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Revista Brasileira de Cirurgia Plástica

versión impresa ISSN 1983-5175

Resumen

WAJNBERG, Gabrielle Bessa et al. Micobacteriose em implantes mamários: revisão da casuística do Instituto Ivo Pitanguy. Rev. Bras. Cir. Plást. (Impr.) [online]. 2011, vol.26, n.3, pp. 482-487. ISSN 1983-5175.  http://dx.doi.org/10.1590/S1983-51752011000300019.

INTRODUÇÃO: Nos últimos anos, foram crescentes os registros de infecções por micobactéria de crescimento rápido em cirurgia plástica, mesmo com a melhoria dos métodos de assepsia/ antissepsia e da antibioticoprofilaxia. A infecção após inclusão de implantes mamários causa grande morbidade às pacientes e transtorno ao cirurgião. MÉTODO: Estudo retrospectivo dos casos de infecção por micobactéria de crescimento rápido da 38ª Enfermaria da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, após inclusão de implantes mamários, em que são apresentadas propostas de prevenção e tratamento da micobacteriose. Foram incluídos os casos confirmados laboratorialmente e os clinicamente suspeitos. RESULTADOS: Até o presente momento foram confirmados 3 casos de infecção por micobactéria, num total de 483 mamaplastia de aumento no decorrer de 3 anos. Em 2 pacientes, houve suspeita de infecção, porém sem confirmação laboratorial. CONCLUSÕES: A profilaxia é o pilar fundamental para a redução do impacto da micobacteriose em procedimentos de cirurgia plástica. Entretanto, saber identificar, diagnosticar e tratar corretamente a micobacteriose é de suma importância para minimizar a morbidade da paciente

Palabras llave : Micobactérias atípicas; Mycobacterium; Implante mamário; Mamoplastia [efeitos adversos]; Infecção.

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