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Revista Brasileira de Enfermagem

Print version ISSN 0034-7167

Rev. bras. enferm. vol.43 no.1-2-3-4 Brasília Jan./Dec. 1990

http://dx.doi.org/10.1590/S0034-71671990000100007 

Importância da educação em serviço na diminuição da contaminação das amostras para urocultura*

 

 

Thais Valença Ribeiro RicardiI; Elisa HalkerII; Maria Teresa G.F. SatoIII; Fernanda P. CarratuIV

IEnfermeira do Centro de Estudos do Hospital São Paulo
IIEnfermeira da CCIH do Hospital São Paulo
IIIEnfermeira do Centro de Estudos do Hospital São Paulo
IVEnfermeira da CCIH do Hospital São Paulo

 

 


RESUMO

O Laboratório de Microbiologia do Hospital São Paulo detectou um aumento no número de amostras de urina contaminada, no período de janeiro a agosto, em 1988. Observou-se que o problema foi a utilização incorreta da técnica de coleta daquelas amostras. Então, com a finalidade de treinar a equipe de enfermagem, foi elaborado um programa de estudo pelas enfermeiras do Centro de Estudos de Enfermagem, Comitê de Controle de Infecção e Laboratório. Depois desse programa o número de amostras contaminadas teve uma significativa redução, principalmente no setor de pediatria. Os autores concluiram que a educação continuada aperfeiçoa a prática de enfermagem no hospital e dá uma motivação profissional à categoria.


ABSTRACT

The Microbiology Laboratory of São Paulo Hospital detected a increased number of contaminated urine samples, in the period from January to August, in 1988. It was observed that the problem was an incorrect technic in collecting those samples. So, in order to train the nursing staff, it was elaborated a study program by the nurses of Nursing Study Center, Infection Control Committee, and Laboratory. After this program the rate of contaminated samples had an important reduction, meanly in pediatrics wards. The authors concluded that the continuing education improves nursing practives in hospital and gives professional motivation to the staff.


 

 

Texto completo disponível apenas em PDF.

Full text available only in PDF format.

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1 ANDRIOLE, V. T. Infecções do Trato Urinário. Rio de Janeiro, Interlivros, 1988, p.ix.         [ Links ]

2 EDEN, C.S., De MAN, P. - Virulência bacteriana na infecção do trato urinário. In: ANDRIOLE, V. T. Infecção do trato urinário. Rio de Janeiro, Interlivros, 1988, p. 19-40.         [ Links ]

3 JOHNSON, J.R., S TAMM, W.E. Diagnóstico e tratamento das infecções agudas do trato urinário. In: ANDRIOLE, V.T. Infecções do trato urinário. Rio de Janeiro, Interlivros, 1988, p.63-82.         [ Links ]

4 WALLACH, J. Interpretação dos diagnósticos de laboratório. 3e, São Paulo, Ed. Manole, 1981, p. 170-171.         [ Links ]

 

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

- BRUNNER, L.S., SUDDARTH, D.S. Afecções dos rins do trato urinário e do sistema reprodutor. In: Enfermagem prática. 2e, RIO de Janeiro, Interamericana 1980, vol. 2; p. 584-593.         [ Links ]

- Du GAS , B .W. Necessidade de eliminação urinária. In: Enfermagem prática. 4e., Rio de Janeiro, Interamericana 1984, p. 212-231.         [ Links ]

- STAMM, W.E., Measurement of pyuria and its relation to bacteriúria AM. J. MED. 75: 53,1983.         [ Links ]

- ______, Whem should we use urine cultures? Infect Control 7:431, 1986.         [ Links ]

 

 

* Prêmio Noraci Pedrosa - 3º Lugar - 41º Congresso Brasileiro de Enfermagem - Florianópolis-SC

 

 

ANEXO 1

LABORATÓRIO CENTRAL - SETOR DE MICROBIOLOGIA - EXAMES DE CULTURA

AMOSTRA COLHIDA - Receber a amostra de urina colhida em condições adequadas de antissepsia, em tubo estéril, fornecido pelo laboratório.

MATERIAL NECESSÁRIO - a. Alça calibrada com diametro 0.00 1 mm (diluição de 1 : 1000).
b. Alça de Drigalski.
c. Placa de Petri.

MEIOS UTILIZADOS - a. Placas de Agar -Sangue.
b. Placas de Agar - Teague.
c. Placas de Mueller - Hilton (Teste de susceptibilidade).

PROCEDIMENTO - ISOLAMENTO URINA JATO MÉDIO - a. Homogeinizar o tubo com a urina colhida.
b. Utilizar a alça calibrada, flambar e imergir na amostra de urina colhida.
c. Transferir a urina contida na alça fazendo uma estria central em:
- 1 Placa de Agar - Sangue
- 1 Placa de Agar - Teague
d. Utilizar a ??ça de Drigalski, flambar levemente, resfriar na tampa da placa e semear a urina sobre toda a superfície do meio, na placa.
e. Incubar as placas a 372 C, por 1 8 - 24 horas.

URINA SUPRA PÚBICA - a. A urina colhida por punção supra púbica é semeada em:
- 1 Placa de Agar - Sangue
Semear esta placa com a urina sem diluição.
- 1 placa de Agar - Sangue
- 1 Placa de Agar - Teague

Semear estas placas com a urina diluída 1/1000, seguindo o mesmo procedimento descrito para a urina de jato médio.

LEITURA DAS PLACAS - a. Contar o número de colônias da placa.
b. Multiplicar o número de colônias x 1000 quando a urina for diluída 1/1000 . O número de colônias da urina sem diluição corresponde aquele contado diretamente da placa.

PROCEDIMENTO - IDENTIFICAÇÃO - Escolher as colônias e se guir a identificação adotada pelo laboratório para microorganismos Gram - positivos e Gram - negativos.

TESTE DE SUSCEPTIBILIDADE - Seguir a técnica de KirbLe Bauer.

LIBERAÇAO DO LAUDO - a. Anotar o nome da(s) bactéria(s) isolada(s) e o(s) teste(s) de susceptibilidade.
b. Assinar, datar e enviar para a secretaria.

 

 

ANEXO 2

COLETA DE URINA PARA UROCULTURA

Conceito: Consiste na coleta de uma amostra de urina de jato médio para análise microbiológica.

1 - Paciente adulto sem sonda vesical - acamado

Material Necessário:
a) - bandeja
b) - jarro com água morna;
c) - sabão líquido;
d) - PVPI aq uoso;
e) - gazes;
f) -luva cirúrgica estéril;
g) - comadre;
h) - biombo;
i) - impermeável;
j) - lençol;
k) cúpula limpa;
I) - tubo estéril p/ urocultura;
m) - papel higiênico;
n) - saco plástico p/lixo;

Procedimento na Mulher

a) - lavar as mãos;
b) - reunir todo o material na bandeja e levá- lo junto à paciente;
c) - explicar à paciente o procedimento;
d) - cercar a cama com biombo, fechar portas e janelas;
e) - forrar a cama com o impermeável e sobre este , o lençol, na altura dos quadrís da paciente;
f) - expor a região genital;
g) - colocar a paciente em posição ginecológica e, em seguida colocar a comadre sob o quadrís;
h) - calçar as luvas;
i) - jogar água morna no perímetro;
j) - ensaboar com auxílio de gazes a região pubiana, em seguida os grandes lábios, pequenos lábios e vagina, sempre num sentido único de cima para baixo, utilizando tantas gazes quantas forem necessárias;
k) - desprezar as gazes utilizadas, no saco de lixo;
l) - enxaguar o períneo, jogando água e retirar o excesso de sabão com o auxílio de gazes, deixando o mais seco possível;
m) - colocar algumas gazes na cúpula e embebêlas com PVPI aquoso;


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n) - afastar os pequenos lábios com a mão esquerda, para expor o orifício uretral;
o) - aplicar com a outra mão, gaze embebida em PVPI aquoso nos pequenos lábios e uretra e em seguida na vagina, sempre num sentido único de cima para baixo, sem retornar a face já usada da gaze, repetindo três vezes o procedimento;
p) - secar com gaze, para retirar o excesso de PVPI;
q) - desprezar as gazes utilizadas, no saco de lixo;
r) - retirar o algodão do tubo estéril, com cuidado para não contaminar a parte interna deste e a borda do tubo, segurando-os na mesma mão;
s) - abrir os peq uenos lábios com a mão esquerda e pedir à paciente para que urine com força;
t) - colher o jato médio da micção diretamente no tubo estéril, não ultrapassando a metade deste;
u) - fechar o tubo com cuidado, para que a face contaminada do algodão fique para fora;
v) - apoiar o tubo em local seguro, para não cair;
x) - secar o períneo da paciente, com papel higiênico;
y) - recolher todo o material utilizado, deixando o ambiente em ordem e a paciente confortável;
w) -identificar o tubo com: nome completo da paciente, RG e nº do leito, encaminhando -a em seguida;

Procedimento no Homem

a) -lavar as mãos;
b) - reunir todo o material na bandeja e levá-lo junto ao paciente;
c) - explicar ao paciente o procedimento;
d) - cercar a cama com biombo, fechar portas e janelas;
e) - forrar a cama com o impermeável e sobre este o lençol, na altura dos quadrís do paciente; f) - expor a região genital;
g) - calçar luvas;
h) -levantar o pênis com auxílio de gazes e fazer uma irrigação com água morna;
i) - expor a glande e ensaboar o pênis com auxílio de gazes, no sentido distal para proximal;
j) - desprezar as gazes utilizadas, no saco de lixo;
k) - enxaguar o pênis jogando água e retirar o excesso de sabão com auxílio de gazes, deixando o mais seco possível;
l) - colocar algumas gazes na cúpula e embebe-las com PVPI aquoso;
m) - expor a glande com a mão esquerda, para descobrir o orifício uretral;
n) - aplicar, com a outra mão, gaze embebida em PVPI aquoso, num sentido único distal para proximal, sem retornar a face já usada da gaze, repetindo três vezes o procedimento;
o) - secar com gaze o excesso de PVPI;
p) - desprezar as gazes utilizadas, em saco de lixo;
q) - retirar o algodão do tubo estéril, com cuidado para não contaminar a parte interna deste e a borda do tubo, segurando-os na mesma mão;
r) - expor a glande com a mão esquerda, até descobrir o oriffcio uretral e pedir ao paciente para que urine;
s) - colher o jato médio da micção diretamente no tubo estéril, não ultrapassando a metade deste;
t) - fechar o tubo com cuidado, para que a face contaminada do algodão fique para fora;
u) - apoiar o tub9 em local seguro, para não cair;
v) - secar o pênis do paciente, com papel higiênico;
x) - recolher todo o material utilizado, deixando o ambiente em ordem e o paciente confortável;
y) - identificar o tubo com: nome completo do paciente, RG e nº de leito, encaminhando -o em seguida.

Paciente adulto sem sonda vesical - deambulante

Material Necessário

a) - bandeja;
b) - chuveiro de água morna ou bidê;
c) - sabão líquido ou sabonete;
d) - PVPI aquoso;
e) - gazes;
f) - seringa de 20 ml;
g) - cúpula limpa;

Procedimento na Mulher

a) -lavar as mãos;
b) - reunir todo o material na bandeja e lavá-la ao banheiro;
c) - explicar à paciente o procedimento;
d) - pedir à paciente que faça uma lavagem externa no chuveiro, secando -se em seguida com toalha limpa;
e) - colocar algumas gazes na cúpula e embebêlas com PVPI aquoso;
f) - pedir à paciente que sente no vaso sanitário;
g) - oferecer à paciente as gazes embebidas em PVPI aquoso, orientando-a para a limpeza da região genital, idem procedimento anterior na mulher acamada;
h) - orientar a paciente para avisar quando for uninar, oferecendo cúpula para colher o jato médio da micção;
i) - colher uma amostra de 10 e 30 ml de urina, diretamente da cúpula com a seringa e despejá-la no tubo estéril, tendo os mesmos cuidados citados anteriormente, para não contaminá-la;
j) - recolher todo o material utilizado, deixando o ambiente em ordem e a paciente à vontade, para terminar sua higiene;
k) - identificar o tubo com: nome completo da paciente, RG e nº do leito, "encaminhando-a em seguida.

Procedimento no Homem

a) -lavar as mãos;
b) - reunir todo o material na bandeja e levá-lo ao banheiro;
c) - explicar ao paciente o procedimento;
d) - pedir ao paciente que faça uma lavagem externa no chuveiro, secando -se em seguida com toalha limpa;
e) - colocar algumas gazes na cúpula e embebêlas com PVPI aquoso;
f) - oferecer ao paciente as gazes embebidas em PVPI aquoso, orientando-o para a limpeza do pênis, idem procedimento anterior no homem acamado;
g) -Oferecer o tubo estéril ao paciente, orientando-o para não tocar em sua borda e colher o jato médio da micção, não ultrapassando a metade do tubo;
h) - fechar o tubo com cuidado, para que a face contaminada do algodão fique para fora;
i) - recolher todo o material utilizado, deixando o ambiente em ordem e o paciente à vontade;
j) - identificar o tubo com: nome completo do paciente, RG e nº do leito, encaminhando-o em seguida;

Criança sem sonda vesical e sem controle esfincteriano

Material Necessário

a) - bandeja;
b) - jarro com água morna;
c) - sabão líquido;
d) - PVPI aquoso;
e) - ampola de 10 ml de água destilada;
f) - gazes;
g) - cúpula estéril;
h) - coletor de urina - sexo feminino ou masculino;
i) - saco plástico para lixo.

Procedimento na criança do sexo feminino

a) - lavar as mãos;
b) - reunir todo o material na bandeja e levá-lo junto à criança;
c) - explicar à criança o procedimento;
d) - retirar as fraldas da crianças;
e) - fazer uma boa higiene com água e sabão, utilizando as gazes;
f) - enxaguar com gaze bem úmida e ap6s, deixar o mais seco possível;
g) - colocar , algumas gazes na cúpula e embebê-las com PVPI aquoso;
h) - afastar os pequenos lábios, com a mão esquerda, para expor o orifício uretral;
i) - aplicar, com a outra mão, gaze embebida em PVPI aquoso, nos pequenos lábios e vagina e depois grandes lábios e monte pubiano, sempre num único sentido, de cima para baixo, sem retornar a face já usada da gaze, repetindo três vezes o procedimento;
j) - secar bem todo o períneo, com gaze;
k) - aplicar gaze embebida em água destilada estéril para retirar todo o PVPI, secando em seguida;
l) - desprezar as gazes utilizadas, no saco de lixo;
m) - colocar o coletor para sexo fenúnino na criança, sem contaminá-lo por dentro;
n) - aguardar a criança urinar;
o) - retirar o coletor, sem contaminá-lo e fechá-lo, dobrando a borda de modo que fixe, cola sobre cola;
p) - dobrar a parte superior novamente e fixar com fita adesiva, deixando-o em local seguro;
q) - Fazer a higiene da criança e colocar fraldas limpas;
r) - recolher todo o material utilizado, deixando o ambiente em ordem e a criança confortável;
s) - identificar o saco coletor com: nome completo da criança, RG e nº do leito, encaminhando-a em seguida.

Procedimento na criança do sexo masculino

a) - lavar as mãos;
b) - reunir todo o material na bandeja e levá-lo junto à criança;
c) - explicar à criança o procedimento;
d) - retirar as fraldas da criança;
e) - fazer uma boa higiene com água e sabão, utilizando as gazes;
f) - enxaguar com gaze bem úmida e após, deixar o mais seco possível;
g) - colocar algumas gazes na cúpula e embebê-las com PVPI aquoso;
h) - expor a glande com a mão esquerda, para descobrir o orifício uretral;
i) - aplicar com a outra mão, gaze embebida em PVPI aquoso, na região da glande, pênis e escroto, num sentido único, sem retornar a face já usada da gaze, repetindo três vezes o procedimento;
j) - secar bem todo o períneo com gaze;
k) - aplicar gaze embebida em água destilada estéril, para retrrar todo o PVPI, secando em seguida;
l) - desprezar as gazes utilizadas, no saco de lixo;
m) - colocar o coletor para sexo masculino na criança, sem contaminá-lo por dentro; aguardando a criança urinar;
o) - retirar o coletor, sem contaminá-lo e fechá-lo, dobrando a borda de modo que fixe cola sobre cola;
p) - dobrar a parte superior novamente e fixar com fita adesiva, deixando-o em local seguro;
q) - fazer a higiene da criança e colocar fraldas limpas;
r) - recolher todo o material utilizado, deixando o ambiente em ordem e a criança confortável;
s) - identificar o saco coletor com: nome completo da criança, RG e nº do leito, encaminhando -o em seguida.

Paciente com sonda vesical sistema fechado

Material Necessário

a) - bandeja;
b) - PVPI aquoso;
c) - gazes;
d) - seringa de 20 ml com agulha calibre 6 ou 7 ;
e ) - tubo estéril para urocultura;

Procedimento

a) - lavar as mãos;
b) - reunir todo o material na bandeja e levá-lo junto ao paciente;
c) - explicar ao paciente o procedimento;
d) - realizar antissepsia da sonda, com gaze embebida em PVPI aquoso no local pr6prio para se puncionar, num sentido único, sem retornar a face já usada da gaze, repetindo três vezes o procedimento;
e) - desprezar as gazes utilizadas, no lixo;
f) - puncionar a borracha (pr6pria do sistema fechado) e aspirar 10 ml;
g) - retirar o algodão do tubo estéril, com cuidado para não contaminar a parte interna deste e a borda do tubo;
h) - despejar a urina no tubo estéril, fechando-o com cuidado, para que a face contaminada do algodão fique para fora;
i) - recolher todo o material utilizado, deixando o ambiente em ordem e o paciente confortável;
j) - identificar o tubo com: nome completo do paciente, RG, nº do leito e colocar paciente sondado; encaminhar em seguida;

Observações:

- Em recém-nascidos (feminino), remover todo o vérnix da vulva.
- Em recém-nascidos (masculinos), expor ao máximo a glande, limpando bem para evitar que a urina se contamine com resíduos que ficam entre o prepúcio e a glande.
- Caso a mulher esteja menstruada ou apresentando secreção vaginal, usar tampão para evitar que haja contaminação com o sangue ou com a secreção e reforçar a higiene.
- Pacientes com AIDS : identificar a amostra por fora, com etiqueta escrito "AIDS". Encaminhar a amostra dentro de embalagem plástica.
- Pacientes com Nefrostomia: usar coletor infantil após higiene externa com PVPI.
- Se não for possível encaminhar a amostra imediatamente, resfrigerar a 4º C.
- Caso não haja tubo estéril, pode-se encaminhar a amostra em uma seringa descartável estéril, fechando com agulha encapada bem fixada.
- O volume mínimo necessário para crianças é de 5 ml. Em adultos, de preferência 10 ml.
- Incentivar o paciente para que faça sua própria higiene e ajude ativamente na coleta da urina.

 

 

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