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Revista de Saúde Pública

Print version ISSN 0034-8910On-line version ISSN 1518-8787

Rev. Saúde Pública vol.12 no.4 São Paulo Dec. 1978

http://dx.doi.org/10.1590/S0034-89101978000400001 

ARTIGO ORIGINAL

 

Prevalência da infecção por Trypanosoma cruzi, em 1975, em dois bancos de sangue de Londrina, Paraná, Brasil

 

Prevalence of infection by Trypanosoma cruzi in 1975, in two blood banks in Londrina, Paraná, Brazil

 

 

José Luís da Silveira BaldyI; Lauro TakaokaI; José Dirceu PereiraII; Arnaldo Antônio CalixtoIII; Eliane de Fátima DuarteIV

IDo Departamento de Clínica Médica. Centro de Ciências da Saúde (CCS). Universidade Estadual de Londrina (UEL). Caixa Postal 2111 – 86.100 – Londrina, PR – Brasil
IIDo Departamento de Patologia Clínica do CCS/UEL
IIIDo Banco de Sangue do Hospital Universitário de Londrina do CCS/UEL e do Instituto de Hematologia e Hemoterapia de Londrina
IVSextanista do Curso de Medicina da UEL

 

 


RESUMO

Foi realizado inquérito sobre a positividade de reações sorológicas para o diagnóstico de tripanossomíase americana, em 4.500 candidatos a doadores não selecionados, atendidos em 1975, em dois bancos de sangue de Londrina, Paraná, Brasil. Observou-se resultado positivo da reação de fixação do complemento em 299 (7,9%) dos 3.774 candidatos a doadores atendidos no Banco de Sangue do Hospital Universitário (indivíduos residentes predominantemente na zona rural), tendo também sido positivos os resultados da reação de fixação do complemento e do teste de imunofluorescência indireta em 38 (5,2%) dos 726 candidatos a doadores atendidos no Instituto de Hematologia e Hemoterapia (indivíduos residentes predominantemente na zona urbana). Na casuística global a positividade observada foi de 7,4%. Dentre os 337 candidatos a doadores com reação sorológica positiva, 97 (28,7%) informaram ter doado sangue anteriormente, em outro local, 71 (21,0%) dos quais em período prévio menor que um ano, e 42 (12,4%) em período prévio menor que seis meses, em relação à data do nosso exame. Comparando os dados obtidos nesta avaliação com os de inquéritos semelhantes efetuados em 1958 em bancos de sangue deste município, concluiu-se que não houve, nesse período, alteração significativa nos índices de infecção por Trypanosoma cruzi em Londrina. Chamam a atenção para a discrepância entre o reduzido número de casos de doença de Chagas pós-transfusional relatados na literatura e os altos índices de positividade de reações sorológicas para o diagnóstico de tripanossomíase americana registrados em bancos de sangue de diversas regiões do Brasil. Foi ressaltada, a importância de exigir-se maior rigor e parcimônia nas indicações de transfusões de sangue, e dada ênfase às normas que devem ser respeitadas quando o uso desse recurso terapêutico tiver indicação formal.

Unitermos: Tripanossomíase americana. Transfusão de sangue. Bancos de sangue, Londrina, PR, Brasil. Inquéritos sorológicos.


ABSTRACT

The results of an American Trypanosomiasis serologic survey, carried out in 1975 in two blood banks (4,500 unselected blood donor candidates) in Londrina, Paraná (state), Brazil are presented. Positive results were obtained in 299 (7.9%) of 3,774 blood donor candidates observed in the University Hospital and in 38 (5.2%) of 726 candidates observed in Londrina's Hematology and Hemotherapy Institute. Among the 337 positive blood donor candidates, 97 (28.7%) were found to have donated blood before, 42 (12.4%) less than six months earlier. There has been no significant change in the positivity of Chagas' disease serological reactions during the last 17 years in Londrina. Attention is called to the discrepancy between the small number of acute cases of Chagas' disease reported and the high rate of positive serologic reactions of American Trypanosomiasis in numerous blood banks in Brazil. Finally, the need to more sparingly prescribe the use of blood transfusions in this country, mainly in the endemic areas of Chagas disease, is emphasized.

Uniterms: Trypanosomiasis, South American. Blood transfusion. Blood banks, Londrina, PR, Brazil. Serological surveys.


 

 

INTRODUÇÃO

A possibilidade de a doença de Chagas ser transmitida por transfusão de sangue foi, no Brasil, originalmente sugerida por Dias19, em 1945. Desde 1952, com a publicação dos primeiros casos humanos da infecção pós-transfusional por Trypanosoma cruzi 22, a importância desse mecanismo transmissor acha-se cabalmente demonstrada, e invoca-se a prevalência de reações sorológicas positivas em candidatos a doadores de bancos de sangue como um dos índices de risco de transmissão 43.

Inquéritos realizados, a partir de 1949, em bancos de sangue de cidades localizadas em diversas regiões do Brasil, evidenciaram prevalências que variaram desde 0,0% em Santos-SP, até 21,1% em Ribeirão Preto-SP 11 (Tabela 1).

Se bem que tenham passado 25 anos, desde quando Freitas e col.22 fizeram os primeiros registros dessa ocorrência, não chega a 50 o número de casos de doença de Chagas por transfusão de sangue relatados na literatura (Tabela 2). Como enfatizaram Amato Neto e Dias 4 e Cerisola e col.16, esse número, por certo, está muito longe de corresponder à realidade.

Escassas são as publicações sobre a observação da tripanossomíase americana, na fase aguda, no Estado do Paraná. Os primeiros relatos, com comprovação parasitológica, foram os de Amato Neto 3, em 1958; novos sete casos, autóctones do Paraná, cuja transmissão também se dera pelo vetor habitual, foram descritos por Baranski e col.8, em 1965. Só recentemente, em 1976, foram relatados os primeiros casos agudos de doença de Chagas por transfusão de sangue, ocorridos no Estado do Paraná 7. Por outro lado, Queiroz e Pascual 40 e Brofman 12, em 1958, em inquéritos realizados em dois bancos de sangue de Londrina-PR, evidenciaram positividade sorológica em, respectivamente, 6,9% e 7,0% dos candidatos a doadores examinados.

Considerando-se que a doença de Chagas é uma das mais importantes endemias brasileiras 39, havendo em nosso país aproximadamente quatro milhões de indivíduos infectados 31; que são poucas as referências a respeito da situação atual da tripanossomíase americana no Estado do Paraná; que é muito recente, de 1976, o relato dos primeiros casos de doença de Chagas aguda pós-transfusional neste Estado 7; e em face de o Norte do Paraná ter sofrido grande mudança em sua ecologia, sobretudo como conseqüência da intensa migração interna, derrubadas de matas e diversificação da agricultura, consideramos oportuno publicar os dados deste inquérito.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Foi feita avaliação dos resultados das reações sorológicas para o diagnóstico de tripanossomíase americana, realizadas em 4.500 candidatos a doadores atendidos em 1975 no Banco de Sangue do Hospital Universitário de Londrina e no Instituto de Hematologia e Hemoterapia de Londrina, Paraná. Nos 3.774 candidatos a doadores atendidos no Hospital Universitário foi feita reação de fixação do complemento e nos 726 candidatos do Instituto de Hematologia foram realizados testes de imunofluorescência indireta e reação de fixação do complemento. Os candidatos a doadores do Banco de Sangue do Hospital Universitário eram familiares de doentes internados ou pessoas de seu relacionamento, oriundos em maioria da zona rural do Norte do Paraná, enquanto no Instituto de Hematologia os candidatos a doadores eram indivíduos gratificados, que acorreram ao local da coleta espontaneamente ou quando convocados publicamente, sendo de forma invariável moradores da zona urbana do município de Londrina.

 

RESULTADOS

A reação de fixação do complemento para doença de Chagas, realizada no soro de 3.774 candidatos a doadores do Banco de Sangue do Hospital Universitário de Londrina foi positiva em 299 (7,9%). Setenta e cinco (25,0%) desses indivíduos referiram ter doado sangue previamente em outro local; dentre eles, 30 (10,0%) o haviam feito no período de seis meses, e 53 (17,7%) no período de um ano antes da realização do nosso exame.

No Instituto de Hematologia e Hemoterapia de Londrina, registrou-se positividade da reação de fixação do complemento e do teste de imunofluorescência indireta em 38 (5,2%) dos 726 candidatos a doadores atendidos. Vinte e dois (57,8%) referiram ter doado sangue anteriormente em outro local; dentre eles, 12 (31,5%) o haviam feito no período de seis meses, e 18 (47,3%) no período de um ano antes da realização do nosso exame.

Em relação aos 4.500 candidatos a doadores da casuística global, o índice de prevalência da infecção por Trypanosoma cruzi foi de 7,4%. Noventa e sete (28,7%) dos 337 indivíduos com reação sorológica positiva informaram ter doado sangue anteriormente, e, dentre eles, 71 (21,0%) tinham feito doação de sangue no período de um ano, e 42 (12,4%) no período de seis meses que antecedeu a realização do nosso exame.

 

COMENTÁRIOS E CONCLUSÕES

O local de residência dos candidatos a doadores (predominantemente rural, no Hospital Universitário, e predominantemente urbano, no Instituto de Hematologia) permite-nos considerar que a prevalência de 7,4% da positividade de reações sorológicas para o diagnóstico da tripanossomíase americana, registrada em nosso inquérito, constitui um índice preciso da situação epidemiológica atual dessa infecção no município de Londrina-PR.

Nossos dados, obtidos em 1975, juntamente com os de Brofman 12 e de Queiroz e Pascual 40, de 1958, indicam que a prevalência da infecção chagásica – avaliada por intermédio de reações sorológicas em bancos de sangue – não sofreu modificação significativa nesse período, em Londrina-PR. Considerando-se esse fato e os dados da Tabela 1, e conhecendo-se a possibilidade de eventuais resultados negativos da reação de fixação do complemento em indivíduos comprovadamente infectados 14,33,41,42, temos de admitir que o relato de apenas três casos da doença de Chagas aguda pós-transfusional no Estado do Paraná 7, entre os 44 casos registrados na literatura (Tabela 2), não deve corresponder ao que tem ocorrido na realidade. Serve também de apoio a essa argumentação a freqüência muito alta de doação de sangue anterior (28,7%) entre os doadores infectados de nossa casuística, que alcançou 57,8% nos indivíduos com sorologia positiva atendidos no instituto de Hematologia (doação gratificada). Com base nesses dados, é justo presumir que deve ser elevado o número de candidatos a doadores – especialmente os remunerados, que procuram os bancos de sangue particulares – que omitem o resultado de testes sorológicos feitos em outras oportunidades. Levando-se também em conta que as infecções agudas por Trypanosoma cruzi – assintomáticas ou oligossintomáticas na maioria dos pacientes – são clinicamente diagnosticáveis em pequena percentagem de casos (em somente 5% dos infectados, segundo Cerisola 16 e col.) parece-nos bem fundamentada a hipótese de que a ocorrência da infecção chagásica por transfusão de sangue deve ser muito mais comum em nosso país.

Sendo, pois, diversos os fatores que aumentam o risco de transmissão da tripanossomíase americana por intermédio de transfusão de sangue – nem todos controláveis com rigor absoluto –, impõe-se submeter as indicações de transfusão de sangue a rigorosa crítica. O uso terapêutico de sangue e de seus derivados deve ser parcimonioso, reservado para os casos em que há indicação formal. Nessas eventualidades, deverá sempre exigir-se a realização prévia, com métodos rigorosamente padronizados, de testes sorológicos para o diagnóstico da tripanossomíase americana; por outro lado, empregar-se-á exclusivamente sangue adicionado com violeta de genciana 16,26,32-34,42 nas transfusões efetuadas em áreas endêmicas da doença de Chagas, ou em qualquer local onde não se possa dispor de recursos para avaliação sorológica de todos os candidatos a doadores. Mais uma vez, é oportuno lembrar a possibilidade de eventuais resultados negativos, mesmo quando se utilizam técnicas adequadas, em testes de fixação do complemento feitos com sangue de doadores comprovadamente infectados 14,33,41,42. Nas transfusões de urgência, particularmente de sangue fresco, em que não há tempo para realização de testes sorológicos dos novos doadores, deve-se recorrer a doadores cadastrados, com reações sorológicas negativas no último controle.

Sempre que indicar transfusão de sangue – sobretudo quando houver desrespeito a essas normas –, o médico brasileiro, especialmente o que trabalha nas áreas endêmicas de doença de Chagas, deve estar atento à possibilidade da ocorrência de infecções agudas pós-transfusionais por Trypanosoma cruzi com vista à realização de diagnóstico rápido e preciso, e imediata indicação de terapêutica específica 17.

 

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Recebido para publicação em 04/11/1977
Aprovado para publicação em 13/04/1978

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