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Papéis Avulsos de Zoologia (São Paulo)

Print version ISSN 0031-1049

Pap. Avulsos Zool. (São Paulo) vol.50 no.22 São Paulo  2010

http://dx.doi.org/10.1590/S0031-10492010002200001 

O conhecimento sobre morcegos (Chiroptera: Mammalia) do estado do Espírito Santo, sudeste do Brasil

 

 

Poliana MendesI; Thiago Bernardi VieiraI; Monik OpreaI; Sílvia Ramira LopesII; Albert David DitchfieldII; Marlon ZortéaIII

IPrograma de Pós-Graduação em Ecologia e Evolução, Instituto de Ciências Biológicas (Bloco ICB IV) da Universidade Federal de Goiás (UFG), Campus II/UFG, 74001 970, Goiânia, GO, Brasil
IIPrograma de Pós-Graduação em Biologia Animal (PPGBAN), Departamento de Ciências Biológicas, Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Avenida Marechal Campos, 1.468, Maruípe, 29040 090, Vitória, ES, Brasil
IIICoordenação de Ciências Biológicas, Universidade Federal de Goiás, Campus Jataí, UFG, BR 364 km 192, 75801 615, Jataí, GO, Brasil
IVAutor Correspondente: polimendes@gmail.com

 

 


RESUMO

A Ordem Chiroptera apresenta importância relevante na dinâmica dos ecossistemas, sendo a ordem de mamíferos com maior diversidade de hábitos de vida. Dentre os estados da região Sudeste do Brasil, o Espírito Santo é um dos mais carentes em relação ao conhecimento de morcegos. Este estudo sintetizou o estado do conhecimento sobre quirópteros gerado no Espírito Santo. Para isso, foram catalogados os morcegos depositados no Museu de Biologia Prof. Mello Leitão (MBML), no Laboratório de Estudos de Quirópteros da Universidade Federal do Espírito Santo (LABEQ), Museum of Vertebrate Zoology (MVZ), Royal Ontario Museum (ROM), American Museum of Natural History (AMNH) e University of Michigan Museum Zoology (UMMZ). Além disso, foi realizada uma busca por artigos publicados sobre morcegos do Espírito Santo. Foram revistos 49 artigos científicos, realizadas três teses de mestrado e 11 monografias. Considerando as coleções amostradas e artigos publicados totalizam-se 63 espécies de morcegos para o estado, provenientes de 37 dos 78 municípios do Espírito Santo. A maior riqueza de espécies de morcegos foi encontrada nos municípios de Linhares e Santa Teresa, o que é provavelmente reflexo da maior parte dos espécimes depositados nos museus também serem desses municípios. O Espírito Santo apresenta um grande potencial para se encontrar novas ocorrências de espécies, enfatizando a importância da realização de futuros estudos sobre morcegos no estado.

Palavras-chave: Mata Atlântica; Chiroptera; Revisão bibliográfica; Banco de dados.


ABSTRACT

The Order Chiroptera plays a vital role in ecosystem dynamics. Among the states of Southeastern Brazil, Espírito Santo State is the one with the least known bat fauna. This study reports on the current state of knowledge on Espírito Santo bats generating this data bank. We have catalogued the bats deposited in the Biology Museum Prof. Mello Leitão (MBML), Laboratory of Bat Studies of the Federal University of Espírito Santo (LABEQ), Museum of Vertebrate Zoology (MVZ), Royal Ontario Museum (ROM), American Museum of Natural History (AMNH), and University of Michigan Museum of Zoology (UMMZ). In addition, we have investigated the literature seeking articles about bats exclusively for the State. About bats were published in the state 42 papers, three thesis and 11 monographs. There are recognized 63 bat species in the State, if considering the museum collections and published papers, from 37 of the 78 municipalities of Espírito Santo. The highest species richness was found in the municipalities of Linhares and Santa Teresa. This was probably occasioned by bias on sampling. The great potential for new bat occurrences in Espírito Santo is due to the lack of knowledge about bats in this State. This emphasizes the importance for new future studies about bats in that area.

Keywords: Atlantic Forest; Chiroptera; Bibliographic review; Data bank.


 

 

INTRODUÇÃO

Até a primeira metade do século XX o conhecimento sobre morcegos era pouco desenvolvido, principalmente devido à falta de técnicas específicas para a captura dos mesmos (Kunz & Kurta, 1988). Apenas em 1968, Handley apresentou para a comunidade científica as redes de neblina, uma nova técnica de captura de morcegos. Desde então, os estudos sofreram um grande avanço tornando esta metodologia mais utilizada em inventários na região Neotropical (Kunz & Kurta 1988).

O Príncipe Maximiliano Wied-Neuwied foi pioneiro nas coletas de morcegos no estado do Espírito Santo, em 1815. Novas coletas foram realizadas, ainda no século XIX, por naturalistas como Saint-Hilaire e Castelnau (Ruschi 1951), e, no século XX, por E. Garbe e outros naturalistas, que trabalharam no Estado até a década de 1940 (Ruschi 1951). O esforço destes naturalistas resultou no colecionamento de nove espécies de morcegos, depositados em museus brasileiros, europeus e norte-americanos (Ruschi 1951). Entre 1950 e 1978 (mais notadamente na década de 50), o naturalista Augusto Ruschi estudou intensivamente a fauna de morcegos do Espírito Santo, resultando em uma lista de 37 espécies para região (e.g. Ruschi 1951, 1970). Entretanto, o pequeno número de inventários desde então fez com que o Espírito Santo fosse considerado o Estado da região Sudeste com menor número de coletas de morcegos (Bergallo et al., 2003). Por outro lado, Marinho-Filho (1996), concluiu que o Espírito Santo é, possivelmente, o estado com a maior diversidade de morcegos dentre os estados da região Sul e Sudeste (exceto Minas Gerais, não incluído nas análises deste autor).

Dado a falta de estudos e a potencial riqueza de espécies de morcegos, torna-se evidente a urgência por estudos sobre a fauna de morcegos no Estado. Um banco de dados sobre os mamíferos do Espírito Santo, incluindo morcegos, foi publicado recentemente (Moreira et al., 2008), enquanto que uma lista dos morcegos do Espírito Santo havia sido publicada quase 40 anos antes (Ruschi, 1970). O presente estudo acrescenta novas espécies aos bancos de dados pré-existentes e sintetiza o conhecimento gerado sobre morcegos do Espírito Santo.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Área de Estudo

O estado do Espírito Santo ocupa uma área de 45.597 km², da qual apenas 8% é representada por florestas naturais (IPEMA, 2004). Está inserido no bioma Mata Atlântica, possuindo ao norte do rio Doce uma vegetação conhecida como Floresta de Tabuleiros e, ao sul, feições serranas com altitudes que variam de 300 a mais de 2.000 metros, com vegetação de Floresta de Encosta (em menores altitudes) e de Floresta Montana (em maiores altitudes) (IPEMA, 2004). A faixa de planície ao longo da costa contém Mangues e Restingas (Moraes, 2004; IPEMA, 2004).

Obtenção dos Dados

Primeiramente foi realizada uma busca por artigos, monografias e dissertações realizadas sobre morcegos no Espírito Santo. Foram realizadas buscas na biblioteca do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão (MBML) e consulta a pesquisadores que trabalharam no estado. Foi também realizada uma busca por artigos utilizando a ferramenta Scielo (Scientific Eletronic Library Online) utilizando as palavras-chave bat*, morcego*, Chiroptera e Espírito Santo. Posteriormente, as publicações foram agrupadas por ano, tema abordado e periódico em que foi publicado.

Foram realizadas visitas ao MBML e ao Laboratório de Estudos de Quirópteros (LABEQ) localizado no Campus da Universidade Federal do Espírito. Para acessar os dados sobre morcegos tombados em museus do exterior foram utilizadas as ferramentas Mammal Network Information System (MaNIS) e Global Biodiversity Information Facility (GBIF). De cada espécime consultado foram extraídos os dados sobre a espécie e local de captura. As espécies registradas nos museus do exterior não tiveram as suas identificações checadas pelos autores, enquanto que aquelas depositadas no Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP) são baseadas em Moreira et al. (2008). Somente os espécimes localizados no MBML e LABEQ tiveram suas identificações confirmadas pelos autores.

A nomenclatura seguiu Simmons (2005) e Gardner (2007). Para os exemplares cujo município de procedência não era exata, por exemplo, exemplares cujo local de captura era "Linhares, Nova Venécia e São Mateus" foi considerado que a espécie foi representada nos três municípios. Os casos no qual não foi disponibilizado o município de captura não foram considerados nas análises que utilizavam o número de espécies registradas por município.

 

RESULTADOS

Foram encontrados 42 artigos científicos, três dissertações de mestrado e 11 monografias (Apêndice 1) que tratam da fauna de quirópteros do Espírito Santo. A maioria dos artigos foi publicada no Boletim do Museu de Biologia Mello Leitão entre 1951 e 1953 (MBML; Figsuras 1 e 2), havendo um novo pico de publicações apenas nos últimos anos (Figura 2). A maioria das publicações foi realizada entre as décadas de 1950 e 1970 por Augusto Ruschi (Apêndice 1).

 

 

 

 

Foram examinados 1.566 exemplares de morcegos de 44 espécies na coleção do MBML, e 980 exemplares distribuídos entre 45 espécies no LABEQ, estes últimos serão futuramente depositados na MBML. Nestas duas coleções foram registradas 53 espécies de morcegos.

A busca por registros em museus do exterior mostrou que o Museum of Vertebrate Zoology (MVZ) abriga 17 exemplares pertencentes a nove espécies; o Royal Ontario Museum (ROM), sete exemplares de seis espécies; o American Museum of Natural History (AMNH), dois exemplares, sendo que apenas um foi identificado e o University of Michigan Museum of Zoology (UMMZ), 17 exemplares de quatro espécies.

Moreira et al. (2008) listaram 53 espécies de quirópteros para o Espírito Santo. O presente estudo adicionou mais dez espécies a essa lista (Eumops glaucinus, Chiroderma doriae, Tonatia bidens, Tonatia saurophila, Eptesicus brasiliensis, Eptesicus furinalis, Myotis albescens, Myotis levis, Myotis cf. riparius e Myotis ruber; Tabela 1), totalizando 66 espécies registradas para o estado até o presente momento.

Considerando todos os exemplares de morcegos relacionados verificou-se que 37 dos 78 municípios do Espírito Santo já tiveram a fauna de morcegos amostrada em menor ou maior grau (Figura 3). A maior riqueza de espécies de morcegos foi encontrada nos municípios de Linhares e Santa Teresa (Figura 3). Sobrepondo-se o mapa das áreas prioritárias para o inventário da fauna do Espírito Santo (IPEMA, 2004) com o mapa das localidades amostradas observa-se que as áreas do sudoeste e extremo norte do Estado, apesar de consideradas prioritárias para a realização de inventários da fauna, ainda não tiveram a fauna de morcegos amostrada (Figura 3).

 

 

DISCUSSÃO

Baseado no fato do Espírito Santo ser o estado menos amostrado da Região Sudeste, é provável que o número de espécies do estado seja maior do que o indicado nesse estudo (63 espécies). No Rio de Janeiro, estado com área semelhante, já foram registrados 71 espécies (Esbérard & Bergallo, 2005).

A Lista das Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção do Estado do Espírito Santo (Passamani & Mendes, 2007) apresenta cinco espécies de morcegos na categoria Vulnerável: Lampronycteris brachyotis, Micronycteris hirsuta, Lichonycteris obscura, Chaeroniscus minor e Carollia brevicauda. Outras espécies como Myotis ruber e Platyrrhinus recifinus não foram relacionadas, mas estão na Lista Nacional das Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção (Machado et al., 2005) e na Lista Vermelha da IUCN (International Union for Conservation of Nature), na categoria Vulnerável.

Micronycteris hirsuta era considerada de distribuição restrita a Floresta Amazônica, porém foram capturados exemplares no Rio de Janeiro e no Espírito Santo (Esbérard, 2004). Além, disso, Vieira et al. (2008) e Mendes et al. (2009) registraram Myotis levis, Myotis albescens, Myotis ruber, Eumops glaucinus e Promops nasutus, enquanto que Luz et al. (2009) registraram Tonatia saurophila e Myotis cf. riparius. O maior número de espécies encontrado em Santa Teresa e Linhares é provavelmente artificial, visto que estas são áreas bastante amostradas (Tabela 1 e Apêndice 1).

Algumas áreas consideradas prioritárias para o levantamento de fauna no Espírito Santo ainda não tiveram a fauna de morcegos inventariada, como Guaçuí, Alegre, Conceição do Castelo e Venda Nova do Imigrante. Estas e outras áreas deveriam ser focos de futuros inventariamento de morcegos.

Ruschi ainda é o principal autor de artigos sobre morcegos do Espírito Santo. Seus estudos foram publicados principalmente no BMBML na década de 1950, desde então ocorreram mudanças taxonômicas envolvendo os morcegos coletados por Rushi (Zortéa et al., 1995). Recentemente ocorreu um novo aumento no número de publicações sobre morcegos do Espírito Santo.

Dada a sua importância como indicadores ambientais (Jones et al., 2009) e o conhecimento ainda insuficiente sobre a diversidade e a distribuição, considera-se que inventários sobre a fauna de quirópteros do Espírito Santo ainda são importantes na medida que o conhecimento é considerado ainda insuficiente (Marinho-Filho, 1996; Bergallo et al., 2003) e os padrões de distribuição não são plenamente conhecidos.

 

AGRADECIMENTOS

Agradecemos ao Museu de Biologia Prof. Mello Leitão pela prestação de informações sobre os espécimes depositados. P.M. agradece o auxilio através da bolsa do programa de iniciação científica PIBIC/PETROBRAS/UFES e a Vinícius Teixeira Pimenta pelo auxílio com a identificação de exemplares.

 

REFERÊNCIAS

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Recebido em: 26.10.2009
Aceito em: 03.08.2010
Impresso em: 24.09.2010

 

 

APÊNDICE 1

Lista de trabalhos publicados sobre morcegos do Estado do Espírito Santo (organizados por data de publicação).

Artigos Científicos

1. Ruschi, A. 1951. Morcegos do estado do Espírito Santo _ Introdução e considerações gerais. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 1:1 16.         [ Links ]

2. Ruschi, A. 1951. Morcegos do estado do Espírito Santo _ Família Desmondontinae, chave analítica para os Gêneros e espécies representadas no Espírito Santo. Descrição de Desmodus rotundos rotundos e algumas observações a seu respeito. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 2:1 10.         [ Links ]

3. Ruschi, A. 1951. Morcegos do estado do Espírito Santo _ Descrição de Diphylla ecaudata Spix e algumas observações a seu respeito. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 3:1 6.         [ Links ]

4. Ruschi, A. 1951. Morcegos do estado do Espírito Santo _ Família Vespertilionidae, chave analítica para os Gêneros e espécies representadas no Espírito Santo. Descrição de Myotis nigricans nigricans e Myotis espiritosantensis n. sp. e algumas observações a seu respeito. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 4:1 11.         [ Links ]

5. Ruschi, A. 1951. Morcegos do estado do Espírito Santo _ Família Vespertilionidae. Descrição das espécies: Lasiurus borealis mexicanus e Dasypterus intermedius, com algumas observações biológicas a respeito. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 5:1 10.         [ Links ]

6. Ruschi, A. 1951. Morcegos do estado do Espírito Santo _ Família Molossidae, chave analítica para os Gêneros e espécies representadas no Espírito Santo. Descrição de Molossus rufus rufus, Molosus planirostris espiritosantensis n. sub. sp, e Tadarida espíritosantensis n. sub. e dados biológicos e respeito. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 6:1 22.         [ Links ]

7. Ruschi, A. 1951. Morcegos do estado do Espírito Santo _ Família Noctilionidae, chave analítica para os Gêneros representados no Brasil, com a descrição da única espécie representada no Espírito Santo: Noctilio leporinus leporinus (Linnaeus). Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 7:1 10.         [ Links ]

8. Ruschi, A. 1951. Morcegos do estado do Espírito Santo _ Família Embalunuridae, chave analítica para os Gêneros, espécies e sub espécies representadas no Espírito Santo Descrição de Peropteryx macrotis macrotis e Peropteriyx kappleri. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 8:1 13.         [ Links ]

9. Ruschi, A. 1952. Morcegos do estado do Espírito Santo _ Os morcegos das grutas do Limoeiro em Castelo, Monte Líbano em Cachoeiro de Itapemirim e de Itaúnas em Morro D'anta em Conceição da Barra. Grutas de inverno, verão e acidentais. Cohabitação. O banho. Morcegos e criação em cativeiro. Pesquisa sobre corpúsculos de Negri. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 9(A):1 91.         [ Links ]

10. Ruschi, A. 1952. Morcegos do estado do Espírito Santo _ Família Emballunoridae, chave analítica para os Gêneros espécies e subespécies representadas no Espírito Santo. Descrição das espécies Saccopterix leptura e Centronicteris maximiliani maximiliani. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 10:1 17.         [ Links ]

11. Ruschi, A. 1953. Morcegos do estado do Espírito Santo _ Família Emballunoridae. Descrição das espécies Rhynchonycteris naso e Diclidurus albus albus com algumas observações a respeito. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 12:1 13.         [ Links ]

12. Ruschi, A. 1953. Morcegos do estado do Espírito Santo _ Família Phyllostomidae. Chave analítica para sub-familias, Gêneros e espécies representadas no Espírito Santo. Descrição das espécies Trachops cirrhosus e Tonatia brasiliense, com algumas observações a respeito. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 13:1 16.         [ Links ]

13. Ruschi, A. 1953. Algumas observações sobre Alimentação dos Quirópteros, Phyllostomus hastatus hastatus (Pallas); Molossus rufus E. Geoffroy, Chrotopterus auritus australis (Thomas) e Noctilio leporinus (Linnaeus). Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 14:1 18.         [ Links ]

14. Ruschi, A. 1953. Morcegos do estado do Espírito Santo _ Família Phyllostomidae. Descrição das espécies Mimon bennettii e Lonchorhina aurita, com algumas observações. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 15:1 15.         [ Links ]

15. Ruschi, A. 1953. Morcegos do estado do Espírito Santo _ Família Phyllostomidae. Descrição das espécies Dolichophillum macrophyllum (Wierd) e Chrotopterus auritus australis (Thomas). Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 16:1 9.         [ Links ]

16. Ruschi, A. 1953. Morcegos do estado do Espírito Santo _ Família Phyllostomidae. Descrição das espécies Glossophaga soricina soricina e Anoura geoffroyi geoffroyi, com alguma observações biológicas a respeito. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 17:1 16.         [ Links ]

17. Ruschi, A. 1953. Morcegos do estado do Espírito Santo _ Família Phyllostomidae. Descrição das espécies Lonchoglossa caudifera e Lonchoglossa ecaudata, com algumas observações biológicas a respeito. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 18:1 18.         [ Links ]

18. Ruschi, A. 1953. Morcegos do estado do Espírito Santo _ Família Phyllostomidae. Descrição das espécies Lonchophylla mordax e Hemiderma perspicillatum, com algumas observações biológicas a respeito. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 19:1 11.         [ Links ]

19. Ruschi, A. 1953. Morcegos do estado do Espírito Santo _ Família Phyllostomidae. Descrição das espécies Artibeus jamaicensis lituratus e Vampyrops lineatus, com algumas observações. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 20:1 14.         [ Links ]

20. Ruschi, A. 1954. Morcegos do estado do Espírito Santo _ Chave analítica e artificial para a determinação das famílias, gêneros, espécies e subespécies dos morcegos representadas no Espírito Santo. E a lista atualizada das mesmas. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, 22(A):1 21.         [ Links ]

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50. Vieira, T.B.; Mendes, P.; Oprea, M.; Ditchfield, A.D. 2009. New record of Lasiurus blossevillii (Chiroptera: Vespertilionidae) for the restinga ecosystem, and second occurrence for the state of Espírito Santo, Southeastern Brazil. Mammalia, 73:155 157.         [ Links ]

Dissertações de mestrado defendidas

1. Zortéa, M. 1998. Estrutura social e uso de abrigo diurno por Rhynchonycteris naso (Chiroptera: Emballonuridae) no sudeste brasileiro. (Dissertação de Mestrado em Psicologia). Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Vitória.         [ Links ]

2. Oprea, M. 2006. Estrutura de Comunidade da Fauna de Chiroptera do Parque Estadual Paulo Cesar Vinha. (Dissertação de Mestrado em Biologia Animal). Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Vitória.         [ Links ]

3. Almeida, M.H. 2007. Influência de corpos d'água na atividade de morcegos insetívoros. (Dissertação de Mestrado em Biologia Animal). Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Vitória.         [ Links ]

Trabalhos de Conclusão de Curso

1. Almeida, M.H. 2004. Nível de atividade de morcegos medido com um detector de ultra-som dentro da zona urbana da Grande Vitória. (Monografia de Bacharelado em Ciências Biológicas). Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Vitória.         [ Links ]

2. Martins, C.T. & Vitali, S.M. 2004. Dieta e dispersão de sementes por morcegos do Parque Estadual Paulo Cesar Vinha, Guarapari, ES. (Monografia de Bacharelado em Ciências Biológicas). Faculdades Integradas São Francisco de Assis (ESFA), Santa Teresa.         [ Links ]

3. Campelo, R.P.M. 2005. Biologia de Artibeus lituratus no Parque Estadual da Fonte Grande, Vitória, ES. (Monografia de Bacharelado em Ciências Biológicas). Faculdades Integradas São Pedro (FAESA), Vitória.         [ Links ]

4. Rovida, J.C. 2005. Heterogeneidade espacial, efeito lunar e estrutura da comunidade dos morcegos do Parque Estadual da Fonte Grande, Vitória, ES. (Monografia de Bacharelado em Ciências Biológicas). Faculdades Integradas São Pedro (FAESA), Vitória.         [ Links ]

5. Scabello, M. 2006. Quirópteros da Reserva Biológica de Duas Bocas, Cariacica, ES. (Monografia de Bacharelado em Ciências Biológicas). Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Vitória.         [ Links ]

6. Tahara, A.S. 2006. Taxocenose de morcegos (Chiroptera) de um remanescente florestal de área urbana em Vitória, Espírito Santo, Brasil. (Monografia de Bacharelado em Ciências Biológicas). Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Vitória.         [ Links ]

7. Vieira, T.B. 2008. Comunidade de Quirópteros nas três lagoas do Parque Estadual Paulo César Vinha, Guarapari, Espírito Santo. (Monografia de Bacharelado em Ciências Biológicas). Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Vitória.         [ Links ]

8. Mendes, P. 2008. Fauna de Quirópteros da ARIE Morro da Vargem, Ibiraçu, Espírito Santo. (Monografia de Bacharelado em Ciências Biológicas). Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Vitória.         [ Links ]

9. Venerano, L.N. 2008. Incidência de raiva em quirópteros na REBIO Duas Bocas, Cariacica, Espírito Santo. (Monografia de Bacharelado em Ciências Biológicas). Faculdades Integradas São Pedro (FAESA), Vitória.         [ Links ]

10. Pimenta, V.T. 2008. Caracterização morfológica de Artibeus lituratus e Artibeus fimbriatus. (Monografia de Bacharelado em Ciências Biológicas). Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Vitória.         [ Links ]

11. Morau, G.D.R. & Colombo, F.D. 2009. Interações entre morcegos (Mammalia: Chiroptera) e plantas no Brasil: uma visão cienciométrica das principais tendências. (Monografia de Bacharelado em Ciências Biológicas). Faculdades Integradas São Francisco de Assis (ESFA), Santa Teresa.         [ Links ]