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Bragantia

Print version ISSN 0006-8705On-line version ISSN 1678-4499

Bragantia vol. 56 n. 1 Campinas  1997

http://dx.doi.org/10.1590/S0006-87051997000100014 

CONTROLE QUÍMICO E CULTURAL DAS PLANTAS DANINHAS NA VIDEIRA 'NIAGARA ROSADA'(1)

 

EDISON MARTINS PAULO(2), MAMOR FUJIWARA(3), MAURILO MONTEIRO TERRA(4), FERNANDO PICARELLI MARTINS(5) e ERASMO JOSÉ PAIOLI PIRES(4)

 

 

RESUMO

Estudou-se o controle das plantas daninhas e a seletividade dos herbicidas diclobenil, diuron e simazine à cultura da videira 'Niagara Rosada', procurando-se separar os efeitos da cobertura morta sobre os fatores de produção e o teor de sólidos solúveis do suco da uva. O delineamento experimental utilizado foi de blocos ao acaso com quatro repetições. Verificou-se que os herbicidas diuron (2,0 kg/ha), simazine (2,4 kg/ha) e diclobenil (3,04; 4,05 e 5,06 kg/ha) foram seletivos à cultura da videira e eficientes no controle das plantas daninhas capim-colchão (Digitaria horizontalis Willd.), caruru (Amaranthus hibridus L.), guanxuma (Sida spp.) e picão-preto (Bidens pilosa L.). A cobertura vegetal de capim-gordura (Melinis minutiflora L.) foi eficiente no controle das plantas daninhas.

Termos de indexação: plantas daninhas, herbicida, cobertura morta, videira, Vitis spp.

 

ABSTRACT

WEED CONTROL IN GRAPEVINE 'NIAGARA ROSADA'

This study aimed at controlling the weeds in grapevine 'Niagara Rosada' using grass mulching and evaluating the selectivity of three herbicides. The experiment consisted of a randomized complete block design with four replications and the following doses of herbicides: 3.04, 4.05 and 5.06 kg/ha of dichlobenil; 2.00 kg/ha of diuron and 2.40 kg/ha of simazine. There were no differences in grape yield and soluble solids contents of grape juice for the three herbicides or among the doses of dichlobenil used. The herbicides were efficient in controlling Digitaria horizontalis Willd., Amaranthus hibridus L., Sida spp. and Bidens pilosa L. The grass mulching Melinis minutiflora L. was also efficient in controlling the weeds.

Index terms: weeds, herbicides, mulching, grapevine, Vitis spp.

 

 

1. INTRODUÇÃO

O controle das plantas daninhas na cultura da videira, na região de Jundiaí (SP), é realizado principalmente com a aplicação de cobertura morta de capim-gordura após as capinas de inverno ou início da primavera.

Estima-se que são necessários 2,5 ha em pousio com a gramínea para produzir massa vegetal suficiente para cobrir 1 ha de vinhedo. Somando-se as despesas de corte, transporte e distribuição da biomassa nas linhas da cultura ao ônus da terra improdutiva, nota-se que o método descrito, embora tecnicamente aceitável é, em termos econômicos, discutível. Arruda et al. (1984) constataram que essa cobertura morta associada à irrigação por gotejamento não foi vantajosa para a produção total de frutos de ameixa 'Carmesin'.

O uso de herbicida nos pomares constitui alternativa para mantê-los com baixa infestação de plantas daninhas até a colheita. Neury (1985) relatou que após duas décadas de uso o simazine e o diclobenil não afetaram a capacidade produtiva do vinhedo.

No submédio São Francisco, o diuron destacou-se sobre outros herbicidas, apresentando efeito residual por 110 dias sem causar efeitos fitotóxicos à uva 'Itália' com dez anos de idade (Albuquerque & Albuquerque, 1983). A toxicidade do diuron e do simazine já foi observada em videiras com dois anos de idade (Doll, 1960), mas não em vinhedos com quatro anos (Larsen & Ries, 1960). Esses herbicidas, usados em doses adequadas, não têm afetado a produção e a acidez do suco da uva (Albuquerque & Albuquerque, 1983). Nas condições tropicais, o diclobenil tem mostrado eficiente controle de plantas daninhas e seletividade a outras fruteiras (Losso & Ducroquet, 1983; Medeiros & Pereira, 1983; Victória Filho, 1983).

Este trabalho objetivou estudar o controle das plantas daninhas e a seletividade dos herbicidas diclobenil, diuron e simazine à cultura da videira 'Niagara Rosada', procurando isolar os efeitos da cobertura morta sobre os fatores de produção e o teor de sólidos solúveis da uva.

 

2. MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi instalado na Estação Experimental de Jundiaí, do Instituto Agronômico, em 1984-85, com a uva (Vitis spp.) cv. Niagara Rosada, plantada no espaçamento 2,0 x 1,0 m, conduzida em espaldeira, em solo pouco desenvolvido da unidade Corrupira Modal (Valadares et al., 1971).

Adotou-se o delineamento estatístico de blocos ao acaso com parcelas subdivididas, com dez tratamentos e três repetições. As parcelas, com as dimensões de 2,0 x 12,0 m, tiveram uma das metades coberta com capim-gordura (Melinis minutiflora L.) após a aplicação dos herbicidas. Constituíram os tratamentos, as doses 2,0 kg/ha do diuron [3-(3,4-diclorofenil)-1,1-dimetiluréia)], 2,40 kg/ha do simazine (2-cloro-4,6-bis-etilamina-S-triazina) e 3,04, 4,05 e 5,06 kg/ha do diclobenil (2,6-dicloroben-zonitrila), com e sem incorporação ao solo, e uma testemunha capinada e outra mantida com plantas daninhas.

Os herbicidas foram aplicados em pré-emergência das plantas daninhas em 17/5/84 e 31/7/85. Pulverizaram-se o diuron e o simazine com equipamento manual, à pressão constante de 2,10 kg/cm2, consumindo-se o equivalente a 400 L/ha de calda. O diclobenil, formulado em grânulos, foi distribuído manual e uniformemente sobre as parcelas. Realizou-se a incorporação desse herbicida por meio de duas escarificações da superfície do solo, uma no sentido do comprimento e outra no da largura das parcelas, utilizando-se um rastelo.

As avaliações foram as seguintes: (a) contagem e classificação botânica das plantas daninhas presentes em quatro aros de 0,20 m2 cada um, localizadas ao acaso no terço médio das subparcelas sem cobertura vegetal (Igue et al., 1982), aos 39, 75 e 124 dias após a aplicação dos herbicidas (DAAH), em 1984, e aos 50, 86 e 106 DAAH em 1985; (b) número e massa de cachos colhidos; (c) teor de sólidos solúveis da uva determinado com um refratômetro de campo, em 1985. As duas últimas avaliações foram realizadas de igual forma nas metades com e sem cobertura vegetal das unidades experimentais.

Efetuaram-se as adubações e o controle fitossanitário do pomar, seguindo as recomendações técnicas para a cultura.

Os resultados foram submetidos à análise da variância. A ação dos herbicidas sobre determinada espécie daninha somente foi analisada estatisticamente quando, a infestante, na avaliação da teste- munha mantida com mato, vegetou em todas as unidades experimentais do tratamento, ou seja, apresentou 100% de freqüência.

 

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

As principais plantas daninhas que infestaram o experimento foram caruru (Amaranthus hibridus L.), guanxuma (Sida spp.), picão-preto (Bidens pilosa L.), amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla L.), capim-colchão (Digitaria horizontalis Willd.) e capim-marmelada (Brachiaria spp.).

A freqüência dessas espécies na testemunha com mato foi 100% em 1985, porém não em 1984. No segundo ano da experimentação, a densidade populacional daninha também foi maior do que no primeiro, tendo-se por base a infestação no tratamento testemunha (Quadros 1 e 2).

 

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Comparando-se no quadro 3 o regime pluviométrico dos dois anos de estudo, nota-se que em 1984 a precipitação pluvial para os primeiros 75 dias após a aplicação dos herbicidas foi apenas 21,3 mm, enquanto em 1985, para o mesmo período, foi 105,7 mm, o que deve ter influenciado a germinação e a emergência das plantas daninhas, podendo explicar as diferenças citadas. Parece, ainda, que as monocotiledôneas se mostraram mais sensíveis a essas diferenças ambientes do que as dicotiledôneas, pois em 1984 elas somente apareceram na leitura de 124 DAAH, enquanto em 1985 elas já eram computadas aos 50 DAAH (Quadro 2).

 

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Em 1984, todos os tratamentos herbicidas foram igualmente eficientes no controle das plantas daninhas dicotiledôneas até 75 DAAH. Aos 124 DAAH, o diuron, o simazine e o diclobenil na dose 3,04 kg/ha apresentavam infestação estatisticamente igual à da testemunha, enquanto as outras doses estudadas do diclobenil ainda mostravam ação herbicida (Quadro 1).

Em 1985, aos 50 DAAH, o controle das plantas daninhas dicotiledôneas observado por todos os tratamentos com diclobenil foi superior ao verificado com o simazine e também com o diuron, excetuando-se a dose 3,04 kg/ha do produto (Quadro 1).

Aos 86 DAAH, a ação herbicida do diclobenil nas doses 4,05 e 5,06 kg/ha incorporado ao solo e 5,06 kg/ha em pré-emergência foi superior à do simazine. Nessa leitura, os demais tratamentos herbicidas não diferiram entre si no controle das invasoras dicotiledôneas (Quadro 1). Aos 106 DAAH, o diclobenil na dose 3,04 kg/ha incorporada ao solo, sem diferir estatisticamente da dose 4,05 kg/ha em pré-emergência do diuron e do simazine mostrou ação residual inferior aos demais tratamentos (Quadro 1).

Em 1984, as plantas daninhas monocotiledôneas emergiram tardiamente na área experimental, sendo computadas somente na leitura 124 DAAH, quando nenhum dos herbicidas estudados controlou essa classe de infestantes (Quadro 2).

Em 1985, todos os herbicidas, exceto simazine, controlaram de modo eficaz as monocotiledôneas até a leitura 106 DAAH, devido principalmente à ação que tiveram sobre o capim-colchão, posto que nenhum dos tratamentos controlou o capim-marmelada (Quadro 4). Nota-se no quadro 2 que, embora sem diferenças estatísticas, a densidade populacional dessas gramíneas no tratamento simazine é maior do que na testemunha em todas as leituras efetuadas. A atividade exclusiva do simazine sobre as dicotiledôneas pode ter favorecido a vegetação de maior número de monocotiledôneas em razão da diminuição da competição interespecífica. Todos os tratamentos controlaram o caruru e o picão-preto até 106 DAAH, contudo, o amendoim-bravo somente foi controlado pelo diclobenil até a leitura aos 50 DAAH (Quadro 4).

 

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A guanxuma foi controlada por todos os herbicidas até 50 DAAH e apenas pelo diclobenil, até 86 DAAH. Na última avaliação, porém, nenhum dos produtos controlava mais essa planta daninha.

O controle do diclobenil sobre a classe das plantas daninhas dicotiledôneas observado neste trabalho concorda com o relatado por Medeiros & Pereira (1983). Losso & Ducroquet (1983) inferiram que o diclobenil possui maior poder residual do que o diuron e o simazine, em razão de o herbicida necessitar menor número de aplicações para o controle das plantas daninhas em um período de cinco anos. No presente trabalho, os resultados não permitiram concluir sobre tal observação.

O controle da guanxuma, do picão-preto e do caruru conseguido com os tratamentos herbicidas, concorda, de modo geral, com o de Victória Filho (1983). Contudo, esse autor aponta elevado índice de controle do capim-colchão pelo simazine, o que não foi obtido neste estudo. Victória Filho (1983) coloca restrições ao uso do diclobenil e do simazine, caso a principal espécie infestante seja o capim-marmelada, o que é corroborado pelos resultados encontrados neste trabalho uma vez que os herbicidas não controlaram essa planta daninha.

Os dados de produção de número e de massa de cachos de uva em 1984 e 1985 constam, respectivamente, dos quadros 5 e 6. Observa-se que as doses e formas de aplicação dos herbicidas estudados não mostraram diferenças significativas em relação às testemunhas quanto ao número e massa dos frutos produzidos. As plantas de uva não apresentaram nenhum dos sintomas fitotóxicos característicos dos herbicidas aplicados durante o período experimental. Os resultados concordam com os de Larsen & Ries (1960) e de Albuquerque & Albuquerque (1983). Nota-se, tanto em 1984 como em 1985, que nos tratamentos com o diclobenil e, principalmente, quando incorporado ao solo, houve tendência à diminuição da produção no número e na massa de frutos conforme o aumento da dose aplicada nas parcelas com e sem cobertura vegetal. Contudo, a análise da variância da regressão aplicada ao conjunto de dados obtidos não foi significativa.

 

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A produção de uva do tratamento com mato não diferiu da testemunha capinada. Era esperado que a flora daninha, concorrendo pelos fatores de sobrevivência com a videira, prejudicasse a produção no número e na massa dos cachos de uva. Uma possível explicação para essa observação pode estar relacionada à idade das plantas de uva que, com dez anos, conseguem explorar camadas de solo mais profundas do que aquelas exploradas pelas plantas daninhas, ficando livres da competição. Ainda, em 1984, a densidade das plantas daninhas foi muito pequena e, em 1985, as chuvas, foram mais bem distribuídas, sendo o pomar convenientemente adubado. No entanto, Larsen & Ries (1960) encontraram uma correlação direta entre o grau de controle das plantas daninhas e a produção de videira com quatro anos, tendo os tratamentos herbicidas produzido significativamente mais do que a testemunha não capinada. Para melhor esclarecimento desses resultados, seria importante o desenvolvimento de pesquisas para a definição do período crítico de competição da uva com as plantas daninhas.

Comparando-se os resultados da produção das parcelas que receberam cobertura vegetal de capim-gordura com aquelas que não receberam, nota-se que a produção de ambas foi similar em 1984. Em 1985, as parcelas com a cobertura vegetal produziram menor número e massa de frutos, devido, talvez, a efeitos alelopáticos, como verificado para muitas culturas (Almeida, 1988). Arruda et al. (1984) observaram ligeira perda na produção de ameixa 'Carmesin', utilizando capim-gordura como cobertura morta.

A não-observação do efeito da cobertura vegetal sobre a produção em 1984 pode ser decorrente da aplicação da cobertura na área total do pomar durante muitos anos. Dessa forma, o nível de produtos lixiviados da biomassa e tóxicos à uva poderia estar elevado no solo, sendo degradados no decorrer do ano. Observa-se ainda que em 1985 (Quadro 6) os tratamentos sem cobertura morta produziram, em média, quase duas vezes mais do que em 1984, o que tende a confirmar a hipótese levantada. É possível também, como mencionado por Arruda et al. (1984), citando McCalla & Duley, que a diminuição da produção verificada com o capim-gordura possa estar relacionada com o consumo do nitrogênio do solo utilizado na degradação da biomassa.

 

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O teor de sólidos solúveis encontrados na uva (Quadro 7) não apresentou diferenças significativas entre os tratamentos estudados, o que concorda com os resultados de Larsen & Ries (1960) e Albuquerque & Albuquerque (1983).

 

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4. CONCLUSÕES

1. Os herbicidas diuron, simazine e diclobenil, nas doses estudadas, foram seletivos à cultura da videira.

2. Os herbicidas controlaram eficientemente o caruru, a guanxuma e o picão-preto; o diclobenil controlou também o capim-colchão e o amendoim-bravo e o diuron, o capim-colchão.

3. A cobertura vegetal de capim-gordura trouxe menos benefícios à produção da uva, quando compa-rada com os herbicidas utilizados.

4. A cobertura vegetal de capim-gordura foi eficiente no controle das plantas daninhas infestantes do experimento.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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(1) Recebido para publicação em 3 de janeiro e aceito em 22 de novembro de 1996.

(2) Estação Experimental de Agronomia da Alta Paulista, Instituto Agronômico (IAC), Caixa Postal 191, 17800-000 Adamantina (SP).

(3) Seção de Irrigação e Drenagem, IAC.

(4) Seção de Viticultura, IAC.

(5) Estação Experimental de Jundiaí, IAC, Caixa Postal 11, 13200-970 Jundiaí (SP).

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