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Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical

versão impressa ISSN 0037-8682versão On-line ISSN 1678-9849

Rev. Soc. Bras. Med. Trop. v.32 n.5 Uberaba set./out. 1999

http://dx.doi.org/10.1590/S0037-86821999000500013 

ARTIGO

Correlação entre condições de saneamento básico e parasitoses intestinais na população de Assis, Estado de São Paulo

Correlation between sanitation conditions and enteroparasitoses in the population of Assis, São Paulo State, Brazil

 

Karin Maria Ludwig, Fernando Frei, Firmino Alvares Filho e João Tadeu Ribeiro-Paes

 

 

Resumo Foi estudada a distribuição dos enteroparasitos mais freqüentes na população de Assis, São Paulo, de 1990 a 1992. Foram analisados 18.366 exames oriundos de seis postos de atendimento sanitário (PAS): Vila Marialves, Vila Progresso, Centro, Vila Xavier, Vila Fiúza e Vila Bonfim. A prevalência de enteroparasitoses geral foi 23,3%. Os enteroparasitos mais encontrados foram: Giardia intestinalis (8,7%), Ascaris lumbricoides (5,5%), Trichuris trichiura (2,4%) e Hymenolepis nana (1,9%). Na Vila Marialves, região de baixo nível sócio-econômico essas freqüências foram, respectivamente: 17%; 13,1%; 5,9% e 4,2%. A faixa etária 3 a 12 anos apresentou maior número de indivíduos parasitados. Estabeleceu-se uma correlação entre as condições de saneamento básico, expressos pelo número de ligações de água e esgoto, e a freqüência de parasitoses. Houve queda na freqüência de parasitoses nos PAS entre 1990 e 1992, coincidindo com o aumento do número de ligações de água e esgoto nestas regiões.
Palavras-chaves: Enteroparasitoses. Prevalência. Saneamento básico. Epidemiologia.

Abstract The distribution of the most frequent enteroparasites in the population of Assis, State of São Paulo, was studied from 1990 to 1992. A total of 18,366 medical examinations from six sanitary care centers in the neighbourhoods of Marialves, Progresso, city center, Xavier, Fiúza and Bonfim were analized. The general prevalence of enteroparasites was 23.3%. The most frequently found enteroparasites were: Giardia intestinalis (8.7%), Ascaris lumbricoides (5.5%), Trichuris trichiura (2.4%) and Hymenolepis nana (1.9%). In Marialves, a low income neighborhood, the prevalences were: 17%; 13.1%; 5.9% and 4.2%, rspectively. The age group from 3 to 12 years showed the largest number of infected individuals. There was a correlation between basic sanitation conditions, expressed as the number of places connected to the city water and sewage systems, and the prevalence of parasites. There was also a decrease of parasite prevalence in all sanitary care centers from 1990 to 1992, which coincided with the increase in the number of new water and sewage systems in these neighborhoods.
Key-words: Enteroparasitosis. Prevalence. Sanitation. Epidemiology.

 

 

As parasitoses intestinais constituem-se num grave problema de saúde pública, sobretudo nos países do terceiro mundo, sendo um dos principais fatores debilitantes da população, associando-se freqüentemente a quadros de diarréia crônica e desnutrição, comprometendo, como conseqüência, o desenvolvimento físico e intelectual, particularmente das faixas etárias mais jovens da população14 15 17.

Em decorrência dos efeitos deletérios à saúde dos indivíduos e sobretudo, das repercussões econômicas, vários programas tem sido dirigidos para o controle das parasitoses intestinais em diferentes países, mas, infelizmente, constata-se um descompasso entre o êxito alcançado nos países mais desenvolvidos e aquele verificado nas economias mais pobres. Além do custo financeiro das medidas técnicas, a falta de projetos educativos com a participação da comunidade dificultam a implementação das ações de controle. Há que se considerar, portanto, que além da melhoria das condições sócio-econômicas e de infra-estrutura geral, o engajamento comunitário é um dos aspectos fundamentais para a implantação, desenvolvimento e sucesso dos programas de controle5 13 17.

Está bem estabelecido que as parasitoses intestinais são mais freqüentes em regiões menos desenvolvidas, considerado o sentido mais amplo da palavra16. Nos países subdesenvolvidos as parasitoses intestinais atingem índices de até 90%, ocorrendo um aumento significativo da freqüência à medida que piora o nível socio-econômico1 9. Pesquisas populacionais sobre parasitos intestinais foram realizados em diversas regiões do Brasil e mostram freqüências bastante diferentes, de acordo com as condições locais de saneamento e características da amostra analisada3 4 5 8 9 11 12 13 15 16 17.

No presente trabalho, procurou-se dimensionar alguns parâmetros epidemiológicos das principais enteroparasitoses em indivíduos da cidade de Assis, SP de acordo com o local de residência e faixa etária, bem como correlacionar as freqüências encontradas com as condições de saneamento básico das diferentes regiões da cidade.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Foram analisados os resultados de 18.366 exames parasitológicos de fezes, realizados pelo Centro de Saúde de Assis, Estado de São Paulo, durante o período de 1990 a 1992. O material desses exames foi recebido pelos seis postos de atendimento sanitário (PAS): Vila Marialves, Vila Progresso, CSI-Centro, CSIII-Vila Xavier, Vila Fiúza e Vila Bonfim, cuja localização e bairros beneficiados de cada uma dessas regiões da cidade de Assis se encontra na Figura 1. Estas amostras eram recebidas aleatoriamente, de acordo com os pedidos médicos, o que quer dizer que os pacientes que procuravam os PAS não apresentavam exclusivamente queixas relacionadas a parasitoses intestinais.

 

 

Todas as amostras analisadas foram submetidas aos exames coproparasitológicos de sedimentação espont,nea7.

Os dados de ligações de água e esgoto, como indicadores de saneamento básico, foram obtidos junto à SABESP — Companhia Paulista de Saneamento Básico, regional de Assis e se encontram na Figura 2, enquanto a população de cada uma destas regiões atendidas pelos Postos de Atendimento Sanitário (PAS) foi obtida junto ao IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) — Assis e pode ser encontrada na Figura 1, de acordo com a sua localização na cidade de Assis.

 

 

A partir dos resultados dos exames foram calculadas as prevalências dos parasitos intestinais encontrados e a distribuição dessas prevalências foi analisada quanto a faixa etária em intervalos de 3 anos.

A análise dos dados obtidos foi feita em três etapas: a) estudo descritivo das seis regiões assistidas pelos postos de atendimento sanitário e da cidade de Assis como um todo; b) verificação da hipótese de diferenciabilidade nos PAS e nas faixas etárias, quanto à prevalência parasitológica; c) análise de correlação entre a freqüência parasitológica e as condições de saneamento básico.

Assis localiza-se na região oeste do Estado de São Paulo, sendo o centro da cidade situado entre 22o40' paralelo e 50o25' meridiano. O clima da região é temperado brando, com inverno seco e verão quente e chuvoso. Apresenta um índice pluviométrico de 1250mm/ano e a temperatura média anual é de 22oC, com a média no mês mais quente (janeiro) entre 24 e 25oC e do mês mais frio (julho) entre 17 e 18oC.

 

RESULTADOS

Foram analisados exames coproparasitológicos de 18.366 indivíduos, nos períodos de 1990 a 1992, e o percentual de parasitos intestinais na amostra estudada foi de 23,3%. Os resultados evidenciaram também que 12,2% dos indivíduos apresentaram protozoários não patogênicos como: Entamoeba coli (9%), Endolimax nana (2,9%) e Iodamoeba butschilii (0,3%).

Quanto à distribuição total de enteroparasitos na população estudada (Figura 3) observa-se uma tendência ao decréscimo progressivo na prevalência de protozoários e helmintos, evidenciando-se esta queda a partir de 1991. Verifica-se, ainda, pela análise da Figura 2, uma diminuição mais expressiva da prevalência para os helmintos com um decréscimo de aproximadamente 60% de 1990 a 1992.

 

 

Considerando a distribuição dos parasitos nas regiões servidas pelos PAS, verificamos que as freqüências variam, inclusive dentro de um mesmo posto de atendimento sanitário ao longo do período analisado (Figura 4). A distribuição total de cada tipo de enteroparasito nos PAS é indicada na Tabela 1. Na amostra analisada merecem destaque, como enteroparasitos mais encontrados nos seis PAS, Giardia intestinalis (8,7%), Ascaris lumbricoides (5,5%) e Trichuris trichiura (2,4%).

 

 

 

A partir da Figura 4 e Tabela 2, pode-se verificar que no final dos três anos analisados, as freqüências mais elevadas de enteroparasitos foram encontradas nas populações que utilizam os PAS da Vila Marialves (45,1%), Vila Progresso (28,6%) e CSIII- Vila Xavier (37,3%), que são regiões periféricas da cidade e que abrangem as populações de nível sócio-econômico mais baixo, enquanto freqüências menores foram encontradas nas populações dos PAS do Bairro Bonfim (16,2%) e CSI-Centro (17,6%) que englobam as populações com nível sócio-econômico melhor que o da população anteriormente mencionada. Sendo que na Vila Fiúza, observa-se uma porcentagem de casos positivos de aproximadamente 20%, bairro onde se encontrava um conjunto habitacional em formação, recebendo famílias provenientes de diferentes regiões da cidade.

 

 

Observando-se ainda a Figura 4, podemos verificar que, de um modo geral, houve um decréscimo nos casos positivos de enteroparasitoses intestinais entre 1990 e 1992, o que coincide com o aumento das ligações de água e esgoto em todas as regiões da cidade de Assis, como pode ser observado nas Figura 2 e Tabela 4.

 

 

 

 

Quanto à freqüência de enteroparasitos observadas em diferentes faixas etárias durante o período de estudo (Figura 5), verifica-se que na faixa etária de 3 a 6 anos encontram-se as freqüências mais elevadas (38,2%). Na faixa de 6 a 9 anos incidência continua elevada (32,7%), porém com tendência ao decréscimo que se mantém com o aumento da faixa etária, verificando-se freqüências relativamente baixas (12,3%) para os maiores de 18 anos. Para todas as faixas etárias enteroparasitos mais encontrados foram Giardia intestinalis, Ascaris lumbricoides e Trichuris trichiura (Tabela 3).

 

 

A Tabela 4 mostra as relações entre as ligações de água e esgoto nas diversas regiões de Assis, como um índice de saneamento para a população atendida pelos PAS. Como pode ser observado existe uma relação direta entre o número de ligações de água e esgoto e um decréscimo na porcentagem de exames positivos dentro da amostra analisada.

 

DISCUSSÃO

Alguns trabalhos têm relacionado a freqüência das parasitoses intestinais com alguns fatores ambientais, sócio-econômicos e condições de saneamento básico6 8 9.

Os enteroparasitos mais encontrados nas populações dos seis postos de atendimento sanitário (Tabela 1) foram, em ordem decrescente: Giardia intestinalis, Ascaris lumbricoides e Trichuris trichiura. Fazendo um paralelo com os resultados obtidos por diferentes autores pode-se observar que as freqüências dos parasitas Giardia intestinalis (8,7%), Ascaris lumbricoides (5,5%) e Trichuris trichiura (2,4%), encontrados na cidade de Assis, como um todo, são mais baixos, relativamente àqueles verificados em outros levantamentos. Em levantamento por amostragem realizado na cidade de São Paulo8, os autores obtiveram freqüências de, respectivamente, 14,5%; 16,4% e 12,6%. Em um trabalho desenvolvido entre moradores na CECAP, distrito de Botucatu15, as freqüências obtidas para cada um desses parasitos foram, respectivamente, de: 9,7%; 7,6%; 17,3%. Posteriormente, na mesma cidade de Botucatu4, um levantamento entre escolares de um região peri-urbana apresentou freqüências de 10%; 11,5 % e 16,4%. Quando se considera os dados do PAS de Vila Marialves, que apresenta a maior prevalência de parasitoses e os piores indicadores sócio-econômicos entre as regiões consideradas no presente levantamento (Tabela 1) obtém-se freqüências de: G. intestinalis (17%), A. lumbricoides (13,1%) e T. trichiura (5,9%). Apreende-se desses dados que as freqüências de G. intestinalis nas regiões abrangidas pelo PAS de Vila Marialves superam àquelas obtidas nos levantamentos acima citados, inclusive aquela de 13% obtida numa área de ocupação por população de baixa renda do Município de Guarulhos (SP)2. A prevalência de T. trichiura é expressivamente menor que os demais levantamentos, podendo-se inferir a possibilidade desse parasito estar sendo laboratorialmente sub-diagnosticado. Considerando-se as formas de transmissão da G. intestinalis decorre, particularmente, da água contaminada é fundamental uma reavaliação do quadro atual das parasitoses, buscando-se a identificação das causas e possíveis focos de contaminação, responsáveis pela manutenção das parasitoses com freqüências tão elevadas.

Quanto à freqüência de enteroparasitos observadas em diferentes faixas etárias durante o período de estudo (Figura 5), constata-se, a partir do primeiro ano de vida, um aumento progressivo na freqüência de enteroparasitoses, sendo que na faixa de 3 a 6 anos obtém-se a freqüência mais elevada (38,2%). Embora mantendo freqüências elevadas a partir do 6 anos observa-se uma tendência à queda progressiva das freqüências. Para os maiores de 18 anos as freqüências são relativamente baixas (12,3%). Diferentes autores3 14 realizaram trabalhos de estudo sobre a freqüência de enteroparasitoses em diferentes faixas etárias, determinando que a faixa etária com índices mais elevados é a de 5 a 12 anos, situação muito semelhante à verificada no presente estudo, no qual as maiores freqüências foram observadas de 3 a 12 anos. As crianças estão mais expostas à contaminação em função do desconhecimento dos princípios básicos de higiene e da maior exposição a partir do intenso contato com o solo, que funciona como um referencial lúdico em torno do qual desenvolvem uma série de jogos e folguedos. Postula-se para uma série de parasitos, particularmente para o A. lumbricoides, que o decréscimo na ocorrência com o passar da idade, ou seja, as baixas taxas de incidência e prevalência em adultos, estariam condicionadas não só a uma mudança de hábitos, mas também ao desenvolvimento de imunidade progressiva e duradoura contra tais parasitos10.

As freqüências mais elevadas de enteroparasitos, no presente estudo (Figura 3 e Tabela 3), foram observadas nas populações que utilizam os PAS da Vila Marialves (45,1%), Vila Progresso (28,6%) e CSIII-Vila Xavier (37,2%), que são regiões periféricas da cidade e que abrangem as populações de nível sócio-econômico mais baixo, enquanto freqüências menores foram encontradas nas populações dos PAS do Bairro Bonfim (16,2%) e CSI-Centro (17,6%) que englobam as populações com um com melhor nível sócio-econômico. A relação entre nível sócio-econômico, condições de saneamento básico e ocorrência de parasitoses tem sido objeto de numerosos estudos11 15, ressaltando-se um levantamento realizado no Município de São Paulo, no qual os autores verificaram uma diferença de até nove vezes na prevalência existente entre os extratos sócio-econômicos extremos da população11.

Os resultados decorrentes de Vila Fiúza (Figura 3 e Tabela 3), merecem uma análise particular. O bairro à época do levantamento estava em formação, com crescimento populacional acelerado. A construção de um novo conjunto habitacional popular naquela região atraiu uma população predominantemente de trabalhadores não especializados e/ou de baixa renda familiar. Apesar disso apresentou, no contexto geral da cidade, uma freqüência relativamente baixa de parasitoses intestinais (19,1%), havendo inclusive a possibilidade de que algumas das parasitoses diagnosticados no PAS de Vila Fiúza poderiam, na verdade, ter sido contraídos no bairro de origem das famílias que agora passavam a ocupar o novo conjunto habitacional. Por outro lado o bairro implantava-se com uma infra-estrutura de saneamento básico inicial adequada, apresentando a melhor relação entre população e número de ligações de água e esgoto (Figura 4 e Tabela 4). O aumento na freqüência entre 1991 e 1992 poderia ser decorrente de um desvio em função da pequena amostra de exames realizados em 1992, direcionados, talvez, em função de queixas específicas e quadro clínico sugestivo de parasitose intestinal. Deve ser lembrado que o levantamento em questão não foi decorrente de uma busca ativa de casos, mas de exames parasitológicos realizados em pacientes que procuraram o PAS por diferentes motivos.

Em síntese, constata-se no período analisado uma tendência para queda na prevalência das parasitoses intestinais, o que coincide com o aumento das ligações de água e esgoto em todas as regiões da cidade de Assis (Tabelas 3 e 4). Evidencia-se portanto uma relação inversa entre a prevalência de exames positivos e a população atendida por ligações de água e esgoto. A partir da análise da Tabela 4 torna-se bastante evidente esta correlação. A maior freqüência de exames positivos é encontrada justamente no PAS de Vila Marialves, região apresentando as mais precárias condições de saneamento básico.

 

AGRADECIMENTOS

Agradecemos ao CNPq pelo apoio financeiro e ao Professor José Luis Guimarães do Departamento de Psicologia Experimental e do Trabalho (UNESP-Assis, SP) pela valiosa contribuição no início deste trabalho.

 

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Departamentos de Ciências Biológicas e Psicologia Experimental e do Trabalho da Universidade Estadual Paulista, Assis, SP, Brasil.
Endereço para correspondência: Prof. João Tadeu Ribeiro-Paes, Depto. de Ciências Biológicas/UNESP, Av. Dom Antonio 2100, Caixa Postal 335, 19800-000 Assis, SP.
E-mail: jtrpaes@assis.unesp.br
Recebido para publicação em 21/7/98.

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