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Ciência Florestal

versão impressa ISSN 0103-9954versão On-line ISSN 1980-5098

Resumo

MELO, Lucas Amaral de et al. QUALIDADE E CRESCIMENTO INICIAL DE MUDAS DE Mimosa caesalpiniifolia Benth. PRODUZIDAS EM DIFERENTES VOLUMES DE RECIPIENTES. Ciênc. Florest. [online]. 2018, vol.28, n.1, pp.47-55. ISSN 0103-9954.  http://dx.doi.org/10.5902/1980509831574.

Geralmente, a qualidade de mudas florestais é aferida somente na fase de viveiro, ignorando-se o principal objetivo que é a resposta das mudas após plantio a campo. Objetivou-se avaliar a influência do volume do recipiente de produção na qualidade morfológica de mudas de Mimosa caesalpiniifolia Benth. no viveiro e na sobrevivência e crescimento inicial a campo. Foram testados cinco volumes de recipientes (30, 55, 110, 180 e 280 cm³), constituindo-se os tratamentos. Aos 90 e 120 dias após a semeadura, foram avaliadas as características altura (H), o diâmetro do coleto (DC), a matéria seca aérea (MSA), a matéria seca das raízes (MSR), o Índice de Robustez (H/DC), a matéria seca total (MST), a relação entre a matéria seca aérea e das raízes (RMSAR), a densidade de raízes (DR) e o Índice de Qualidade de Dickson. Após a última avaliação em viveiro, as mudas foram plantadas a campo. Aos 120 dias do plantio, foram avaliados a sobrevivência, a altura (H), o diâmetro ao nível do solo (DNS), e calculado o crescimento relativo (CR). Embora as mudas produzidas nos três recipientes de maior volume tenham apresentado maiores valores morfológicos de qualidade na fase de produção, constatou-se que após a implantação a campo esta diferença tende a desaparecer, sendo possível produzir mudas de qualidade de Mimosa caesalpiniifolia Benth., capazes de sobreviver, crescer e se desenvolver após o plantio, em qualquer um dos recipientes testados.

Palavras-chave : sabiá; sansão-do-campo; qualidade morfológica; qualidade de mudas.

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