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Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical

Print version ISSN 0037-8682On-line version ISSN 1678-9849

Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.42 no.5 Uberaba Sept./Oct. 2009

https://doi.org/10.1590/S0037-86822009000500023 

COMUNICAÇÃO COMMUNICATION

 

Fauna flebotomínica (Diptera: Psychodidae) em aldeias indígenas do Estado de Mato Grosso

 

Sandflies (Diptera: Psychodidae) in indigenous villages in the State of Mato Grosso

 

 

Giovana Belem Moreira Lima Maciel; Nanci Akemi Missawa

Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso. Cuiabá. MT

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

O estudo foi realizado em 25 aldeias indígenas pertencentes a 13 municípios do Estado de Mato Grosso. Foram identificados 4.424 exemplares de 37 espécies do gênero Lutzomyia e uma espécie do gênero Brumptomyia. Vetores da leishmaniose tegumentar americana e da leishmaniose visceral foram abundantemente capturados e representaram 28,7% (Lutzomyia whitmani) e 23,6% (Lutzomyia longipalpis), respectivamente.

Palavras-chaves: Leishmaniose tegumentar americana. Leishmaniose visceral. Lutzomyia. Índios.


ABSTRACT

This study was conducted in 25 indigenous villages in 13 municipalities of the State of Mato Grosso. 4,424 specimens of 37 species of the genus Lutzomyia and one species of the genus Brumptomyia were identified. Vectors for American tegumentary leishmaniasis and visceral leishmaniasis were abundantly captured, and these represented 28.7% (Lutzomyia whitmani) and 23.6% (Lutzomyia longipalpis), respectively.

Key-words: American tegumentary leishmaniasis. Visceral leishmaniasis. Lutzomyia. Indians.


 

 

No início do século XVI, a população indígena no Brasil era estimada em cerca de cinco milhões de índios. Entretanto, houve uma redução dessa população devido principalmente às doenças infecciosas, cujo impacto foi atribuído às mudanças no modo de vida imposta pela colonização. Atualmente, a população indígena é estimada em 370.000 índios, pertencentes à cerca de 210 povos, falantes de mais de 170 línguas6. Estão presentes em quase todos os estados, sendo que 60% vivem no Centro-Oeste e Norte do país, onde estão concentradas 98,7% das terras indígenas8.

A política de atenção a saúde dos povos indígenas está voltada para proteção, promoção e recuperação da saúde dos indígenas. O grande desafio é a incorporação desses no Sistema Único de Saúde (SUS), devendo ser de forma diferenciada, levando em consideração todas as especificidades culturais, étnicas, social e operacional. Conforme determinação do Decreto n° 3.146, de 27 de agosto de 1999 (Art. 3º), a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) é o órgão responsável pela execução das ações de atenção à saúde dos povos indígenas.

Neste contexto, as ações de vigilância e controle de endemias como as leishmanioses dentro das aldeias indígenas em Mato Grosso (MT) estão sendo trabalhadas pelas equipes da FUNASA em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES/MT), seguindo metodologias da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS). As atividades visam conhecer as espécies de flebotomíneos, os vetores, seus indicadores entomológicos, bem como a caracterização das áreas indígenas para direcionar as ações conforme especificidade de cada aldeia.

O perfil epidemiológico dos povos indígenas no Brasil é pouco conhecido devido à carência de investigações, de censos e de outros inquéritos regulares, além da precariedade dos sistemas de registro de informações sobre morbidade, mortalidade e cobertura vacinal6. Em MT, Carneri e cols3 evidenciaram grande número de casos de leishmaniose tegumentar americana (LTA) entre os indígenas Waurá do Alto Xingu; Castellón e cols4, Guerra e cols9 e Benedetti e cols2 descreveram o perfil epidemiológico da leishmaniose visceral (LV) entre índios no Macuxi e Yanomami no Estado de Roraima e, em Minas Gerais; Moreno e cols13 descreveram a prevalência de LTA na reserva indígena Xacriaba.

A diversidade de espécies de flebotomíneos de MT foi relatada por Missawa e Lima10 que listaram 106 espécies, com fauna composta por várias espécies relevantes na transmissão da LTA e LV no Brasil, como Lutzomyia cruzi, Lutzomyia flaviscutellata, Lutzomyia intermedia, Lutzomyia longipalpis, Lutzomyia migonei, Lutzomyia umbratilis, Lutzomyia wellcomei e Lutzomyia whitmani. A distribuição de vetores de importância médica no estado foi feita por Ribeiro e cols15.

Em todos os municípios de MT existem registros de casos autóctones de LTA, onde a espécie de maior importância epidemiológica Lutzomyia whitmani ocorreu em 50,4% dos municípios do estado, com ampla distribuição em todos os tipos de vegetação como Floresta Amazônica, Cerrado e Pantanal12. Zeilhofer e cols18 destacaram que a distribuição espacial de Lutzomyia whitmani em MT esteja possivelmente relacionada com o índice de desmatamento e inversamente proporcional ao índice do produto interno bruto (PIB) descrito pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD)14, como um indicador primário de desenvolvimento sócio-econômico. Os vetores da LV Lutzomyia cruzi e/ou Lutzomyia longipalpis foram capturados em 22,3% dos municípios de MT10.

O conhecimento da fauna flebotomínica é imprescindível na compreensão do processo de transmissão das leishmanioses, assim, o presente trabalho objetivou apresentar a fauna flebotomínica das aldeias indígenas pesquisadas no Estado de MT, visando estabelecer ações de vigilância e controle destas endemias em áreas diferenciadas levando em consideração a complexidade social, cultural e ambiental que envolve cada aldeia.

O Estado de Mato Grosso (Figura 1) localiza-se na região Centro-Oeste do Brasil e a maior parte de seu território é ocupada pela Amazônia Legal, sendo o extremo sul do estado pertencente ao Centro-Sul do Brasil. Ocupa uma área de 903.357km² e Cuiabá é a sua capital. Dos 141 municípios que o constitui, 66 (46,8%) possuem áreas indígenas que juntas ocupam uma extensão territorial de 20.116.036 de hectares16. Algumas dessas áreas indígenas encontram-se em processo de regularização, em estudo ou em identificação. A população indígena em MT atualmente é de 26.889 índios, divida em aproximadamente 56 etnias diferentes, destacando-se a Xavante, Bororo, Karajá, Kayabi, Cinta-larga e Paresi dentre outras.

 

 

Os dados entomológicos utilizados na pesquisa foram obtidos a partir de relatórios de identificação de flebotomíneos das pesquisas realizadas pela FUNASA em parceira com a Gerência de Núcleos de Apoio em Vigilância Ambiental/SES/MT em 25 aldeias indígenas pertencentes a 13 municípios (Tabela 1).

Os levantamentos entomológicos foram realizados entre os anos de 2006 e 2008, utilizando-se armadilhas de luz do tipo CDC, instaladas ao entardecer e recolhidas ao amanhecer (aproximadamente 12 horas), durante três noites consecutivas, no ambiente peridomiciliar. Após triagem, os espécimes foram clarificados, montados e identificados conforme Young e Duncan17. Os exemplares estão depositados no Laboratório de Entomologia da Gerência de Núcleos de Apoio em Vigilância Ambiental/SES/MT. Os dados de casos indígenas de leishmanioses foram obtidos junto à Vigilância Epidemiológica/SES/MT.

Conforme demonstrado na Tabela 1, no período de 2006 a 2008, foram realizadas pesquisas entomológicas de flebotomíneos em 25 aldeias indígenas de 13 municípios de MT, são elas: Aldeias Cravari e Japiura em Brasnorte, Aldeia Fazendinha em Porto Esperidião, Aldeias Kapoto e Metothire em Peixoto de Azevedo, Aldeias Merure e Garças em General Carneiro, Aldeia Perigara e São Benedito em Barão de Melgaço, Aldeias Praião, Jurigue e Tadarimana em Rondonópolis, Aldeia Halataikwá em Comodoro, Aldeia Cravari em Campo Novo dos Parecis, Aldeia Metutire em Colíder, Aldeias Piebaga e Gomes Carneiro em Santo Antonio do Leverger, Aldeias Nossa Senhora das Graças, Guadalupe e São Marcos em Barra do Garças, Aldeias Três Jacu e Kaititu em Sapezal, Aldeias Santana, Nova Canaã e Santa Luzia em Nobres.

De acordo com os dados da Vigilância Epidemiológica/SES/MT, no período de 2006 a 2008 foram notificados oficialmente 9.570 casos de LTA (4.916 em 2006, 2.590 em 2007 e 2.064 em 2008) e 106 casos de LV (21 em 2006, 32 em 2007 e 53 em 2008) no Estado de Mato Grosso. Os casos indígenas de LTA notificados foram 95 em 2006, 136 em 2007 e 86 em 2008, totalizando 317 casos. Apenas um caso de LV indígena foi notificado e ocorreu no ano de 2006.

Os casos indígenas de LTA foram notificados nos municípios de Apiacás, Aripuanã, Barra do Garças, Bom Jesus do Araguaia, Brasnorte, Campinápolis, Campo Novo dos Parecis, Canarana, Cláudia, Colíder, Confresa, Cotriguaçu, Diamantino, Feliz Natal, Gaúcha do Norte, General Carneiro, Guarantã do Norte, Guiratinga, Itaúba, Juara, Juína, Lucas do Rio Verde, Marcelândia, Nobres, Nova Maringá, Nova Ubiratã, Paranatinga, Pedra Preta, Peixoto de Azevedo, Porto dos Gaúchos, Poxoréo, Primavera do Leste, Querência, Ribeirão Cascalheira, Santo Afonso, São Félix do Araguaia, São José do Xingu, Sinop, Tangará da Serra e União do Sul. O caso de indígena com LV foi notificado no município de Peixoto de Azevedo (Figura 2).

Os vetores da LTA Lutzomyia whitmani e/ou Lutzomyia flaviscutellata foram capturados em 17 (68%) das 25 aldeias pesquisadas, coincidindo com os municípios que apresentaram notificação de casos indígenas da doença, com exceção de Campo Novo do Parecis, onde o vetor não foi capturado e Rondonópolis, Santo Antônio do Leverger e Sapezal que não registraram casos humanos, embora o vetor tenha sido capturado. Lutzomyia longipalpis e/ou Lutzomyia cruzi, vetores da LV, foram capturados em sete aldeias. No município de Peixoto de Azevedo que apresentou um caso humano de LV, foi capturado o vetor Lutzomyia longipalpis e detectada a presença de cães sororreagentes (Tabela 1 e Figura 2).

A lista das espécies de flebotomíneos capturados nas aldeias indígenas está apresentada na Tabela 2. Foram identificados 4.424 exemplares de 37 espécies do gênero Lutzomyia e uma espécie do gênero Brumptomyia. Vetores da Leishmaniose tegumentar americana e da Leishmaniose visceral foram abundantemente capturados e representaram 28,7% (Lutzomyia whitmani) e 23,6% (Lutzomyia longipalpis), respectivamente.

 

 

Altamirano-Enciso e cols1 sugerem que o local de origem da LTA possa ter sido a Amazônia entre os limites do Brasil com a Bolívia e o Peru e que as migrações humanas desempenharam um papel importante na disseminação da doença, principalmente entre as comunidades indígenas.

A ocorrência de doenças infecto-parasitárias como as leishmanioses em áreas indígenas, evidenciam um quadro sanitário caracterizado pela carência de ações sistemáticas e continuadas de atenção básica à saúde, agravado pela deficiência nos sistemas de informação em saúde, que não contemplam, entre outros dados, o domicílio e a identificação étnica, como ocorreu em Roraima9, dificultando a construção do perfil epidemiológico do paciente indígena.

Segundo Coimbra Jr e Santos6, o complexo quadro de saúde indígena está diretamente relacionado aos processos históricos de mudanças sociais, econômicas e ambientais decorrentes da expansão de frentes demográficas e econômicas nas diversas regiões do país ao longo do tempo, que exerceram influência sobre os determinantes e os perfis da saúde indígena, com a introdução de patógenos exóticos responsáveis por graves epidemias, bem como os impactos causados em decorrência da construção de barragens hidrelétricas e atividades extrativistas.

Em Roraima, Guerra e cols9 observaram que uma epidemia de LV ocorreu predominantemente entre as populações indígenas da região, mas destacaram que a introdução da doença no estado tenha se dado provavelmente a partir de garimpeiros provenientes de áreas de reconhecida epidemia. O flebotomíneo mais freqüentemente encontrado em associação com a infecção humana e canina foi o Lutzomyia longipalpis.

O aumento da fauna de vetores como o Lutzomyia whitmani pode estar relacionado às tensões sociais enfrentadas pelos povos indígenas, desencadeadas pela expansão das atividades madeireira, garimpeira e agropecuária que, segundo Brasil8, ameaça a integridade do ambiente nos seus territórios, seus sistemas econômicos e organização social.

Outros fatores a serem considerados são os movimentos migratórios das populações indígenas que funcionam como disseminador da doença e a presença e valorização dos cães, que além do valor afetivo, servem para a caça, busca de alimentos e subsistência dos índios9, mantendo assim, um importante elo na transmissão da doença.

A observação diferentes espécies de flebotomíneos nas aldeias indígenas pesquisadas corroboram com dados de Missawa e Maciel11 que justificam a grande diversidade em MT, devido à presença de diferentes tipos de vegetação, com áreas de Floresta Amazônica na região norte, cerrado na região central, vastas áreas de transição entre a floresta e o cerrado e áreas pantanosas na extremidade sul do estado.

A implantação de um sistema de formação e capacitação de indígenas, que respeite suas práticas culturais e tradições, pode ser uma estratégia que venha a favorecer o desenvolvimento de projetos de saúde e propostas de prevenção, promoção e educação para a saúde, adequadas ao contexto de cada sociedade indígena.

Novos estudos em comunidades indígenas precisam ser realizados, com a manutenção de medidas de vigilância ambiental e epidemiológica para o controle das leishmanioses, respeitando-se a individualidade de cada etnia.

 

AGRADECIMENTOS

Agradecemos aos técnicos da Fundação Nacional de Saúde, em nome de José Figueredo pelos trabalhos de campo, aos técnicos da Secretaria do Estado da Saúde do Mato Grosso Angelina M. da Silva, Cladson de O. Souza, Hilda Rodrigues, Sandra C.N.M. Hermes e Veruska N. de Brito pela identificação dos flebotomíneos, Joelma L. da S. Duarte e Valéria C. da Silva pelos dados de casos humanos.

 

REFERÊNCIAS

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Endereço para correspondência:
Dra. Nanci Akemi Missawa
Av. Adauto Botelho s/nº, Parque da Saúde
Bairro Coxipó da Ponte
78.085-200 Cuiabá, MT
Tel: 55 65 3661-2934; Fax: 55 65 3661-2494
e-mail: nanci.am@terra.com.br

Recebido para publicação em 07/04/2009
Aceito em 15/09/2009
Apoio Financeiro: SES/MT

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