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Papéis Avulsos de Zoologia

Print version ISSN 0031-1049On-line version ISSN 1807-0205

Pap. Avulsos Zool. (São Paulo) vol.48 no.2 São Paulo  2008

https://doi.org/10.1590/S0031-10492008000200001 

Utilização de registros de corais de profundidade (Cnidaria, Scleractinia) para prever a localização e mapear tipos de substratos na plataforma e talude continental do sul do Brasil

 

 

Marcelo Visentini KitaharaI; Norberto Olmiro Horn FilhoII; José Gustavo Natorf de AbreuIII

IJames Cook University (JCU) – School of Pharmacy and Molecular Science, Coral Genomics Group, Molecular Science Building Annex, Douglas 4811, Townsville/QLD, Austrália (com apoio da CAPES). E-mail: mvkitahara@yahoo.com.br
IIUniversidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Departamento de Geociências, Programa de Pós-graduação em Geografia, Campus Universitário Trindade, 88.040-970, Caixa Postal 476, Florianópolis, SC. E-mail: horn@cfh.ufsc.br
IIIUniversidade do Vale do Itajaí (UNIVALI), Centro de Educação de Ciências Tecnológicas da Terra e do Mar, Laboratório de Oceanografia Geológica, Rua Uruguai 458, Centro, 88302-202, Caixa Postal 360 – Itajaí, SC. E-mail: gabreu@univali.br

 

 


RESUMO

Grande parte da plataforma e talude continental sul-brasileiro não possui detalhamento acerca dos mosaicos sedimentológicos, em parte devido aos elevados custos de cruzeiros oceanográficos específicos para o mapeamento sedimentológico de águas profundas. Visando contribuir com o conhecimento acerca da cobertura sedimentar ocorrente ao largo do sul do Brasil, o presente trabalho agrega informações referentes à fauna coralínea (ordem Scleractinia) nesta área (totalizando 169 estações), utilizando os registros e informações referentes ao tipo de substrato utilizado pelas 35 espécies de corais analisadas como ferramenta para a identificação e mapeamento de áreas de ocorrência de substratos não-consolidados, biodetríticos e consolidados.

Palavras-chave: Corais de profundidade; Scleractinia; substrato; plataforma continental; talude continental; Brasil.


ABSTRACT

Large portions of the Brazilian continental shelf and continental slope do not have detailed maps about the sedimentological mosaics, manly due to the high costs of specific oceanographic deep-water cruises. Using all records (totalizing 169 stations) of deep-sea Scleractinia azooxanthellate corals from southern Brazil between 24° and 35°S, and separating them in three different groups, the present study intends to add to the actual knowledge of the superficial sedimentology off southern Brazil, demonstrating that the records of this cnidarians can be used as tools for mapping hard, soft, and biodetrictic deep-sea substrate.

Keywords: Deep-sea corals; Scleractinia; substrate; continental shelf; continental slope; Brazil.


 

 

INTRODUÇÃO

A cobertura sedimentar superficial da plataforma continental sul brasileira tem sido estudada sistematicamente desde 1967, sendo a textura superficial uma das características mais compreendidas até o momento. O programa de Reconhecimento Global da Margem Continental Brasileira – Projeto REMAC (1977) foi pioneiro no agrupamento dos diversos dados, gerando um dos primeiros e mais completos mapas sedimentológicos do sul do Brasil. Este projeto foi precedido por estudos em áreas mais restritas destacando os trabalhos de Zembruscki (1967); Martins (1967); Martins et al. (1972); Millimann (1972); Martins & Martins (1973); Francisconi et al. (1974); e Rocha et al. (1975).

Segundo Rocha et al. (1975), a plataforma continental do sul do Brasil apresenta distribuição de sedimentos bastante contínua, sendo a plataforma interna constituída por 90% de areia predominantemente quartzosa e cascalho biodetrítico, que foram depositados em ambientes costeiros de praia. A plataforma média contém argila e silte, de natureza terrígena, pobres em areia e depositados em ambiente costeiro lagunar, enquanto a plataforma externa é constituída por carbonato biodetrítico relicto, composto por conchas de moluscos, exoesqueletos de crustáceos e carapaças de foraminíferos arenáceos. O talude continental exibe sedimentos finos terrígenos com alto conteúdo de silte e baixo teor de carbonato oriundos de escorregamentos e retrabalhamento de depósitos relictos da plataforma. A fração arenosa presente contém carapaças de foraminíferos planctônicos decantados após a morte do organismo. Ao largo do sul do Rio Grande do Sul, a plataforma interna e externa é constituída por areia quartzo-feldspáticas, encontrando-se na plataforma média, ocorrências isoladas de corpos de lama terrígena. Igualmente, na porção norte, o talude continental é composto por sedimentos terrígenos, com alto conteúdo de silte e baixo teor de carbonato, mas os constituintes mineralógicos revelam proveniência Platina.

Segundo Figueiredo Jr. & Tessler (2004), as lamas predominam na margem sul-brasileira, principalmente a partir dos 100 m de profundidade, sendo pontilhadas em alguns locais por faixas de sedimentos de granulometria de areia média e areia grossa ao longo do talude continental. De acordo com os mesmo autores, a areia muito fina está localizada na plataforma média e interna, podendo ser observado uma grande extensão deste sedimento ao sul da ilha de Florianópolis até a cidade de Rio Grande, onde ocorrem interdigitações com areias grossas e cascalhos.

Destaca-se que os tipos de sedimentos, e os mosaicos formados a partir de sedimentos diferentes, podem ser considerados como um dos principais fatores para o aumento ou diminuição da biodiversidade de espécies sésseis bentônicas (Capítoli, 2002; Kitahara, 2006) e, consequentemente, de espécies vágeis. Neste contexto, entendemos que, para o estudo de qualquer espécie ou comunidade bêntica séssil, é essencial o conhecimento a respeito das características sedimentares e dos processos dinâmicos que controlam sua distribuição. Conhecendo as necessidades intraespecíficas com relação ao tipo de substrato das espécies de corais azooxantelados ocorrentes na plataforma e talude continental do sul do Brasil, podemos utilizá-los como indicadores dos tipos de substratos (consolidados, biodetríticos e lamosos) que ocorrem ao largo da região sul-brasileira.

Tendo em vista a complexidade e o custo de operações de amostragem sedimentar em águas profundas, o presente trabalho compila os dados publicados sobre os corais escleractíneos azooxantelados para o sul do Brasil (entre 24°S e 35°40’S; profundidades de 100 a 2.500 m), correlacionando-os com os tipos de substratos, com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre as características geológicas da plataforma e talude continental do sul do Brasil.

 

MATERIAL E MÉTODOS

A denominação das divisões fisiográficas da plataforma foi baseada na nomenclatura proposta por Zembruscki (1979). A área entre a zona de arrebentação e os primeiros 50 m de profundidade é denominada plataforma interna, a plataforma média está entre os 51 e 100 m e a, plataforma externa entre 101 e 200 m. A zona de quebra de plataforma, entendida como a transição para o talude superior marcada pelo aumento da declividade que caracteriza esta província fisiográfica, pode variar, sendo que na área de estudo localiza-se entre 140 e 200 m (Figura 1). A partir da quebra, embora com inclinação mais acentuada (1° a 1,5°) (Zembruscki, 1979), encontra-se o talude continental.

 

 

A coleção de Scleractinia azooxantelados depositados na Seção de Invertebrados do Museu Oceanográfico do Vale do Itajaí (MOVI) foi analisada e seus registros utilizados como principal ferramenta para o presente estudo. As amostras do MOVI foram coletadas por diferentes campanhas oceanográficas desenvolvidas na plataforma e talude continental do Estado do Rio Grande do Sul, pela Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG), a saber: Projeto Rede 85, Projeto Talude e Programa de Avaliação do Potencial Sustentável dos Recursos Vivos na Zona Econômica Exclusiva – REVIZEE, além de embarques direcionados, realizados pela equipe do MOVI, na frota pesqueira que utiliza espinhel e emalhe de fundo, covos e arrasto de profundidade atuante no sudeste e sul do Brasil.

Além dos espécimes da coleção, utilizamos todos os registros pretéritos (bibliografia impressa, digital, mapas, cartas, relatórios, etc.) adicionando diversos pontos de ocorrência desta fauna, que totalizou 169 estações (Tabela 1), e corroborando os dados de Kitahara (2006) (Tabela 2).

 

 

 

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A plotagem dos registros de corais azooxantelados para águas sul-brasileiras (24°S a 35°S) permitiu a identificação de 169 estações distintas, incluindo desde espécimes com poucos milímetros a grandes espécimes coloniais, totalizando 38 espécies, das quais apenas 35 foram utilizadas no presente estudo (Tabela 2).

Agrupando as espécies de acordo com suas respectivas restrições ambientais relacionadas ao tipo de substrato, podemos separá-las em três grupos: (1) espécies que não apresentam estrutura de fixação, ou a apresentam de maneira rudimentar, sendo normalmente coletadas juntamente com grandes quantidades de esqueletos de corais e conchas, podendo ser consideradas espécies características de substratos biodetríticos (Figura 2A); (2) espécies coloniais ramificantes e/ou que possuem estruturas específicas de fixação junto ao substrato (estrutura conhecida como pedicelo), sendo normalmente coletadas com parte do seu substrato (Figura 2B2C), ou com o pedicelo quebrado, sugerindo que podem ser relacionadas com substratos consolidados; e (3) espécies que apresentam estruturas resquiciais de fixação (Figura 2D), sendo encontradas fixas (normalmente sobre pequenos substratos) principalmente nas fases iniciais de desenvolvimento, tornando-se livres posteriormente. Estas espécies, em sua forma adulta, normalmente requerem substratos não-consolidados.

 

 

Com a plotagem dos pontos de coleta de cada uma das espécies abordadas no presente estudo e considerando suas restrições intraespecíficas com relação ao tipo de substrato, foi possível delimitar algumas áreas cujos substratos se apresentam consolidados, inconsolidados e biodetríticos (Figura 3). As espécies que requerem substrato consolidado para seu desenvolvimento e foram utilizadas para localizar e mapear as 35 áreas deste substrato são Bathelia candida, Caryophyllia berteriana*, Cladopsammia manuelensis*, Dendrophyllia alternata*, Enallopsammia rostrata, Madrepora oculata, Monohedotrochus capitolii*, Paracyathus pulchellus*, Polymyces fragilis*, Pourtalosmilia conferta e Solenosmilia variabilis* (* espécies que apresentaram pelo menos um espécime coletado juntamente com seu substrato).

 

 

Destaca-se que todas as áreas de substrato consolidado mapeadas em profundidades superiores a 100 m estão associadas principalmente a áreas de ocorrência de substrato biodetrítico (i.e. 31°15’S e 49°45’W), denotando que as espécies coloniais possuem papel fundamental na formação e manutenção do habitat formado pelo substrato biodetrítico. Em contrapartida, devido ao tamanho da área de estudo e o número de amostras, todas as áreas em que foram mapeadas a ocorrência de substrato biodetrítico, provavelmente estão relacionadas a áreas de substrato consolidado com ocorrência de espécies de corais coloniais, mesmo que as mesmas não foram coletadas no presente estudo como pode ser observado nas proximidades das coordenadas 28°30’S e 47°15’W (Figura 3).

Os tipos de substratos indicados através dos registros da presença de corais de profundidade, associado às características de cada uma das espécies estudadas, denota que a ocorrência das espécies Madrepora oculata, Lophelia pertusa, Solenosmilia variabilis, Dendrophyllia alternata, Enallopsammia rostrata e Pourtalosmilia conferta é primordial para a formação de habitat, proporcionando o fenômeno de diversificação do tipo de substrato local, também conhecido como biocenose coralígena. Este fenômeno permite o desenvolvimento de um substrato duro a partir de um inicialmente mole criando, assim, novas condições, não somente para a fauna séssil, mas também para as espécies animais sedentárias, pouco vágeis e também as de passagem (Tommasi, 1970).

 

AGRADECIMENTOS

Os autores expressam seus sinceros agradecimentos ao Dr. Iran Carlos Stalliviere Corrêa (CECO/UFRGS), Dr. Gilberto Dias (UFF) e Dr. Lauro Júlio Calliari (FURG), pelas informações prestadas. Da mesma forma ao Museu Oceanográfico do Vale do Itajaí (MOVI/UNIVALI) pelo empréstimo das amostras de corais, ao Programa de Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGGeo/UFSC) e ao CNPq e a CAPES, pelo auxílio.

 

REFERÊNCIAS

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Recebido em: 03.08.2007
Aceito em: 23.01.2008
Impresso em: 24.03.2008

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