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Arquivos Brasileiros de Cardiologia

Print version ISSN 0066-782XOn-line version ISSN 1678-4170

Arq. Bras. Cardiol. vol.92 no.2 São Paulo Feb. 2009

http://dx.doi.org/10.1590/S0066-782X2009000200008 

ARTIGO ORIGINAL
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA

 

Impacto do sildenafil sublingual na hipertensão pulmonar de pacientes com insuficiência cardíaca

 

 

Aguinaldo Figueiredo de Freitas Jr.; Fernando Bacal; José de Lima Oliveira Jr.; Ronaldo Honorato Barros Santos; Luiz Felipe Pinho Moreira; Christiano Pereira Silva; Sandrigo Mangini; Rodrigo Moreno Dias Carneiro; Alfredo Inácio Fiorelli; Edimar Alcides Bocchi

Instituto do Coração (InCor); Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, São Paulo, SP - Brasil

Correspondência

 

 


RESUMO

FUNDAMENTO: A hipertensão pulmonar (HP) é fator de mau prognóstico no pós-operatório de transplante cardíaco (TC) e, desta forma, o estudo do grau de reversibilidade a vasodilatadores é obrigatório durante avaliação pré-operatória.
OBJETIVO: Avaliar os efeitos hemodinâmicos pulmonares e sistêmicos do sildenafil como droga vasodilatadora durante o teste de reversibilidade da HP em candidatos a transplante cardíaco.
MÉTODOS: Pacientes em fila para TC foram submetidos à medida de variáveis hemodinâmicas sistêmicas e pulmonares antes e após a administração de 100mg dose única e sublingual de sildenafil, durante cateterização cardíaca direita.
RESULTADOS: Quatorze pacientes (idade: 47±12 anos, 71,4% homens) com insuficiência cardíaca avançada, Fração de Ejeção (FE) 25 ± 7%, Classe Funcional (CF- NYHA) CF III - 6 e CF IV - 8, foram avaliados neste estudo. A administração aguda de sildenafil mostrou ser eficaz na redução das pressões sistólica (62,4 ± 12,1 vs. 51,5 ± 9,6 mmHg, IC=95%, p<0,05) e média (40,7 ± 7,3 vs. 33,8 ± 7,6 mmHg, IC=95%, p <0,05) da artéria pulmonar. Houve também uma redução significativa da resistência vascular pulmonar (4,2 ± 3 vs. 2,0 ± 0,9 uWood, IC=95%, p<0,05) e sistêmica (22,9 ± 6,8 vs. 18,6 ± 4,1 Wood, IC=95%, p<0,05), associada a uma elevação do débito cardíaco (3,28 ± 0,79 vs. 4,12 ±1,12 uWood, IC=95%, p<0,05) sem, no entanto, interferir de maneira significativa na pressão arterial sistêmica (87,8 ± 8,2 vs. 83,6 ± 9,1 mmHg, IC=95%, p=0,3).
CONCLUSÃO: O sildenafil sublingual é uma alternativa eficaz e segura como droga vasodilatadora durante o teste de reversibilidade da HP em portadores de insuficiência cardíaca e em fila para transplante cardíaco.

Palavras-chave: Vasodilatadores, hipertensão pulmonar, insuficiência cardíaca.


 

 

Introdução

A hipertensão pulmonar (HP) é sabidamente um fator de mau prognóstico em pacientes portadores de Insuficiência Cardíaca Crônica1-5, aumentando a mortalidade no pós-operatório precoce de transplante cardíaco (TC) em decorrência da disfunção ventricular direita do enxerto transplantado3-9. Desta forma, todos os pacientes em avaliação pré-operatória para TC são, rotineiramente, submetidos ao estudo hemodinâmico do grau de HP, de maneira a estratificar o risco deste subgrupo.

Dependendo do grau de HP diagnosticado durante a cateterização cardíaca direita, determinados pacientes são submetidos ao Teste de Reatividade Vascular, o qual avalia a reversibilidade da HP a vasodilatadores, uma vez que o prognóstico pós TC de portadores de HP reversível é semelhante àqueles sem evidências de hipertensão pulmonar pré-operatória4-9.

Tradicionalmente, o vasodilatador mais comumente utilizado é o nitroprussiato de sódio, um vasodilatador arterial de ação rápida, baixo custo e fácil manuseio, mas com importante limitação em decorrência da hipotensão arterial que provoca8,10. Esta limitação é particularmente relevante nestes pacientes uma vez que a pressão arterial sistólica sistêmica de portadores de insuficiência cardíaca (IC) avançada gira em torno de 90 a 100 mmHg, o que em diversas situações limita a aplicabilidade do fármaco ou até mesmo a realização do teste de reatividade vascular pulmonar.

O sildenafil é um inibidor seletivo da fosfodiasterase-5 (PDE-5), corriqueiramente utilizado no tratamento da disfunção erétil. Na última década, diversos estudos têm demonstrado benefícios do sildenafil no manejo terapêutico da HP idiopática ou associada a doenças do tecido conjuntivo sem, no entanto, provocar efeitos sistêmicos adversos11,12. Em alguns trabalhos, já forma demonstrados os benefícios do uso crônico do sildenafil em pacientes com IC, seja tanto na redução da hipertensão pulmonar, quanto na melhoria da capacidade física1,13-16.

Neste estudo, avaliaremos a responsividade vascular pulmonar e sistêmica à administração aguda de sildenafil em portadores de insuficiência cardíaca e hipertensão pulmonar que se encontram em fila para transplante cardíaco.

 

Métodos

O presente estudo foi aprovado previamente pela Comissão de Ética em Pesquisa do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e todos os pacientes selecionados aceitaram participar do trabalho através do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

Pacientes

Os pacientes deste estudo foram alocados seqüencialmente a partir do ambulatório de insuficiência cardíaca e transplante do Instituto do Coração (InCor) de São Paulo. Todos esses pacientes eram portadores de insuficiência cardíaca em fase avançada e com indicação formal para TC de acordo com as recomendações da Sociedade Internacional de Transplante de Coração e Pulmão4 (ISHLT) e I Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia para Transplante Cardíaco17, apesar da terapêutica padrão otimizada para IC crônica.

Critérios de exclusão

Foram excluídos do estudo pacientes com IC descompensada, instabilidade hemodinâmica (pressão arterial sistólica < 90mmHg ou em uso de drogas endovenosas vasoativas), cardiomiopatia dilatada associada a shunts arteriovenosos, doença pulmonar obstrutiva crônica e tromboembolismo pulmonar, portadores de fibrilação atrial e aqueles com história de uso prévio de sildenafil, fenfluramina e nitratos nas últimas 24 horas.

Variáveis hemodinâmicas

No teste de reatividade vascular pulmonar, durante a cateterização cardíaca direita, foram avaliadas as seguintes variáveis hemodinâmicas: pressão sistólica e média da artéria pulmonar (PsAP e PmAP), pressão média do capilar pulmonar (PmCP), gradiente transpulmonar médio (GTPm), débito cardíaco (DC), resistência vascular pulmonar e sistêmica (RVP e RVS) e pressão arterial sistêmica média (PASm).

Delineamento do estudo

Os pacientes selecionados para o estudo foram submetidos à cateterização cardíaca direita com medida das variáveis pulmonares e sistêmicas. Em seguida, foi administrado sildenafil para todos os pacientes, na dose única de 100mg via sublingual e, posteriormente, num intervalo de tempo de 60 minutos, nova determinação das variáveis hemodinâmicas.

O intervalo de tempo de 60 minutos equivale ao tempo de maior biodisponibilidade da droga e por isso foi considerado como tempo ótimo para avaliação do seu efeito18.

Análise estatística

Os dados hemodinâmicos foram comparados em dois tempos, antes e após a administração do fármaco. A análise estatística dos mesmos foi procedida através do Teste T de Students, com intervalo de confiança de 95%.

 

Resultados

A amostra foi composta por 14 pacientes com idade média de 47 ± 12 anos, sendo a maioria (71,4%) do sexo masculino. Todos eram portadores de história de insuficiência cardíaca superior a 12 meses e em fase avançada (FE: 25 ± 7%, CF III - 6 e CF IV - 8, NYHA), além de hipertensão pulmonar (média da PsAP: 62,4 ± 12,1mmHg). As etiologias das cardiomiopatias foram: isquêmica (4), chagásica (3), idiopática (3), hipertensiva (2) e periparto (2). Nenhum dos pacientes apresentava-se em descompensação cardíaca ou em uso de drogas endovenosas vasoativas, nitratos, fenfluramina e inibidores da PDE-5. As características basais da população estudada encontram-se na Tabela 1.

 

 

A administração aguda de sildenafil mostrou ser eficaz na redução das pressões sistólica (62,4 ± 12,1 vs. 51,5 ± 9,6 mmHg, IC=95%, p<0,05) e média (40,7 ± 7,3 vs. 33,8 ± 7,6 mmHg, IC=95%, p <0,05) da artéria pulmonar (Figura 1). Este efeito hemodinâmico, porém, não foi observado sobre a pressão média do capilar pulmonar (27 ± 6,9 vs. 25,6 ± 8,2 mmHg, IC=95%, p=0,3).

 

 

Outro achado foi a influência do sildenafil na redução expressiva da resistência vascular pulmonar (4,2 ± 3 vs. 2,0 ± 0,9 uWood, IC=95%, p<0,05) e sistêmica (22,9 ± 6,8 vs. 18,6 ± 4,1 Wood, IC=95%, p<0,05) (Figura 2) sem, no entanto, interferir de maneira significativa na pressão arterial sistêmica (87,8 ± 8,2 vs. 83,6 ± 9,1 mmHg, IC=95%, p=0,3) (Figura 3).

 

 

 

 

Além dos efeitos sobre a circulação pulmonar e mínima interferência na pressão arterial sistêmica, observou – se também um aumento significativo do débito cardíaco (3,28 ± 0,79 vs. 4,12 ±1,12 uWood, IC=95%, p<0,05) (Figura 4), provavelmente decorrente da redução da resistência vascular sistêmica.

 

 

Discussão

A escolha do vasodilatador durante o teste de reatividade vascular pulmonar é essencial para a estratificação de risco pré-transplante cardíaco. O nitroprussiato de sódio tem sido a droga comumente utilizada em diversos centros especializados tanto pela facilidade de aquisição e a meia vida curta, quanto por sua administração endovenosa. Porém, a hipotensão arterial sistêmica tem se tornado importante fator limitante de sua maior aplicabilidade. Este efeito colateral é especialmente relevante em pacientes portadores de insuficiência cardíaca em fase avançada, cujo arsenal terapêutico otimizado mantém uma pressão sanguínea sistólica em torno de 90 a 100 mmHg. Desta forma, o emprego de doses elevadas de nitroprussiato de sódio de maneira a atingir um nível de pressão pulmonar aceitável para o TC fica impossibilitado pelo risco de descompensação cardíaca. Em nossa experiência, aproximadamente 18% de pacientes com HP e em pré-operatório de TC não são submetidos ao teste de reatividade vascular com nitroprussiato de sódio devido a uma pressão sanguínea limítrofe.

Neste aspecto, a aplicabilidade do sildenafil no manejo terapêutico da HP, fundamentada na vasodilatação específica da circulação pulmonar, poderia se configurar numa alternativa eficaz para o teste de reatividade vascular sem, no entanto, provocar efeitos sistêmicos indesejáveis.

Apesar de uma amostra populacional reduzida e da ausência de um grupo controle, este estudo pôde determinar a eficácia da administração aguda de sildenafil na redução da HP de pacientes com insuficiência cardíaca. Paralelamente aos benefícios à circulação pulmonar, observaram-se também repercussões sistêmicas positivas, como o incremento do débito cardíaco sem interferências significativas na pressão sistêmica.

A princípio, ficamos inseguros com relação à administração do sildenafil por via oral em função da possibilidade de efeitos colaterais importantes, sem dispormos, no entanto, de meios para reversão do quadro. Neste contexto, a utilidade do nitroprussiato de sódio seria mais vantajosa, porém não foi o que observamos. Todos os 14 pacientes que receberam 100 mg de sildenafil não apresentaram hipotensão arterial ou outros efeitos colaterais significativos, demonstrando a segurança da administração do fármaco por via oral aliada a uma maior eficiência hemodinâmica pulmonar e sistêmica.

Estes achados podem contribuir para a utilização do sildenafil tanto na redução da HP durante a avaliação pré – operatória de TC como também no manejo da HP e disfunção ventricular direita do enxerto transplantado. Podemos observar que seus benefícios hemodinâmicos e segurança de administração são achados relevantes diante de nossa realidade.

 

Conclusão

O Sildenafil é uma alternativa eficaz e segura no manejo agudo da hipertensão pulmonar de pacientes com insuficiência cardíaca durante o teste de reatividade vascular pulmonar. Seus benefícios hemodinâmicos pulmonares foram obtidos sem repercussões sistêmicas significativas, como a hipotensão arterial. Estes achados podem contribuir para o emprego do sildenafil no controle da HP no pós-operatório de transplante cardíaco, mas outros estudos são necessários para definir sua aplicabilidade.

Potencial Conflito de interesses

Declaro não haver conflito de interesses pertinentes.

Fontes de Financiamento

O presente estudo não teve fontes de financiamento externas.

Vinculação Acadêmica

Este artigo é parte de tese de doutorado de Aguinaldo Figueiredo de Freitas Junior pela Faculdade de Medicina da USP.

 

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Correspondência:
Aguinaldo Figueiredo de Freitas Junior
Rua 5 – A, 93 / 203 – Setor Aeroporto
74075-210 – Goiânia, GO - Brasil
E-mail: affreitasjr@cardiol.br

Artigo recebido em 15/01/08; revisado recebido em 19/05/08; aceito em 09/06/08.

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