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Papéis Avulsos de Zoologia

Print version ISSN 0031-1049

Pap. Avulsos Zool. (São Paulo) vol.51 no.11 São Paulo  2011

http://dx.doi.org/10.1590/S0031-10492011001100001 

Novas espécies de Cerambycinae (Cerambycidae, Coleoptera) da região neotropical

 

 

Ubirajara R. MartinsI,III; Maria Helena M. GalileoII,III

IMuseu de Zoologia, Universidade de São Paulo. Caixa Postal 42.494, CEP 04218-970, São Paulo, SP, Brasil. E-mail: urmsouza@usp.br
IIMuseu de Ciências Naturais, Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul. Caixa Postal 1.188, CEP 90001-970, Porto Alegre, RS, Brasil. E-mail: galileo@fzb.rs.gov.br
IIIPesquisador do CNPq

 

 


RESUMO

Seis novas espécies de Cerambycinae (Cerambycidae, Coleoptera)são descritas e ilustradas em: Obrium peculiare sp. nov. (Obriini) de Trinidad e Tobago; Macroeme similis sp. nov. (Oemini), Jupoata divaricata sp. nov. (Cerambycini), Rhomboidederes inerme sp. nov. (Elaphidionini), Hexoplon annulatum sp. nov. (Hexoplonini) e Minibidion perfectum sp. nov. (Ibidionini, Tropidina), todas da Bolívia (Santa Cruz).

Palavras-Chave: Bolívia; Novas espécies; Trinidad e Tobago.


ABSTRACT

New species of Cerambycinae (Cerambycidae, Coleoptera) of the Neotropical Region. Six new species are described and illustrated: Obrium peculiare sp. nov. (Obriini) from Trinidad and Tobago; Macroeme similis sp. nov. (Oemini), Jupoata divaricata sp. nov. (Cerambycini), Rhomboidederes inerme sp. nov. (Elaphidionini), Hexoplon annulatum sp. nov. (Hexoplonini) and Minibidion perfectum sp. nov. (Ibidionini, Tropidina) all from Bolivia (Santa Cruz).

Key-Words: Bolivia; New species; Trinidad and Tobago.


 

 

INTRODUÇÃO

O estudo de material recebido para identificação de James Wappes permitiu o reconhecimento de novas espécies. Com exceção de uma espécie de Obriini, todas as outras descritas ocorrem na Bolívia (Santa Cruz).

Em Oemini, propomos uma nova espécie de Macroeme Aurivillius, 1893 e aproveitamos para ilustrar o holótipo de M. cylindrica (Thomson, 1857), espécie rara em coleções, ocorrente no Brasil (Bahia e Espírito Santo). As seis espécies de Macroeme, então conhecidas, foram revistas por Martins (1997).

Cerambycini foi dividida em dois grupos de gêneros por Martins & Monné (2002): baseados em estruturas dos adultos e das formas imaturas. Os grupos foram tratadas como subtribos Cerambycina Latreille, 1804 e Sphallotrichina Martins & Monné, 2002. Em Cerambycina, descrevemos nova espécie de Jupoata Martins & Monné, 2005, gênero que foi revisto também por esses autores; Martins & Galileo (2008) acrescentaram mais uma espécie ao gênero: J. spinosa da Guiana Francesa.

Obriini é tribo de distribuição mundial e caracterizada pelos urosternitos modificados nas fêmeas. As espécies mexicanas e centro-americanas foram revistas por Hovore & Chemsak (1980) e as sul-americanas por Martins & Galileo (2003). Joly (2010) tratou do gênero Obrium Dejean, 1821 na Venezuela e descreveu quatro espécies novas. Aqui é descrita nova espécie procedente de Trinidad e Tobago e constitui o primeiro registro do gênero Obrium Dejean, 1821, para a América Central Insular.

Em Hexoplonini, tribo revista por Martins (2006), acrescentamos nova espécie no gênero Hexoplon Thomson (1864), que contava com 28 espécies. O gênero foi revisto por Martins (2006).

O gênero Minibidion Martins, 1968, (Ibidionini, Tropidina) estava composto por 13 espécies, que se distribuem desde a Venezuela até Argentina. Martins & Galileo (2007), na revisão do gênero, apresentaram chave para as 12 espécies conhecidas. Martins et al. (2009) acrescentaram mais uma espécie ao gênero: M. bicolor do Maranhão. A nova espécie que ora descrevemos procede da Bolívia.

 

MATERIAL E MÉTODOS

As siglas utilizadas no texto correspondem: American Coleoptera Museum, San Antonio, Texas (ACMS); Museu Noel Kempff Mercado, Santa Cruz (MNKM).

 

RESULTADOS

Oemini
Macroeme similis sp. nov.
(Fig. 1)

Etimologia: Latim, similis = semelhante; alusivo a semelhança com M. priapica (Thomson, 1857), espécie-tipo do gênero.

 


 

Colorido geral castanho-alaranjado. Cabeça e pronoto castanho-escuros. Fronte densamente pontuada, os pontos relativamente grandes. Vértice com o mesmo tipo de pontuação; interior dos pontos microesculturado. Genas com ápice arredondado. Palpos maxilares pouco mais longos que os palpos labiais. Olhos inteiros. Lobos oculares superiores largos, tão distantes entre si quanto quase o dobro da largura de um lobo. Lobos oculares inferiores com alguns pelos inseridos entre os omatídios (50x). Antenas atingem os ápices elitrais na base do antenômero VII. Escapo com pontuação áspera. Antenômero III com pontos ásperos (30x).

Protórax mais longo do que largo, constrito na base; lados pouco convergentes para a borda anterior e mais largo atrás do meio. Pronoto com pontos contíguos e microesculturados no interior (40x); pubescência amarelada curta, muito esparsa. Metade posterior do pronoto com depressão e traço longitudinal escurecido. Processo prosternal estreito e curvo. Processo mesosternal com lados paralelos; no ápice, tão largo quanto metade de uma mesocoxa.

Élitros mais amarelados na região centro-dorsal; pontuação densa em toda a superfície; pelos elitrais curtos, abundantes e amarelados. Extremidades elitrais arredondadas.

Profêmures gradualmente alargados até o quarto apical. Meso- e metafêmures lineares, finamente pontuados. Metatarsômero I tão longo quanto II+III.

Face ventral do corpo alaranjada, coberta por pelos amarelados esparsos; urosternitos amarelo-alaranjados.

Dimensões em mm: Comprimento total, 11,9; comprimento do protórax, 2,6; maior largura do protórax, 2,3; largura do protórax no adelgaçamento basal, 1,1; comprimento do élitro, 8,2; largura umeral, 2,3.

Material-tipo: Holótipo macho, BOLÍVIA, Santa Cruz: Buena Vista (Hotel Flora & Fauna), 17-20.X.2000, R. Morris col. (MNKM).

Discussão: Macroeme similis sp. nov., na chave para as espécies (Martins, 1997), é discriminada com M. condyla (Martins, 1971) pelos élitros sem áreas ou faixas escuras e pelas genas com ápice arredondado; distingue-se pelos antenômeros III e IV sem projeções no ápice interno. Em M. condyla, as pontas dos antenômeros III e IV têm tubérculos. Difere de M. priapica (Thomson, 1857) pelas menores dimensões, pelo protórax mais alongado e pela ausência de faixas pretas nos élitros. Em M. priapica, as dimensões são maiores (14 a 30 mm), o protórax é mais curto e mais expandido para os lados no meio e os élitros têm faixas longitudinais castanho-escuras. O protórax de M. similis sp. nov. é mais semelhante ao de M. cylindrica (Thomson, 1857) e difere pelos flagelômeros casta-nho-alaranjados e pela ausência de manchas pretas nos élitros. Em M. cylindrica (Fig. 2) os flagelômeros são pretos e os élitros têm manchas pretas.

Cerambycini
Cerambycina
Jupoata divaricata sp. nov.
(Fig. 3)

Etimologia: Latim, divaricatus = muito divergente; alusivo aos espinhos do ápice dos élitros.

Cabeça preta. Fronte fina e densamente pontuada. Vértice com pequenas rugas transversais e microesculturado nos intervalos. Lobos oculares superiores tão distantes entre si quanto três fileiras de omatídios. Tubérculos anteníferos distantes entre si e levemente projetados para o ápice. Antenas ultrapassam as pontas dos élitros aproximadamente no ápice do antenômero VIII. Escapo preto; flagelômeros castanho-escuros. Escapo fina e densamente pontuado com o terço apical externo aplanado e com rugas (32x). Antenômeros III e IV com espinhos transversais.

Protórax preto, mais largo que longo, com tubérculo lateral curto. Pronoto com rugas transversais, paralelas e ligeiramente bissinuosas; com pelos curtos e amarelados. Esternos torácicos preto-avermelhados com pubescência amarelada. Processo prosternal apenas projetado na truncadura.

Élitros com tegumento avermelhado, menos nos frisos sutural e marginal e nos espinhos apicais, pretos. Úmeros não projetados para frente. Pubescência elitral amarelada, curta e não oblitera o tegumento. Ápices dos élitros com dois espinhos; os espinhos externos divergentes.

Abas apicais dos meso- e metafêmures aguçadas. Tíbias pretas, protíbas com a metade apical coberta por densa pilosidade amarelo-alaranjada. Tarsos pre-to-avermelhados. Urosternitos castanho-escuros.

Dimensões em mm: Comprimento total, 20,5; comprimento do protórax, 4,1; maior largura do protórax, 5,0; comprimento do élitro, 14,4; largura umeral, 5,7.

Material-tipo: Holótipo macho, BOLÍVIA, Santa Cruz: Província Cordillera (Camiri, 20º02'S, 63º32'W, 830 m), 06-08.XI.2007, S.W. Lingafelter col., MV/UV lights (MNKM).

Discussão: Jupoata divaricata sp. nov. é discriminada com J. rufipennis (Gory, 1831) na chave de Martins & Monné (2002) e difere de pelo aspecto geral mais compacto, pelo protórax com rugas mais irregulares, pelo tubérculo lateral do protórax curto, pela pubescência dos élitros esparsa, pelo espinho externo dos élitros divergente e pelo processo prosternal sem tubérculo manifesto. Em J. rufipennis (Fig. 4), o aspecto geral é mais alongado, as rugas do protórax são regulares, o espinho dos lados do protórax é manifesto, a pubescência elitral é curta e densa, o espinho externo dos élitros é reto e o processo prosternal tem tubérculo.

Obriini
Obrium peculiare sp. nov.
(Fig. 5)

Etimologia: Latim, peculiaris = peculiar, pelo conjunto de caracteres que apresenta.

 


 

Cabeça alaranjada. Fronte e vértice (25x) fina e esparsamente pubescentes. Lobos oculares superiores com cinco fileiras de omatídios, tão distantes entre si quanto o dobro da largura de um lobo. Antenas amareladas. Escapo (0,5 mm), mais longo do que o antenômero III (0,4 mm).

Protórax alaranjado. Pronoto sem áreas escuras.

Élitros alaranjados; cada um com quatro áreas esbranquiçadas, relativamente grandes: uma no terço basal, oblíqua em sentido descendente da margem para a sutura; uma no meio, projetada anteriormente e alcança a margem e a sutura; uma oblíqua, ascendente da margem para a sutura no terço apical; uma, arredondada, antes do ápice.

Face ventral e pernas alaranjadas.

Dimensões em mm: Comprimento total, 4,0; comprimento do protórax, 0,9; maior largura do protórax, 0,8; comprimento do élitro, 2,6; largura umeral, 1,0.

Material-tipo: Holótipo macho, Trinidad e Tobago, Arima: (Rodovia Arima-Blanchisseuse; Simla "William Beebe Tropical Research Station"), 14.VII.1945, J. Price col., blacklight trap (ACMS).

Discussão: Na chave para as espécies sul-americanas publicada por Martins & Galileo (2008) e ampliada por Joly (2010), Obrium peculiare sp. nov., pela presença de áreas de tegumento esbranquiçado nos élitros, é discriminada junto à O. albifasciatum Bates, 1872 e O. trifasciatum Bosq, 1951. Distingue-se de O. albifasciatum por apresentar quatro áreas de tegumento esbranquiçado nos élitros (em O. albifasciatum existem apenas duas). Difere de O. trifasciatum pelo padrão de colorido dos élitros (em O. trifasciatum, há única mancha triangular, esbranquiçada, circundada por tegumento vermelho-acastanhado).

Hexoplonini
Hexoplon annulatum sp. nov.
(Fig. 6)

Etimologia: Latim, annulatus = anelado; alusivo aos anéis pretos dos fêmures.

Fronte amarelo-alaranjada, com mancha preta, na depressão central, prolongada até entre os tubérculos anteníferos. Vértice preto com mancha alaranjada entre os lobos oculares superiores. Lados e face ventral da cabeça alaranjados com mancha preta sob os lobos oculares inferiores. Tubérculos anteníferos projetados. Escapo alaranjado com ápice preto e mancha preta basal. Pedicelo preto. Antenômero III com dois terços basais amarelados e terço apical preto. Demais flagelômeros amarelados.

Protórax amarelado com os frisos anterior e posterior pretos. Pronoto sem pubescência. Prosterno amarelado com pequena área preta junto do processo prosternal, que também é preto.

Élitros amarelados com pequena mancha nos la-dos do escutelo e faixa transversal anteapical, pretas. Extremidades elitrais com espinho externo.

Profêmures pretos com ápice amarelado. Mesofêmures com pedúnculo e ápice amarelados, clava preta; espinho apical interno longo. Metafêmures amarelados com anel central preto; ápices com único espinho externo, longo. Tíbias e tarsos amarelados.

Face ventral preta coberta por pubescência serícea, exceto no centro do metasterno e meio dos urosternitos.

Dimensões em mm, respectivamente macho/fêmea: Comprimento total, 10,0/9,2; comprimento do protórax, 2,4/2,0; maior largura do protórax, 1,3/1,2; comprimento do élitro, 6,5/6,2; largura umeral, 2,0/1,7.

Material-tipo: Holótipo macho, BOLÍVIA, Santa Cruz: Província Florida, 4 km N Bermejo (Refúgio los Volcanes, 18º06'S, 63º36'W, 1.045 a 1.200 m), 28.X-05.XI.2007, S.W. Lingafelter col., "day collection" (MNKM). Parátipo fêmea, BOLÍVIA, Santa Cruz: El Refúgio los Volcanes (3.363 pés), 01-10.X.2008, Morris & Wappes col. (ACMS).

Discussão: Hexoplon annulatum sp. nov. distingue-se prontamente de todas as espécies do gênero pelos profêmures pretos e meso- e metafêmures anelados de preto.

Ibidionini, Tropidina
Minibidion perfectum sp. nov.
(Fig. 7)

Etimologia: Latim, perfectus = perfeito, acabado.

Cabeça castanho-avermelhada. Região entre os tubérculos anteníferos com pontos próximos. Vértice liso na região central. Escapo preto-avermelhado. Antenômero III com sulco raso. As antenas alcançam o ápice dos élitros no meio do antenômero VIII.

Protórax castanho-avermelhado. Pronoto com pontos rasos e densos, microesculturados no interior (50x). Esternos torácicos avermelhados. Região central do metasterno pouco mais escurecida, com pontos em toda a superfície.

Élitros castanho-escuros com os ápices amarelados e grande mancha dorsal, amarelada, do quinto anterior ao terço apical, que não toca a margem nem a sutura; pontuados em toda a superfície. Extremidades elitrais ligeiramente emarginadas, com curta projeção externa.

Fêmures pretos com a base alaranjada. Tíbias e tarsos alaranjados. Urosternitos avermelhados.

Dimensões em mm: Comprimento total, 4,8; comprimento do protórax, 1,0; maior largura do protórax, 0,7; comprimento do élitro, 3,1; largura umeral, 1,0.

Material-tipo: Holótipo macho, BOLÍVIA, Santa Cruz: Província Florida, Bermejo (4 km N, Refúgio los Volcanes, 18º06'S, 63º36'W, 1.045 a 1.200 m), 28.X-05.XI.2007, S.W. Lingafelter col., MV/UV lights (MNKM).

Discussão: Minibidion perfectum sp. nov. caracteriza-se pelos élitros acastanhados com grande mancha amarelada dorsal e ápices elitrais amarelados. Na chave para as espécies (Martins & Galileo, 2007), é discriminada com M. unifasciatum Martins & Galileo, 2007 pelo pronoto sem pubescência serícea na base e com pontuação visível e pelos fêmures acastanhados e com a base amarelada. Em M. unifasciatum os élitros são amarelados com faixa oblíqua anteapical, preta.

 

AGRADECIMENTOS

A James Wappes (ACMS) pelo envio de material para estudo; a Eleandro Moysés, (Bolsista PIBIC/CNPq/FZB) pela execução e tratamento das imagens.

 

REFERÊNCIAS

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Recebido em: 17.11.2010
Aceito em: 22.03.2011
Impresso em: 30.06.2011

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