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Dental Press Journal of Orthodontics
On-line version ISSN 2176-9451
Abstract
QUAGLIO, Camila Leite et al. Estabilidade do tratamento de apinhamento anterossuperior. Dental Press J. Orthod. [online]. 2012, vol.17, n.4, pp. 57-64. ISSN 2176-9451. http://dx.doi.org/10.1590/S2176-94512012000400014.
OBJETIVO: avaliar a estabilidade e recidiva do tratamento de apinhamento dos dentes anterossuperiores em casos com extrações de pré-molares e avaliar a tendência dos dentes apinhados, no início do tratamento, a retornar à sua posição original. MÉTODOS: a amostra consistiu de 70 pacientes de ambos os sexos, com má oclusão inicial de Classe I e Classe II de Angle, tratados com extrações dos primeiros pré-molares. A idade média inicial foi de 13,08 anos. Foram avaliados os modelos de estudo nas fases inicial (T1), final (T2) e, em média, 9 anos pós-tratamento (T3) de cada paciente. As variáveis da arcada superior avaliadas e comparadas estatisticamente pela Análise de Variância (ANOVA) foram: índice de irregularidade de Little Superior (IRLS), comprimento da arcada (CAS) e distância intercaninos (DICS). O Teste de Correlação de Pearson foi utilizado para verificar se alguma variável estudada teria influência sobre o apinhamento nas três fases (IRLS1, IRLS2, IRLS3) e em cada deslocamento de Little (A, B, C, D, E), na fase inicial e pós-tratamento. RESULTADOS: a recidiva do apinhamento superior (IRLS3-2) é influenciada pelo apinhamento inicial (IRLS1), e os dentes tendem a voltar à posição original. CCONCLUSÃO: os resultados ressaltam a atenção que o ortodontista deve dar à recidiva anterossuperior, principalmente àqueles dentes que estavam apinhados antes do tratamento.
Keywords : Recidiva; Má oclusão de Angle Classe I; Má oclusão de Angle Classe II; Ortodontia Corretiva.











