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Acta Amazonica

Print version ISSN 0044-5967

Acta Amaz. vol.43 no.3 Manaus Sept. 2013

http://dx.doi.org/10.1590/S0044-59672013000300014 

ZOOLOGIA

 

Classificação morfofuncional dos dentes de saguis-de-tufo-branco (Callithrix jacchus, Callitrichidae), saguis-de-tufo-preto (C. penicillata) e saguis-de-cara-branca (C. geoffroyi)

 

Morphofunctional classification of teeth of marmosets-tufted white (Callithrix jacchus, Callitrichidae), marmosets-tufted black (C. penicillata), and marmosets white-face (C. geoffroyi)

 

 

Bruno Machado BertassoliI; Luana Célia Stunitz da SilvaII; Franceliusa Delys de OliveiraIII; Amilton Cesar dos SantosVI, Celina Almeida Furlanetto MançanaresV; Antônio Chaves de ASSIS NetoVI

IFaculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (USP). Departamento de Cirurgia.. Avenida Professor Dr. Orlando Marques de Paiva, CEP 05508-270, São Paulo – SP, Brasil. E-mail: bbertassoli@usp.com.br
IIFaculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (USP). Departamento de Cirurgia. Avenida Professor Dr. Orlando Marques de Paiva, CEP 05508-270, São Paulo – SP, Brasil. E-mail: luanacss@yahoo.com.br
IIIFaculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (USP). Departamento de Cirurgia. Avenida Professor Dr. Orlando Marques de Paiva, CEP 05508-270, São Paulo – SP, Brasil. E-mail: delys@usp.br
IVFaculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (USP). Departamento de Cirurgia. Avenida Professor Dr. Orlando Marques de Paiva, CEP 05508-270, São Paulo – SP, Brasil. E-mail: amiltonsantoss@usp.br
VFaculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (USP). Departamento de Ciências Básicas. Av. Duque de Caxias Norte,225,CEP 13635-900, Pirassununga–SP, Brasil. E-mail: celina_furlanetto@hotmail.com
VIFaculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (USP). Departamento de Cirurgia. Avenida Professor Dr. Orlando Marques de Paiva, CEP 05508-270, São Paulo – SP, Brasil. E-mail: antonioassis@usp.br

 

 


RESUMO

Realizou-se um estudo para analisar morfologicamente os dentes do saguis-de-tufo-branco (C. jacchus), saguis-de-tufo-preto (C. penicillata) e saguis-de-cara-branca (C. geoffroyi), para compara-los entre si e com outras espécies já descritas na literatura. Utilizou-se dentes das três espécies para analises macroscópicas, microscópicas e ultraestrutural e os resultados correlacionados com os obtidos com outras espécies citadas na literatura. Chegou-se a conclusão de que: as três espécies apresentaram uma fórmula dentária idêntica, chegando a um total de 32 dentes, expressa na fórmula 2x: incisivos 2/2; caninos 1/1; pré-molares 3/3 e molares 2/2, estes são classificados como diplodontes, anelodontes, bunodontes, e braquiodontes.

Palavras-chave: alimentação, calitriquídeos, fórmula dentaria de primatas, odontologia.


ABSTRACT

A study was conducted to analyze the morphology of the teeth of white-tufted-ear-marmoset (C. jacchus) black-tufted-ear-marmoset (C. penicillata) and marmosets-white-faced (C. geoffroyi), to compare them among themselves and with other species described in the literature. Teeth of the three species were submitted to macroscopic, microscopic and ultrastructural analyzes. The results were correlated with those of other species. We concluded that: the three species have a similar dental formula, reaching a total of 32 teeth, expressed in the formula 2x: incisors 2/2; canines 1/1, pre-molars 3/3 and molars 2/2, ich are classified as diplodont, anelodont, bunodont and brachyodont.

Keywords: callitrichidae, dentistry, feed, dental formula of primates.


 

 

Introdução

A família Callitrichidae é representada pelos menores primatas do mundo, englobando seis diferentes gêneros, todos arbóreos e encontrados na região tropical da América Central e do Sul (Hirsch et al. 2002; Lessa et al. 2012). Todos apresentam certo grau de gomivoria, ou seja, ingestão de exsudatos de árvores (goma e resina), que constitui a principal fonte de carboidratos e sais minerais, principalmente nas épocas de restrição de frutos e insetos (Passamani e Rylands 2000; Miranda e Faria 2001).

Tratando especificamente do gênero Callithrix, composto por seis diferentes espécies, este pode chegar a ter cerca de 70% de sua dieta em vida livre baseada na ingestão de exsudatos, deste modo é o grupo que mais apresenta características anatômicas adaptadas para a retirada e processamento de tal material (Rylands et al. 2000; Vilela e Faria 2002).

Os dentes são estruturas anatômicas calcificadas e adaptadas para colher, reter, cortar, perfurar, dilacerar, esmagar, moer ou triturar os alimentos. Apresenta também em conjunto funções de ataque, defesa, locomoção e cortejo sexual (Cartelle 2008).

Durante a evolução dos mamíferos, as mudanças na dentição, permitiram um melhor processamento da comida e maior eficiência na absorção de nutrientes pelos organismos, possibilitando que competissem pela energia necessária á sobrevivência, mas estás mudanças estão relacionadas a diferenças genéticas, e a fatores ambientais que também apresenta um efeito significante no desenvolvimento (Silva e Alves 2008).

Diante do exposto, objetivou-se analisar morfologicamente os dentes do saguis-de-tufo-branco (Callithrix jacchus, Callitrichidae), saguis-de-tufo-preto (C. penicillata) e saguis-de-cara-branca (C. geoffroyi) por meio de avaliações macroscópicas, microscópicas e ultraestruturais, para assim, compara-los entre si e com outras espécies descritas na literatura.

 

Material e métodos

Foram utilizados seis animais adultos machos, sendo dois saguis-de-tufo-branco (Callithrix jacchus Linnaeus, 1758), dois saguis-de-tufo-preto (Callithrix penicillata Hershkovitz, 1977) e dois saguis-de-cara-branca (Callithrix geoffroyi Humboldt, 1812), que vieram a óbito por causas naturais. Os saguis foram obtidos de um criadouro de animais selvagens localizado em Atibaia/SP (Registro IBAMA n. 1/35/93/0849-8 CTF nº 2029). E encaminhados ao Laboratório de Animais Domésticos e Silvestres da Universidade de São Paulo (USP) para estudos anatômicos. O experimento foi realizado com aprovação da comissão de bioética da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade São Paulo com o protocolo n.1995/2010.

Após fixação por 72 horas os animais tiveram sua cavidade oral exposta com uma pinça anatômica, tesoura e bisturi para identificação e mensuração dos dentes com o auxilio de um paquímetro digital (Starret®). Posteriormente removeram-se os dentes incisivos, caninos, pré-molares e molares dos seis espécimes e analisados. E destes apenas cada um deles foram submetidos à imersão para descalcificação modificada (Bertassoli et al. 2012) em solução contendo 800 mL de água destilada, 120 mL de ácido fórmico e 80 mL de ácido clorídrico. A cada três dias a solução descalcificante foi trocada e, diariamente, os dentes foram avaliados sobre pressão com agulha hipodérmica para verificar a resistência dos dentes. Em seguida os dentes foram emblocados e submetidos a cortes de 5 µm em um micrótomo (RM2165, Leica, Nussloch, Alemanha) os quais foram corados com hematoxilina-eosina (HE) e Tricrômio de Masson.

Para a microscopia de varredura, os dentes foram lavados em PBS e posteriormente colocados em stubs, sendo cobertos por ouro no metalizador (“sputtering” Emitech K 550) e foram analisados no microscópio eletrônico de varredura (435 VP, LEO, Cambridge, Reino Unido).

As documentações macroscópicas foram realizadas com o auxilio de uma câmera fotográfica (Mavica 3.2 Mp, Sony, Manaus, Brasil) e fotomicrografias em um microscópio (DM 2000, Leica, Nussloch, Alemanha).

 

Resultados

Nas três espécies estudadas foram encontrados, em cada mandíbula e em cada maxilar: dois pares de dentes incisivos, um par de caninos, três pares de pré-molares e dois pares de molares, totalizando 32 dentes os quais são expressos na fórmula 2x I 2/2, C 1/1, PM 3/3, M 2/2 (Figuras 1-2).

 

 

 

 

As mensurações dos dentes dos saguis foram expressas na Tabela 1, onde é possível notar que não há diferenças significativas entre os dentes, quando comparados entre eles.

 

 

Os incisivos dos animais estudados são dentes, unirradiculares, unicuspidados e curtos (Figuras 2A-B; 3A-B), sendo os laterais inferiores mais longos que os rostrais.

 

 

Os dentes caninos aqui estudados destacam-se devido seu comprimento, sua curvatura e por serem pontiagudos quando comparado aos outros dentes (Figuras 2C e 3C), assim como os incisivos, estes também são unirradiculares e unicuspidados (Figuras 2C e 3C).

Os pré-molares são em número de três em cada hemi-arcada (Figura 1), apresentam coroa longa e cúspides situadas tanto no centro como na periferia do dente (Figura 1D). São birradiculares (Figura 3D). Na avaliação macroscópica esses dentes apresentam um aumento de comprimento e complexidade crescente no sentido médio-distal (Figura1).

Os dentes molares das três espécies de saguis analisados se apresentavam menores que os pré-molares, mostrando também várias cúspides, onde das quatro cúspides, três são pontiagudas e uma mais arredondada (Figura 2E) e possuem três raízes, ou seja, trirradiculares (Figura 3E).

Tanto os pré-molares, como os molares de C. jacchus , C.penicillata e C. geoffroyi são caracterizados pela presença de duas cúspides ou mais (Figura 2D e 2E).

No entanto, os dentes também foram classificados como bunodonte, devido à superfície mastigatória ser formada por tubérculos distintos com ápice arredondado (Figura 2).

Microscopicamente apresentam dentes compostos por esmalte, dentina, pré-dentina, polpa e periodonto (Figura 4).

Os dentes dos saguis apresentam característica diplodontes, por possuírem dois tipos de dentições durante a vida, a decídua e a permanente; anelodonto, por apresentar um período limitado de crescimento e também braquidontes, por possuir a coroa recoberta por esmalte (Figura 4), e possuem bem definidas as regiões de raiz, coroa e colo

 

Discussão

Diferindo da fórmula dentária de chinchilas (Crossley 2001), animais da família Procyonidae, 2x (I3/3, C1/1, P4/4, M2/2) = 40 (onde I= incisivos, C= caninos, P= pré-molares e M= molares), com exceção do jupará (Pieri et al. 2011) e cães domésticos 2x (I3/3, C1/1, P4/4, M2/2) = 42 (Lacerda et al. 2000), está os saguis, onde sua fórmula dentária apresentavam 2x I 2/2, C 1/1, PM 3/3, M 2/2.

Os dentes dos animais desse estudo apresentaram uma parte encaixada na mandíbula e uma parte exposta, acima da gengiva, sendo este tipo de inserção dentária classificada como tecodonte (Sisson 1986).

Os incisivos laterais inferiores são mais longos que os rostrais (Figura 1). Segundo Costa et al. (2007), o fato é devido ao habito alimentar dessas espécies, que possuem em sua dieta frutos, insetos, ovos de aves, aranhas, pequenos répteis, brotos de folhas e principalmente exsudatos (goma) de árvores.

Esses animais, utilizam os caninos para fins agressivos, como defesa de território e disputa de fêmeas, semelhante ao descrito por Sisson (1986), Verstraete et al. (1996) e Dyce et al. (2004) nos cães e gatos, e Freitas et al. (2008) em quatis, por isso a curvatura, forma pontiaguda e tamanho avantajado destes em relação aos outros.

Nos saguis, os dentes molares e pré-molares são bem semelhantes entre si, um arranjo denominado molarização (Pough et al. 2003), ou seja, os pré-molares foram modificados, assemelhando-se aos molares, apresentando ambos os dentes a função de macerar alimentos planos e fibrosos. Por outro lado, devido a sua onivoria, os pré-molares (superiores e inferiores) são maiores e apresentam várias cúspides como o dos carnívoros descrito por Sisson (1986).

Os pré-molares e molares dos animais são caracterizados pela presença de duas cúspides ou mais, possuindou mm aspecto serrilhado, diferente dos dentes de camundongos e ratos silvestres os quais possuem, respectivamente, molares com pares de cúspides arredondados arranjados em linhas transversas e molares com alternadas cúspides triangulares arranjadas em ziguezague (Polly 2000).

Semelhante aos achados em onívoros (Freitas et al. 2008) e carnívoros (Wiggs e Bloom 2003), os dentes dos animais estudados foram também classificados como bunodonte.

Semelhantes aos dentes dos roedores (Thomaz et al. 2006; Oliveira e Canola 2007) e dos animais domésticos (Banks 1991; Freitas et al. 2008), os dentes dos saguis também apresentaram características diplodonte e anelodonto.

Do mesmo modo que nos humanos (Junqueira e Carneiro 2008), os dentes dos saguis eram compostos por esmalte, dentina, pré-dentina, polpa e periodonto. O esmalte está presente na parte superior dos dentes nos animais desse estudo, sendo a estrutura mais rígida do corpo, porém é totalmente acelular, e incapaz de reagir a qualquer agressão (Banks 1991). A dentina foi observada em todo o dente revestindo a polpa dentária.

O periodonto dos dentes estudados é espesso e com inúmeros vasos (Figura 4), sendo responsável pela fixação do dente no osso maxilar e mandibular. É composto pelo ligamento periodontal, constituindo por tecido conjuntivo denso, fibroblastos, fibras de colágeno e o osso alveolar imaturo, como descrito por Banks (1991) em mamíferos domésticos e Junqueira e Carneiro (2008) em humanos.

 

Conclusões

Os Callithrix jacchus, Callithrix penicillata e Callithrix geoffroyi apresentam a mesma fórmula dentária e quantidade de dentes. Não houve diferenças na arquitetura macroscópicas e microscópica dos dentes quando comparados um a um. A constituição dentária dos animais foi classificada como diplodonte: possuindo a formação de duas arcadas dentais consecutivas durante a vida (decíduos e permanentes), anelodonte: dentes com crescimentos limitados, cessando após atingir a maturidade; bunodonte: dentes cuja superfície mastigatória é formada por tubérculos distintos com ápices arredondados; e braquiodonte: dentes de coroa baixa e crescimento limitado.

 

Agradecimentos

Ao criadouro AJBSoares pela disponibilidade dos animais, à Médica Veterinária Marta Brito Guimarães, à Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo e à Dra. Rose Eli Grassi Rici.

 

Bibliografia citada

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Recebido em: 27/03/2012
Aceito em: 02/07/2012

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