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Dental Press Journal of Orthodontics

versión impresa ISSN 2176-9451versión On-line ISSN 2177-6709

Resumen

JACOB, Helder Baldi et al. A 3-D evaluation of transverse dentoalveolar changes and maxillary first molar root length after rapid or slow maxillary expansion in children. Dental Press J. Orthod. [online]. 2019, vol.24, n.3, pp.79-87.  Epub 01-Ago-2019. ISSN 2176-9451.  http://dx.doi.org/10.1590/2177-6709.24.3.079-087.oar.

Objetivo:

o objetivo do presente trabalho foi realizar um estudo clínico randomizado comparando os efeitos da expansão rápida da maxila (ERM) e da expansão lenta da maxila (ELM). O comprimento radicular do primeiro molar superior permanente e o deslocamento dentro do alvéolo foram estudados por meio de imagens de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC).

Métodos:

pacientes com deficiência maxilar transversal e faixa etária entre 7 e 10 anos foram incluídos no estudo. As crianças foram distribuídas em dois grupos: ERM (19 indivíduos com idade média de 8,60 anos) e ELM (13 indivíduos com idade média de 8,70 anos). Em ambos os grupos foi utilizado o aparelho expansor tipo Haas.

Resultados:

a cortical vestibular, a espessura do osso vestibular e a largura dentoalveolar sofreram redução nos dois grupos. No grupo ERM, a maior redução foi relacionada com a espessura do osso distal (1,26 mm), seguida pela espessura do osso mesial (1,09 mm), largura alveolar (0,57 mm) e, finalmente, pela cortical vestibular (0,19 mm). Já no grupo ELM, a espessura do osso mesial apresentou maiores valores de redução (0,87 mm), enquanto a cortical vestibular teve a menor redução (0,22 mm). A espessura do osso lingual aumentou nos dois grupos, sendo 0,56 mm no grupo ERM e 0,42 mm no grupo ELM. A raiz mesial aumentou significativamente nos grupos ERM (0,52 mm) e ELM (0,40 mm) - possivelmente, em função da rizogênese incompleta ainda em T1 (antes da instalação do aparelho).

Conclusões:

a expansão maxilar (ERM e ELM) não interrompe a formação ou leva à reabsorção radicular nos primeiros molares permanentes de pacientes jovens. Embora discretamente maiores no grupo ERM, as modificações na espessura do osso vestibular e lingual demonstradas pelos protocolos de ativação não apresentam diferenças significativas. O grupo ERM apresentou alterações semelhantes ao grupo ELM, em relação à cortical óssea vestibular.

Palabras clave : Expansão maxilar; Reabsorção radicular; Tomografia computadorizada de feixe cônico.

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