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Bragantia

Print version ISSN 0006-8705

Bragantia vol.70 no.1 Campinas  2011

http://dx.doi.org/10.1590/S0006-87052011000100010 

FITOSSANIDADE
ARTIGO

 

Avaliação da mancha preta dos citros em diferentes variedades de laranjeira doce

 

Evaluation of citrus black spot in diferent varieties of sweet orange

 

 

Marcos Paulo RossettoI; Fernando Alves de AzevedoII,*; Ivan Bortolato MartelliI; Evandro Henrique SchinorI

IInstituto Agronômico (IAC), Pós-graduação em Agricultura Tropical e Subtropical, Caixa Postal 28, 13012-970 Campinas (SP)
IIInstituto Agronômico (IAC), Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio de Citros Sylvio Moreira, Caixa Postal 04, 13490-970 Cordeirópolis, (SP). E-mail: fernando@centrodecitricultura.br

 

 


RESUMO

A mancha preta dos citros (MPC), causada por Guignardia citricarpa Kiely, tem sido responsável por grandes prejuízos no Brasil, onde todas as variedades comerciais de laranjeira doce são suscetíveis. Tendo em vista as perdas econômicas que essa doença causa à citricultura brasileira, este trabalho teve como objetivo avaliar variedades de laranjeiras de maturação tardia quanto à suscetibilidade à MPC. Trinta e seis variedades foram avaliadas em dois anos (2007 e 2008), em Cordeirópolis (SP), e 35 em Conchal (SP), em experimentos utilizando-se delineamento de blocos casualizados, com três repetições. A severidade da MPC foi quantificada, entre os meses de junho a novembro (2007 e 2008), utilizando-se escala diagramática e, posteriormente, calculou-se a área abaixo da curva do progresso da doença. Todas as variedades foram suscetíveis à MPC, entretanto a Imperial e a Valência Pálida Israel mostraram menor suscetibilidade nos dois campos experimentais.

Palavras-chave: Guignardia citricarpa, Citrus sinensis, variedade copa.


ABSTRACT

The citrus black spot - CBS (Guignardia citricarpa Kiely) has been responsible for great losses in Brazil, where all commercial varieties of sweet orange are susceptible. Given the economic losses that this disease causes to the brazilian citrus industry, this study aimed to evaluate the susceptibility of sweet orange varieties with late harvest to CBS. A total of 36 varieties were evaluated in Cordeirópolis city, and 35 located at Conchal city, in two years (2007 and 2008), both in São Paulo State, Brazil, in randomized block design assays with three replications. By using a diagrammatic scale specific to the CBS, the severity of CBS was quantified between the months from June to November (2007 and 2008), data was used to calculate the area under disease progress curve. All varieties were susceptible to CBS, however Imperial and Valência Pálida Israel were less susceptible than the others at both locations.

Key words: Guignardia citricarpa, Citrus sinensis, scion variety.


 

 

1. INTRODUÇÃO

O Brasil é o maior produtor de citros do mundo, e assim, a citricultura ocupa lugar de destaque no país, devido ao seu grande valor de exportação e à sua importância social, gerando grande número de empregos e permitindo que pequenos proprietários permaneçam com suas famílias sobrevivendo no campo.

Em 2008, o valor total das exportações brasileiras de suco de laranja industrializado (concentrados, congelados e outros) atingiu US$ 2,0 bilhões (Secex/Mdic, 2009) e o país produziu 457,7 milhões de caixas de laranja (40,8 kg); São Paulo, maior estado produtor, respondeu por 79% (360,0 milhões de caixas) desse total (Ibge, 2009).

Na citricultura, além das questões econômicas e de mercado, os produtores enfrentam sérios problemas fitossanitários, o que tem acometido os pomares brasileiros, principalmente do Estado de São Paulo, onde a ocorrência de doenças é favorecida pela presença de tecidos foliares sempre verdes e clima adequado, o que permite a continuidade do ciclo de várias doenças.

Dentre as principais doenças da cultura, destaca-se a mancha preta dos citros (MPC), causada pelo fungo Guignardia citricarpa Kiely. Essa doença é responsável por grandes prejuízos em várias regiões produtoras de citros do mundo como Austrália e África do Sul, e mais recentemente nas regiões produtoras brasileiras. Todas as principais variedades copas comerciais presentes nos pomares paulistas são suscetíveis, exceto a laranjeira azeda (Citrus aurantium. L.) e a limeira ácida Tahiti (Citrus latifolia Osbeck) (Kotzé, 1981). Por isso, a MPC pode ser considerada, atualmente, a principal doença fúngica afetando as laranjeiras doces.

No Estado de São Paulo, a MPC foi detectada pela primeira vez em 1992, em plantas de limoeiros verdadeiros e laranjeiras doces de maturação tardia nos municípios de Conchal e Engenheiro Coelho, (Goes e Feichtenberger, 1993). Atualmente, a doença já está presente em diversas regiões da citricultura paulista. Embora tenha sido confirmada em quase vinte municípios na década de 90, Aguilar-Vildoso (1997) relatou naquela época que o número deveria ser superior por três motivos: falta de envio de material suspeito, a não-presença de sintomas em plantas novas, mudas e borbulhas e o menor progresso da doença.

Para as condições brasileiras, a ocorrência da doença pode ter início tanto em picnidiósporos (conídios) presentes em picnídios formados nas lesões existentes nos frutos maduros, ramos e folhas caídas no solo, como nos ascósporos, formados em folhas em decomposição caídas no solo sob as plantas cítricas (Laranjeira et al., 2005; Goes, 1998). Os picnidiósporos constituem importante fonte adicional de inóculo do patógeno, em relação a outros países como Austrália e África do Sul, onde a doença está presente (Feichtenberger et al., 2005; Laranjeira et al., 2005).

O controle da MPC está fundamentado na utilização de fungicidas protetores e sistêmicos usados separadamente ou em conjunto, associados ou não a óleo mineral/vegetal. No Brasil, o controle é realizado com base em informações geradas em outros países, especialmente da África do Sul, onde a doença também é de importância relevante (Goes, 2002). Atualmente, no Brasil, a MPC vem sendo manejada, principalmente, através do controle químico sistemático, e inúmeras pulverizações com fungicidas específicos são realizadas (4-5 aplicações/ano). Por isso, fica evidente a necessidade de se obter novas alternativas de controle que possam colaborar com o sistema de produção atual.

Tendo em vista as considerações acima mencionadas, as perdas econômicas que a MPC causa e sabendo-se das diferenças de suscetibilidade entre as espécies e variedades cítricas, é de grande importância a caracterização da resistência dentro do gênero Citrus. Poucos trabalhos avaliando variedades de laranjeiras quanto à suscetibilidade à MPC são encontrados na literatura. Porém, destaca-se o estudo de Schinor et al. (2002), que avaliou variedades do grupo das laranjeiras Pêra e afins.

Dessa forma, o objetivo deste trabalho foi avaliar diferentes variedades de laranjeiras de maturação tardia quanto à suscetibilidade à mancha preta dos citros nos municípios de Cordeirópolis e Conchal, no Estado de São Paulo.

 

2. MATERIAL E MÉTODOS

Local e material vegetal estudado

As avaliações da mancha preta dos citros foram realizadas em dois locais (experimentos):

a) Cordeirópolis (SP) - experimento 1 - no Banco Ativo de Germoplasma de Citros (BAG-Citros), localizado a 22º 32' de latitude S e 47º 27' de longitude W; com altitude de 639 m; clima do tipo Cwa, pela classificação de Koppen (Ortolani et al., 1991). O solo é da classe Latossolo Vermelho distrófico típico (Embrapa, 1999). As plantas do BAG-Citros têm 20 anos e foram implantadas em espaçamento de 7,5 m entre linhas x 3,0 m entre plantas, enxertadas em tangerina Cleópatra (Citrus reshni hort. Ex Tanaka). Selecionaram-se 36 diferentes copas para as avaliações, prevalecendo as de maturação tardia.

b) Conchal (SP) - experimento 2 - situado sob coordenadas geográficas de 22º 25' latitude S e 47º 09' longitude W. O pomar possui 644 plantas, implantadas em 1997 (12 anos) em espaçamento de 6,0 m entre linhas x 3,0 m entre plantas, onde as variedades estudadas também estão enxertadas em tangerina Cleópatra. Esse experimento de laranjeira de maturação tardia é de responsabilidade do pesquisador Dr. José Orlando Figueiredo, do Centro de Citros Sylvio Moreira/IAC, contando com 48 diferentes copas, onde um total de 35 variedades foi selecionado para avaliação.

Os dois experimentos foram instalados em delineamento de blocos ao acaso com três repetições, sendo cada parcela composta por uma planta de cada variedade.

Avaliação da severidade da mancha preta dos citros

Um total de 40 frutos por repetição (planta) foi avaliado quanto à suscetibilidade à mancha preta dos citros, utilizando-se escala diagramática de notas, elaborada por Aguilar-Vildoso et al. (2002), a qual é composta por seis níveis de severidade (Figura 1).

Em 2007, quatro avaliações foram realizadas em Cordeirópolis, SP (29/mai, 14/jul, 13/ago e 09/set) e três em Conchal, SP (31/jul, 22/ago e 05/set). Em 2008, as avaliações no experimento 1 foram realizadas em 13/jul, 08/ago, 12/set e 15/out e no experimento 2, em 11/jun, 26/ago, 15/out e 19/nov.

Os valores de severidade, em porcentagem, foram utilizados para calcular a área abaixo da curva do progresso da doença (AACPD) pelo método da integração trapezoidal (Shaner e Finney, 1977) e esses dados foram submetidos à análise de variância, e posteriormente, comparados estatisticamente pelo teste de Scott-Knott (P >0,05%), utilizando-se o software SASM-Agri - Sistema para Análise e Separação de Médias em Experimentação Agrícola (Althaus et al., 2001).

Pulverizações realizadas

No experimento 1, as pulverizações para controlar a MPC foram realizadas com turbo atomizador tratorizado da marca Jacto, modelo Arbus 2000, calibrado em 130 lb pol-2, com velocidade de trabalho de 4 km h-1. Todas as pulverizações tiveram a adição de 0,5% de óleo mineral. Já no experimento 2, as pulverizações foram realizadas com turbo atomizador tratorizado da marca KO, com capacidade para 2000L, calibrado em 200 lb pol-2 com velocidade de trabalho de 4 km h-1. Em todas as pulverizações, adicionou-se 0,25% de óleo mineral. O número e a data das aplicações, ingredientes ativos utilizados e dosagem para as duas localidades e safras podem ser observados na tabela 1.

 

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Nos dois experimentos, em Cordeirópolis (SP) e Conchal (SP), observaram-se diferenças estatísticas entre as variedades para a AACPD, nos dois ciclos de avaliações - 2007 e 2008 (Tabelas 2 e 3).

No experimento 1- Cordeirópolis (SP) - a variedade Vaccaro destacou-se, com AACPD de 8,96 e 11,76 nas avaliações realizadas em 2007 e 2008, respectivamente, seguida por Pingo de Ouro (35,72 e 16,31) e Corsa Tardia (56,40 e 23,73), como as mais resistentes à Guignardia citricarpa.

No segundo ano de avaliação (2007), dentre as variedades mais suscetíveis, destaca-se a Natal cv. África do Sul com maior valor para AACPD (319,17) dentro do grupo avaliado. Outras variedades, comercialmente cultivadas, como Natal e Natal Murcha também tiveram maior suscetibilidade, com valores de, respectivamente, 101,34 e 152,98 para a AACPD (Tabela 2).

Há relatos na literatura em que a variedade Natal também possui suscetibilidade a outras doenças como a leprose dos citros (Maia e Oliveira, 2005), enquanto que a Folha Murcha é mais suscetível à clorose variegada dos citros (Franco et al., 2008). No caso específico da MPC, Baldassari (2001) demonstrou que as variedades Valência e Natal, de maturação tardia, são suscetíveis; Goes et al. (1990) relataram suscetibilidade das variedades de laranjeira doce Lima, Folha Murcha, Natal, Pêra e Valência, e também suscetíveis nas avaliações realizadas no presente estudo.

No experimento 2 - Conchal (SP) - a variedade Berna proporcionou AACPD de 141,88 e 179,00, em 2007 e 2008, respectivamente, enquanto Setúbal (AACPD de 26,49 e 19,90), Valência Pálida Israel (AACPD de 29,18 e 33,38) e Imperial (AACPD de 55,37 e 17,95) revelaram menores valores nos dois anos de avaliação (Tabela 3).

De maneira geral, destaca-se que nas variedades Imperial e Valência Pálida Israel havia menor suscetibilidade à MPC em 2008, nos dois experimentos. Outro fato relevante é que menores valores de AACPD foram observados em Conchal (SP), nos dois anos, porém, dentro do grupo de variedades avaliadas, também não se observou resistência à MPC, como relatado por outros autores (Alcoba et al., 2000; Aguilar-Vildoso et al., 2002; Góes, 2002).

A suscetibilidade do grupo das laranjeiras doces também é relatada por Spósito et al. (2004), que avaliaram as variedades comerciais Hamlin, Pêra e Valência e por Schinor et al. (2002) analisando seleções do grupo das chamadas Pêra. Aguilar-Vildoso et al. (2002) ainda descreveram que a MPC afeta todas as variedades comerciais de laranjeiras doces cultivadas no País.

Nas primeiras avaliações de campo (maio - junho), em ambas as localidades, foram observados menores valores de severidade (dados não demonstrados), o que também foi relatado por Feichtenberger (1996) para essa mesma época (frutos verdes). Com a maturação dos frutos, altas temperaturas e intensa radiação solar, condições ambientais que favorecem a expressão dos sintomas da MPC (Kotzé, 1963), foram observados incrementos nos valores de severidade.

Em 2008, observou-se aumento da severidade da MPC na última avaliação das plantas do experimento 2, o que pode ter ocorrido devido ao controle químico realizado nessa safra, retardando o aparecimento dos sintomas (Tabela 1). Em Cordeirópolis, notaram-se maiores valores de AACPD em 2007, o que pode ser justificado pelo menor número de aplicações de fungicidas nesse ano (Tabela 1).

Em dados obtidos por Schinor et al. (2002), em Cordeirópolis (SP) no Centro de Citros Sylvio Moreira) os valores de severidade e incidência de MPC, em 1999 e 2000, foram inferiores aos obtidos neste trabalho. Ressalta-se que os resultados obtidos pelos autores foram observados em pomar sem aplicações de fungicidas para o controle da doença, demonstrando, dessa forma, aumento na severidade da MPC atualmente, uma vez que valores superiores foram observados no presente trabalho, no mesmo local, mesmo com a aplicação de fungicidas.

Atualmente, há na citricultura brasileira problemas fitossanitários graves como o huanglongbing (ou greening), doença que coloca em risco a viabilidade do agronegócio citrícola. Assim, para o citricultor dispor de uma variedade resistente à determinada doença, resultaria concomitantemente em menor custo de produção e, consequentemente maior lucro. Com isso é de extrema importância a continuidade dos trabalhos com melhoramento de citros visando à obtenção de variedades resistentes às principais doenças da cultura. Dessa forma, apesar dos resultados observados neste estudo mostrarem que não há variedades resistentes à MPC, algumas são menos suscetíveis (Vaccaro, Imperial e Valência Pálida Israel) e podem, em futuro próximo, tornar-se novas opções de variedades ao citricultor brasileiro.

 

4. CONCLUSÃO

Todas as variedades são suscetíveis à mancha preta dos citros, dentre as variedades comuns nos dois experimentos, porém as variedades Imperial e a Valência Pálida Israel são as de menor suscetibilidade.

 

AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Tecnológico e Científico (CNPq) e ao Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) pelo apoio financeiro ao projeto e pela concessão da bolsa de mestrado ao primeiro autor.

 

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Recebido: 16/abr./2010; Aceito: 18/mai./2010

 

 

* Autor correspondente.