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Revista Brasileira de Enfermagem

Print version ISSN 0034-7167

Rev. bras. enferm. vol.63 no.6 Brasília Nov./Dec. 2010

http://dx.doi.org/10.1590/S0034-71672010000600028 

REVISÃO

 

Estudos brasileiros sobre nefrologia nas teses e dissertações de enfermagem

 

Brazilian studies on nephrology produced in nursing thesis and dissertations

 

Estudios brasileros sobre nefrología en las tesis y disertaciones de enfermería

 

 

Glória Maria Custódio de CarvalhoI; Francisca Elisângela Teixeira LimaII; Islene Victor BarbosaI; Elisabeth Mesquita MeloI

IUniversidade de Fortaleza. Departamento de Enfermagem. Fortaleza, CE
IIUniversidade Federal do Ceará, Departamento de Enfermagem. Fortaleza, CE

Autor correspondente

 

 


RESUMO

O objetivo foi avaliar a produção científica na enfermagem brasileira sobre nefrologia nas teses e dissertações publicadas de 2001 a 2007. Foi realizado um estudo bibliométrico apartir dos teses e dissertações de enfermagem catalogadas no Centro de Estudos e Pesquisas em Enfermagem. Detectou-se 50 trabalhos sobre nefrologia, predominando: 45 (90%) dissertações; 30 (60%) no estado de São Paulo; 18 (36%) em clínicas de diálise; 39 (78%) sujeitos foram pacientes. Quanto aos tipos de estudos predominaram: 26 (52%) exploratórios, 28 (56%) levantamento e 27 (54%) quantitativos. De acordo com o tema, a hemodiálise teve maior destaque, com 21 (42%) publicações. As pesquisas científicas voltadas para essa temática possibilitam uma assistência multi e interdisciplinar, de forma individualizada, sistematizada e humanizada a essa clientela.

Descritores: Unidades hospitalares de hemodiálise; Diálise peritoneal; Nefropatias; Enfermagem.


ABSTRACT

The purpose was to evaluate the scientific production in Brazilian nursing about nephrology in theses and dissertations published from 2001 to 2007. A bibliometric study was carried out with the nursing tesis and dissertations according to the Center of Studies and Researches in Nursing catalog. It was found 50 works on nephrology, predominating: 45 (90%) dissertations; 30 (60%) in the state of São Paulo; 18 (36%) in clinics of dialysis; 39 (78%) samples were patients. Considering the types of study, it predominated: 26 (52%) exploratory, 28 (56%) survey and 27 (54%) quantitative. Concerning the theme, hemodialysis predominated with 21 (42%) publications. Scientific researches on this theme make possible a multi and interdisciplinary assistance to these clients, in an individualized, systematized and humanized way.

Key words: Hemodialysis units, hospital; Peritoneal dialysis; Kidney diseases; Nursing.


RESUMEN

El objetivo fue evaluar la producción científica en la enfermería brasileña sobre nefrología en las tesis y disertaciones publicadas de 2001 a 2007. Es un estudio bibliometrico, realizado con las tesis y desertaciones de enfermería catalogadas en el Centro de Estudios e Investigaciones en Enfermería. Se detectaron 50 trabajos sobre de nefrología, predominando: 45 (90%) disertaciones; 30 (60%) en el Estado de São Paulo; 18 (36%) en clínicas de diálisis; 39 (78%) la muestra fueron los pacientes. Los tipos de estudios predominaron: 26 (52%) exploratorios, 28 (56%) levantamiento y 27 (54%) cuantitativos. De acuerdo con el tema, la hemodiálisis tuvo mayor destaque, con 21 (42%) publicaciones. Las investigaciones científicas dirigidas a esta temática posibilitan una asistencia multi e inter-disciplinar, de forma individualizada, sistematizada y humanizada a estos pacientes.

Palabras-clave: Unidades de hemodiálisis en hospital; Diálisis peritoneal; Enfermedades renales; Enfermería.


 

 

INTRODUÇÃO

A insuficiência renal crônica (IRC) é uma doença de alta morbimortalidade, sua incidência e prevalência continuam aumentando progressivamente no Brasil e em todo o mundo. Aproximadamente 20 a 30 pacientes apresentam algum grau de disfunção renal para cada paciente que necessita de tratamento dialítico(1).

No Brasil, no ano de 2000, havia 42.695 pacientes que realizavam tratamento dialítico, cujo número, em 2009, quase duplicou para 77.589 pacientes. Contudo, há aproximadamente um milhão de pessoas com doença renal, mas 70% destes são sub-diagnosticados. Estima-se que para cada paciente em diálise existem de 15 a 30 pacientes que possuem alguma doença renal crônica(2).

A enfermagem tem estruturado princípios, normas, significados e formulado um corpo de conhecimentos próprio, que proporcione base sólida ao desenvolvimento da prática(3). Para tanto, os profissionais enfermeiros vem realizando pesquisas que buscam proporcionar uma melhoria do cuidado, resultando em uma melhor qualidade de vida para o paciente.

O contexto descrito levou-nos ao objetivo geral: avaliar a produção científica na enfermagem brasileira sobre a temática nefrologia nas teses e dissertações publicadas no período de 2001 a 2007. E como específicos: averiguar os aspectos teórico-metodológicos utilizados no desenvolvimento das dissertações e teses da enfermagem brasileira; e identificar quais as temáticas da nefrologia que o enfermeiro pesquisou nas dissertações e teses publicadas no período de 2001 a 2007.

 

MÉTODO

Tratou-se de um estudo bibliométrico que visou conhecer a produção científica contida nas teses e dissertações de enfermagem produzidas no Brasil, em programas de pós-graduação strictu sensu sobre a temática nefrologia no período de 2001 a 2007, traçando assim um perfil destas publicações no período considerado.

Os materiais utilizados para o desenvolvimento da pesquisa estavam disponíveis no site da Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn), (http://www.abennacional.org.br), na área do Centro de Estudos e Pesquisas em Enfermagem (CEPEn), no catálogo de teses e dissertações de enfermagem, desenvolvidas em todos os programas de pós-graduação em enfermagem do Brasil, reconhecidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), no período de 2001 a 2007. Esse período foi selecionado tendo em vista que o site disponibilizava os documentos referentes a esses anos no período da coleta de dados.

A coleta de dados ocorreu entre os meses de setembro a dezembro de 2008. Para a seleção das teses e dissertações acerca da nefrologia, buscou-se pelos Descritores em Ciências da Saúde (DECS), cadastrados na Biblioteca Virtual em Saúde, os quais foram: insuficiência renal aguda, insuficiência renal crônica, diálise renal, diálise peritoneal,  transplante de rim e nefropatias. E para complementar a busca utilizou-se a palavra-chave: hemodiálise.

Para avaliar os aspectos metodológicos utilizados nos estudos desenvolvidos sobre nefrologia, utilizou-se a classificação das pesquisas com base nos objetivos, nos delineamentos e na natureza do estudo(4-6).

 

RESULTADOS

Na busca pelos estudos desenvolvidos nos mestrados e doutorados brasileiros na pós-graduação em enfermagem, detectou-se 50 trabalhos acerca da nefrologia, no período de 2001 a 2007. Dentre os quais, 45 (90%) são dissertações desenvolvidas no mestrado e apenas 5 (10%) são teses referentes à conclusão do doutorado.

Os catálogos do CEPEn pesquisados são referentes ao período de 2001 a 2007, entretanto há trabalhos concluídos em 2000 que só foram publicados no ano seguinte. Portanto, considerou-se neste estudo o ano de conclusão do mestrado ou doutorado (Figura 1).

 

 

Contatou-se que o ano de 2001 houve um predomínio de produção científica acerca da nefrologia, totalizando 10 (20%) trabalhos. Seguido de 2005 e 2007 que igualmente produziram sete (14%) trabalhos; e em 2000, 2003 e 2004, houve a produção de seis (12%) trabalhos por ano. Por último encontra-se 2002 e 2006 com apenas quatro (8%) produções.

Ao analisarmos a origem da produção avaliada, percebe-se nitidamente a predominância de estudos desenvolvidos na Região Sudeste. Dentre os estudos realizados, 41 (82%) foram desenvol-vidos nesta região, contrastando com apenas quatro (8%) desenvolvidos na Região Nordeste.

Entre os estudos desenvolvidos na Região Sudeste, 14 foram na Universidade de São Paulo (USP), nove na USP de Ribeirão Preto, cinco na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), quatro na Universidade do Rio de Janeiro (URJ), dois na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), quatro na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e dois na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

Na Região Nordeste, apenas a Universidade Federal do Ceará (UFC) e a Universidade Federal da Bahia (UFBA) publicaram os estudos desenvolvidos no período considerado, sendo três na UFC e um na UFBA.

Dentre as outras instituições de ensino superior citadas estão: Fundação Oswaldo Cruz (1), Universidade Federal do Paraná (1), Universidade de Brasília (2), Universidade Federal de Santa Catarina (2). A região sul destaca-se pelo reduzido número de publicações, apenas 3 no período considerado.

Entre os trabalhos publicados no período considerado 11 autores não especificaram no resumo o local em que foi realizada a coleta de dados. Entre os que citaram, a maioria das coletas ocorreu em unidades de saúde, sendo 37 no total, predominando as clínicas de diálise (18), seguida pelos hospitais (14) e ambulatórios (2), estudos experimentais em laboratórios (3). Apenas duas pesquisas foram desenvolvidas em domicílios de pacientes.

Em relação aos sujeitos envolvidos na pesquisa, 39 abordaram os pacientes, representando o maior percentual (78%), os profissionais foram investigados em apenas quatro trabalhos, igualmente aos familiares e três experimentais com animais cobaias de laboratório.

Entre os 39 pacientes estudados, 15 eram adultos, oito idosos, dois adolescentes, uma criança e 13 foram desenvolvidos com o paciente, mas não foi especificada a faixa etária. Dos quatro estudos desenvolvidos com profissionais, três trabalharam somente com o enfermeiro e um estudo com enfermeiros e médicos. Os estudos experimentais realizaram as seguintes investigações: a ação da isoflavona e o sistema heme-oxigenase na insuficiência renal aguda isquêmica em ratos, o papel da heme-oxigenase na proteção pelas estatinas na insuficiência renal aguda isquêmica em ratos e Lesão renal aguda por glicerol: efeito antioxidante da Vitis vinifera L.

Quanto aos tipos de estudos, 26 (52%) foram exploratórios, 22 (44%) descritivos e dois (4%) explicativos. Quanto ao delineamento houve: 28 (56%) estudos de levantamento, nove (18%) experimentais, cinco (10%) documentais, cinco (10%) pesquisa-ação e três (6%) estudos de caso. E em relação à natureza do estudo, 27 (54%) foram quantitativos e 23 (46%) qualitativos.

Com relação ao referencial teórico, 42 (84%) estudos apresentavam claramente seu referencial teórico, dentre eles destacam-se: 22 (44%) trabalhos positivistas; 12 (24%) foram classificados como outros e divididos da seguinte forma: Meihy (2), Sócio humanística (1), História oral de vida proposta por Bury (1), Jean Watson(1), Mayeroff (1), Minayo (1), Imogene King (1), Materialismo histórico e dialético (1), Enfermagem familiar na promoção da saúde (1), Modelo teórico, Trajetória da Doença Crônica, que se fundamenta em três processos: ruptura biográfica, impacto do tratamento, adaptação e manejo da doença (1), Roy (1). Os demais estudos foram: cinco fenomenológicos e três etnográficos. Após a análise de todos os resumos percebemos que oito trabalhos não basearam suas pesquisas em nenhum referencial teórico.

Após analisar os resumos publicados percebe-se que o tema mais abordado foi a hemodiálise, aparecendo em 21 (42%) entre teses ou dissertações estudadas, seguido pela insuficiência renal crônica que foi discutida em 13 (26%) dos trabalhos publicados; e o cuidado ao paciente renal apareceu em 11 (22%) publicações do período considerado.

De acordo com o Quadro 1 observa-se que 6 (12%) trabalhos foram classificados como outros, os temas abordados foram os seguintes: fatores de risco para IRA após revascularização do miocárdio, sobrevida do paciente renal em diálise e gastos, diagnósticos de enfermagem, nefropatia diabética, humanização e tratamento conservador. Cada tema foi abordado em apenas um (2%) estudo publicado.

 

 

DISCUSSÃO

A enfermagem, ao longo das últimas décadas, tem se empenhado na construção de um corpo de conhecimento marcado por conceitos amplos, focalizando a sistematização da assistência(7-8). Isso tem sido intensificado nos programas de pós-graduação em enfermagem, nível mestrado e doutorado.

Em relação à construção do conhecimento sobre nefrologia, foram detectados 50 trabalhos desenvolvidos na pós-graduação brasileira de enfermagem, com predomínio de 45 dissertações, podendo ser decorrente do maior quantitativo de mestrados no Brasil. Conforme exposto CAPES há 35 Programas de pós-graduação no Brasil, com 49 cursos distribuídos da seguinte forma: 32 mestrados acadêmicos, dois mestrados profissionalizantes e 15 doutorados(9).

Diante da análise do período de publicação, observa-se que os trabalhos produzidos nos anos de 2000 e 2001 somam 16 (32%), enquanto nos anos 2006 e 2007 juntos realizaram apenas 11 (22%) trabalhos. Preocupa-se com essa redução, pois, sabe-se que há uma necessidade cada vez maior de se pesquisar sobre a temática, devido as suas peculiaridades, pois essa clientela requer uma assistência cada vez mais sistematizada, individualizada e humanizada. Além disso, vem ocorrendo um aumento substancial de pessoas em tratamento dialítico, passando de 42.695 pacientes em 2000 para 77.589 em 2009(2).

O predomínio da Região Sudeste pode ser decorrente da maioria dos cursos de pós-graduação estar localizada nessa região do país, podendo influenciar diretamente nesses resultados. Nos últimos anos, uma política de incentivo à pesquisa tem se estabelecido nas outras regiões do Brasil, na tentativa de disseminar a pós-graduação em enfermagem nas cinco regiões brasileiras.

O processo da construção do conhecimento reflete as transfor-mações do movimento histórico por que passa a enfermagem. Estas transformações parecem evidenciar o movimento dinâmico entre ressonâncias e dissonâncias, na construção do conhecimento, com vistas a um avanço criador nas práticas sócio/política (ensino, pesquisa e assistência) de enfermagem(10).

Nesse processo de construção do conhecimento os enfermeiros vem buscando utilizar diferentes tidos de estudo. Contudo, predominaram os estudos exploratórios e descritivos, enquanto os estudos explicativos foram pouco desenvolvidos. O delineamento predominante foi o levantamento (56%), o qual se caracteriza pela interrogação direta das pessoas cujo comportamento se deseja conhecer, além de ter como vantagens: conhecimento direto da realidade; economia e rapidez; e quantificação(11). Contudo, apenas 18% foram experimentais, sendo considerado um número reduzido, talvez pela dificuldade de acesso dos pesquisadores enfermeiros aos laboratórios de ciências básicas e ao baixo investimento nessas pesquisas pelos programas de Pós-Graduação em Enfermagem.

Quanto à natureza dos estudos, percebe-se que na enfermagem há um predomínio de estudos quantitativos (54%), os quais derivam de amostras relativamente grandes ou representativas que trazem muitos elementos positivos, pois devem ter poder de generalização, precisão, controle de variáveis estranhas, fidedignidade e mensuração(11). Contudo, também há uma quantidade significativa de estudos qualitativos (46%), as quais são essências para melhoria da prática assistencial da enfermagem, visto que direcionam a uma experiência social, valem-se da fonte oral e se encaminham na busca dos significados de vivências para os sujeitos(12).

Constata-se que essa aproximação da enfermagem com as ciências humanas é justificada pelo seu direcionamento ao cuidar de seres humanos, dos quais necessita conhecer as nuanças e subjetividades a fim de traçar linhas de ação para o cuidar.

Em relação ao tema relacionado à área de nefrologia, destaca-se a hemodiálise, tendo em vista que é a terapia mais conhecida e aplicada a clientela com insuficiência renal. Já a diálise peritoneal, tratamento domiciliar realizado pelo próprio paciente ou cuidador devidamente treinados, foi abordada em poucos trabalhos. Esses achados devem ser decorrentes do elevado número de enfermeiros que trabalha em hemodiálise em relação ao quantitativo de enfermeiros que atuam em diálise peritoneal, bem como a clientela submetida a tais tratamentos.

 

CONCLUSÃO

Após avaliar os 50 estudos desenvolvidos acerca da nefrologia na pós-graduação strictu sensu brasileira no período de 2001 a 2007, constatou-se que os aspectos teórico-metodológicos predominantes nos foram: dissertações (90%), realizados no estado de São Paulo (60%); em clínicas de diálise (36%); cujos sujeitos do estudo foram os pacientes (78%). Quanto aos tipos de estudos predominaram: exploratório (52%), levantamento (56%) e quantitativo (54%).

E as temáticas foram bastante diversificadas, contemplando a insuficiência renal aguda e crônica, as formas de tratamento substitutivo, assistência de enfermagem, qualidade de vida, promoção da saúde, dentre outros.

Isso remete as peculiaridades do paciente com insuficiência renal, cabendo aos profissionais da saúde aprofundar e construir os conhecimentos acerca dessa clientela, mediante novas pesquisas científicas acerca dos temas já abordados, bem como de temas que merecem maior fundamentação científica para transformação e melhoria da prática assistencial.

Então, percebe-se a importância de pesquisas científicas voltadas para essa temática, possibilitando uma assistência multi e interdisciplinar, de forma holística, individualizada, sistematizada e humanizada a essa clientela, enfatizando a cientificidade e segurança do cuidado prestado.

 

REFERÊNCIAS

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12. Martinelli ML. Pesquisa qualitativa: um instigante desafio. São Paulo: Veras editora; 2003.         [ Links ]

 

 

Autor correspondente:
Francisca Elisângela Teixeira Lima
Avenida dos Expedicionários, 3406, apto 1203
CEP 60410-410. Fortaleza, CE
E-mail: felisangela@yahoo.com.br

Submissão: 01/07/2009 Aprovação: 12/09/2010