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vol.11 número2CONTRIBUIÇÃO DA ANÁLISE MULTIVARIADA NA CLASSIFICAÇÃO DE SÍTIOS EM POVOAMENTOS DE Araucaria angustifolia (Bert.) O. Ktze., BASEADA NOS FATORES FÍSICOS E MORFOLÓGICOS DO SOLO E NO CONTEÚDO DE NUTRIENTES DA SERAPILHEIRA..PRODUÇÃO DE CHAPAS DE MADEIRA COMPENSADA DE CINCO ESPÉCIES DE PINUS TROPICAIS índice de autoresíndice de assuntospesquisa de artigos
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Ciência Florestal

versão impressa ISSN 0103-9954versão On-line ISSN 1980-5098

Resumo

COSTA, Alexandre Florian da; VALE, Ailton Teixeira do  e  GONCALEZ, Joaquim Carlos. EFICIÊNCIA DE UM RESÍDUO DE ORIGEM PETROLÍFERA SOBRE A ESTABILIDADE DIMENSIONAL DA MADEIRA DE Pinus sp. (pinus) E Mimosa scabrella Bentham (bracatinga). Ciênc. Florest. [online]. 2001, vol.11, n.2, pp.59-70. ISSN 1980-5098.  https://doi.org/10.5902/198050981654.

Na busca de alternativas de uso para um resíduo de origem petrolífera conhecido como “LCO” (Liquid Cycle Oil), avaliou-se a sua capacidade de aumentar a estabilidade dimensional das madeiras de Pinus sp.(pinus) e Mimosa scabrella Bentham (bracatinga). Esse resíduo foi testado na sua composição original e diluído em querosene comercial, em diferentes proporções. Foram avaliados a variação dimensional nos 3 eixos anatômicos, a variação volumétrica, o coeficiente de retratibilidade, anisotropia, e a variação da massa específica básica e a 12% de umidade, em diferentes etapas do estudo. Os resultados mostraram que não houve variação significativa da contração e inchamento máximos entre as amostras tratadas e as amostras não-tratadas (testemunhas), para ambas as espécies, ao nível de 5% de probabilidade. No entanto, observou-se uma redução no coeficiente de retratibilidade, com o aumento da concentração de LCO, para ambas espécies. De um modo geral, dentre as duas espécies estudadas, o pinus foi a que apresentou os menores valores dos índices avaliados. Os coeficientes de retratibilidade e anisotropia da bracatinga foram superiores aos do pinus, apesar da diferença não significativa entre as amostras tratadas e as testemunhas. Esses resultados indicam ter havido uma variação mínima entre as faces tangencial e radial, possivelmente por meioi de uma pobre penetração do LCO na parede celular. Como conseqüência, esse resultado pode estar relacionado ao fraco desempenho do produto químico testado, não conseguindo promover uma boa estabilidade dimensional da madeira de ambas as espécies. O aumento da concentração de LCO possibilitou um aumento na massa específica a 12% de umidade para ambas espécies. Esse resultado pode estar associado à presença de parte do produto remanescente nas paredes do lúmen celular e canais resiníferos. A aparência externa da madeira tratada foi outro fator restritivo ao uso do LCO.

Palavras-chave : Estabilidade dimensional; LCO; Mimosa scabrella; Pinus sp.

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