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Ornamental Horticulture

versão On-line ISSN 2447-536X

Resumo

LUZ, Iracema Clara Alves  e  PAIVA, Patrícia Duarte de Oliveira. Origem e situação de praças de estação de trens. Ornam. Hortic. [online]. 2020, vol.26, n.1, pp.69-76.  Epub 11-Maio-2020. ISSN 2447-536X.  https://doi.org/10.1590/2447-536x.v26i1.2115.

As praças originadas no período colonial no Brasil estão frequentemente associadas a edifícios estatais e religiosos. Mas, com a implantação das ferrovias, esse modelo passou por transformações e os jardins começaram a ser construídos em frente às Estações Ferroviárias, como praças públicas. No entanto, os registros de origens, histórias e os fatores envolvidos na criação desses espaços, bem como a sua evolução são pouco conhecidos. Dessa forma, objetivou-se identificar as características, destacando o aspecto urbanístico e paisagístico, que estes jardins apresentaram desde o seu surgimento até o presente, utilizando-se como modelo quatro casos cidades de cidades do estado de Minas Gerais. A pesquisa centrou-se entre o século XIX até os dias atuais, sendo o método aplicado uma interface entre as análises inventiva e subjetiva, associada ao levantamento bibliográfico, iconográfico e realização de entrevistas. Em todas as situações analisadas, os jardins complementavam, além da própria estação, prédios de arquitetura eclética, onde funcionavam atividades comerciais, industriais e estruturas de apoio à ferrovia. Constatou-se que os jardins foram construídos nesses espaços principalmente para proporcionar uma boa impressão estética da cidade para os visitantes que chegavam pelas Estações ferroviárias. Apesar de esses jardins terem sido referências para a cidade onde foram implantados, a maioria desses espaços passou por transformações ao longo do tempo, considerando seus usos e aspectos, rompendo a forte relação existente entre o espaço e prédio.

Palavras-chave : Paisagismo; jardins históricos; áreas verdes urbanas; espaços públicos.

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