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Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical

Print version ISSN 0037-8682On-line version ISSN 1678-9849

Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.37 no.2 Uberaba Mar. 2004

https://doi.org/10.1590/S0037-86822004000200004 

ARTIGO ARTICLE

 

Avaliação da atividade inibidora do diflubenzuron na ecdise das larvas de Aedes aegypti (Linnaeus, 1762) (Diptera, Culicidae)

 

Evaluation of the inhibiting activity of the diflubenzuron on the ecdysis of larvae of Aedes aegypti (Linnaeus, 1762) (Diptera, Culicidae)

 

 

Flávia MartinsI; Ionizete Garcia da SilvaII

ISeção de Entomologia da Secretaria da Saúde do Estado de Goiás
IILaboratório de Biologia e Fisiologia de Insetos e Xenodiagnóstico do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP) da UFG, Goiânia, GO

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

Foi avaliada a atividade inibidora do diflubenzuron na ecdise de larvas do Aedes aegypti, visando à utilização desse produto no controle desse mosquito. Além disso, conhecer a interação do produto com o tipo de criadouro e a suscetibilidade do mosquito. Os bioensaios foram realizados em um fundo de quintal de residência, em sete tipos potenciais de criadouros artificiais: pneu, vidro, cimento-amianto, cimento, lata, plástico e cerâmica. Para cada tipo de criadouro colocaram-se 20 larvas de cada estádio do Aedes aegypti. O mesmo número de larvas foi utilizado para o controle. Foram feitas nove réplicas e as leituras de mortalidade foram em intervalos de 24 horas, após o início dos experimentos, até atingir o índice de 100%. Isto foi obtido a 1 ppm. Não houve diferença significativa entre os períodos médios de sobrevivência das larvas e nem entre os diferentes tipos de criadouros. Houve diferenças significativas entre os estádios, sendo o 3° o mais tolerante. Constatou-se também que as concentrações não interagiram com os estádios e tipos de criadouros, ao nível de 5%.

Palavras-chaves: Aedes aegypti. Diflubenzuron. Regulador de crescimento. Controle.


ABSTRACT

The inhibiting activity of diflubenzuron on the ecdysis of Aedes aegypti larvae was evaluated, with a view to using this product in mosquito control. This study also aimed to determine the interaction between this product, the type of artificial containers and the susceptibility of the mosquito. Bioassays were carried out in the backyard of a residence, using seven kinds of artificial habitats: tires, glass, concrete roofing, cans, plastic containers, cement and pottery. In each kind of artificial habitat, 20 Aedes aegypti larvae in the 4th instar were set. The same number of larvae was used as a control. Each test was repeated five times and the observation of mortality was done once every 24 hours, until 100% mortality was reached at 1 ppm. There was no significant difference between the main surveillance periods of the larvae, nor between the various kinds of artificial habitats. A significant difference was found between the instars, in that the 3rd instar was the most resistant to diflubenzuron inhibiting activity. It was also shown that concentrations did not interact with instars or material of the artificial habitats at the 5% significance level.

Key-words: Aedes aegypti. Diflubenzuron. Insect growth regulator. Control.


 

 

Os reguladores de crescimento de insetos formam um grupo de inseticidas de nova geração que causam modificações fisiológicas e morfológicas, durante o desenvolvimento do inseto6 7 10 13 14 22 23 24 30. Esse grupo é mais conhecido pela sigla IGR (insect growth regulator). Os IGRs surgiram na década de 70 como um novo grupo de inseticidas de ação mais específica e menor toxicidade para mamíferos do que os outros inseticidas23 30, pois atuam seletivamente ao interromper o desenvolvimento e o crescimento ao invés de intoxicação direta.

O diflubenzuron é um IGR que age pela inibição da síntese de quitina durante o estágio imaturo do inseto, tem sido comercializado em muito países com o nome dimilin10 16 17 18 27 30 . Esse produto é utilizado na agricultura desde a década de 90, contra insetos pragas da agricultura das ordens: Coleoptera21, Lepidoptera33 e Ortoptera3.

Para os insetos de interesse na área da saúde existem vários estudos, mostrando os efeitos inseticidas do diflubenzuron, com a possibilidade de uso no controle1 2 4 6 7 8 15 27. Neste estudo, o alvo foi o Aedes aegypti, mosquito com comportamento predominantemente antropofílico e urbano em toda região cosmotropical.

O Aedes aegypti teve papel importante na re-emergência nas infecções causadas pelos vírus do dengue em suas diversas formas clínicas. Essa virose tornou-se um dos mais graves problemas de saúde pública no mundo. Cerca de 3,5 bilhões de pessoas vivem expostas a esse mosquito9 11 19 20 25 31 32 na faixa cosmotropical, constituindo um grande desafio para os serviços de saúde, devido a inexistência, até o momento, de uma vacina eficaz para o uso preventivo contra o dengue12 34.

O único meio disponível na prevenção de dengue é o combate ao vetor, o qual está limitado na eliminação dos seus criadouros e ao combate químico. Este último tem induzido ao desenvolvimento de populações resistentes5 15 18 26 28, sendo assim necessário pesquisas de produtos novos e mais seguros ao meio ambiente, como alternativa estratégica de controle vetorial. Dentre essas o diflubenzuron poderá constituir-se numa importante ferramenta, através de sua atividade inibidora na ecdise das larvas. Esse produto é praticamente atóxico para mamíferos, biodegradável, não sistêmico e de baixo impacto ambiental6.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Criaram-se larvas de A. aegypti de acordo com metodologia já definida29, numa câmara biológica climatizada a 28º±1ºC, com umidade relativa de 80±5% e fotofase aproximada de 12 horas. Em outra câmara, climatizada similarmente, iniciaram-se os testes de suscetibilidade do A. aegypti ao diflubenzuron 25% (Champion Farmoquímica Ltda, Brasil). Pesou-se 0,25 g do produto em balança analítica de precisão e, em seguida, dissolvido em 100µl de água destilada com o auxílio de um agitador magnético durante 30 minutos, obtendo-se uma solução estoque. Desta solução utilizaram-se 200, 160, 80, 40 e 20µl, que foram diluídos em 500ml de água destilada, obtendo-se respectivamente as concentrações de: 1, 0,8 , 0,4 , 0,2 e 0,1 ppm utilizadas nos bioensaios.

Usaram-se 20 larvas para cada estádio e concentração, com 9 réplicas, em copos plásticos descartáveis, com 30ml de solução em cada um. Com auxílio de uma pipeta plástica fazia-se a coleta das larvas da bacia de criação para esses copos. No grupo controle, as larvas foram colocadas na mesma quantidade e no mesmo volume de água destilada.

As leituras de mortalidade foram realizadas em intervalos de 24 horas após o início dos experimentos, até atingir o índice de 100%. Nas observações diárias as larvas mortas foram retiradas dos copos com o auxílio de uma pipeta plástica e foram consideradas mortas quando havia ausência total de movimentos, com escurecimento do corpo e cápsula cefálica.

Os experimentos de campo foram realizados em fundo de quintal, em sete tipos de recipientes, com o mesmo n° de larvas e repetições do laboratório. Os criadouros potenciais utilizados foram: cimento-amianto, cimento, cerâmica, vidro, lata, pneu e plástico, com o objetivo de verificar a interferência do tipo de recipiente e as variáveis climáticas com o produto. Em cada criadouro colocaram-se 2 litros de solução, preparadas com água da rede pública de abastecimento. As leituras de mortalidade foram feitas obedecendo os mesmos critérios do laboratório.

Para a análise de sobrevivência das larvas usou-se o método não paramétrico de Kaplan Meier, e para comparação do período inibitório da ecdise, nos quatro estádios larvais do A. aegypti, utilizou-se a análise de variância seguida do teste de Tukey, usando o programa Statistical Analisys Sistem (SAS).

 

RESULTADOS

O diflubenzuron apresentou atividade larvicida em todos os estádios, tanto nos bioensaios de laboratório quanto nos de campo. Os períodos médios de tempo para que o diflubenzuron alcançasse a eficácia de 100% das larvas de A. aegypti, são apresentados nas Tabelas 1 e 2.

 

 

 

 

As leituras de sobrevivência das larvas do A. aegypti foram avaliadas em intervalos de 24 horas após o início dos experimentos até atingirem o índice de 100% de mortalidade. Esta ocorria pela interferência do diflubenzuron na síntese e/ou reabsorção da quitina, no momento da muda, não sendo uma intoxicação direta nas larvas, como ocorrem com os inseticidas químicos dos grupos clorados, fosforados, carbamatos e piretróides.

No laboratório, a mortalidade de 100% das larvas de A. aegypti foi obtida em todas as concentrações estudadas, de 0,1; 0,2; 0,4; 0,8 e 1 ppm. Não houve diferença significativa entre os períodos médios de tempo de sobrevivência das larvas nessas concentrações. Houve diferenças significativas entre os estádios, sendo o 3° o mais tolerante à ação inibidora do diflubenzuron.

Nos bioensaios de campo, foi constatado que as concentrações não interagiram com os tipos de criadouros (p < 0,05). Constatou também, que a inibição da síntese e/ou reabsorção total da quitina ocorria na concentração de 1 ppm, com 100% de mortalidade. Nas outras concentrações houve sobrevivência, apenas no 4° estádio, entre 1 e 2%, provavelmente isso ocorreu pela interferência de variáveis como a luz, temperatura, umidade e hormônios que aparecem na formação da pupa. A temperatura média foi de 24±7,2°C e a umidade relativa do ar foi de 54±7,9%. Dessa forma, estes resultados evidenciam a concentração de 1 ppm, como dose referência para mortalidade total, dando perspectivas para utilização desse IGR no combate do A. aegypti.

 

DISCUSSÃO

Os resultados podem ser considerados como concordantes com os obtidos em Taiwan2, China, pela similaridade da dose e da mortalidade, por ser estável nessa concentração, à luz, temperatura e ao pH da água.

Os resultados obtidos neste trabalho nas concentrações de 0,1 ppm, mostraram redução da emergência entre 85 a 90%, enquanto a avaliação desse mesmo produto na Índia, para Culex quinquefasciatus mostrou, nessa dosagem, uma redução de 48%. Mas quando se utilizaram doses mais altas, de 0,2 e 0,4 ppm, os índices de mortalidade variaram entre 80 e 96%, dependendo da espécie de mosquito estudada, embora nesse estudo não tenha sido incluída a espécie A. aegypti. Resultados semelhantes foram obtidos na Califórnia27 (USA) para Psorophora confinis, pelas doses de 0,11 e 0,25 ppm.

Neste trabalho, o diflubenzuron foi dissolvido em água para todos os bioensaios. As concentrações utilizadas foram maiores do que as de outros autores6 7 8 10, provavelmente pelo fato de ter sido solubilizado o mesmo produto em acetona e testadas apenas em laboratório. Além disso, havia emergência de adultos com resultados nada animadores com relação a fecundidade e fertilidade, que variava com as concentrações utilizadas e não afetando a geração tratada. Havia diminuição da fecundidade e da fertilidade na geração subseqüente7 8 13. Mas as experiências de Taiwan5 no combate ao A. aegypti, nas doses de 1-5 ppm com o diflubenzuron, corroboram os resultados sugeridos neste trabalho.

Para o uso do diflubenzuron em futuro próximo, ressalta-se a necessidade de treinamento dos agentes de saúde e a conscientização da comunidade, pelo fato do produto não ser veneno e a morte da larva ocorrer pela inibição da ecdise. Essa morte será mais lenta do que os inseticidas considerados convencionais, sendo cerca de uma semana. E isso, provavelmente, induzirá uma desconfiança à população, com relação a eficácia do produto, dificultando o trabalho de combate ao mosquito. Mas, o uso imediato desse produto seria recomendado naquelas localidades onde A. aegypti apresenta resistência ao temephos, que é o larvicida utilizado ostensivamente na faixa cosmotropical.

Outro fator estimulante para uso desse produto é o fato de ser biodegradável e não cumulativo no organismo, por não ser assimilado pelo intestino de vertebrados22. O fato negativo seria a sua ação em mudas de outros insetos que compartilham criadouros naturais. Com relação ao A. aegypti esse aspecto é irrelevante, pois esse mosquito apresenta hábitos urbanos, desenvolvendo-se fundamentalmente em criadouros artificiais, oriundos de embalagens e artefatos descartáveis e que raramente compartilham esses criadouros com outros insetos. Com relação à água de consumo humano, proveniente de poços freáticos e armazenada em caixas d'água e similares, o uso não oferece perigo, pois o diflubenzuron atua apenas na síntese de quitina, durante o processo de muda e essa é uma substância restrita aos artrópodes.

 

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Endereço para correspondência
Dr. Ionizete Garcia da Silva
Departamento Microbiologia, Imunologia, Parasitologia e Patologia/IPTSP/UFG
Caixa Postal 131
74001-970 Goiânia, GO
Tel: 55 62 209-6128; Fax:55 62 261-2077
e-mail: ionizete@iptsp.ufg.br

Recebido para publicação em 14/3/2003
Aceito em 20/12/2003
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