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Revista Brasileira de Enfermagem

Print version ISSN 0034-7167On-line version ISSN 1984-0446

Rev. Bras. Enferm. vol.71 no.2 Brasília Mar/Apr. 2018

http://dx.doi.org/10.1590/0034-7167-2016-0539 

RELATO DE EXPERIÊNCIA

Clube de revistas: experiência de um grupo de pesquisa

Patricia Bover DraganovI 

Maria Regina Guimarães SilvaI 

Vanessa Ribeiro NevesI 

Maria Cristina SannaI 

IUniversidade Federal de São Paulo, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem. São Paulo-SP, Brasil.

RESUMO

Introdução:

o Clube de Revistas (CR) é uma estratégia de ensino e aprendizagem desenvolvida por indivíduos que se encontram para discutir artigos científicos selecionados em periódicos.

Objetivo:

descrever a experiência da estratégia do CR no Grupo de Estudos e Pesquisas em Administração de Serviços de Saúde e Gerenciamento de Enfermagem (Gepag).

Método:

relato de experiência ou modalidade de investigação científica de demonstração de experiência prática para compreensão e fundamentação de fatos.

Resultados:

o CR do Gepag surgiu em 2008 e, em de 2014, foi informatizado com o Google Drive®, a fim de aumentar sua abrangência e otimizar as reuniões do grupo. De abril a maio de 2014, a ferramenta foi testada e ajustada, resultando em ganhos.

Considerações finais:

as vantagens envolveram a otimização do tempo das reuniões, a facilitação do acesso às publicações de interesse do grupo e a criação de banco de dados para subsidiar futuras pesquisas.

Descritores: Aprendizagem; Educação de Pós-graduação em Enfermagem; Tecnologia da Informação; Enfermeiras Administradoras; Pesquisa em Administração de Enfermagem

INTRODUÇÃO

O Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) no Brasil é um projeto desenvolvido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) desde 1992 e constitui-se no inventário da atividade de pesquisa científica e tecnológica em atividade no País(1).

Os grupos de pesquisa catalogados no CNPq estão sediados, principalmente, em universidades, instituições isoladas de ensino superior com cursos de pós-graduação senso estrito, institutos de pesquisa científica e institutos tecnológicos. As regiões Sul e Sudeste são as que mais concentram cursos de pós-graduação na área da saúde e, consequentemente, possuem o maior número de grupos de pesquisa no Brasil. Na Escola Paulista de Enfermagem (EPE), da Unifesp, há 24 grupos de pesquisa registrados e, entre estes, destaca-se, neste relato, o Grupo de Estudos e Pesquisas em Administração de Serviços de Saúde e Gerenciamento de Enfermagem (Gepag)(2).

O Gepag iniciou suas atividades em 2003 na Unifesp e propõe-se a realizar estudos e pesquisas em Administração de Serviços de Saúde e Gerenciamento de Enfermagem, a fim de fortalecer o conjunto de linhas de pesquisa que abriga(3). Esse grupo adota, desde 2010, dez competências para o desenvolvimento dos alunos e pesquisadores que dele participam, a saber: 1) Propor/apontar questões de pesquisa que possam ser estudadas; 2) Propor métodos para o desenvolvimento de pesquisas; 3) Planejar, executar e avaliar ações de desenvolvimento de uma pesquisa; 4) Orientar/participar da orientação de pesquisadores no desenvolvimento de pesquisa; 5) Comunicar resultados de pesquisa na forma oral e escrita; 6) Saber escolher/indicar meios de divulgação para resultados de pesquisa; 7) Consumir criticamente relatórios de pesquisa; 8) Posicionar-se eticamente em relação à produção e ao consumo de relatórios de pesquisa; 9) Colaborar com o desenvolvimento de pesquisas de outros pesquisadores; e 10) Posicionar-se politicamente sobre questões que envolvem o processo de trabalho de pesquisar em Enfermagem, de forma individual (defendendo ideias próprias) ou coletiva (debatendo com os pares, propondo ou liderando ações coletivas junto a órgãos de representação)(3).

Em 2016, outras cinco competências foram adicionadas: 11) Buscar informações sobre os movimentos em curso nos campos da prática e da pesquisa em administração em saúde e Enfermagem; 12) Apropriar-se de/usar ferramentas de tecnologia avançada para a realização de pesquisas; 13) Desenvolver estratégias para obter dados/instrumentos para a pesquisa; 14) Apropriar-se da norma culta para formular projetos/questões de pesquisa e descrever seus resultados; e 15) Conhecer, operar e criticar mecanismos de fomento à pesquisa.

Essas competências devem ser desenvolvidas em cinco níveis crescentes de abrangência e profundidade, de acordo com a titulação almejada pelo integrante, que elabora e entrega, anualmente, um portfólio no qual elas são registradas. Na sexta e sétima competências, inserem-se a busca e a leitura crítica de artigos científicos pelos doutorandos, que devem compartilhar e discutir publicações referentes aos objetos de estudo do Gepag por meio do Clube de Revistas (CR).

Nesse sentido, o CR é uma estratégia de ensino e aprendizagem desenvolvida por indivíduos que se encontram com o objetivo de discutir artigos científicos selecionados em periódicos. A primeira evidência formal dessa estratégia data de 1875(4) e seu objetivo é propiciar habilidade de avaliação crítica da leitura(5), conhecimento sobre métodos de pesquisas e atualização do pesquisador(4). Dessa forma, o CR é uma possibilidade metodológica de educação em saúde, educação permanente e instrumentalização para a prática baseada em evidências e de mudanças organizacionais(5-7). Trata-se, ainda, de um recurso educacional efetivo(8), que pode auxiliar os programas de pós-graduação a desenvolverem, nos estudantes, competências fundamentais para a formação de mestres e doutores(5-6).

Segundo Friedlander(9), uma das habilidades intelectuais mais importantes para um pesquisador é saber interpretar/julgar relatórios de investigação publicados como artigos em periódicos científicos ou desenvolvidos no formato de teses ou dissertações. A comunidade científica espera que o profissional titulado seja capaz de ensinar e formar novos pesquisadores, realizar novas investigações, produzir ciência, participar de comissões examinadoras, avaliar o mérito de trabalhos científicos, avaliar currículos e participar de grupos de pesquisa. Essas habilidades podem ser desenvolvidas a partir do exercício da leitura crítica de insumos que, muitas vezes, são apresentados no CR.

A literatura em saúde está em constante expansão e é cada vez mais diversificada. Os profissionais de saúde precisam manter-se atualizados, e essa ferramenta é uma oportunidade de selecionar estudos de interesse e disponibilizá-los criticamente para os grupos de pesquisa, visto que uma das funções do CR é estimular a discussão sobre a literatura científica disponível.

Nesse cenário, o presente relato se justifica tanto pela escassez de produção científica sobre CR quanto pela possibilidade de contribuir para a replicação dessa estratégia de aprendizagem em grupos de pesquisa de outras universidades.

OBJETIVO

O objetivo desta publicação foi descrever a experiência de oito anos com o uso da estratégia do CR no Gepag, bem como o processo e os ganhos com o uso da tecnologia da informação e comunicação utilizadas para isso.

MÉTODO

Como método, utilizou-se o relato de experiência, que consiste numa modalidade de investigação científica de demonstração de experiências práticas para maior compreensão e fundamentação de um fato. Esse desenho de pesquisa, denominado etnografia, fornece uma estrutura para o estudo de padrões, estilos de vida e experiências de um grupo cultural específico, de modo holístico(10).

Trajetória do Clube de Revistas do Gepag

O CR surgiu em 2008, conforme as atas de reuniões números 44 e 45 do Gepag, com o propósito de divulgar pesquisas atuais de interesse nas áreas de gerenciamento de serviços de enfermagem e ensino em saúde. À época, cada doutorando membro do grupo assumia um periódico e trazia, de acordo com a vigência da revista, informações sobre artigos de interesse para as linhas de pesquisa desenvolvidas no grupo, publicados no periódico, e as transmitia, oralmente, durante a primeira hora das reuniões mensais, a todos os integrantes presentes nessa ocasião.

Esse modo de conduzir o CR cumpria seus propósitos de compartilhamento, atualização e análise das informações, mas demandava parte do tempo de duração das reuniões e, muitas vezes, não abrangia todos os membros do grupo, considerando as ausências de alguns integrantes.

Assim, em abril de 2014, houve a proposta de informatizar o CR, a fim de aumentar sua abrangência e otimizar as reuniões do grupo. As transformações dessa estratégia, no decorrer do tempo, podem ser apreciadas na Figura 1.

Figura 1 Transformações ocorridas no Clube de Revistas no período de 2008 a 2014 

Para concretizar a informatização do CR, utilizou-se a ferramenta Google Drive®, um serviço de armazenamento e sincronização de arquivos que oferece várias opções de uso tais como documentos, folhas de cálculo e apresentações, entre outras. Ela se baseia no conceito de computação em nuvem, por meio da qual é possível armazenar arquivos e acessá-los por qualquer computador ou por outros dispositivos compatíveis, desde que estejam conectados à Internet(11).

Durante três meses, foi elaborado um formulário cujas variáveis eram as informações divulgadas oralmente durante as reuniões - título do artigo, revista de origem, descritores, síntese e crítica do conteúdo e o nome do doutorando responsável pelo periódico e outras informações relevantes. Para aqueles que desejassem ler, utilizar e/ou citar a publicação posteriormente, era informada a referência no estilo Vancouver, a classificação Qualis do periódico, o eixo temático e o link para o artigo, como demonstra a Figura 2.

Figura 2 Formulário de lançamento de informações sobre artigos do Clube de Revistas 

Essa nova maneira de operar o grupo foi introduzida em março de 2014, quando, como acontece a cada biênio, houve a redistribuição dos periódicos do CR entre os 21 doutorandos, e estes foram convidados a alimentar a página do Google Drive® com os dados referentes às publicações de 24 periódicos nacionais e internacionais da área de enfermagem. Os periódicos que fizeram parte do CR podem ser apreciados no Quadro 1.

Quadro 1 Periódicos que compunham o Clube de Revistas, setembro de 2016 

Revista Abreviatura Periodicidade
Acta Paulista de Enfermagem Acta Paul Enferm Bimestral
Ciência y en Enfermería Ciencia y Enferm Trimestral
Cogitare Enfermagem Cogitare enferm. Trimestral
Escola Anna Nery Revista de Enfermagem Esc. Anna Nery Trimestral
História da Enfermagem: Revista Eletrônica HERE Semestral
Interface - Comunicação, Saúde, Educação Interface (Botucatu) Trimestral
Journal of Nursing and Health JONAH Semestral
Journal of Nursing Management J Nurs Manag Mensal
Online Brazilian Journal of Nursing OBJN Trimestral
Revista Brasileira de Enfermagem Rev Bras Enferm Bimestral
Revista da Escola de Enfermagem da USP Rev Esc Enferm USP Bimestral
Revista da Rede de Enfermagem do Nordeste Rev Rene Bimestral
Revista de Administração em Saúde RAS Trimestral
Revista de Pesquisa: Cuidado é Fundamental Online REPEF Trimestral
Revista Electrónica Enfermería Global Enfermería Global Semestral
Revista Eletrônica de Enfermagem (REE) REE Trimestral
Revista Enfermagem em Foco Enferm Foco Trimestral
Revista Enfermagem UERJ Rev. enferm. UERJ Bimestral
Revista Gaúcha de Enfermagem RGE Trimestral
Revista Latino-Americana de Enfermagem RLAE Bimestral
Revista Mineira de Enfermagem REME Trimestral
Revista Nursing Nursing Mensal
Revista Trabalho, Educação e Saúde Trabalho, educação e saúde Quadrimestral
Texto & Contexto Enfermagem Texto Contexto Enferm Trimestral

Para tanto, cada doutorando foi orientado a abrir uma conta de e-mail no Gmail®, procedimento necessário para que pudessem ter acesso ao formulário. Uma vez incluídos no formulário, os dados migravam para uma planilha do programa Microsoft Excel®, na qual as informações acerca de todas as publicações eram compiladas, oferecendo a esses pesquisadores um panorama de todo o material lido e selecionado.

Durante os meses de abril e maio de 2014, os doutorandos testaram a ferramenta e propuseram ajustes nos itens que compunham a planilha, no que se refere à classificação Qualis do periódico e à inclusão do link para acesso ao artigo, a fim de minimizar possíveis falhas no processo. Tais ajustes foram realizados e, a partir de julho de 2014, o CR do Gepag tornou-se informatizado. Os doutorandos passaram a alimentar constantemente a planilha de dados, as informações foram disponibilizadas a todos os integrantes do grupo, e os pesquisadores responsáveis por essa iniciativa vêm apresentando breves boletins sobre o CR no início de cada reunião, para dirimir possíveis dúvidas e fomentar a consulta e a utilização dessas informações por seus pares.

Assim, foi possível otimizar o tempo das reuniões do Gepag, facilitar o acesso de seus membros às publicações de interesse do grupo e criar um banco de dados para subsidiar futuros estudos desses pesquisadores. A iniciativa foi apoiada pelos membros do grupo, que puderam dedicar mais tempo do encontro presencial mensal à discussão de projetos e resultados de pesquisas do próprio grupo.

A base criada é cumulativa, isto é, não são excluídos os registros efetuados em função de tempo ou qualquer outro critério, e sua consulta facilita a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa em desenvolvimento no Gepag.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O CR é uma estratégia eficiente para a atualização do pesquisador participante de grupos de pesquisa. O uso de recurso de informática permitiu otimizar o tempo das reuniões, sem prejuízo do acesso à seleção e crítica de estudos publicados de interesse dos integrantes do Gepag, que ajudam seus membros a se manterem atualizados e a se informarem sobre o estado da produção do conhecimento na linha de pesquisa em que atuam.

Com essa atividade, os doutorandos também puderam desenvolver suas competências, e tanto eles como os demais membros do grupo foram estimulados à leitura crítica das publicações e a praticarem a discussão sobre os métodos empregados por outros pesquisadores e sobre os achados de pesquisas desenvolvidas em linhas equivalentes ou semelhantes às praticadas no grupo.

Apesar disso, há limitações em relação ao uso das ferramentas descritas neste relato quanto ao preenchimento correto, completo e frequente dos dados, o que deve ser previsto pelo grupo de pesquisa que desejar replicar sua utilização. Sugere-se, portanto, incorporar essa tarefa ao plano de desenvolvimento de competências adotado pelo grupo e a acompanhar constantemente sua execução. Cabe ressaltar, no entanto, que, embora existam essas dificuldades, esse tipo de atividade fortalece o crescimento do grupo e facilita sua organização, razões pelas quais se apresentou a estratégia, esperando que os grupos que venham a experimentá-la possam apontar os resultados de seu uso para o aperfeiçoamento dela.

REFERENCES

1 Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil [Internet]. Brasília (DF), 2014[cited 2016 Apr 4]. Available from: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/0507469784433165Links ]

2 Universidade Federal de São Paulo. Escola Paulista de Enfermagem. Grupos de Pesquisa [Internet]. São Paulo (SP), 2016[cited 2016 Jul 5]. Available from: http://www.unifesp.br/campus/sao/epe4/sobre-a-epe/departamentos/dasc/missao-visao-e-valores-3Links ]

3 Silva MRG, Sanna MC. Projetos de pesquisa propostos pelo Grupo de Administração da Escola Paulista de Enfermagem. Nursing (São Paulo) [Internet]. 2016 [cited 2016 Apr 4];18(218):1096-102. Available from: http://pesquisa.bvsalud.org/aleitamentomaterno/resource/pt/bde-28197Links ]

4 Harris J, Kearley K, Heneghan C, Meats E, Roberts N, Perera R, Kearley-Shiers K. Are journal clubs effective in supporting evidence-based decision making? a systematic review. BEME Guide No. 16. Med Teach [Internet]. 2011[cited 2016 Jul 26];33(1):9-23. Available from: http://dx.doi.org/10.3109/0142159X.2011.530321Links ]

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8 Scherzer R, Shaffer K, Maceyko K, Webb J. Journal Club for Prelicensure Nursing Students. Nurse Educ [Internet]. 2015 [cited 2016 06 30];40(5):224-6. Available from: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25888102Links ]

9 Friedländer MR, Arbués-Moreira MT. Análise de um trabalho científico: um exercício. Rev Bras Enferm [Internet]. 2007[cited 2016 Jul 26];60(5):573-8. Available from: http://www.scielo.br/pdf/reben/v60n5/v60n5a17.pdfLinks ]

10 Lima DVM. Research design: a contribution to the author. Online Braz J Nurs [Internet]. 2011 [cited 2016 Apr 4];10(2). Available from: http://dx.doi.org/10.5935/1676-4285.20113648Links ]

11 Google. O que é Google Drive e como usar [Internet]. 2012 [cited 2017 Apr 7]. Available from: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2012/04/o-que-e-google-drive-e-como-usar.htmlLinks ]

Recebido: 09 de Dezembro de 2016; Aceito: 21 de Abril de 2017

AUTOR CORRESPONDENTE:CORRESPONDENTE: Patricia Bover Draganov. E-mail: patricia.bover@dr9.com.br

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