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Acta Amazonica

Print version ISSN 0044-5967On-line version ISSN 1809-4392

Acta Amaz. vol.8 no.4 Manaus Dec. 1978

https://doi.org/10.1590/1809-43921978084523 

AGRONOMIA

Desenvolvimento de árvores nativas em ensaios de espécies. 1. Pau rosa (Aniba duckei Kostermans)

Jurandyr da Cruz Alencar* 

Noeli Paulo Fernandes* 

*— Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Manaus.


Resumo

Os autores apresentam o desenvolvimento do Pau rosa (Aniba duckei Kostermans), em três parcelas experimentais distintas, sendo duas sob sombra de floresta primária submetida a cortes do subosque e uma sob sombra de um plantio de Caroba (Jacaranda copaia). Estudam o crescimento da espécie em diâmetro, altura e volume com diferentes tipos de material propagativo. Determinam os incrementos médios anuais e periódicos médios em altura, volume real com casca/ha, incrementos/ha/ano, e a percentagem de sobrevivência média em cada parcela. Concluem que um maior desenvolvimento quantitativo de Pau rosa pode ser obtido se for dado ao plantio uma maior taxa de luminosidade. Sugerem o plantio sob sombra de floresta natural, anteriormente explorada. Com o manejo das árvores de sombra remanescentes se poderá controlar a altura do povoamento em torno de 12 metros. Sugerem também que se utilize os galhos finos e folhas de onde se pode extrair óleo essencial e linalol com maior rendimento, sem derrubar a árvore, prática até hoje empregada.

Summary

The authors present the development of the Pau rosa (Aniba duckei Kostermans) in three distinct experimental parcels in two plots under the primary forest shade by cutting the lower undestorey, and the third under the shade of the Caroba (Jacaranda copaia) plantation. The authors arp studying the species diameter, height and volume growth with different types of propagative material: natural regeneration seedlings and those obtained from seeds (without leaves, with leaves and stump with roots). We are determining the average and periodical annual increment in height, true volume with bark/hectar, increment/hectar/year, and the average survival percentage in each parcel. The authors are concludling that a greater quantitative development of Pau rosa com be obtained if the plantation had been given a greater percentage of illumiation. We suggest that the plantation be under the natural forest shade, already exploited economically, with the conduction of the number of the remaing trees that give shade and controling the height of the plantation in terms of 12 meters; we also suggest utilizing the thin branches and leaves from which the essencial oil and linalol can be extracted in greater productivity, without destroying the tree a practice which is used till this day.

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