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Revista Brasileira de Anestesiologia

Print version ISSN 0034-7094

Rev. Bras. Anestesiol. vol.51 no.5 Campinas Sept./Oct. 2001

http://dx.doi.org/10.1590/S0034-70942001000500005 

ARTIGO CIENTÍFICO

 

Eficácia do ondansetron e da alizaprida na prevenção de náusea e vômito em laparoscopia ginecológica*

 

Eficacia del ondansetron y de la alizaprida en la prevención de náusea y vómito en laparoscópia ginecológica

 

 

Eliana M Ganem, TSAI; Paula FabrisII; Marlene Z MoroII; Yara Marcondes Machado Castiglia, TSAIII

IProfessora Adjunta Livre-Docente do Departamento de Anestesiologia da FMB - UNESP
IIME2 do CET/SBA da FMB - UNESP
IIIProfessora Titular do Departamento de Anestesiologia da FMB - UNESP

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A laparoscopia ginecológica é procedimento que determina alta incidência de náusea e vômito no pós-operatório. Este estudo teve por finalidade comparar a eficácia do ondansetron  e da alizaprida na prevenção de náusea e vômito em pacientes submetidas à laparoscopia ginecológica.
MÉTODO: Participaram do estudo 52 pacientes, estado físico ASA I ou II, com idades entre 21 e 50 anos, sem queixas gástricas prévias, submetidas à laparoscopia para diagnóstico ou cirurgia. As pacientes foram divididas em 2 grupos: o grupo 1 recebeu ondansetron (4 mg) e o grupo 2, alizaprida (50 mg), por via venosa, antes da indução da anestesia. Todas as pacientes receberam midazolam (7,5 mg) por via oral como medicação pré-anestésica, sufentanil (0,5 µg.kg-1) e propofol (2 mg.kg-1) para indução, propofol (115 µg.kg-1) e N2O/O2 em fração inspirada de O2 a 40% para manutenção e atracúrio (0,5 mg.kg-1) como bloqueador neuromuscular. A analgesia pós-operatória foi realizada com cetoprofeno (100 mg) e buscopam composto®.
RESULTADOS: Ambos os grupos foram idênticos quanto aos dados antropométricos e à duração da cirurgia e da anestesia. No grupo 1 (n=27) uma paciente apresentou náusea, No grupo 2, uma paciente apresentou náusea e três vomitaram, resultados estatisticamente não significativos.
CONCLUSÕES: O ondansetron e a alizaprida foram similares na prevenção de náusea e vômito em pacientes submetidas à laparoscopia ginecológica.

Unitermos: ANTIEMÉTICOS: alizaprida, ondansetron; CIRURGIA, Ginecológica: laparoscopia; COMPLICAÇÕES: náusea, vômito


RESUMEN

JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La laparoscópia ginecológica es procedimiento que determina alta incidencia de náusea y vómito en el pós-operatorio. Este estudio tuvo por finalidad comparar la eficacia del ondansetron con la alizaprida, en la prevención de náusea y vómito en pacientes sometidas a laparoscopia ginecológica.
MÉTODO: Participaran del estudio 52 pacientes, estado físico ASA I o II, con edades entre 21 y 50 años, sin quejas gástricas previas, sometidos a laparoscópia para diagnóstico o cirugía. Las pacientes fueron divididas en 2 grupos: el grupo 1 recibió ondansetron (4 mg) y el grupo 2 alizaprida (50 mg), por vía venosa, antes de la inducción de la anestesia. Todas las pacientes recibieron midazolam (7,5 mg) por vía oral como medicación pré-anestésica, sufentanil (0,5 µg.kg-1), propofol (2 mg.kg-1) para inducción, propofol (115 µg.kg-1) y N2O/O2 en fracción inspirada de O2 a 40% para manutención y atracúrio (0,5 mg.kg-1) como bloqueador neuromuscular. La analgesia pós-operatoria fue realizada con cetoprofeno (100 mg) y buscopan compuesto®.
RESULTADOS: Los dos grupos fueron idénticos cuanto a los datos antropométricos y la duración de la cirugía y de la anestesia. En el grupo 1 (n = 27) una paciente presentó náusea, en el grupo 2, una paciente presentó náusea y tres vomitaron, resultados estadísticamente no significativos.
CONCLUSIONES: El ondansetron y la alizaprida fueron similares en la prevención de náusea y vómito en pacientes sometidas a laparoscopia ginecológica.


 

 

INTRODUÇÃO

Náusea e vômito no pós-operatório são complicações comuns em procedimentos laparoscópicos 1,2. Há etiologia multifatorial colaborando para seu aparecimento, como, por exemplo, a técnica cirúrgica 3,4, o sexo, a idade, o peso 1,5, a técnica anestésica 6-8 e as drogas utilizadas em anestesia9,10. Pacientes do sexo feminino, jovens, saudáveis, submetidas a procedimentos laparoscópicos ginecológicos constituem um grupo com risco adicional de sintomas eméticos 11.

Diversos antieméticos têm sido estudados com a finalidade de prevenir 11-14 e tratar 15 náusea e vômito no pós-operatório de procedimentos laparoscópicos. O ondansetron atua por inibição competitiva de receptores seratoninérgicos do sistema nervoso central, principalmente na área postrema e no núcleo do trato solitário e nas terminações parassimpáticas do trato gastrointestinal 16. A alizaprida age por inibição dos receptores dopaminérgicos da zona quimiorreceptora do gatilho, no assoalho do quarto ventrículo, e em vias aferentes periféricas 17.

O objetivo desta pesquisa foi avaliar a eficácia do ondansetron e da alizaprida em prevenir náusea e vômito em pacientes submetidas à laparoscopia ginecológica.

 

MÉTODO

Após a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa Clínica e o consentimento por escrito, após informação, participaram do estudo 52 pacientes do sexo feminino, com idades entre 21 e 50 anos, estado físico ASA I ou II e índice de massa corpórea inferior a 30 a serem submetidas à laparoscopia ginecológica para diagnóstico ou cirurgia. Foram excluídas do estudo aquelas com queixas gástricas atuais e pregressas, com história de náuseas e vômitos em anestesias prévias, com cinetose de movimento, com doenças psiquiátricas, que estavam menstruadas e usuárias de álcool e drogas. As pacientes foram distribuídas aleatoriamente em dois grupos de estudo que se diferenciaram pela medicação antiemética, ou seja, grupo 1 ondansetron (4 mg) e grupo 2 alizaprida (50 mg).

Após jejum de 8 horas, as pacientes foram medicadas com 7,5 mg de midazolam, por via oral, antes de serem encaminhadas ao centro cirúrgico. Na sala de operação, após obtenção do acesso venoso, foi instalada infusão de solução de Ringer com lactato (10 ml.kg-1.h-1) e administrado ondansetron (4 mg) nas pacientes do grupo 1 (G1) ou alizaprida (50 mg) nas pacientes do grupo 2 (G2), ambos por via venosa, imediatamente antes da indução da anestesia.

Foi realizada a monitorização com eletrocardioscópio em DII, esfigmomanômetro e oxímetro de pulso. Iniciou-se a indução anestésica com sufentanil (0,5 µg.kg-1) e propofol (2 mg.kg-1). Para auxiliar a intubação, foi utilizado o atracúrio (0,5 mg.kg-1) e a ventilação manual com oxigênio (O2) a 100%. Realizou-se a intubação orotraqueal, a instalação de capnografia, a passagem de sonda orogástrica para escoamento do ar acumulado no estômago durante a ventilação manual e foi administrado propofol (115 µg.kg-1) em infusão contínua controlada por bomba. Utilizou-se sistema de anestesia sem reinalação e óxido nitroso (N2O) em fração inspirada de oxigênio a 40%. O volume corrente foi de 10 ml.kg-1 e a freqüência respiratória, suficiente para manter a pressão expirada de dióxido de carbono (PETCO2) em torno de 30 mmHg.

Ao término do procedimento anestésico-cirúrgico, realizado sempre pela mesma equipe, já havia sido administrado buscopam composto® e cetoprofeno (100 mg), por via venosa, para analgesia pós-operatória.

Concluída a anestesia, após a reversão do bloqueio neuromuscular com atropina (1 mg) e neostigmina (1,5 mg) por via venosa, efetuava-se a extubação assim que as pacientes recuperavam a ventilação espontânea efetiva, quando, então, eram encaminhadas à sala de recuperação pós-anestésica (SRPA). Na SRPA, as pacientes eram inquiridas com relação a náusea e vômito a cada 10 minutos durante uma hora. A náusea foi avaliada pelo critério de escala numérica, variando de 0 a 100, sendo 0 ausência de náusea e 100, o máximo de náusea. Considerou-se como náusea a sensação desagradável de percepção de vontade de vomitar e vômito como o esforço ou a expulsão do conteúdo gástrico. Se esses sinais e sintomas aparecessem, administrava-se ondansetron (4 mg), por via venosa.

Doze horas após terem deixado a SRPA, as pacientes recebiam, na enfermaria, nova visita de um anestesiologista, para a reavaliação quanto à presença de náusea e vômito.

Os métodos estatísticos utilizados foram a análise t de Student para dados antropométricos e duração da anestesia e cirurgia e teste exato de Fisher para náusea e vômito.

 

RESULTADOS

Os dois grupos foram homogêneos com relação à idade, ao peso, à altura e à duração da cirurgia e da anestesia (Tabela I).

O grupo 1 constituiu-se de 27 pacientes. Destas, apenas uma apresentou náusea. Dentre as pacientes do grupo 2, em número de 25, 4 apresentaram sintomas eméticos - uma paciente referiu náusea e 3 apresentaram vômito (Tabela II). Todas as pacientes dos dois grupos apresentaram os sinais e sintomas na enfermaria, em intervalo de tempo que variou de 3 a 6 horas após alta da SRPA. As duas pacientes que apresentaram náusea atribuíram ao seu sintoma a nota 20. Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre os grupos.

 

DISCUSSÃO

Nossos resultados demonstram que os dois antieméticos utilizados, apesar de apresentarem mecanismos de ação diferentes, foram igualmente eficazes em prevenir náusea e vômito, em pacientes submetidas à laparoscopia ginecológica, tanto na SRPA, como na enfermaria.

Quatro neurotransmissores - dopamina, serotonina, histamina e acetilcolina - modulam a zona quimiorreceptora de gatilho na área postrema 1. Não existe nenhum medicamento disponível no mercado que bloqueie os quatro neurotransmissores 11 e tem se evitado, de rotina, a associação de drogas, para o tratamento da emese, em decorrência dos possíveis efeitos aditivos tóxicos que estas podem determinar sobre o sistema nervoso central 11. Alguns autores observaram que a associação do ondansetron com o droperidol reduziu a incidência de náusea e vômito após cirurgia laparoscópica ginecológica 15. Contudo, nossos resultados vêm demonstrar que a utilização do ondansetron, como única droga antiemética, foi bastante eficaz na prevenção da emese.

O comportamento do ondansetron, na prevenção de náusea e vômito, em doses de 4 mg, tem sido amplamente estudado em procedimentos laparoscópicos ginecológicos. Demonstra-se diminuição na ocorrência desses eventos quando ele é comparado ao placebo18-20, tendo a mesma eficácia que o droperidol 11 e sendo mais eficaz que a metoclopramida na dose de 10 mg 19,21. Entretanto, quando se administraram doses mais elevadas de metoclopramida (4 mg.kg-1) constatou-se que a sua eficácia em evitar a emese foi semelhante à do ondansetron 13.

A alizaprida, um derivado benzamida, estruturalmente relacionada à metoclopramida, tem se mostrado efetiva na prevenção e no tratamento de náusea e vômito no pós-operatório 17,22.

Pelos nossos resultados, pudemos observar que não houve diferenças estatisticamente significativas entre a alizaprida e o ondansetron. Resultados similares aos nossos foram observados em cirurgias ginecológicas não laparoscópicas nas quais foram utilizadas doses superiores de ondansetron (8 mg) e de alizaprida (100 mg) 23.

Em pacientes ambulatoriais, comparou-se a alizaprida com o placebo, quanto à efetividade em prevenir náusea e vômito. A alizaprida foi administrada em doses de 50 mg, 100 mg e 200 mg. Observou-se que a incidência de vômito foi duas vezes menor nos grupos que receberam esse antiemético 22. Esses autores ressaltam que doses de 100 mg e 200 mg administradas por via venosa foram eficazes em evitar náusea e vômito no pós-operatório.

Em estudo no qual se administraram três doses de 50 mg de alizaprida, antes da indução anestésica e em dois intervalos subseqüentes de 4 horas, observou-se que 66% dos pacientes envolvidos na pesquisa não apresentaram vômito nas primeiras 12 horas de pós-operatório 17. Em nossa pesquisa, utilizamos apenas uma dose de 50 mg e 84% das pacientes estudadas permaneceram livres de sintomatologia nas 12 horas de observação.

Foram excluídas desta pesquisa as pacientes que estavam menstruadas porque a incidência de emese nesse período está aumentada até 4 vezes 24, e os efeitos dos antieméticos estão reduzidos 25. Os autores desse estudo observaram que a partir do 8º dia do ciclo menstrual não houve aumento no aparecimento de náusea e vômito em período específico 25.

Das cinco pacientes que apresentaram náusea e vômito, três encontravam-se entre o 10º e13º dias do ciclo menstrual, portanto no período próximo à ovulação, e duas no 26º e 27º dias do ciclo menstrual.

É importante ressaltar que o custo dos diferentes fármacos utilizados em nosso estudo é considerável, sendo que o preço da ampola de ondansetron (4 mg) é de R$ 23,22 e o da alizaprida (50 mg), R$ 3,82, o que se torna fator importante na contenção dos gastos, sem a redução da qualidade do atendimento.

Concluímos que o ondansetron e a alizaprida foram igualmente eficazes em prevenir náusea e vômito após cirurgia laparoscópica ginecológica.

 

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Endereço para correspondência:
Dra. Eliana Marisa Ganem
Deptº de Anestesiologia da FMB - UNESP
Distrito de Rubião Júnior
18618-970 - Botucatu, SP

Apresentado em 18 de janeiro de 2001
Aceito para publicação em 07 de março de 2001

 

 

* Recebido do CET/SBA do Departamento de Anestesiologia da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB - UNESP), SP