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Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical

Print version ISSN 0037-8682On-line version ISSN 1678-9849

Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.32 n.4 Uberaba July/Aug. 1999

https://doi.org/10.1590/S0037-86821999000400003 

ARTIGO

Influência do período de quiescência dos ovos sobre o ciclo de vida de Aedes aegypti (Linnaeus, 1762) (Diptera, Culicidae) em condições de laboratório

Influence of eggs quiescence period on the Aedes aegypti (Linnaeus, 1762) (Diptera, Culicidae) life cycle at laboratory conditions

 

Heloisa Helena Garcia da Silva e Ionizete Garcia da Silva

 

 

Resumo Estudou-se a influência do período de quiescência dos ovos no ciclo de vida de Aedes aegypti (Linnaeus, 1762) (Diptera, Culicidae) em condições de laboratório, na busca de informações que possam melhorar o direcionamento das ações de controle, pois sabe-se que o ovo é a forma mais resistente do ciclo biológico, possibilitando ao mosquito ampla sobrevida, devido à resistência às adversidades climáticas. Os experimentos foram realizados numa câmara biológica, mantida à temperatura de 28 ± 1oC, com umidade relativa de 80 ± 5% e fotofase de 12 horas. Apresentam-se os dados da influência de diferentes períodos de quiescência sobre a eclosão das larvas, desenvolvimento larval e pupal, ciclo evolutivo. Verificou-se o efeito altamente significativo do período de quiescência na eclosão das larvas. O período de quiescência não influenciou nas durações dos períodos de incubação, larval e pupal. Constatou-se que ovos de um mesmo período de quiescência apresentaram períodos de incubação estatisticamente diferentes entre si. As larvas eclodiam em grupos, definidos pela incubação, e este efeito de grupo foi significativo na duração do ciclo. Pode-se afirmar que, em 99,8% dos ciclos, a variação foi determinada pela incubação.
Palavras-chaves: Quiescência. Aedes aegypti. Ciclo biológico. Dengue.

Abstract The influence of the period of egg quiescence on the life cycle of Aedes aegypti (Linnaeus, 1762) (Diptera, Culicidae) was studied under laboratory conditions in order to improve the management of vector control. The eggs are known to be the most resistant stages during development, allowing a long survival of the mosquitoes under unfavorable climatic conditions. The experiments were performed in a biological chamber kept at 28 ± 1oC temperature, with 80 ± 5% relative humidity and 12 hours of photophase. Data about the influence of different periods of quiescence on eclosion, larval and pupal development and the developmentals cycle are presented. We observed a highly significant effect of the period of quiescence on larval eclosion. The period of quiescence had no influence on the duration of larval or pupal incubation. Eggs originating from the same period of quiescence showed significantly different periods of incubation The larvae emerged in groups defined by the period of incubation. This group effect was significant during the cycle. In 99.8% of the cycles the variation was determined by incubation.
Key-words: Quiescence.
Aedes aegypti. Biological cycle. Dengue.

 

 

Aedes aegypti distribui-se nas áreas tropical e subtropical do globo. Esse mosquito é o principal vetor dos quatro sorotipos do vírus do dengue que têm causado a dengue benigna e hemorrágica6 11 12 13 18 19 30 31. Além disso, teve um papel importante como vetor da febre amarela urbana5 10, e no momento, devido a sua ampla distribuição geográfica no Brasil e América Latina, constitui-se numa ameaça à reurbanização da febre amarela.

Evidências faunística, primitiva e silvestre do A. aegypti na África indicam que esse mosquito surgiu naquele continente. É provável que esse mosquito tenha sido introduzido nas Américas pelas expedições colonizadoras10, posteriormente se dispersando com a movimentação humana. No Brasil, o A. aegypti foi erradicado e reintroduzido várias vezes. Atualmente esse mosquito distribui-se em 2.719 municípios brasileiros (dados da FNS/DF-1997), ocupando todas as regiões, com poucas perspectivas de ser controlado, trazendo consigo o dengue. O intrínseco relacionamento dos problemas de gerenciamento de programas, interrupções e limitação técnico-científica inviabilizam as ações de combate, deixando sem controle, tanto o mosquito quanto a doença, que até o momento, encontram-se em expansão8 15 16 17 20 22 25 26 27.

Por não dispormos de vacina efetiva até o momento, embora haja pesquisa14 19 33, progresso e perspectivas de obtenção, e nem de tratamento específico, o combate ao vetor é a medida mais eficiente na prevenção de surtos de dengue. Para isto, é imprescindível elaborar um programa de combate, sustentado nos conhecimentos de sua biologia, distribuição, comportamento, densidade. Nesse contexto, o fenômeno da quiescência dos ovos de A.aegytpi pode significar uma forma de recrudescimento e reinfestação do mosquito, em função da resistência às adversidades climáticas. Assim, espera-se que esses dados possam contribuir na reflexão, orientação ou direcionamento das ações de controle.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O estudo da quiescência iniciou-se a partir de ovos de A. aegypti provenientes de uma ovoteca constituída de cartelas de ovos colhidas diariamente, durante um período de dois anos, e secadas por evaporação no ambiente da câmara. Dessa ovoteca retiraram-se 24 cartelas de ovos, que correspondiam a períodos de 3 a 720 dias de dessecação e armazenamento. Essas cartelas continham número variável de ovos, sendo aleatoriamente retiradas da ovoteca.

Os experimentos realizaram-se em uma câmara biológica climatizada24 a 28 ± 1oC, com 80 ± 5% de umidade relativa e fotofase cerca de 12h.

A incubação dos ovos de A. aegypti foi obtida a partir da imersão da cartela de ovos em água, examinada em intervalos de 2h para verificar as eclosões das larvas. Essas observações foram feitas durante um período de 8 meses, mantendo-se o volume de água constante, com reposições diárias, e a limpeza das bacias feita em intervalos de 7 dias.

Após a eclosão, as larvas de 1º estádio eram retiradas com o auxílio de uma pipeta de vidro, individualizadas em tubos de polietileno, transparentes, medindo 4,0cm de altura x 4,7cm de diâmetro, contendo 8ml de água. A reposição da água evaporada era feita, retirando-se a quantidade necessária de uma bacia plástica com água da rede pública de abastecimento, que ficava em repouso dentro da câmara. Com esse procedimento compatibilizava-se a temperatura da água com o ambiente climatizado, e, desta forma, evitava-se o choque térmico e, por conseguinte, a diapausa32. A alimentação era feita com ração para gatos21, triturada em gral e pistilo, e depois coada em tela fina, até se obterem finíssimas partículas. Com a ponta de uma espátula colocava-se, aproximadamente, 1,9mg de ração, em cada tubo. A reposição era feita quando se verificava diminuição ou desaparecimento da ração.

Para a alimentação das fêmeas usaram-se camundongos24, durante um período médio de 6h, em dias alternados. Os machos alimentavam-se em algodão embebido de água açucarada21.

Para que as fêmeas realizassem a oviposição um copo com o interior revestido com papel filtro foi coberto com um cone de cartolina, cortado no ápice, criando um microambiente propício à postura, e impedindo também a morte de adultos, por afogamento.

Os adultos foram mantidos nas gaiolas de acasalamento e alimentados de acordo com técnica já definida21 24. Diariamente, procedia-se à limpeza das gaiolas, com papel toalha umedecido em água.

A análise de variância e o teste de Tukey, ao nível de 5%, foram usados para comparação dos dados obtidos dos diversos períodos de quiescência. O teste de qui-quadrado de heterogeneidade foi usado na determinação da sexagem.

 

RESULTADOS

Das 24 amostras de ovos colocadas para incubar 11 apresentaram eclosão. Esta ocorreu em grupos com intervalos definidos pelo período de incubação.

Os resultados apresentados na Tabela 1 evidenciam o efeito altamente significativo do período de quiescência sobre o número de larvas eclodidas de A. aegypti, sendo que os períodos de 3 e 121 dias foram os mais favoráveis à eclosão.

 

 

Ao se calcular o coeficiente de determinação da incubação sobre o ciclo evolutivo, pode-se afirmar que 99,8% da variação do ciclo foi determinada pela incubação (Tabela 2).

 

 

O período de quiescência não influenciou nas durações dos períodos larval e pupal (Tabela 3).

 

 

Verificou-se não haver efeito do período de quiescência na sexagem, mantendo-se sempre a proporção de emergência de 1 para 1, pelo teste do qui-quadrado de heterogeneidade, ao nível de 5%. A existência de uma variável contínua ¾ período de quiescência ¾ justificou o uso do teste de tendência, para verificar se a proporção de machos e fêmeas aumentava ao longo dos períodos, mas esse efeito não foi detectado.

O período de quiescência não exerceu influência na longevidade de machos e fêmeas de A. aegypti (Tabelas 4 e 5). A longevidade de fêmeas e machos foi estatisticamente igual entre os primeiros ciclos de todos os períodos de quiescência. Constatou-se influência significativa do grupo na longevidade das fêmeas, no período de 121 dias de quiescência (Tabela 4). As fêmeas apresentaram longevidade significativamente maior do que a dos machos.

 

 

 

 

DISCUSSÃO

Existem na literatura várias teorias sobre o período de interrupção do desenvolvimento dos insetos, período que recebeu as denominações ¾ diapausa e quiescência1 3 4 9 28 29 32. Com base nesses conceitos, optou-se pelo uso do termo quiescência, por mostrar-se esse mais adequado à experimentação feita a partir da secagem das cartelas de ovos recém ovipostos, por decréscimo de umidade.

A quiescência (interrupção no desenvolvimento induzida pela baixa umidade) é uma adaptação muito importante na dispersão passiva do A. aegypti, pois possibilita o transporte de ovos resistentes (ou quiescentes) em artefatos de todo tipo. A não destruição de pneus usados pode sinalizar um mecanismo factível do aumento da dispersão do A. aegypti, tornando imprescindível a atenção da vigilância entomológica ou epidemiológica. Esse contexto pode ganhar outra dimensão quando se adiciona o efeito altamente significativo da quiescência sobre a eclosão das larvas. Foram observados, neste trabalho com ovos quiescentes, períodos de até 720 dias, porém a viabilidade foi demonstrada até o período de 492 dias. Contudo o período de 121 dias apresentou a maior taxa de eclosão, que foi de 97,2%. Este comportamento também foi observado em outro trabalho21 com períodos de 180 dias. Outros autores7 9 tinham observado esse fenômeno, porém criaram outras denominações para esses períodos prolongados, tais como: ovos resistentes, duráveis, inativos e residuais.

Seja qual for a denominação utilizada, o fenômeno da interrupção provocada por variáveis climáticas, como o decréscimo de umidade e de temperatura, dá maiores perspectivas de vida ao A. aegypti por viabilizar o recrudescimento da espécie. Com relação ao controle desse mosquito este comportamento é relevante, uma vez que os ovos aderidos às paredes de recipientes resistem à dessecação, e eclodem mais tarde quando sobe o nível da água. Além disso, a quiescência deve servir de alerta à vigilância entomológica, assim como para indicar procedimento de cautela na divulgação de resultados sobre o controle ou erradicação desse mosquito, dentro daqueles períodos já mencionados.

Ovos quiescentes de A. aegypti apresentaram grande variação no período de incubação, sendo neste trabalho de 1 a 85 dias, com eclosões em blocos ou grupos, definindo os ciclos evolutivos. Destes ciclos emergiam populações com sexagem equilibrada para o acasalamento, na razão aproximada de 1 para 1. Esse comportamento tinha sido observado21 em trabalho com ciclos idênticos, e houve diferença apenas no período de incubação, que variou de 1 a 53 dias. Esse pode ser um mecanismo que o A. aegypti utiliza para colocar na natureza de forma contínua, embora flutuante, populações de adultos em diferentes períodos, quando as condições forem favoráveis, ou para se manter quando as condições forem adversas. A partir de capturas diárias2, durante 12 meses, evidenciou-se a presença contínua do A. aegypti em Goiânia, apresentando uma flutuação com maiores densidades desse mosquito nas estações de verão e outono. O fenômeno da eclosão em grupos dentro dos períodos de quiescência, pode ser, neste caso, a explicação aceitável para a presença contínua e flutuante do A. aegypti.

A partir das eclosões em grupos, a duração do período larval e pupal mostrou-se estatisticamente igual, apresentando variações nos estádios larvares, curiosamente com alternância na duração, pois, quando se prolongava num estádio, ocorria a diminuição no outro, de forma a compensar a perda e terminar o desenvolvimento sem diferença significativa. Assim, os ciclos diferiram entre si em 99,8%, pela ação determinante da incubação. Em condições climáticas similares a deste trabalho observou-se o mesmo comportamento trabalhando com ovos que tinham 121 dias de quiescência, e obtiveram-se 5 grupos ou ciclos basicamente idênticos21.

O desenvolvimento pós-embrionário do A. aegypti, nos ciclos estudados, variou de 7 a 10 dias. Este desenvolvimento foi muito similar aos dados encontrados por outros pesquisadores9 21 23, que foram entre 6 e 11 dias.

Entre esses períodos de quiescência, o de 121 dias foi o mais favorável ao A. aegypti, apresentando taxa de eclosão e número de ciclos (grupos) significativamente maiores do que nos outros períodos.

No acompanhamento de todos os ciclos evolutivos observou-se que as larvas comiam as exúvias ficando apenas as cápsulas cefálicas. Este comportamento foi mais freqüente nas larvas de 3º e 4º estádios, sendo neste último, a ingestão de aproximadamente 100%. De acordo com alguns autores4 29 32, o tegumento dos insetos, principalmente os aquáticos, tem em sua camada externa uma cutícula composta de quitina, como elemento predominante, esclerotina, resilina e óxido de cálcio. Esses autores mostraram que na fisiologia da muda ou ecdise há reabsorção de quase todo o tegumento antes da ecdise, e elimina-se apenas a epicutícula. Esta é perdida e renovada em cada fase do desenvolvimento (crescimento); desta forma, cada muda representa, ainda, uma perda de nitrogênio e óxido de cálcio e de outras substâncias contidas na exúvia. O hábito da ingestão de exúvias, principalmente em L3 e L4, talvez seja uma maneira rápida e mais fácil de reposição dessas substâncias, principalmente quando se trabalha com dietas artificiais, não específicas.

 

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Recebido para publicação em 21/5/98

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