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Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical

versión impresa ISSN 0037-8682

Rev. Soc. Bras. Med. Trop. v.33 n.1 Uberaba ene./feb. 2000

http://dx.doi.org/10.1590/S0037-86822000000100014 

RELATO DE CASO

Relato de caso de Lagochilascariose humana procedente do Estado do Pará, Brasil

Report a case of human lagochilascariasis coming from the Pará State, Brazil

 

Miguel Alípio Vieira, Jayrson Araújo de Oliveira, Lisiane Seguti Ferreira, Viviane de Oliveira e Carlos Augusto Lopes Barbosa

 

 

Resumo Mais um caso de lagochilascariose em criança procedente do Município de Xinguara PA. No Hospital das Clínicas da UFG, foi feita drenagem do abscesso localizado na região cervical direita, constatando-se a presença de ovos e vermes adultos de Lagochilascaris minor. Instituída terapia com albendazol 400mg/dia (durante 30 dias) e antibioticoterapia, houve regressão do quadro clinico.
Palavras-chaves: Lagochilascariose. Albendazol. Novo caso. Brasil.

Summary A new case of lagochilascariasis is reported in a child from Xinguara PA, Brazil. The patient had an abscess in the right cervical region, which was drained at the Clinical Hospital of UFG. Eggs and adult stages of Lagochilascaris minor were found in the secretion of the abscess. Treatment with albendazol, at a dosage of 400mg/day for 30 days, associated with antibiotics promoted regression of the lesion.
Key-words: Lagochilascariose. Albendazol. New case. Brazil.

 

 

O Lagochilascaris minor Leiper, 190920, dentre as cinco espécies descritas neste gênero é a mais importante, uma vez que tem sido encontrado mais de 100 casos de parasitismo humano17 18 29. A doença é caracterizada pela presença de abcessos supurados, especialmente localizados ao nível do pescoço, ouvido médio e região mastóide, apesar de que, tem sido reportado seu encontro em outros locais, tais como: sistema nervoso central11 15 24 28 33 36 45; pulmões22 23 44; osso sacro21, alvéolo dentário37, seios paranasais44, globo ocular33 e região temporo-parieto-occipital2. Dos abcessos, frequentemente, observa-se a eliminação de diferentes estágios evolutivos do parasito junto com secreções através de fístula1 4 5 7 12 13 16 19 22 25 26 33 34 35 39 40.

O Brasil lidera a casuística mundial e a maioria dos casos humanos tem distribuição geográfica restrita à amazônia legal, especialmente o Estado do Pará.

Apresentamos mais um caso de lagochilascariose humano procedente do município de Xinguara, sul do Pará.

 

RELATO DO CASO

Criança de 8 anos de idade, do sexo masculino (J.C.M.), procedente da zona rural do município de Xinguara, PA.

Os sintomas iniciaram há cerca de três anos, com quadro clínico de otite de repetição com otorréia. Durante este período foi submetido a diversos tratamentos clínicos e duas intervenções cirúrgicas, sendo uma delas a mastoidectomia radical, sem melhora completa.

Em 6/12/95 foi admitido no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás apresentando febre, emagrecimento acentuado, astenia, queda do estado geral, além de tumoração com sinais flogísticos na região cervical e otorréia fética abundante. O hemograma apresentou valores normais, tanto a série vermelha como a série branca.

Uma semana após internação foi feita drenagem do abcesso infrauricular com eliminação de grande quantidade de vermes. No exame bacteriológico da secreção do abcesso auricular, foram isolados cocos gram positivos.

Tomografia computadorizada mostrou múltiplas áreas líticas no temporal direito estendendo-se às partes moles extracraniais, erosão das paredes do conduto auditivo interno e também comprometimento do ouvido médio, com destruição da cadeia ossicular e ocupação das cavidades aéreas por material hiperdenso. O diagnóstico foi compatível com otomastoidite crônica direta de provável natureza colesteomatosa.

Ao exame microscópico da secreção foi verificado a presença de ovos de Lagochilascaris minor.

Com a introdução da terapia específica com Albendazol 400mg/dia e mantida antibioticoterapia, observou-se regressão paulatina do quadro com conseqüente processo cicatricial fibrótico local.

No final do tratamento, foi feito a quantificação de linfócitos pelo método de imunofluorescência, o qual revelou valores de 1536mm3 (48%) e 928mm3 (29%) de CD4 e CD8 respectivamente. Com melhora clínica importante (regressão da febre, ganho de peso, recuperação do apetite e boa disposição) o paciente recebeu alta, sendo orientado retorno após 2 meses.

 

DISCUSSÃO

Baseado na hipótese de Smith et al, 198338 e no ciclo evolutivo experimental do parasito realizado por Campos et al, 19926, admite-se a possibilidade do mecanismo de infecção humana ser através da ingestão da carne de animais silvestres contendo larvas encistadas na musculatura. Esta hipótese ainda é corroborada pelo fato de que a maioria dos pacientes é procedente de zona rural e tem como hábito alimentar a ingestão de carne de animais silvestres como: Dasyprocta agouti (cutia), Agouti paca (paca), Tapirus terrestris (anta), Hydrochoerus hydrochoeris (capivara) e Mazama americana (veado). Paçô et al 199130, 199231, 199332 observaram que experimentalmente o preá e a cutia após infecção experimental com ovos do parasito servem como fonte de infecção para um carnívoro (gato doméstico). O paciente em questão é procedente de zona rural e confirmou o hábito de alimentar-se de carne de alguns destes animais silvestres.

A quantificação de linfócitos demonstrou valores dentro dos parametros normais , porém para uma avaliação adequada do estado imunológico do paciente sugerimos a execução do exame complementar no início e no final do tratamento.

Um dos fatores que contribui fortemente para dificultar a terapêutica dos pacientes infectados é o encontro de todas as fases evolutivas simultaneamente nas lesões. Durante a reprodução experimental do L. minor também tem se observado a presença de todas as fases evolutivas do parasito no local do abscesso3 9. A realização de ensaios terapêuticos com diferentes drogas, envolvendo hospedeiros experimentalmente infectados, sobre fases evolutivas específicas do parasito tem contribuído para auxiliar uma terapêutica eficaz43.

Vários anti-helmínticos já foram utilizados visando o tratamento da lagochilascariose humana, como, dietilcarbamazina, tiabendazol, mebendazol, levamisol, cambendazol e albendazol. Entretanto, insucessos têm sido registrados com a maioria dos esquemas terapêuticos empregados. Há relatos de recidivas, após um período inicial de cura aparente2 4 8 10 14 19 22 25 27 28 35.

Com respaldo na literatura27 41 42 utilizou-se o albendazol na dosagem de 400mg/dia durante 30 dias. O paciente apresentou cura clínica e para posterior avaliação parasitológica foi orientado retorno após dois meses.

 

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Trabalho realizado no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás e Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública da Universidade Federal de Goiás.
Endereço para correspondência: Instituto de Patologia Tropical e Saúde Púiblica/UFG. Rua Delenda Rezende de Melo s/n, Setor Universitário, 74605-005 Goiânia, GO,
Telefax: 55 62 261-6497
E-mail: jayrson@ipe.ufg.br
Recebidopara publicação em 7/1/99.