chave : Valor em Risco; Clusters de violações; IBOVESPA.

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