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Revista de Administração de Empresas

Print version ISSN 0034-7590

Rev. adm. empres. vol.35 no.3 São Paulo May/June 1995

http://dx.doi.org/10.1590/S0034-75901995000300007 

ARTIGOS

 

Análise dinâmica do capital de giro: o modelo Fleuriet

 

 

José Augusto Veiga da Costa MarquesI; Roberto BragaII

IProfessor Assistente do Departamento de Contabilidade da FEA/UFRJ e Doutorando em Administração Contábil e Financeira na EAESP/FGV
IIPesquisador e Professor Doutor da FEA/USP

 

 


Palavras-chave: Liquidez, solvência, investimento operacional em giro, capital circulante líquido, lucro bruto operacional, fluxo de caixa operacional, modelo Fleuriet, capital de giro, desempenho operacional, rentabilidade.


Key words: Liquidity, solvency, current operational investment, net working capital, operational gross profit, operational cash flow, Fleuriet model, working capital, operational performance, rentability.


 

 

Texto completo disponível apenas em PDF.

Full text available only in PDF format.

 

 

Artigo recebido pela Redação da RAE em dezembro/1994, avaliado em janeiro/1995 e aprovado para publicação em maio/1995.

 

 

1. FLEURIET, Michel, KEHDY, R., BlANC, G. A Dinâmica financeira das empresas brasileiras. 2. ed. Belo Horizonte: Fundação Dom Cabral, 1980.         [ Links ]
2. BRASil, H. V., BRASil, H. G. Gestão financeira das empresas: um modelo dinâmico. 2. ed. Quality Mark Editora: Fundação Dom Cabral, 1993.         [ Links ]
3. SILVA, José P. Análise financeira das empresas. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1993.         [ Links ]
4. BRAGA, Roberto. Análise avançada do capital de giro. São Paulo: FEA/USP, n. 3, set. 1991 (Cadernos de Estudo FIPECAFI).         [ Links ]
5. HEATH, L. C. Is working capital really warking? Journal of Accountancy, New York, Aug 1980.         [ Links ]
6. O gasto total incorrido consta dos ajustes ao resultado contábil para cálculo do capital de giro gerado das operações, item que compõe a DOAR.
7. Em verdade Fleuriet citou apenas o caso do encargo da depreciação, quase sempre o provisionamento relativo mais relevante em termos de valor.
8. Como será comentado adiante, essa variação significa a alteração verificada no investimento operacional em Giro durante o exercício.
9. MARQUES, J. A, FRANCISCO FILHO, J. Margens de Lucro: Um Modelo Alternativo. Conjuntura Econômica, FGV, Rio de Janeiro, out. 1991.         [ Links ]
10. Statement of Financial Accounting Standards nº 95. Statement of Cash Flows. Financial Accounting Series, Financial Accounting Standards Board of the Financial Accounting Foundation, Nov. 1987.
11. Denominação utilizada no estudo original de Fleuriet. Silva empregou o primeiro termo, sendo depois seguido por outros autores.
12. BRAGA, Roberto. Análise avançada do capital de giro. Op. cit., p. 17-21.
13. O estudo original de Fleuriet citou quatro tipos de estrutura financeira, mas apontou para a existência de outras duas possibilidades. Braga descreveu as seis formas de estrutura.
14. Os valores foram calculados pela diferença entre os IOGs final e inicial respectivos, esse último corrigido para moeda de 31-12-1993.

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