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Bragantia

Print version ISSN 0006-8705

Bragantia vol.69 no.4 Campinas Dec. 2010

http://dx.doi.org/10.1590/S0006-87052010000400015 

FITOSSANIDADE

 

Avaliação de espécies silvestres e cultivares de amendoim para resistência a Enneothrips flavens Moulton

 

Evaluation of wild species and cultivars of peanut for resistance to the Enneothrips flavens Moulton

 

 

Julio Cesar JaniniI; Arlindo Leal Boiça JúniorI,*; Ignácio José de GodoyII; Marcos Doniseti MichelottoIII; Alessandra Pereira FáveroIV

IUniversidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Departamento de Fitossanidade, Via de acesso Prof. Paulo Donato Castellane, s/n 14884-900 Jaboticabal (SP). E-mail: aboicajr@fcav.unesp.br; juliojanini@posgrad.fcav.unesp.br
IICentro de Grãos e Fibras, IAC, Campinas (SP). E-mail: ijgodoy@iac.sp.gov.br
IIIPolo Apta Centro Norte, Pindorama (SP). E-mail: michelotto@apta.sp.gov.br
IVEmbrapa Pecuária Sudeste, São Carlos (SP). E-mail: alessandra@cppse.embrapa.br

 

 


RESUMO

No Brasil, diversas pragas podem atacar o amendoinzeiro, sendo o tripes-do-prateamento, Enneothrips flavens Moulton (Thysanoptera: Thripidae), a principal delas. Com o objetivo de avaliar a infestação e os sintomas dessa praga em diferentes acessos de espécies silvestres, anfidiplóides e cultivares de amendoinzeiro, foi instalado um experimento em campo, no município de Pindorama (SP ), no ano agrícola de 2007/2008. O delineamento estatístico adotado foi o de blocos ao acaso, com 48 tratamentos e cinco repetições. A formação das mudas foi feita em copos com substrato em casa de vegetação, sendo o plantio realizado em outubro/novembro de 2007. Foram realizadas amostragens a partir dos 30 dias após o plantio das mudas no campo, repetidas a cada 15 dias, num total de cinco avaliações, em cinco folíolos fechados por planta. Foram anotadas a presença e ausência de tripes em folíolos ainda fechados e atribuídas notas dos sintomas de dano aos folíolos recém-abertos, baseando-se em uma escala de notas variando de 1 a 5, sendo nota 1 sem dano de ataque; nota 2 limbo foliar com 1% a 25% da superfície com estrias e deformações; nota 3, 26 a 50%; nota 4, 51 a 75%; e, nota 5, 76% a 100%. Os acessos com menor porcentagem de presença de tripes e notas de sintomas foram VS 14957 (A. gregoryi), V13832 (A. stenosperma), V8979 (A. kuhlmannii), V9912 (A. kuhlmannii), V7639 (A. kuhlmannii) e VMiIrLbGv14309 (A. villosa). Dentre os acessos mais sensíveis ao tripes situaram-se V12549 (Arachis hypogaea),Ac2562 (A. hypogaea) e as cultivares IAC Caiapó (A. hypogaea) e IA C Runner 886 (A. hypogaea).

Palavras-chave: Thripidae, Enneothrips flavens, resistência de plantas, oleaginosas.


ABSTRACT

In Brazil, various pests are reported to infest peanut crop, being the thrips Enneothrips flavens the most important. Accesses of wild peanut species, anfidiploide and peanut cultivars were evaluated in field conditions at Pindorama, São Paulo State, at the agricultural year of 2007/2008. The experiment consisted of a complete ramdomized block design with 48 treatments and five replications. The material was sown in small bags under greenhouse conditions. Plantings were carried out in October/November 2007. Starting at 30 days after planting in the field, evaluations were done at 15-day intervals, in five closed leaves of each plant. The following data were obtained: presence or absence of thrips in each leaf; symptoms of thrips damage in recently opened leaves, based on a 1-5 scale where 1 = without damage, 2 = 1 to 25% of the leaf surface with damage (grooves and deformations), 3 = 26 to 50%, 4 = 51 to 75% and 5 = 76 to 100% of damage symptoms. The accesses with the least damages and insect presence were: VS 14957 (A. gregoryi), V13832 (A. stenosperma), V8979 (A. kuhlmannii), V9912 (A. kuhlmannii), V7639 (A. kuhlmannii) e VMiIrLbGv14309 (A. villosa). The most sensitive accesses were V12549 (A. hypogaea), Ac2562 (A. hypogaea) and the commercial A. hypogaea genotypes IAC Caiapó and IAC Runner 886.

Key words: Thripidae, Enneothrips flavens, host plant resistance, oilseeds.


 

 

1. INTRODUÇÃO

O amendoinzeiro é uma dicotiledônea da família Fabaceae, subfamília Faboideae, gênero Arachis, com cerca de 80 espécies, amplamente distribuídas no bioma cerrado e em outros ambientes de vegetação aberta, tendo como limites de distribuição a Ilha de Marajó ao Norte, o Uruguai ao Sul, o Nordeste brasileiro a Leste e o sopé da Cordilheira dos Andes a Oeste (Gregory et al., 1980).

No Brasil, são produzidas aproximadamente 300 mil toneladas anuais de amendoim (Arachis hypogaea L.), em uma área de 115,2 mil ha. O Estado de São Paulo é o principal Estado produtor, com cerca de 236 mil toneladas em uma área plantada de aproximadamente 81,3 mil hectare. (Conab, 2009).

Dentre os problemas enfrentados pela cultura estão as pragas, destacando-se o tripes-do-prateamento, Enneothrips flavens Moulton (Thysanoptera: Thripidae), considerada a mais importante, pelos prejuízos causados, ocorrência generalizada nas culturas e elevados níveis populacionais (Calcagnolo et al., 1974; Gallo et al., 2002).

O ciclo de vida de E. flavens é de aproximadamente 13 dias, passando pelos estágios de ovo, dois estágios imaturos que se alimentam ativamente (ninfas I e II), dois estágios quiescentes (pré-pupa e pupa) e adulto (Mound e Teulon, 1995). As pupas se alojam no solo a uma profundidade variável, de acordo com a temperatura e o tipo de solo, níveis de água, movimentação de terra durante os tratos culturais, entre outros fatores. As diversas fases do ciclo evolutivo do inseto podem ser assim distribuídas em função do tempo: a) incubação: seis dias; b) primeiro estádio ninfal: dois dias; c) segundo estádio ninfal: dois dias; d) pré-pupa: um dia; e) pupa: dois dias (Nakano et al., 1981). Segundo Gallo et al. (2002), as formas jovens possuem coloração amarelada, e os adultos, coloração escura e asas franjadas.

Como um controle alternativo e benéfico tanto ao homem como ao meio ambiente, o uso de variedades resistentes a insetos é considerado como o método ideal de controle (Lara, 1991). Leuck et al. (1967), estudando o controle de tripes através de cultivares resistentes, na Georgia, Estados Unidos, observaram que, dentre as cultivares testadas, as do grupo Spanish Argentine e Starr foram pouco atacadas, quando comparadas com as demais cultivares testadas, ou seja, elas foram mais resistentes ao ataque de Frankliniella fusca (Hinds) do que as do grupo Virginía.

Algumas cultivares possuem diferenças significativas em relação aos danos ocasionados pelos tripes. Gabriel et al. (1996) relataram que variedades de ciclo longo, como IAC-Caiapó e IAC-Jumbo tendem a ser menos atacadas pelos tripes em ausência de controle químico, enquanto variedades precoces como Tatu são mais atacadas e, portanto, necessitam de maior cuidado quanto aos tripes. Boiça Junior et al. (2004) observaram nas cultivares Makap e Altika, além das menores infestações de tripes, as maiores massas de grãos.

O gênero Arachis vem sendo estudado com muita intensidade devido ao potencial demonstrado por algumas de suas espécies silvestres para o melhoramento do amendoim. Muitas das espécies possuem níveis de resistência a pragas e doenças superiores aos observados em acessos de germoplasma de A. hypogaea (Company et al., 1982; Stalker e Campbell, 1983; Subramanyan, 1983; Stalker e Moss, 1987).

Assim sendo, o presente trabalho teve por objetivo estudar o comportamento de 44 acessos de 22 espécies silvestres de Arachis, dois anfidiplóides e duas cultivares diante do ataque de E. flavens, em condições de campo.

 

2. MATERIAL E MÉTODOS

O trabalho foi realizado em Pindorama, Estado de São Paulo. Para a instalação das plantas no campo, as sementes foram inicialmente tratadas com o fungicida nitrobenzeno (Plantacol®), na dose de 10 g do produto comercial por 100 kg de semente, e colocadas para germinar envoltas em papel toalha e acondicionadas em ambiente com temperatura, umidade e fotoperíodo adequados. Em seguida, as plântulas foram colocadas em copos plásticos (200 mL) contendo substrato de terra e esterco (3:1), e colocadas em casa de vegetação. Ao atingirem a altura de aproximadamente 15 cm, as plantas dos 44 acessos de 22 espécies silvestres, dois anfidiplóides, e as cultivares IAC Runner 886 e IAC Caiapó (padrões de suscetibilidade e resistência ao tripes, respectivamente, segundo Moraes et al., 2005) (Tabela 1) foram transplantadas em campo. É importante ressaltar que as espécies silvestres anuais possuem ciclo de 180 dias, com início de ciclo muito lento e pouco vegetativo; portanto, o plantio ocorreu no início das chuvas (outubro/novembro de 2007) e a colheita ocorreu no fim das chuvas (abril/maio de 2008).

O delineamento estatístico utilizado foi o de blocos ao acaso, com 48 tratamentos e cinco repetições. As parcelas foram constituídas de quatro plantas espaçadas 1 m entre si. Em função do amplo crescimento vegetativo das espécies silvestres, as parcelas foram espaçadas de 1,5 m. Todas as parcelas receberam adubação de NPK na formulação 8- 28-16, na dose de 250 kg.ha-1. As plantas foram pulverizadas a cada 15 dias com fungicidas cloratalonil (Bravonil 500®), na dose de 3 L ha-1, em todas as aplicações, sozinho ou em mistura com triazóis (Score®) ou estrobilurinas (Priori Xtra®), 2 L ha-1, para evitar o desenvolvimento de doenças como a mancha-preta, Cercosporidium personatum (Berk. & Curtis Deighton), mancha-castanha, Cercospora arachidicola (Horii), mancha- barrenta, Phoma arachidicola (Marasas, Pauer & Boerema), verrugose, Sphaceloma arachidis (Bit. & Jenk), ferrugem, Puccinia arachidis (Speg) e rizoctoniose Rhizoctinia solani (Kuhn).

O controle das plantas daninhas foi realizado com aplicação de herbicida pré-plantio-incorporado com trifluralina (Trifluralina Nortox®), na dose de 2,5 L ha-1. Durante o desenvolvimento das plantas, sempre que necessário, foram realizadas capinas manuais.

Durante o experimento, foram realizadas cinco avaliações quinzenais, iniciando-se 30 dias após o plantio, pois segundo observações em coletas e no banco de germoplasma, o ciclo das espécies silvestres é considerado maior que o das cultivares. Para a avaliação da presença do inseto, foram amostrados ao acaso cinco folíolos ainda fechados (jovens) por planta em quatro plantas por parcela, totalizando 20 folíolos por parcela.

Para a avaliação dos sintomas de danos de E. flavens, foram amostrados ao acaso cinco folíolos recém-abertos por planta em quatro plantas por parcela, totalizando também 20 folíolos por parcela. Os sintomas foram avaliados utilizando uma escala de notas variando de 1 a 5. A nota 1 representa folíolos sem sintoma do ataque; a nota 2, o limbo foliar com sintomas, que, para tripes, é encarquilhamento, deformações e prateamento da superfície dos folíolos, de 1% a 25%; nota 3, de 26% a 50%; nota 4, de 51% a 75%; e nota 5, de 76% a 100% de dano (Moraes et al., 2005).

Os dados de porcentagem de folíolos com presença de tripes e sintoma da praga foram transformados em (x+0,5)1/2. Também foi feita análise de correlação entre a percentagem de folíolos com presença de E. flavens e a nota média atribuída aos sintomas de danos do inseto nos diferentes genótipos de amendoim aos 30, 45, 60, 75 e 90 dias após o transplantio. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância pelo teste F e as médias comparadas pelo teste de Scott-Knott a 5% de probabilidade.

 

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Analisando-se a porcentagem de folíolos com presença de tripes em cinco folíolos nos 48 genótipos avaliados (Tabela 2), observa-se grande número de acessos de espécies de Arachis com menor presença do tripes, o que pode indicar resistência a esse inseto. Destacam-se com menor presença do tripes nas médias das cinco avaliações os genótipos V8979 (A. kuhlmannii), V7639 (A. kuhlmannii), V7379 (A. stenosperma), VS14957 (A. gregoryi), V13985 (A. hoehnei) W421 (A. stenosperma), V13832 (A. stenosperma), V9912 (A. kuhlmannii), VMiIrLbGv 14309 (A. villosa) e V14546 (A. hoehnei), V10506 (A. kuhlmannii), V13250 (A. kempff-mercadoi), VAcLf15076 (A. stenosperma), V9010 (A. stenosperma), KGSPSc35005 (A. benensis) e V6351 (A. kuhlmannii). Michelotto et al. (2007) verificaram diferenças na infestação e nos sintomas de E. flavens em diferentes acessos de espécies silvestres de amendoinzeiro (Arachis spp.), originários de diversos países da América do Sul, indicativo de resistência das espécies A. sternosperma e A. kuhlmannii ao tripes-do-prateamento.

Por outro lado, analisando-se a porcentagem de folíolos com maior presença do tripes (Tabela 2), destacaram-se os genótipos V12549, Ac2562, e as cultivares IAC Caiapó e IAC Runner 886, todos pertencentes à espécie A. hypogaea, com presença significativa da praga em todos os seus estádios ninfal e adulto, nas médias das cinco avaliações realizadas. Sharma et al. (2003), em experimento visando obter fontes de resistência de 30 acessos de espécies silvestres de Arachis a insetos, concluíram que em acessos de A. duranensis, A. cardenasii, A. kempff-mercadoi, A. monticola, A. sternosperma, A. paraguariensis, A. pusilla e A. triseminata observou-se resistência múltipla a várias pragas, incluindo Helicoverpa armigera (Hubner), Empoasca kerri (Pruthi), Aproerema modicella (Deventer) e Spodoptera spp. Em outro trabalho, Boiça Junior et al. (2004) relataram que as cultivares Makap, Peru Amarelo e Altika foram as que tiveram as menores infestações de E. flavens, possuindo, possivelmente, fatores de resistência ao tripes.

Segundo Godoy et al. (1999), a utilização de cultivares com resistência ao tripes poderia representar ganhos adicionais em produtividade ou promover redução significativa no custo de produção, pela supressão ou redução do controle químico.

Com relação à nota de danos para sintomas de tripes (Tabela 3), pode-se observar nas médias das cinco avaliações menor dano nos genótipos VS14957 (A. gregoryi), V9912 (A. kuhlmannii), V13250 (A. kempff-mercadoi), VMiIrLbGv14309 (A. villosa), GKP10017 (A. cardenasii), V13832 (A. stenosperma), V7639 (A. kuhlmannii), VAcLf 15076 (A. stenosperma) e V8979 (A. kuhlmannii). Ramos (2007), avaliando 25 acessos de espécies silvestres de amendoim, obteve vários níveis de desfolha causados por lagartas de 3º ínstar de Anticarsia germmatalis (Hubner), sendo V9470 (A. kuhlmanni) considerado o mais resistente e V13023 (A. palustris), o mais suscetível. De modo geral, plantas de amendoim com baixa resistência podem reduzir de 10% a 35% os danos causados por insetos-praga em relação a uma cultivar suscetível; uma cultivar com moderada resistência pode representar de 35% a 65% de redução de danos e em uma cultivar com alta resistência as reduções serão superiores a 65% (Campbell e Wynne, 1980). Também foram observados acessos de espécies de Arachis com maior média de notas de sintomas, indicando serem suscetíveis ao tripes, destacando-se os genótipos de A. hypogaea V12549, Ac2562 e as cultivares IAC Caiapó e IAC Runner 886.

Na análise de correlação linear verificou grau de relacionamento positivo entre as duas variáveis (porcentagem de folíolos com presença de tripes e notas de sintomas de dano do inseto), como se verifica na figura 1. Os genótipos com maior presença do tripes, V12549, Ac2562, e as cultivares IAC Caiapó e IAC Runner 886, pertencentes à espécie A. hypogaea, também tiveram maiores médias de notas de sintomas de dano da praga em todas as avaliações (Tabelas 2 e 3).

 

4. CONCLUSÕES

1. Com menor porcentagem de folíolos com presença de tripes e menores notas de danos, destacam-se os genótipos VS14957 (A. gregoryi), V13832 (A. stenosperma), VAcLf 15076 (A. stenosperma), V8979 (A. kuhlmannii), V9912 (A. kuhlmannii), V7639 (A. kuhlmannii), VMiIrLbGv14309 (A. villosa), V13250 (A. kempff-mercadoi) como os mais resistentes a E. flavens;

2. Ainda considerando-se essas duas variáveis, os genótipos mais suscetíveis ao tripes são V12549, Ac2562, IAC Caiapó e IAC Runner 886, pertencentes à espécie A. hypogaea.

 

AGRADECIMENTOS

À Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Capes, pela bolsa de mestrado ao primeiro autor; ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq, pela concessão de bolsa de produtividade e pesquisa ao segundo autor e o auxílio à pesquisa (Programa de melhoramento genético convencional de plantas).

 

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Recebido para publicação em 24 de abril de 2009 e aceito em 30 de março de 2010.

 

 

* Autor correspondente.

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