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Rodriguésia

versão impressa ISSN 0370-6583versão On-line ISSN 2175-7860

Resumo

LOURENCO, Arthur Rodrigues  e  BOVE, Claudia Petean. Flora do Rio de Janeiro: Hydrocharitaceae. Rodriguésia [online]. 2017, vol.68, n.1, pp.43-50. ISSN 0370-6583.  http://dx.doi.org/10.1590/2175-7860201768108.

A família Hydrocharitaceae é cosmopolita; composta por 17 gêneros e 127 espécies. São ervas aquáticas fixas ou livres, flutuantes, submersas ou emersas, em água doce, salobra ou salgada. No Brasil ocorrem seis gêneros e cerca de 15 espécies. A fim de conhecer a real diversidade da família no estado do Rio de Janeiro foi realizado o levantamento em herbários e coletas. Registraram-se seis espécies autóctones e duas alóctone em cultivo. Apalanthe granatensis, encontrada em represas, rios e lagoas de água doce, possui flores bissexuais. Egeria densa, semelhante a A. granatensis, distingue-se pelas flores unissexuais. Halophila decipiens, ocorre em praias da Baia de Guanabara; caracteriza-se pelo caule rizomatoso e folhas elípticas. Limnobium laevigatum, ocorre flutuando livremente em lagoas e emersa em alagados, possui folhas flutuantes com espessamento aerenquimatoso abaxial e/ou folhas emersas sem espessamento. Najas arguta var. arguta, exibe caule inerme, folhas concentradas no ápice dos ramos e semente fusiforme, Najas marina, apresenta dentes no caule e nervura principal e semente elíptica; ambas encontradas em lagoas costeiras. Elodea canadensis e Vallisneria sp. foram encontradas em cultivo.

Palavras-chave : flora do Sudeste do Brasil; Mata Atlântica; Najadaceae; plantas aquáticas.

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