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Revista Ceres

versão impressa ISSN 0034-737X

Rev. Ceres vol.59 no.4 Viçosa jul./ago. 2012

http://dx.doi.org/10.1590/S0034-737X2012000400015 

SOLOS E NUTRIÇÃO DE PLANTAS

 

Fontes, doses e formas de aplicação de fósforo para o algodoeiro no Cerrado da Bahia1

 

Sources, rates and forms of phosphorus application to cotton in the Cerrado region of Bahia State

 

 

Flávia Cristina dos SantosI; Manoel Ricardo de Albuquerque FilhoI; Roberto Ferreira de NovaisII; Gilvan Barbosa FerreiraIII; Maria da Conceição Santana CarvalhoIV; João Luís da Silva FilhoIII

IEngenheiros-Agrônomos, Doutores. Embrapa Milho e Sorgo, Rodovia MG-424, Km 45, Caixa Postal 285, 35701-970, Sete Lagoas, Minas Gerais, Brasil. fsantos@cnpms.embrapa.br (autora correspondente); mricardo@cnpms.embrapa.br
IIEngenheiro-Agrônomo, Doutor. Departamento de Solos, Universidade Federal de Viçosa, Campus Viçosa, Avenida Peter Henry Rolfs, s/n, 36570-000, Viçosa, Minas Gerais, Brasil. rfnovais@ufv.br
IIIEngenheiros-Agrônomos, Doutores. Embrapa Algodão, Rua Oswaldo Cruz, 1143, Caixa Postal 174, 58428-095, Campina Grande, Paraíba, Brasil. gilvan.ferreira@cnpa.embrapa.br; joaoluis@cnpa.embrapa.br
IVEngenheira-Agrônoma, Doutora. Embrapa Arroz e Feijão, Rodovia GO-462, Km 12, Zona Rural, Caixa Postal 179, 75375-000, Santo Antônio de Goiás, Goiás, Brasil. conceicao@cnpaf.embrapa.br

 

 


RESUMO

Ainda são insuficientes, nas condições do Cerrado baiano, as informações sobre fontes, doses e formas de aplicação de P para o algodoeiro, importantes para o aumento da produtividade e qualidade da fibra. Em vista disso, o objetivo deste trabalho foi definir fontes, doses e formas de aplicação de P para a cultura do algodoeiro em solo de textura média do Cerrado da Bahia. Para tanto, foi conduzido um experimento, em plantio convencional, utilizando-se o fatorial 2 x 4 x 2 + 7 (fontes P x doses x formas de aplicação + sete tratamentos adicionais (combinações de proporções das fontes e mais o tratamento controle (sem P)), com quatro repetições. As fontes avaliadas foram superfosfato triplo (ST), fosfato de Arad (FA) nas doses de 60, 120, 180 e 240 kg ha-1 de P2O5 aplicadas a lanço ou no sulco de semeadura. Os tratamentos adicionais foram constituídos de proporções de ST e FA para a dose de 100 kg ha-1 de P2O5. Foram avaliadas características de produção (altura de plantas, estande, produtividade, percentagem de fibra, peso médio do capulho), teor de P foliar e P disponível no solo e características de qualidade da fibra. Não houve efeito significativo de fontes, doses e formas de aplicação sobre a produtividade do algodão em caroço. Quanto s características de qualidade da fibra, o uso de fosfato de Arad melhorou a percentagem de fibra e o micronaire, enquanto o superfosfato triplo aumentou o comprimento da fibra. A combinação das duas fontes resultou em maior peso médio do capulho para as proporções 25+75 e 75+25 (ST+FA) em relação 50+50 (ST+FA).

Palavras-chave: Gossypium hirsutum subsp. latifolium (Murray) Roberty, adubação fosfatada, fosfato reativo.


ABSTRACT

In the Cerrado of Bahia, there is a lack of information about sources, doses and forms of P application to the cotton crop that are important for increasing yield and fiber quality. In this study, an experiment was carried out in conventional tillage, using a 2 x 4 x 2 + 7 factorial scheme [P sources x doses x application forms plus seven additional treatments: combinations of proportions of sources and the control (without P)], with four replications. The P sources that were tested included the triple superphosphate (TS), Arad phosphate (AF) at doses of 60, 120, 180 and 240 kg ha-1 P2O5 broadcasted on the surface or the seed rows. The additional treatments consisted of proportions of TS and FA for the 100 kg ha-1 P2O5. Production characteristics were evaluated (plant height, stand, yield, fiber percentage, medium cotton boll weight), P leaf content and P available in the soil and fiber quality characteristics. There was not significant effect of sources, doses and application methods on cotton yield. Considering the fiber quality characteristics, the use of Arad phosphate improved the fiber percentage and micronaire, while the triple superphosphate increased fiber length. The combination of the two sources resulted in higher medium cotton boll weight to 25 +75 and 75 +25 (TS + AF) proportions compared to 50 +50 (TS + AF).

Key words: Gossypium hirsutum L. r, latifolium, phosphate fertilization, reactive phosphate.


 

 

INTRODUÇÃO

A Bahia é o segundo maior estado brasileiro produtor de algodão (IBGE, 2010) e sua região oeste é favorecida pela grande extensão de áreas com relevo de plano a suave e boa distribuição pluvial. Com o estabelecimento de sistemas de produção de alto nível tecnológico, são comuns, na região, aplicações anuais de 100 a 120 kg ha-1 de P2O5 em solo com a fertilidade já corrigida quanto ao P, com obtenção de altas produtividades, s vezes, acima de 4.500 kg ha-1. No entanto, muitas vezes não há necessidade dessas doses elevadas e é usual adubar sem se considerar análises de solo e planta.

Numa economia globalizada e mercado s vezes desfavorável, além de problemas climáticos, torna-se fundamental a eficiência produtiva, na qual a redução dos custos de produção é essencial para a competitividade e a lucratividade do agronegócio algodão. Em relação aos custos de produção, destacam-se a correção do solo e a adubação, que merecem especial atenção nessa cultura exigente em nutrientes.

Uma adubação desequilibrada pode resultar em perdas econômicas e ambientais, ressaltando-se que a maioria dos insumos é derivada de fontes não renováveis, cuja crescente demanda e escassez de reservas têm elevado seus custos ao longo dos anos. Nesse contexto, pesquisas em manejo e fertilidade do solo assumem relevância pela possibilidade de otimização do rendimento e desoneração da produção. Entretanto, para o oeste da Bahia, há carência de resultados de pesquisa sobre adubação do algodoeiro e de informações que possam melhor subsidiar o manejo das lavouras.

Na região, destaca-se o predomínio da produção de algodão em solos de textura arenosa e média e, nessas condições, pequena dose de P é suficiente para elevar os teores disponíveis no solo e seu manejo deve ser diferenciado daquele de solos argilosos. Além disso, em condições de menor fator capacidade (poder tampão) de P (FCP), como nos solos arenosos, a forma de aplicação (lanço ou sulco) não é tão determinante quanto nos solos argilosos com alto FCP. Esta questão está muito relacionada com a dinâmica de P no solo e com os conceitos fonte-dreno, discutidos em Novais et al. (2007).

Adicionalmente, a forma de aplicação do fertilizante fosfatado torna-se irrelevante, medida que o teor de fósforo aumenta no solo (Silva, 1999). Ferreira & Carvalho (2005) têm mostrado que a resposta dose é mais importante do que forma de aplicação, nos solos argilosos de Goiás, mesmo naqueles com teores baixos do nutriente. Curiosamente, até os teores de fósforo nas folhas têm sido maiores com a aplicação a lanço (Ferreira & Carvalho, 2005).

Nos solos do Cerrado baiano, há aumento anual dos teores de P devido s altas doses aplicadas, com o objetivo de alcançar produtividades em torno de 4.500 kg ha-1, sendo que a exportação pela colheita atinge 54 kg ha-1 de P2O5 (Carvalho et al., 2007). O balanço desses valores de entrada versus saída indica que a construção da fertilidade inicial e a definição de doses de manutenção subsequentes são essenciais para se obter máxima produtividade com sustentabilidade na área.

A fonte utilizada no manejo da adubação fosfatada também merece atenção, quando se busca a otimização dos recursos. As principais fontes de P são os fosfatos solúveis, além dos fosfatos naturais, de reatividade baixa ou mesmo não reativos. Como os fosfatos solúveis reagem rapidamente no solo e, normalmente, fornecem P planta em taxas maiores, estes são fontes mais eficientes do que os fosfatos naturais, em curto prazo. Por isso, a eficiência agronômica dos fosfatos, em geral, está diretamente correlacionada com sua solubilidade (Goedert et al., 1986). Porém, os fosfatos naturais reativos, como o de Arad, que reagem no solo mais lentamente, podem apresentar efeito residual compensatório, e o somatório da sua eficiência, quando estimada por mais ciclos de cultivo, pode igualar-se ao dos fosfatos solúveis (Kaminski & Peruzzo, 1997), principalmente em solos com teores de P disponível já considerados como adequados.

Em alguns casos, a utilização de fosfatos naturais reativos tem-se mostrado tão ou mais eficiente, para suprir P s plantas de ciclo curto, que as formas mais solúveis (Resende et al., 2006; Richart et al., 2006). Segundo Novais & Smyth (1999), uma possível explicação seria o aumento na eficiência de utilização do nutriente pela planta, observado em resultados de pesquisa (Rajan et al., 1996), ou seja, a produção de matéria seca por unidade de P acumulado é maior quando o P é proveniente de fosfato natural, semelhança do que acontece com a eficiência no uso do P em relação ao poder tampão de P do solo.

Diante do exposto, o objetivo deste trabalho foi definir fontes, doses e formas de aplicação de P para a cultura do algodoeiro em solo de textura média do Cerrado da Bahia.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi instalado em área comercial de algodão, na Fazenda Iowa III, em São Desidério, Bahia, no dia 27/11/2007, sob sistema plantio convencional, em solo com textura média (Tabela 1). Utilizou-se a variedade Delta Opal, em espaçamento de 0,76 m entre linhas e regulagem da plantadeira para semear sete plantas por metro.

Em esquema fatorial 2 x 4 x 2 + 7, foram testadas duas fontes de P: superfosfato triplo (ST, 44% de P2O5 total, dos quais 100% solúveis em ácido cítrico 2%) e fosfato de Arad (FA, 33% de P2O5 total, dos quais 35% solúveis em ácido cítrico 2%), quatro doses de P (total): 60, 120, 180 e 240 kg ha-1 de P2O5, com aplicação a lanço ou no sulco de semeadura; e tratamentos adicionais com combinações das duas fontes (ST + FA), na dose de 100 kg ha-1 de P2O5, nas proporções de 25 + 75, 50 + 50 e 75 + 25%, mais o tratamento controle (sem P), totalizando 23 tratamentos.

O delineamento utilizado foi o de blocos casualizados, com quatro repetições. As parcelas experimentais foram compostas por oito fileiras de 6 m de comprimento, com as duas fileiras centrais, de 5 m cada, constituindo a parcela útil.

As correções realizadas no talhão utilizado para o experimento, com exceção da do P, foram feitas de acordo com o manejo adotado pela fazenda: 0,5 t ha-1 de calcário e 300 kg ha-1 de gesso, em outubro/2007, além da adubação antecipada de K, com aplicação de 300 kg ha-1 de KCl a lanço. No plantio, foram aplicados 3 kg ha-1 de B e 25 kg ha-1 de FTE BR-12. Em cobertura, aos 38 dias após a emergência (DAE), aplicaram-se 360 kg ha-1 de ureia, incorporada. Realizou-se a adubação foliar com Mn, aos 33 e 57 DAE e, com B, aos 76, 116 e 130, respectivamente.

Aos 85 DAE (estádio florescimento pleno), foram coletadas amostras de folhas com pecíolo (20 folhas por parcela útil, localizadas na 5ª posição a partir do ápice). As folhas foram secas, em estufa a 65 °C, por 72 h e enviadas a laboratório para análise dos teores de P. Aos 113 DAE, foram coletadas, utilizando-se trado holandês, amostras de solo (duas amostragens simples na linha de plantio e duas na entrelinha, por parcela, para formar uma amostra composta), nas profundidades de 0-20 e 20-40 cm para análise dos teores de P, pelo extrator Resina de troca aniônica. Ao final do ciclo, aos 203 DAE, foram coletados 20 capulhos do terço médio das plantas da parcela útil de cada tratamento, para avaliações de qualidade da fibra. O restante dos capulhos, somados aos outros 20, foram utilizados para estimativa da produtividade. Realizou-se também a medição da altura de plantas e a contagem da população final.

Os dados foram submetidos análise de variância e foi realizado o teste de médias (Tukey, p < 0,05), utilizando-se o software SAS (SAS, 2004).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Não houve efeito significativo de fontes, doses e formas de aplicação nas variáveis de crescimento, componentes de produção e teor foliar de P, exceto efeito de fonte sobre a percentagem de fibras (Tabela 2). A falta de resposta a doses de P em produtividade é comum, na região, já tendo sido verificada em outros experimentos (Santos et al., 2008) e em outras áreas de produção do algodão (Carvalho et al., 2007), para a adubação de manutenção e em solo com teores de médio a adequado de P (18 mg dm-3 pelo extrator Mehlich-1; Sousa & Lobato, 2004), caso da área utilizada neste trabalho. Estes resultados, aliados ao de outras safras (Ferreira et al., 2006; 2007; Santos et al., 2008) têm grande importância para a região, pois subsidiam a racionalização da adubação fosfatada, uma vez que é comum a aplicação de cerca de 100 a 120 kg ha-1 de P2O5 nas lavouras de algodão, muitas vezes sem se considerarem os resultados das análises de solo e planta.

Em Mato Grosso, em experimentos em solos argilosos com teores de P variando de 4 a 11 mg dm-3 (Mehlich-1), o algodoeiro não respondeu a doses maiores que 80-100 kg ha-1 de P2O5, mesmo atingindo produtividade acima de 4.500 kg ha-1 (Zancanaro, 2005; Zancanaro & Tessaro, 2006).

Verificou-se que as combinações de ST + FA, nas proporções de 25 + 75 e de 75 + 25 kg ha-1 proporcionaram maior peso médio dos capulhos (PMC, Figura 1 A). O peso médio de capulho pode ser aumentado pela maior disponibilidade de fósforo para as plantas (Brandão et al., 2009), o que se esperava com o aumento da participação do ST nas combinações estudadas, pela sua disponibilização mais rápida de P. De fato, o teor de P disponível na camada de 0-20 cm de solo (Tabela 2) foi maior, embora não significativo, nas proporções 75 + 25 (41,75 mg dm-3) e 25 + 75 (36,63 mg dm-3), em relação proporção 50 + 50 (35,88 mg dm-3). Pode-se inferir que a elevação dos teores de fósforo inorgânico (Pi) no citosol celular, permite maior taxa de transferência de açúcares fosforados dos cloroplastos, por meio da troca triose-P/Pi na membrana vacuolar. Esta troca leva a maior formação de glicose no citosol, que pode ser desdobrada no local pelo ciclo da glicólise, entrando na respiração celular, ou seguir para síntese de sacarose e, então, para o floema. No floema, poderá ser translocada para os drenos da planta (Taiz & Zeiger, 2009), dos quais o fruto em formação é o principal, durante a fase de enchimento e maturação das maçãs. Para percentagem de fibra e micronaire, a melhor fonte foi o FA, enquanto o comprimento de fibra foi maior quando se utilizou o ST (Tabelas 2, 3 e Figuras 1 B, C, D).

Os valores médios de PFIB do FA foram maiores do que os observados para o ST (Figura 1 B). Já a maior resposta do comprimento de fibra ao uso do ST era esperada (Figura 1 C), pois o maior fornecimento de P aos tecidos foliares leva a uma taxa maior de transferência de açúcares do cloroplasto para o citosol e deste para o floema, alimentando um fluxo mais constante de carboidratos para o crescimento da fibra. Além disso, o fornecimento constante de carboidratos s células epiteliais das sementes de algodão, com baixa frequência de interrupção de fluxo de transporte, permite o crescimento do comprimento da fibra e a redução de sua espessura, ou seja, do micronaire, o que não ocorreu neste experimento (Figura 1 D). Como não houve grandes mudanças no índice de fibras curtas e na resistência da fibra, há uma consequente maior superioridade no índice de fiabilidade, que denota maior qualidade global da fibra, quando se usam fontes de fósforo solúvel (Tabela 3). O índice de fiabilidade superior a 145 é considerado adequado para a fibra de algodão pelas indústrias têxteis. Assim sendo, doses, fontes e modos de aplicação usados apresentaram pouco efeito sobre a qualidade da fibra, estando todas as flutuações dos valores dentro da faixa considerada adequada. Efeitos gerais da adubação fosfatada, especialmente em condição de solos deficientes no nutriente, são discutidos por Silva (2001), que relatou o benefício da adubação fosfatada para o aumento do peso médio do capulho e da semente e do comprimento da fibra, ou seja, reforçando a importância do P também para essas características.

Quanto ao efeito de dose, mesmo não significativo, e com base nas recomendações feitas por Zancanaro (2005), Zancanaro & Tessaro (2006), Carvalho et al. (2007), sugere-se que a adubação fosfatada seja definida de modo a repor a quantidade de P exportada pela colheita, que varia de acordo com a produtividade da cultura. Em geral, doses entre 60 e 75 kg ha-1 de P2O5 solúveis atendem necessidade de reposição de nutrientes para solos bem corrigidos em P e para obtenção de produtividades acima de 4.500 kg ha-1 ano-1. O acompanhamento sistemático do P disponível pela análise de solo e do histórico de cultivos, produtividades e adubações efetuadas no talhão específico permite seu manejo com os menores custos com adubação fosfatada e máximo retorno em rentabilidade.

 

CONCLUSÕES

A cultura do algodoeiro, em áreas de Cerrado da Bahia, em solo de textura média, com teor médio de P (Mehlich-1), não responde adubação fosfatada e, nessas condições, a dose a ser recomendada deve ter como referência a quantidade exportada pela colheita.

 

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Recebido para publicação em 25/05/2011 e aceito em 06/07/2012.

 

 

1 Trabalho financiado pelo Fundeagro e análise de P-Resina pela Bunge Fertilizantes.

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