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Acta Amazonica

Print version ISSN 0044-5967On-line version ISSN 1809-4392

Acta Amaz. vol.6 no.4 Manaus Dec. 1976

http://dx.doi.org/10.1590/1809-43921976064473 

GENÉTICA

Cytogenetically distinguishable sympatric and allopatric populations of the mosquito Anopheles albitarsis

R. D. Kreutzer* 

J. B. Kitzmiller** 

M. G. Rabbani*** 

*— Department of Biological Science. Youngstown State University, Ohio, USA.

**— Florida Medical Entomology Laboratory. Vero Beach, Florida, USA.

***— Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Manaus, Brasil.

Abstract

Salivary gland chromosome slides of Anopheles albitarsis from Brasil, Colombia and Venezuela indicate that at least three chromosomally differentiated populations of this species exist in this area. The B1 population from Brasil contains one heterozygous inversion in the X and two in the autosomes. Population B2, sympatric with B1 in Brasil, differs from it by two inversions in the X and ten in the autosomes. Population C in Colombia and Venezuela is closer to B1, from which it differs by three inversions in chromosome 2 and three in chromosome 3. Each population, B1, B2 and C may be distinguished with about 98% certainty using the banding patterns of the X chromosomes. Most of the remaining individuals may be identified using a combination of the X and autosomal paracentric inversions. The scarcity of shared inversions argues for little if any natural hybridization among these populations. A standard salivary gland chromosome map, based on the B1 populations, is presented.

Resumo

Estudos citológicos utilizando cromossomos politênicos das glândulas salivares de Anopheles albitarsis, coletados no Brasil, Colômbia e Venezuela indicam que existem pelo menos 3 populações, que são diferentes cromossomicamente. Todas as três podem ser diferenciadas usando somente o cromossomo X. A população B1 do Brasil tem uma inversão heterozigota no cromossomo X e duas nos autossomos. A população B2, simpátrica com a B1, no Brasil, varia daquela por duas inversões no X e dez nos autossomos. A terceira população C, a qual se encontra na Colômbia e Venezuela, mostra mais proximidade a B1, da qual ela varia por três inversões no cromossomo 2 e três inversões no cromossomo 3. Cada população, B1, B2 e C pode ser identificada com 98 por cento de certeza usando a seqüência das bandas do cromossomo X. A escassez das inversões comuns indica uma baixa taxa de hibridismo na natureza entre estas populações. É apresentado um mapa dos cromossomos de glândulas salivares de larvas da população B1 para ser considerado como padrão para esta espécie.

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