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Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical

Print version ISSN 0037-8682On-line version ISSN 1678-9849

Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.33 n.6 Uberaba Nov./Dec. 2000

http://dx.doi.org/10.1590/S0037-86822000000600007 

ARTIGO

Susceptibilidade de Rhodnius neglectus, Rhodnius robustus e Triatoma infestans (Hemiptera, Reduviidae, Triatominae) à infecção por duas cepas de Trypanosoma cruzi (Kinetoplastidae, Trypanosomatidae) utilizando xenodiagnóstico artificial

Susceptibility of Rhodnius neglectus, Rhodnius robustus and Triatoma infestans (Hemiptera, Reduviidae, Triatominae) to two Trypanosoma cruzi strains infection (Kinetoplastidae, Trypanosomatidae) using artificial xenodiagnosis

 

Luciamáre Perinetti Alves Martins1, João Aristeu da Rosa2, Roberto Esteves Pires Castanho1, Guilherme Lopes Sauniti1 e Hermano Medeiros Júnior1

 

 

Resumo A susceptibilidade de ninfas de 3º estádio de Rhodnius neglectus, R. robustus e Triatoma infestans às cepas Y e AMJM de Trypanosoma cruzi foi verificada utilizando xenodiagnóstico artificial. Para a leitura do xenodiagnóstico, as fezes dos triatomíneos foram examinadas a cada dois dias, a partir do 5º até o 31º dia pós infecção, pela técnica de compressão abdominal. Os resultados mostraram diferenças na susceptibilidade dos triatomíneos para as duas cepas estudadas e o período ótimo de leitura variou do 11º ao 19º dias para a cepa Y e do 11º ao 15º dias para a cepa AMJM. Também, pôde-se concluir que para a cepa Y, as três espécies de triatomíneos demonstraram boa susceptibilidade, enquanto para a cepa AMJM, a melhor susceptibilidade foi observada com R. neglectus, seguida pelo T. infestans e R. robustus.
Palavras-chaves:
Rhodnius neglectus. Rhodnius robustus. Triatoma infestans. Trypanosoma cruzi. Xenodiagnóstico artificial.

Abstract The susceptibility of 3rd instar nymph of Triatominae Rhodnius neglectus, R. robustus and Triatoma infestans to Trypanosoma cruzi Y and AMJM strains was verified using artificial xenodiagnosis. After the accomplishment of the xenodiagnosis, the faeces of the Triatominae were analyzed on two-day intervals from day 5 until day 31 post infection, using the abdominal compression technique. The results showed differences in the susceptibility of the Triatominae for the two strains studied, and the optimal period reading differed from day 11 to day 19 for the Y strain and from day 11 to day 15 for the AMJM strain. For the Y strain, all three Triatominae species showed good susceptibility, whereas in the AMJM strain, the highest susceptibility was observed with R. neglectus, followed by T. infestans and R. robustus.
Key-words:
Rhodnius neglectus. Rhodnius robustus. Triatoma infestans. Trypanosoma cruzi. Artificial xenodiagnosis.

 

 

A doença de Chagas passa por períodos ou fases, e o diagnóstico laboratorial, tanto parasitológico como imunológico são importantes para detectar a infecção pelo T. cruzi. Na fase aguda a demonstração parasitológica do T. cruzi é facilitada devido à elevada parasitemia, podendo também ser realizada a pesquisa de anticorpos2 e o xenodiagnóstico natural ou artificial4 26. Estando o paciente na fase crônica, o diagnóstico imunológico é o mais usado9, podendo-se recorrer à hemocultura6, ao xenodiagnóstico natural ou artificial e também à inoculação em animais de laboratório.

O xenodiagnóstico natural foi introduzido por Brumpt3 em 1914, e somente em 1940 começou a ser empregado como método de diagnóstico parasitológico da doença de Chagas27. Em 1947, Romaña e Gil16, propuseram o xenodiagnóstico artificial, devido algumas desvantagens apresentadas pela técnica natural, por exemplo, a recusa dos pacientes por se deixarem picar pelos barbeiros e o aparecimento de reações alérgicas à saliva dos triatomíneos apresentadas por alguns indivíduos; como podemos citar as reações alérgicas cutâneas causadas pelo Triatoma infestans, espécie de triatomíneo muito utilizada em xenodiagnóstico7 11. Outro triatomíneo responsável por severas reações alérgicas nos indivíduos é o T. rubrofasciata25, espécie não utilizada em xenodiagnósticos, mas de importância epidemiológica.

Vários autores12 18 24 compararam a eficácia do xenodiagnóstico natural e artificial e concluíram que o xenodiagnóstico artificial pode substituir o natural em efetividade.

Assim, com o intuito de melhorar a sensibilidade do xenodiagnóstico, vários pesquisadores, entre eles Perlowagora-Szumlewicz et al14 , tem se empenhado na busca de um inseto ideal para ser utilizado nesse exame, pois foi verificado que espécies de triatomíneos de localidades diversas, também demonstravam boa susceptibilidade à infecção por cepas brasileiras de T. cruzi1.

Com o propósito de contribuir para a busca de um inseto ideal a ser utilizado no xenodiagnóstico artificial, assim como avaliar qual o intervalo propício para execução da leitura do xenodiagnóstico artificial, foram utilizados ninfas de 3º estádio de Rhodnius neglectus, R. robustus e Triatoma infestans e as cepas Y e AMJM de T. cruzi.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Neste estudo utilizou-se as cepas Y23 e AMJM17 de T. cruzi que são mantidas por repiques sucessivos em camundongos Swiss no laboratório de Parasitologia da Faculdade de Ciências Farmacêuticas - UNESP Araraquara.

O sangue utilizado para a realização dos xenodiagnósticos foi colhido em seringa heparinizada (40µl de heparina sódica para cada ml de sangue na concentração de 5.000UI/ml) obtido de camundongos Swiss de 20 dias de idade previamente infectados via intraperitoneal com 5,0 x 104 tripomastigotas sanguíneos com a cepa AMJM e com 1,0 x 105 tripomastigotas sanguíneos com a cepa Y.

Para cada xenodiagnóstico artificial, utilizou-se 120 ninfas de 3º estádio de cada uma das seguintes espécies de triatomíneo: R. neglectus, R. robustus e T. infestans, sendo que para cada espécie de triatomíneo e cepa de T. cruzi examinada, foram realizados dois xenodiagnósticos, num total de 12 exames ao final do estudo. Seguiu-se a técnica proposta por Silva19 para a realização do xenodiagnóstico artificial.

As leituras dos xenodiagnósticos foram feitas a partir de triatomíneos alimentados uma única vez, sendo a primeira leitura realizada no 5º dia após a infecção e as seguintes a cada 48 horas até completar trinta e um dias pós infecção. Como muitos triatomíneos não puderam ser examinados por motivos variados, e sendo possível, nos demais, realizar mais de uma leitura, ao final do estudo foram feitas 2.002 leituras, sendo 1.009 realizadas com a cepa Y e 993 com a cepa AMJM. As dejeções dos triatomíneos foram obtidas através da técnica da compressão abdominal por meio de pinças5. Para análise dos resultados foi considerado a percentagem de triatomíneos positivos em cada dia de leitura.

 

RESULTADOS

Das 1.009 leituras realizadas em ninfas de 3º estádio alimentadas com o sangue de camundongos infectados com a cepa Y, foi encontrado 860 positivos (85,2%) e das 993 leituras com a cepa AMJM, 714 (71,9%) foram positivas.

Para a cepa Y de T. cruzi, o melhor período de leitura foi encontrado entre o 11º e 19º dias e para a cepa AMJM de T. cruzi entre o 11º e 15º dias.

Os resultados obtidos com as leituras dos xenodiagnósticos artificiais utilizando as cepas Y e AMJM de T. cruzi e as espécies R. neglectus, R. robustus e T. infestans estão expressos nas Figuras 1 e 2, respectivamente.

 

 

 

 

DISCUSSÃO

Para que o resultado do xenodiagnóstico seja considerado positivo, o encontro de apenas uma única forma de tripomastigota é necessário. Assim, ao realizar as respectivas leituras nas ninfas de triatomíneos utilizadas no experimento, encontramos 71,9% de ninfas infectadas com a cepa AMJM de T. cruzi, enquanto para a cepa Y, obtivemos 85,2%, podendo-se concluir que a possibilidade de erro quanto ao resultado é menor quando se trata de uma cepa que apresenta alta parasitemia como é o caso da cepa Y.

Analisando todos os resultados obtidos com os xenodiagnósticos realizados neste trabalho, observa-se comportamentos diferenciados das duas cepas de T. cruzi estudadas para as três espécies de triatomíneos. Assim, com a cepa Y, nota-se um padrão mais homogêneo do número de insetos positivos durante os dias examinados e percebe-se, apesar de discreto, uma melhor susceptibilidade dessa cepa com o R. robustus (Figura 1), onde os níveis de positividade variaram pouco após o primeiro pico máximo, mantendo-se praticamente em um platô, contrariando algumas pesquisas realizadas com essas espécies de triatomíneos, onde os autores21 22, trabalharam com xenodiagnóstico natural e essas espécies de triatomíneos infectando-os com a cepa Y, e encontraram o T. infestans mais susceptível, seguido pelo R. neglectus e R. robustus.

Mello e Chiarini10, estudando a susceptibilidade de T. sordida e R. neglectus à infecção pela cepa Y de Trypanosoma cruzi, encontraram as ninfas de 3º estádio de R. neglectus pouco susceptíveis a essa cepa, com níveis de positividade de até 25%.

Silva et al20, trabalhando com xenodiagnóstico artificial e pacientes chagásicos na fase aguda da doença de Chagas, notaram que o R. neglectus era o mais susceptível seguido pelo R. robustus e T. infestans.

Em 1982, Perlowagora-Szumlewicz e Muller13, trabalhando com cobaios infectados na fase aguda da doença com a cepa Y, compararam a susceptibilidade de nove espécies de triatomíneos, entre eles o R. neglectus e T. infestans e encontraram índices de infecção parasitária superiores no R. neglectus quando comparado ao T. infestans, diferente do encontrado neste trabalho onde o R. neglectus e T. infestans desenvolveram um comportamento semelhante quando infectados pela cepa Y.

Com relação à cepa AMJM, observou-se variações do número de insetos positivos para cada espécie de triatomíneo estudada (Figura 2), encontrando melhor susceptibilidade com o R. neglectus, seguido pelo T. infestans e R. robustus. A cepa AMJM foi utilizada neste experimento por apresentar características diversas da cepa Y de T. cruzi, pois determina parasitemia e letalidade baixas em camundongos Swiss, embora não tenha sido estudada por outros autores.

O melhor período para a leitura do xenodiagnóstico artificial foi observado entre o 11º e 19º dias para a cepa Y e entre o 11º e 15º dias para a cepa AMJM, quando obteve-se o maior número de insetos parasitados nas três espécies de triatomíneos estudadas. Pesquisas anteriores15 que buscavam diminuir o tempo demandado para execução da leitura dos xenodiagnósticos, estabeleceram períodos entre o 15º e 25º dias pós infecção em casos de doença de Chagas aguda. Forattini et al8, encontraram o período ideal no 21º dia pós infecção, sendo o material fecal obtido por compressão abdominal.

Ao compararmos a susceptibilidade das três espécies de triatomíneos estudadas com as duas cepas de T. cruzi, observamos que o R. neglectus mostrou boa susceptibilidade quando infectado tanto pela cepa Y quanto AMJM de T. cruzi. O T. infestans demonstrou melhor susceptibilidade quando infectado pela cepa Y do que pela AMJM de T. cruzi e o R. robustus demonstrou boa susceptibilidade quando infectado pela cepa Y e baixa pela cepa AMJM de T. cruzi.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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1.Disciplina de Parasitologia da Faculdade de Medicina de Marília, SP, Brasil; 2.Departamento de Ciências Biológicas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas, UNESP, Araraquara, SP, Brasil.
Endereço para correspondência: Dra. Luciamáre Perinetti Alves Martins. Disc. de Parasitologia/Faculdade de Medicina de Marília. Av. Monte Carmelo 800, 17519-030, Marília, SP.
Fax: 55 14 433-1366/423-4781.
e-mail: luciapam @ famema.br
Recebido para publicação em 19/5/2000.

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