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Revista Ceres

Print version ISSN 0034-737X

Rev. Ceres vol.60 no.1 Viçosa Jan./Feb. 2013

http://dx.doi.org/10.1590/S0034-737X2013000100008 

MELHORAMENTO VEGETAL

 

Correlação entre características quantitativas e qualitativas de frutos de pessegueiros na geração F2 cultivados em região subtropical1

 

Correlation between quantitative and qualitative characteristics of fruits of peach trees grown in subtropical conditions

 

 

Danielle Fabíola Pereira SilvaI; José Osmar da Costa e SilvaII; Rosana Gonçalves Pires MatiasII; Mariana Rodrigues RibeiroIII; Cláudio Horst BrucknerIV

IEngenheira-Agrônoma, Doutora. Pós-Doutoranda do Departamento de Fitotecnia, Universidade Federal de Viçosa, Campus Viçosa, Avenida Peter Henry Rolfs, s/n, 36570-000, Viçosa, Minas Gerais, Brasil. Bolsista PNPD-CAPES. danieele@ufv.br (autora para correspondência)
IIEngenheiro-Agrônomo, Mestre. Doutorando da Universidade Federal de Viçosa, Campus Viçosa, Avenida Peter Henry Rolfs, s/n, 36570-000, Viçosa, Minas Gerais, Brasil. joksilva7@yahoo.com.br; rosanapf@yahoo.com.br
IIIGraduanda em Agronomia. Universidade Federal de Viçosa, Campus Viçosa, Avenida Peter Henry Rolfs, s/n, 36570-000, Viçosa, Minas Gerais, Brasil. mariana.r.ribeiro@ufv.br
IVEngenheiro-Agrônomo, Doutor. Departamento de Fitotecnia, Universidade Federal de Viçosa, Campus Viçosa, Avenida Peter Henry Rolfs, s/n, 36570-000, Viçosa, Minas Gerais, Brasil. bruckner@ufv.br

 

 


RESUMO

O objetivo deste trabalho foi avaliar as relações entre características quantitativas e qualitativas de frutos de pessegueiro, cultivados em região subtropical. Para isso foram utilizados frutos totalmente maduros, obtidos de cinco populações, em geração F2, cultivadas em condições de clima subtropical. Foram avaliados: coloração da epiderme (coordenadas b* e h°), diâmetro médio do fruto, comprimento do fruto, firmeza instrumental da polpa, teor de sólidos solúveis, acidez titulável, teor de ácido ascórbico, percentagem de vermelho na epiderme, coloração da polpa, aderência do caroço, consistência manual da polpa e época de colheita. Os dados foram utilizados para obtenção de coeficientes parciais de correlação entre todas as variáveis. Observou-se variação entre os valores obtidos para cada característica. Há correlações parciais significativas a 1% de probabilidade, de intensidades médias e fracas, entre as características estudadas de frutos de pessegueiro. As maiores correlações foram obtidas entre comprimento e diâmetro de frutos (0,690**) e entre os descritores b e h, obtidos por meio de colorímetro (0,516**). Frutos mais tardios apresentam, geralmente, maior firmeza de polpa, menores teores de vitamina C e menos pigmentação amarela na epiderme. Pêssegos de polpa amarela são mais firmes e apresentam maior acidez no suco.

Palavras-chave: Prunus persica (L.) Batsch, qualidade de fruto, correlação parcial.


ABSTRACT

The objective this study was to evaluate the relationship between quantitative and qualitative characteristics of peach grown in subtropical regions. Fully ripe fruits obtained from five F2 populations grown in a subtropical climate were evaluated for: skin color (coordinates b* and h°), average fruit diameter, fruit length, pulp instrumental firmness, soluble solids, titratable acidity, ascorbic acid, percentage of red skin, flesh color , flesh adherence to pit, pulp consistency and harvest time. These data were used to obtain partial correlation coefficients of all variables. There was variation between the values obtained for each characteristic. There are partial correlations significant at 1% probability of medium and weak intensities between the studied characteristics. The highest correlations were found between length and diameter of fruits (0.690 **) and between the descriptors b* and h° obtained by colorimeter (0.516 **). Later fruits are generally of greater firmness, lower levels of vitamin C and less yellow pigmentation in the epidermis. Yellow-fleshed peaches are firmer and have higher juice acidity.

Key words: Prunus persica (L.) Batsch, fruit quality, partial correlation.


 

 

INTRODUÇÃO

O pessegueiro é uma cultura que se desenvolve de forma significativa nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Na região sudeste, a produção é liderada por São Paulo. Em Minas Gerais, a cultura encontra-se em desenvolvimento, concentrando sua produção principalmente na zona sul do Estado, pelas características edafoclimáticas desejáveis dessa região (Wagner Júnior et al., 2006). Segundo dados do IBGE, a produção do Estado de Minas Gerais encontra-se em pleno crescimento. Desde 2005, o estado passou a ser o terceiro maior produtor, superando o Paraná e situando-se, atrás do Rio Grande do Sul e São Paulo. Em Minas Gerais, a fruticultura de clima temperado tem-se caracterizado, nas últimas décadas, por significativa ampliação regional e varietal. Verifica-se que, em consequência do melhoramento genético, a expansão da fruticultura de clima temperado vem avançando, progressivamente, com sucesso econômico (Leonel et al., 2011). A seleção de pessegueiro é realizada, na maioria das vezes, na primeira geração (F1), sendo levados à geração F2 apenas aqueles cruzamentos em que se busca melhorar caracteres quantitativos, como tamanho de frutos, resistência a doenças ou caracteres recessivos (Raseira & Nakasu, 2006). Os genótipos selecionados são multiplicados por propagação vegetativa e lançados como cultivares, após testes com repetição e, preferencialmente, em mais de um local.

Segundo Ferreira et al. (2010), caracteres como peso, comprimento e diâmetro equatorial do fruto são importantes, em programas de melhoramento genético do pessegueiro, para obtenção de genótipos com características comerciais para mercado in natura.

O valor da comercialização do pêssego é reflexo da oferta e de sua apreciação pelo consumidor. A compreensão da diferença de valor entre os frutos dos diferentes cultivares e da sua relação com as características que determinam as características organolépticas do fruto torna possível o estabelecimento de uma estratégia de comercialização, visando ao aumento no consumo do fruto e na receita do produtor, além de dar subsídios aos programas de melhoramento genético (Almeida & Durigan, 2006).

O conhecimento das características químicas de frutos é de suma importância, pois gera informações indispensáveis à orientação nutricional, permitindo a composição de uma dieta saudável (Oliveira et al., 2010). Tem, ainda, a finalidade de controle de qualidade do fruto; de desenvolvimento de novos produtos e da monitoração da legislação (Lima et al., 2006). Fornece, também, subsídios à identificação das espécies promissoras, tendo em vista o seu aproveitamento industrial e a aplicação em estudos de melhoramento genético.

O estudo de correlações entre características de interesse agronômico é de grande importância, por fornecer informações que vêm auxiliar o melhorista no processo de seleção (Daros et al., 2004), porque a eficiência de seleção pode ser aumentada com a utilização de características correlacionadas, eliminando-se medições demoradas (Cruz et al., 2004). Além do mais, a obtenção de ganhos genéticos e a classificação dos genótipos superiores são, em muitos casos, obtidas conjuntamente (Borges et al., 2011).

Quando variáveis são associadas por meio de coeficientes de correlação simples, deve-se ter grande cuidado na interpretação dos resultados, uma vez que os coeficientes obtidos podem não representar uma medida real de causa e efeito, produzindo grandes equívocos a respeito da real relação entre duas características. A magnitude desse coeficiente pode dever-se ao fato de que sobre as duas características que se procura relacionar existe o efeito de uma terceira, ou de um grupo de características (Ahmad & Sallem, 2003).

A correlação parcial, por sua vez, é uma medida mais informativa sobre a relação entre as características, já que é estimada, removendo-se os efeitos de outras características sobre a associação estudada (Cruz et al. 2004).

Considerando os poucos estudos relacionados com o conhecimento das relações entre características físicas e químicas de frutos de pessegueiro, produzidos em região de clima subtropical, torna-se importante entender essas relações e como o melhoramento de uma característica pode influenciar nas demais, auxiliando nas tomadas de decisão, durante a seleção para a obtenção dos resultados pretendidos no melhoramento da cultura, de forma mais eficiente. Desta forma, o objetivo deste trabalho foi avaliar as relações entre características quantitativas e qualitativas de frutos de pessegueiro, cultivados em região subtropical.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Frutos de pessegueiro foram obtidos, entre 05 de novembro e 20 de dezembro de 2010, de plantas cultivadas na fazenda experimental da Universidade Federal de Viçosa (UFV), localizada no município de Araponga, MG. A área experimental situa-se nas coordenadas 20°40'S e 42°31'O, com altitude de 885 m. Foram avaliadas 5 populações de pessegueiro em geração F2, com 6 anos de idade, contendo entre 9 e 61 plantas cada, totalizando 116 indivíduos (Tabela 1). De cada planta, foram coletados 6 frutos com ponto de maturação fisiológica (desenvolvimento completo da coloração de fundo da epiderme, passando de verde para verde-amarelada ou branco-creme).

 

 

Após a colheita, os frutos foram levados para o laboratório de análises de frutas da UFV, onde se efetuaram as avaliações e a classificação de características quantitativas e qualitativas.

As seis populações estudadas neste trabalho foram escolhidas por apresentarem segregação para todas as características avaliadas.

Para a obtenção dos coeficientes de correlação, foram coletados seis frutos por planta, pois, de acordo com estudos realizados por Albuquerque et al. (2004), para R2= 90% é necessário avaliar 4,82 frutos de pêssego para medir o comprimento do fruto, 6,07 frutos para medir o diâmetro e 4,47 frutos para a firmeza.

Foram avaliadas as seguintes características dos frutos: coloração da epiderme, representada pelos valores de L, a*, b*, C e hº, (medidos na região central, em lados opostos do fruto. No padrão C.I.E. L*a*b*, a coordenada L* expressa o grau de luminosidade da cor medida (L* = 100 = branco; L* = 0 = preto). A coordenada a* expressa o grau de variação entre o vermelho e o verde (a* mais negativo = mais verde; a* mais positivo = mais vermelha) e a coordenada b* expressa o grau de variação entre o azul e o amarelo (b* mais negativo = mais azul; b* mais positivo = mais amarelo). O hº (ângulo hue) é o ângulo entre a hipotenusa e 0º no eixo a* e é calculado por: hº = tg-1(b*/a*) e, para interpretação apropriada, o hº varia de 0 a 360º, sendo 0º - vermelho, 90º - amarelo, 180º - verde e 270º - azul (McGuire, 1992). Para a análise dos dados, utilizaram-se apenas os parâmetros b* e h°; diâmetro médio do fruto (D) (obtido por meio da média entre os diâmetros equatoriais e suturais); comprimento do fruto (C); firmeza da polpa (FMZ), medida com penetrômetro digital, com ponteira de 8mm, em um lado do fruto, após a remoção da epiderme, sendo os resultados expressos em kg; o teor de sólidos solúveis (SS), acidez titulável (AT) e teor de vitamina C (VITC) foram medidos em amostras compostas da polpa, de acordo com (AOAC, 1997); percentagem de vermelho na epiderme (% VER), realizada visualmente pela atribuição de notas de 0 a 100, de acordo com a área coberta do fruto com pigmento vermelho; cor da polpa (CORP), discriminada pelas notas 1 - branca e 2 - amarela; aderência do caroço (AC), discriminada pelas notas 1 - aderido, 2 - semiaderido e 3 - solto; consistência da polpa (CP), discriminada pelas notas 1 - fundente e 2 - não fundente, avaliadas por meio de compressão com o polegar sobre o fruto, sendo considerados não fundentes aqueles que não apresentavam aprofundamento da polpa, quando submetidos à pressão; época de colheita (EC), discriminada por notas referentes às datas de colheita: 1 - 05/11, 2 - 10/11, 3 - 19/11, 4 - 30/11, 5 - 8/12, 6 - 14/12 e 7 - 20/12.

A partir dos dados das características avaliadas foram obtidos os coeficientes de correlação de Pearson e, com estes, foram calculadas as correlações parciais entre as variáveis, pela seguinte expressão:

; em que cij= elemento ij da inversa da matriz de correlação simples.

O coeficiente de determinação parcial foi testado pela estatística t, dada por: , associada a n - v graus de liberdade; sendo: n= número de pares de observações e v = número de variáveis = m + 2. As análises foram realizadas, utilizando-se o Programa Compu-tacional Genes (Cruz, 2006).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A ANAVA dos valores obtidos para as características quantitativas mostrou a existência de diferenças significativas entre as médias dos genótipos, para todos os caracteres avaliados, demonstrando a existência de variabilidade na população em estudo (Tabela 2).

Observou-se grande variação nas características qualitativas e quantitativas de frutos nos genótipos de pessegueiro avaliados, principalmente quanto à coloração da epiderme (ângulo hue e percentagem de vermelho) e à firmeza da polpa (Tabelas 3 e 4). Wagner Júnior et al. (2011), avaliando 17 populações de pessegueiro, relataram que a firmeza da polpa variou de 3,2 a 7,8 libras e a percentagem de vermelho da epiderme de 56,9 a 96,0%, variação bem menor do que a encontrada neste trabalho (Tabela 3). Houve correlação significativa entre algumas características em estudo (Tabela 5). A classificação de intensidade da correlação para p < 0,01 é considerada muito forte (r ± 0,91 a ± 1,00), forte (r ± 0,71 a ± 0,90), média (r ± 0,51 a ± 0,70) e fraca (r ± 0,31 a ± 0,50) (Guerra & Liveira, 1999). Desta forma, houve correlação positiva de intensidade média entre as coordenadas b* e h° da epiderme.

Para as características diâmetro e comprimento, houve correlação positiva de intensidade média, indicando que, para pêssego, quanto maior o comprimento maior será o diâmetro (Tabela 5). A relação entre o comprimento e o diâmetro dos frutos (C/D) é utilizada para avaliar seu formato, sendo que características de formato dos frutos são exigidas pelas indústrias de processamento (Fortaleza et al., 2005). Segundo Albuquerque et al. (2000), entre os cultivares brasileiros, existe a predominância de frutos globosos-oblongos, com ligeiro ápice (relação C/D maior que 1,0). No entanto, existem genótipos cultivados em outros países que possuem formatos achatados, com diâmetro maior que o comprimento, podendo resultar em menores correlações entre estas medidas.

Houve correlações negativas de intensidade fraca entre a percentagem de vermelho e a coordenada b* e da percentagem de vermelho com a coordenada h° (Tabela 5), o que era de se esperar, pois, quanto mais cobertura com pigmento vermelho apresentar a epiderme do fruto, menor será o restante com pigmentação de fundo (amarela ou branco-creme). Observa-se correlação positiva significativa entre b* e a cor de polpa dos frutos (Tabela 5), indicando que pêssegos com maior quantidade de amarelo na epiderme geralmente apresentam polpa amarela.

Pêssegos de polpa branca tendem a apresentar maior teor de sólidos solúveis, o que é indicado pela correlação negativa entre as duas variáveis (Tabela 5), enquanto pêssegos amarelos são geralmente mais ácidos, o que é indicado por correlação positiva de pequena magnitude, mas significativa a 5% de probabilidade . Gil et al. (2002), avaliando caraterísticas químicas em frutos de pêssegos e nectarinas, observaram maior acidez titulável e menor pH em frutos de polpa amarela do que em frutos de polpa branca, em ambos os casos.

A consistência da polpa teve correlação positiva com a cor da polpa (Tabela 5), o que indica que frutos com coloração de polpa branca tendem a ser de polpa fundente. Atualmente, existe a tendência de se desenvolverem cultivares de pêssegos com textura de polpa não fundente, para consumo in natura, especialmente aqueles de maturação precoce (Raseira & Nakasu, 2006; Giovannini et al., 2006).

Os pêssegos com polpa não fundente são mais firmes, como pode ser observado pela correlação positiva entre a consistência da polpa e firmeza (Tabela 3). Como consequência, pêssegos com polpa não fundentes têm maior resistência ao transporte e ao manuseio.

Para época da colheita, observou-se correlação positiva (Tabela 5) com a firmeza dos frutos, indicando que, quanto mais tardios, maior firmeza de polpa, o que se torna interessante, tanto para consumo in natura, por ter maior resistência ao transporte, como também para a produção de pêssego em calda, pois mantém o formato após cozimento.

A firmeza dos frutos é uma característica poligênica e com baixa herdabilidade (0,07 e 13%, segundo Scorza & Sherman (1996) e Hansche et al (1972), respectivamente). Por apresentar baixa herdabilidade, esta característica pode ter ganhos aumentados, quando existe outra característica associada de alta herdabilidade, como é o caso da época de maturação, com h2 de 84% (Hansche et al, 1972). Segundo DePauw et al., (2007), a seleção indireta seria a mais efetiva, quando a correlação entre os dois caracteres fosse alta e positiva, e a herdabilidade do caráter secundário fosse maior que a do caráter de interesse.

Houve correlação negativa entre a época de colheita e o teor de vitamina C dos frutos (Tabela 5), o que indica que frutos mais tardios possuem menor teor de vitamina C. No entanto, a magnitude do valor encontrado é muito pequena. Pêssegos mais tardios proporcionam menores valores de b*, o que é indicado pela correlação negativa entre as duas variáveis e menores valores de percentagem de vermelho na epiderme (Tabela 5), sendo, portanto, pêssegos de coloração de epiderme mais clara.

 

CONCLUSÕES

Correlações parciais significativas de intensidades médias e fracas foram obtidas entre características qualitativas e quantitativas de frutos de pessegueiro, cultivados em região subtropical.

Características qualitativas podem indicar a direção de variação de características quantitativas, em pessegueiro sob condições subtropicais, como as associações observadas entre cor de polpa e firmeza de polpa, cor de polpa e teor de sólidos solúveis e entre aderência de caroço e acidez titulável.

Frutos mais tardios apresentam, geralmente, maior firmeza de polpa, menores teores de vitamina C e menos pigmentação amarela na epiderme.

 

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Recebido para publicação em 29/09/2011
Aprovado em 17/09/2012

 

 

1 Trabalho desenvolvido com apoio financeiro da CAPES, CNPq e FAPEMIG.

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