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Revista Brasileira de Anestesiologia

Print version ISSN 0034-7094

Rev. Bras. Anestesiol. vol.52 no.2 Campinas Mar./Apr. 2002

http://dx.doi.org/10.1590/S0034-70942002000200010 

ARTIGO CIENTÍFICO

 

Estudo histopatológico do efeito do tenoxicam com água bidestilada ou com cloreto de sódio a 0,9% no endotélio venoso de coelhos*

 

Estudio histopatológico del efecto del tenoxican con agua bidestilada o con cloreto de sodio a 0,9% en el endotélio venoso de conejos

 

 

Taylor Brandão Schnaider, TSAI; Alcino Lázaro da SilvaII; Míriam de Fátima Brasil EngelmanIII; Yara JulianoIV; Neil Ferreira NovoV; Gabrielle Sormanti SchnaiderVI; Caroline Sormanti SchnaiderVII

IProfessor Titular do Departamento de Clínica Cirúrgica da Faculdade de Medicina - Universidade do Vale do Sapucaí (UNIVAS)
IIProfessor Titular da Disciplina de Cirurgia do Aparelho Digestivo da Faculdade de Medicina - Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
IIIProfessora Adjunta do Departamento de Ciências Fisio-morfológicas e Patologia da Faculdade de Medicina (UNIVAS)
IVProfessora Adjunta da Disciplina de Bioestatística da Escola Paulista de Medicina - Universidade Federal do Estado de São Paulo (UNIFESP)
VProfessor Adjunto da Disciplina de Bioestatística da Escola Paulista de Medicina (UNIFESP)
VIME de Pediatria (UNICAMP)
VIIDoutoranda da Faculdade de Medicina (UNIVAS)

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Em estudo com células endoteliais de veias umbilicais humanas expostas à indometacina, foi observado aumento da atividade pró-coagulante. Estudo em coelhos comprovou a presença de trombose nas veias auriculares após administração de tenoxicam com seu diluente ou de seu diluente isolado. Não foram encontrados estudos na literatura consultada que tenham avaliado o endotélio venoso após a administração do tenoxicam, em seres humanos. O objetivo desta pesquisa foi avaliar se o tenoxicam com cloreto de sódio a 0,9% (NaCl a 0,9%) provoca alterações no endotélio venoso de coelhos, como as observadas quando associado ao seu diluente (água bidestilada).
MÉTODO: Noventa coelhos (2.000 - 3.500 g) foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos: Controle, com administração de NaCl a 0,9%; Experimento, com tenoxicam (20 mg) associado à água bidestilada ou ao NaCl a 0,9%. O volume injetado nos dois grupos foi constante de 2 ml. A anestesia foi induzida com maleato de acepromazina, cloridrato de cetamina e cloridrato de xilazina, sendo a punção das veias auriculares caudais direita e esquerda realizada com agulha tipo borboleta 27G. Os animais foram mantidos no biotério por 6 h, 12 h e 24 h, novamente anestesiados e submetidos à eutanásia, sendo então realizada exérese das aurículas em sua base e posterior avaliação microscópica das veias.
RESULTADOS: Observou-se trombose no grupo Experimento, numa porcentagem de 19,4% após administração do tenoxicam com água bidestilada e 22,2% após administração do tenoxicam com NaCl a 0,9%. No grupo Controle, em que foi injetado somente NaCl a 0,9%, nenhuma das veias apresentou trombose.
CONCLUSÕES: Os resultados encontrados permitem concluir que o tenoxicam, com água bidestilada ou com solução de cloreto de sódio a 0,9%, produziu trombose nas veias em que foi injetado.

Unitermos: ANALGÉSICOS, Antiinflamatório: tenoxicam; ANIMAL: coelho


RESUMEN

JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: En estudio con células endoteliales de venas umbilicales humanas expuestas a la indometacina, fue observado aumento de la actividad pró-coagulante. Estudio en conejos comprobó la presencia de trombosis en las venas auriculares después de la administración de tenoxicam con su diluyente o de su diluyente aislado. No fueron encontrados estudios en la literatura consultada que hayan evaluado el endotélio venoso después de la administración de tenoxicam, en seres humanos. El objetivo de esta pesquisa fue evaluar se el tenoxicam con cloreto de sodio a 0,9% (NaCl a 0,9%) provoca alteraciones en el endotélio venoso de conejos, como las observadas cuando asociado a su diluyente (agua bidestilada).
MÉTODO: Noventa conejos (2.000 - 3.500 g) fueron distribuidos aleatoriamente en dos grupos: Control, con administración de NaCl a 0,9%; Experimento, con tenoxicam (20 mg) asociado a agua bidestilada o al NaCl a 0,9%. El volumen inyectado en los dos grupos fue constante de 2 ml. La anestesia fue inducida con maleato de acepromazina, clorhidrato de cetamina y clorhidrato de xilazina, siendo la punción de las venas auriculares caudales derecha e izquierda realizada con aguja tipo mariposa 27G. Los animales fueron mantenidos en el biotério por 6 h, 12 h e 24 h, nuevamente anestesiados y sometidos a eutanasia, siendo entonces realizada exéresis de las aurículas en su base y posterior evaluación microscópica de las venas.
RESULTADOS: Se observó trombosis en el grupo Experimento, en una porcentaje de 19,4% después de administración del tenoxicam con agua bidestilada y 22,2% después administración del tenoxicam con NaCl a 0,9%. En el grupo Control, en que fue inyectado, solamente NaCl a 0,9%, ninguna de las venas presento trombosis.
CONCLUSIONES: Los resultados encontrados permiten concluir que el tenoxicam, con agua bidestilada o con solución de cloreto de sodio a 0,9%, produjo trombosis en las venas en que fue inyectado.


 

 

INTRODUÇÃO

Em virtude de, na nossa clínica anestesiológica, terem sido encontrados pacientes que relataram sinais e sintomas de vasculite (dor, calor e rubor), após administração venosa direta do tenoxicam com água bidestilada (seu diluente comercial), pesquisamos e, na literatura consultada, verificamos a inexistência de estudos relativos a essa ocorrência em seres humanos.

Nygard e col., em decorrência da associação entre drogas antiinflamatórias não-esteróides e lesão microvascular observada no intestino, pesquisaram as alterações que ocorrem durante a coagulação, em culturas com células endoteliais de veias umbilicais humanas (HUVEC), quando expostas à indometacina, a lipopolissacarídeo bacteriano ou à associação de ambos, nos tempos de 1 h, 6 h, 12 h e 24 h. Os autores obtiveram os seguintes resultados: o lipopolissacarídeo induziu significante manifestação de atividade pró-coagulante às 6 h, 12 h e 24 h, com um significante aumento da produção de 6-keto-PGF1a, enquanto que o aumento da produção de PGE2 foi muito menos pronunciado; quando a incubação continha indometacina sozinha, esta induziu a uma resposta de atividade pró-coagulante tempo-dependente; quando a incubação continha indometacina e lipopolissacarídeo, a resposta da atividade pró-coagulante era muito maior que a produzida pelas culturas contendo indometacina ou lipopolissacarídeo isolados 1.

Schnaider e col., em estudos experimentais em coelhos, avaliaram pela histopatologia a presença ou a ausência de trombose após administração do tenoxicam com seu diluente comercial e do seu diluente isolado, no endotélio venoso. Os autores constataram a ocorrência de 19,4% de trombose, em ambos os casos 2. Desse estudo, restou uma dúvida: se a trombose foi provocada pelo tenoxicam ou pela água bidestilada usada como diluente.

O objetivo desta pesquisa foi avaliar, pela histopatologia, se o tenoxicam com NaCl a 0,9% provoca alterações no endotélio venoso de coelhos, como as observadas quando este antiinflamatório é associado à água bidestilada.

 

MÉTODO

Após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa Animal, 90 coelhos (Oryctolagus cuniculus), brancos, da linhagem Nova Zelândia, machos, com idade acima de 10 semanas, com peso variando entre 2.000 e 3.500 gramas, foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos: Experimento e Controle. O grupo Experimento foi subdividido em 3 subgrupos de 24 coelhos cada um, denominados subgrupos E6, E12 e E24, que corresponderam respectivamente aos períodos de observação de 6 h, 12 h e 24 h, tendo sido administrados aleatoriamente, nas veias auriculares caudais direita ou esquerda de cada animal, tenoxicam/diluente ou tenoxicam/NaCl a 0,9%. O grupo Controle foi subdividido também em 3 subgrupos de 6 coelhos cada um, denominados subgrupos C6, C12 e C24, que corresponderam respectivamente aos períodos de observação de 6 h, 12 h e 24 h, tendo sido administrado NaCl a 0,9% nas veias auriculares caudais direita e esquerda de cada animal.

Os animais não sofreram quaisquer restrições com relação à ingestão de alimentos e água até o momento do experimento, sendo então pesados e anestesiados com maleato de acepromazina a 1% na dose de 2 mg.kg-1, cloridrato de cetamina na dose de 35 mg.kg-1 e cloridrato de xilazina a 2% na dose de 5 mg.kg-1, por via muscular na região glútea.

Passados 10 minutos, após administração da anestesia, cada animal foi posicionado em decúbito dorsal sobre a mesa operatória onde os membros torácicos e pélvicos foram contidos com barbantes às extremidades da mesa.

Transcorridos 15 minutos, foi testado o plano anestésico, pesquisando-se o reflexo da resposta do membro pélvico direito ao estímulo doloroso na prega cutânea entre os dígitos II e III.

Em seguida, foi realizada a anti-sepsia com álcool a 70% e colocados os campos operatórios esterilizados. Foram puncionadas as veias auriculares caudais direita e esquerda com agulha tipo borboleta 27G. Foram injetados, aleatoriamente, tenoxicam/diluente ou tenoxicam/NaCl a 0,9% no grupo Experimento e NaCl a 0,9% no grupo Controle (Figura 1). A seguir, foram demarcados os locais de punção com caneta “Texta fine line 700”. Os 2 ml das substâncias foram acondicionados previamente em seringas de 3 ml e injetados na velocidade de 1 ml por 30 segundos.

Transcorrido o tempo de evolução programado para cada subgrupo (6 h, 12 h ou 24 h), os animais foram novamente anestesiados, pela mesma técnica utilizada no início do experimento e submetidos à eutanásia, com injeção intracardíaca de 3 ml de cloreto de potássio a 10%. A seguir, foi feito um corte triangular na parte rostral das aurículas e colocado um ponto, com fio de algodão 000, na parte distal da aurícula direita. Procedeu-se, então, a exérese das aurículas em sua base, as quais foram fixadas em formalina neutra tamponada a 10%, após observação macroscópica das mesmas (Figura 2). Os recipientes contendo as peças cirúrgicas foram identificados com o grupo, subgrupo e o número do respectivo animal. As peças foram incluídas em parafina, sendo realizados 5 cortes com 5 micrômetros de espessura cada, a partir de 1 cm do local em que foi realizada a punção, em direção à parte proximal da aurícula, utilizando-se micrótomo rotativo com navalha descartável (Leica RM-2025). A seguir, os cortes foram colocados em lâminas, corados por hematoxilina-eosina (H-E) e cobertos por lamínulas. As lâminas foram analisadas ao microscópio óptico (Lambda LQT-2) com aumentos originais de 40, 100 e 400 vezes, digitalizadas (Câmera Samsung SHC-410 NAD) e gravadas em disquetes de 3 ½ polegadas.

Para análise estatística dos resultados foi aplicado o teste da partição do Qui-quadrado para tabelas 2xN, com o objetivo de comparar, separadamente para cada grupo, os períodos de eutanásia de 6 h, 12 h e 24 h, em relação às presenças de trombose. O mesmo teste foi aplicado para comparar as presenças do total de trombose dos grupos Controle, Tenoxicam/Diluente e Tenoxicam/NaCl a 0,9%, independente do período de eutanásia. Em todos os testes fixou-se em 0,05 ou 5% (a £ 0,05) o nível para a rejeição da hipótese de nulidade, assinalando-se com um asterisco (*) e em negrito os valores significantes.

 

RESULTADOS

Para se estudar a presença de trombose, foi realizada a análise estatística em duas etapas.

Na primeira, foi utilizado o teste do Qui-quadrado para tabelas 2xN para comparar os períodos de eutanásia de 6  h, 12  h e 24 h, para cada um dos grupos (Tenoxicam/NaCl a 0,9%, Tenoxicam/Diluente e Cloreto de Sódio a 0,9%) separadamente, não se observando diferenças significantes entre os períodos com relação às presenças de trombose.

Na segunda, foi utilizado o mesmo teste para comparar as presenças do total de trombose dos grupos Tenoxicam/NaCl a 0,9%, Tenoxicam/Diluente e Cloreto de Sódio a 0,9%, independentemente do período de eutanásia, observando-se que as porcentagens de trombose dos grupos Tenoxicam/NaCl a 0,9% e Tenoxicam/Diluente foram significantemente maiores do que as observadas no grupo Cloreto de Sódio a 0,9%.

Os resultados estão contidos na tabela I, expressos nas figura 3 e figura 4 e ilustrados na figura 5.

 

DISCUSSÃO

No que diz respeito à trombose, independentemente da causa da agressão, a lesão endotelial tem uma poderosa influência trombogênica. Quando ocorre lesão da célula endotelial, o sangue entra em contato com o tecido colágeno adjacente, que induz a agregação de plaquetas. A seguir, a fibrina forma uma rede fibrosa tridimensional que aprisiona eritrócitos, leucócitos e plaquetas, originando trombos, que podem crescer e até obliterar o fluxo sangüíneo 3.

O fator de ativação das plaquetas, o mais potente agente ulcerogênico, pode ser outra causa para o aumento da permeabilidade intestinal, por indução de trocas na vascularização da mucosa 4 ou por sua ação nos neutrófilos 5. Sua produção local pode ser estimulada pelos antiinflamatórios não-esteróides, diretamente ou pelo desenvolvimento de uma resposta inflamatória 6.

Nygard e col. observaram, em culturas com células endoteliais de veias umbilicais humanas expostas à indometacina, que a síntese de eicosanóides antitrombóticos era totalmente inibida por este antiinflamatório não-esteróide, levando os autores a concluírem que a indometacina induz atividade pró-coagulante nesta cultura de células 1.

Schnaider e col., estudando as veias auriculares caudais de coelhos (Oryctolagus cuniculus), após a administração de tenoxicam com seu diluente comercial, observaram a presença de trombose em 19,4% das veias 2.

No trabalho realizado por Nygard e col., em culturas com células endoteliais de veias umbilicais humanas, a resposta da atividade pró-coagulante foi tempo-dependente 1, ao passo que no trabalho realizado por Schnaider e col., em coelhos, não foram constatadas diferenças estatísticas significantes entre os tempos de avaliação 2.

Apenas a disfunção endotelial, sem exposição do colágeno da camada íntima, é suficiente para promover a trombose. O endotélio vascular, normalmente, proporciona uma superfície não-trombogênica devido à presença de sulfato de heparan de superfície, um glicosaminoglicano relacionado com a heparina, que, a exemplo desta última, é um co-fator da antitrombina III. Deste modo, o endotélio desempenha função essencial na prevenção da ativação plaquetária e coagulação intravascular. O endotélio, sendo agredido, induz a inativação de heparan e a ativação do fator tecidual, deixando de produzir óxido nítrico e prostaciclina, passando então a produzir endotelina. Os dois primeiros, além de vasodilatadores, também inibem a agregação plaquetária e a fixação da fibrina no trombo branco, enquanto que a endotelina é vasoconstritora e estimula a agregação plaquetária e a cascata da coagulação 7.

Pode-se explicar a presença de trombose pela inibição de eicosanóides antitrombóticos induzindo atividade pró-coagulante. Seria uma via alternativa à inibição das ciclooxigenases, ocorrendo produção local do fator de ativação das plaquetas ou produção local de leucotrienos.

Outra possibilidade, que poderia explicar a trombose, ocorrida após a administração do antiinflamatório não-esteróide, seria o pH da solução e sua relação com o transporte do fármaco na membrana da célula. A água bidestilada apresenta pH de 6,34, o cloreto de sódio a 0,9% de 5,67, o tenoxicam/diluente de 8,49 e o tenoxicam/NaCl a 0,9% de 8,40. As membranas celulares apresentam superfícies polarizadas e hidrofílicas, com glicoproteínas receptoras e uma grande variedade de proteínas em sua estrutura, como a transmembrana. O peso molecular, o estado físico-químico e a solubilidade de um fármaco influenciam sua absorção. As substâncias lipofílicas e com pH próximo à neutralidade penetram na membrana com maior facilidade. O tenoxicam, devido ao pH alcalino da solução, seria transportado na membrana provavelmente auxiliado por uma proteína transmembrana, induzindo disfunção endotelial, diretamente ou por meio de substâncias reativas formadas durante o metabolismo.

Neste estudo, foi observada a presença de trombose no grupo Experimento, tanto após a administração do tenoxicam com água bidestilada (19,4%) quanto a do tenoxicam com cloreto de sódio a 0,9% (22,2%). Comparando-se a presença de trombose nos períodos de eutanásia de 6 h, 12 h e 24 h, para cada um dos grupos separadamente, não foram encontradas diferenças significantes de trombose entre os períodos, conforme pode ser observado na tabela I.

Conclui-se então que o tenoxicam, tanto com água bidestilada quanto com cloreto de sódio a 0,9%, produz trombose nas veias em que foi administrado.

 

REFERÊNCIAS

01. Nygard G, Hudson M, Mazure G et al - Procoagulant and prothrombotic responses of human endothelium to indomethacin and endotoxin in vitro. Relevance to non-steroidal anti-inflammatory drug enteropathy. Scand J Gastroenterol, 1995;30:25-32.        [ Links ]

02. Schnaider TB, Andrade CHV, Juliano Y et al - Estudo histopatológico do efeito do tenoxicam e do seu diluente no endotélio venoso, em coelhos. Acta Cir Bras, 2000;15:118-123.        [ Links ]

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Endereço para correspondência
Dr. Taylor Brandão Schnaider
Av. Francisca R de Paula, 289
37550-000 Pouso Alegre, MG
E-mail: sormanti@uai.com.br

Apresentado em 19 de julho de 2001
Aceito para publicação em 08 de outubro de 2001

 

 

* Recebido da Faculdade de Medicina de Pouso Alegre, MG. Doutorado realizado no Curso de Pós-Graduação em Técnica Cirúrgica e Cirurgia Experimental da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)