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Iheringia. Série Zoologia

Print version ISSN 0073-4721On-line version ISSN 1678-4766

Iheringia, Sér. Zool.  no.91 Porto Alegre Nov. 2001

http://dx.doi.org/10.1590/S0073-47212001000200015 

SINOPSE DOS GÊNEROS SCOPADUS E OMOSAROTES (COLEOPTERA, CERAMBYCIDAE, LAMIINAE)

 

Carlos Eduardo de Alvarenga Julio1
Miguel A. Monné2

 

 

ABSTRACT

SYNOPSIS OF THE GENUS SCOPADUS AND OMOSAROTES (COLEOPTERA, CERAMBYCIDAE, LAMIINAE). Descriptions, synonym, new combinations and key to the species of Omosarotes Pascoe, 1860 are given. The male of Scopadus ciliatus Pascoe, 1857 is described. New species described: Omosarotes ater (type locality: Santo Domingo de los Colorados, Ecuador). New synonym proposed: Acanthomerosternoplon Tippmann, 1955 with Omosarotes Pascoe, 1860. New combinations: Omosarotes nigripennis (Zajciw, 1970) (from Scopadus Pascoe, 1857), O. paradoxum (Tippmann, 1955) and O. foxi (Lane, 1973), both from Acanthomerosternoplon Tippmann, 1955.

KEYWORDS. Cerambycidae, Cyrtinini, Omosarotes, Scopadus, Neotropical.

 

 

INTRODUÇÃO

O gênero Scopadus foi erigido por Pascoe (1857:100) para S. ciliatus do Amazonas, Brasil. Pascoe (1860) estabeleceu o gênero Omosarotes para O. singularis, procedente do Pará, Brasil e comentou que "this genus, with Scopadus, appears to enter into a small group of South American Longicorns".

Bates (1866) redescreveu e comparou os gêneros Omosarotes e Scopadus e suas respectivas espécies. Lacordaire (1872) redescreveu estes dois gêneros, com base nas descrições de Pascoe (1857,1860) e em certos detalhes apontados por Bates (1866).

Tippmann (1955) figurou um exemplar de Scopadus ciliatus do Peru, considerando-o fêmea, baseado somente no comprimento das antenas, já que Pascoe (1857) e Bates (1866) não haviam assinalado o sexo de seus exemplares, porém haviam descrito suas antenas como longas. Erigiu a tribo Acanthomerosternoplonini e comparou-a a Cyrtinini Thomson, 1864, distinguindo-a desta pelos espinhos pronotais furcados, fêmures anteriores duplamente providos de espinhos e apêndice prosternal em forma de lança dirigida para frente. Propôs o gênero Acanthomerosternoplon para A. paradoxum procedente do Peru e assinalou que as coxas anteriores anguladas lateralmente, as cavidades cotilóides médias fechadas e os olhos inteira e muito largamente divididos lembram certos representantes da tribo Cyrtinini; acrescentou que, sob vários aspectos, há semelhança com os gêneros Omosarotes e Scopadus, sobretudo com o primeiro, e que a descrição e figura dadas por Pascoe de Omosarotes singularis suscitam, à primeira vista, possibilidade de parentesco.

Howden (1959) incluiu O. singularis e S. ciliatus na chave de identificação dos Cyrtinini do Novo Mundo, separando-os dos demais Cyrtinini (das Américas do Norte e Central), por não possuírem os olhos completamente divididos, e diferenciou-os por caracteres do protórax, lados fortemente denteados (O. singularis) e lados não-denteados (S. ciliatus) e antenas mais curtas que o corpo (O. singularis) e mais longas que o corpo (S. ciliatus). Zajciw (1970) descreveu Scopadus nigripennis do Espírito Santo, Brasil. Acrescentou que "comparando-a com a descrição original e com a figura de S. ciliatus, não podemos assinalar nitidamente os caracteres específicos que as separam, só podemos assegurar que a nova espécie é diferente". Comparou-a com Omosarotes singularis. Estabeleceu o gênero Cyrtinacantha para C. mirabilis, proveniente do Peru, e posicionou-o na tribo Cyrtinini. Destacou a "estrutura excepcional das pernas anteriores no macho, a forma do espinho lateral do protórax muito curiosa e a protuberância no prosterno do macho".

Lane (1971) sinonimizou Cyrtinacantha mirabilis Zajciw, 1970 com Acanthomerosternoplon paradoxum Tippmann, 1955, tornando, portanto, sinônimos ambos os gêneros. Considerou "Acanthomerosternoplon, apesar de suas estruturas extravagantes, um Anisocerini que apresenta afinidades com o gênero Taurolema Thomson, 1860". Lane (1973) descreveu Acanthomerosternoplon foxi do Pará, Brasil. Monné (1994) registrou duas espécies válidas em Acanthomerosternoplon, A. foxi Lane, 1973 e A. paradoxum. Monné (1995) registrou uma espécie válida em Omosarotes, O. singularis Pascoe, 1860 e duas em Scopadus, S. ciliatus e S. nigripennis Zajciw, 1970.

Objetiva-se o estudo de representantes dos gêneros Scopadus, Omosarotes e Acanthomerosternoplon depositados nas coleções do Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro (MNRJ); Museu de Zoologia, Universidade de São Paulo (MZSP) e Coleção Pe Jesus Moure, Departamento de Zoologia, Universidade Federal do Paraná (DZUP), além de fotografias dos holótipos de Scopadus ciliatus e Omosarotes singularis depositados no "The Natural History Museum", Londres (BMNH). É descrito o macho de Scopadus ciliatus, que Tippmann (1955) figurou, equivocadamente, como sendo uma fêmea; são propostas as transferências de Scopadus nigripennis, Acanthomerosternoplon paradoxum e A. foxi para Omosarotes, tornando, portanto, sinônimos os gêneros Omosarotes Pascoe, 1860 e Acanthomerosternoplon Tippmann, 1955; é descrita uma nova espécie e apresentada chave de identificação para as espécies de Omosarotes.

 

Scopadus ciliatus Pascoe, 1857
(Fig. 1)

Scopadus ciliatus Pascoe, 1857:100, est. 22, fig. 5; Thomson, 1864:131; Bates, 1866:195; Lacordaire, 1872:821; Tippmann, 1955:9, fig. 1; Howden, 1959:372; Monné, 1995: 5 (cat.).

. Tegumento predominantemente preto. Pubescência decumbente reveste todo o corpo, mais densamente a cabeça, antenas, élitros e pernas. Cabeça revestida por pubescência esbranquiçada, lisa, com pequena depressão entre os tubérculos anteníferos. Uma fileira de omatídios une os lobos oculares superior e inferior. Antenas, longas, ultrapassam o ápice elitral com três artículos, com longos cílios esparsos na face inferior dos antenômeros II-VII e mais longos e densos, em forma de pincel, nos antenômeros VIII-XI; escapo clavado, com o mesmo comprimento do antenômero III; antenômeros III-VIII com comprimentos gradualmente decrescentes; VIII-X com o mesmo comprimento; XI do mesmo tamanho do VII.

Protórax mais estreito que os élitros, com uma constrição marginal posterior e os lados com um tubérculo obtuso pós-mediano manifesto e uma pequena elevação anterior; pronoto com três elevações pouco visíveis, duas látero-anteriores e uma centro-basal. Processo prosternal estreito e mesosternal um pouco mais largo.

Élitros com tubérculo piramidal centro-basal, com um tufo de cerdas eretas no topo. Pubescência elitral amarelada, mais densa na metade apical; área basal entre o úmero, escutelo e tubérculo castanho-escura; disco com três faixas pretas, uma transversal na linha mediana e duas diagonais convergindo, a partir de cada tubérculo, até a faixa central, formando um V no centro da metade basal. Élitros pontuados nos lados da metade basal e entre os tubérculos. Base dos fêmures anteriores mais larga que dos demais; protíbias um pouco curvas; meso- e metatíbias retas.

Dimensões (mm). Comprimento total, 4,8-6,4; comprimento do protórax, 1,0-1,5; maior largura do protórax, 1,3-1,7; comprimento do élitro, 3,1-4,3; largura umeral, 1,5-2,2.

Material examinado. BOLÍVIA, Beni: Guanay, , X-XI.1992 (MZSP). BRASIL, Rondônia: Ouro Preto do Oeste, , XI.1983, Becker, Roppa & Silva col. (MNRJ); 5 , X.1986, O. Roppa, P. Magno & J. Becker col. (MNRJ).

 

Omosarotes Pascoe, 1860

Omosarotes Pascoe, 1860:131, espécie-tipo: Omosarotes singularis Pascoe, 1860 (monotipia); Thomson, 1864:131; Bates, 1866:194; 1885:363; Lacordaire, 1872:820; Monné, 1995:5 (cat.).

Acanthomerosternoplon Tippmann, 1955:10, espécie-tipo: Acanthomerosternoplon paradoxum Tippmann, 1955 (designação original); Lane, 1971:5; Marinoni, 1977:40; Monné, 1994:16 (cat.). Syn. nov.

Cyrtinacantha Zajciw, 1970:349, espécie-tipo: Cyrtinacantha mirabilis Zajciw, 1970 (designação original); Lane, 1971:5 (sin. de Acanthomerosternoplon); Monné, 1994:16 (cat.).

Antenas densamente pilosas; protórax convexo, mais estreito que os élitros, com constrições anterior e posterior e lados com tubérculo dentiforme de ápice afilado; pronoto arredondado, globoso e sem tubérculos; processo prosternal estreito; élitros com os lados paralelos, tubérculo centro-basal com um tufo de cerdas longas no topo e presença de uma carena látero-basal mais ou menos proeminente, estendendo-se a partir de cada úmero.

 

Omosarotes paradoxum (Tippmann, 1955) comb. nov.
(Fig. 2)

Acanthomerosternoplon paradoxum Tippmann, 1955:12, figs. 2, 3; Lane, 1971:5; Monné, 1994:16 (cat.).

Cyrtinacantha mirabilis Zajciw, 1970:350, figs. 2-6; Lane, 1971:5 (sin. de Acanthomerosternoplon paradoxum); Monné, 1994:17 (cat.).

Material examinado. PERU, Junin: Satipo, , 1940 (MNRJ, holótipo Cyrtinacantha mirabilis); 3 , IX.1940 (MNRJ, parátipos C. mirabilis); , IX.1942 (MNRJ, parátipo C. mirabilis); , X.1942 (MNRJ, alótipo C. mirabilis); , XI.1942 (MNRJ); , A. Maller col. (DZUP). EQUADOR, Napo: Lago Agrio, , X.1977, J. Escobar col. (MNRJ). BRASIL, Amazonas: Tabatinga, , IX.1956, F.M. Oliveira col. (MNRJ); Rondônia: Ouro Preto do Oeste, , XI.1983, O. Roppa, J. Becker & B. Silva col. (MNRJ).

 

Omosarotes foxi (Lane, 1973) comb. nov.
(Fig. 3)

Acanthomerosternoplon foxi Lane, 1973:391; Monné, 1994:16 (cat.).

Material examinado. BRASIL, Pará: Santarém, (MZSP, parátipo A. foxi).

 

Omosarotes nigripennis (Zajciw, 1970) comb. nov.
(Fig. 4)

Scopadus nigripennis Zajciw, 1970:346, fig. 1; 1974:79 (distr.); Monné, 1995:5 (cat.).

Material examinado. BRASIL, Espírito Santo: Linhares (Parque Sooretama), , XI.1967, F.M.Oliveira col. (MNRJ, parátipo S. nigripennis); 2 , , XII.1967, B. Silva col. (MNRJ, holótipo e alótipo S. nigripennis).

 

Omosarotes ater sp. nov.
(Fig. 5)

Etimologia. Latim, ater = negro, escuro. Alusivo à coloração geral do corpo.

. Tegumento preto. Pubescência decumbente amarelada reveste a maior parte da superfície corporal. Cabeça com pubescência principalmente na fronte e esparsamente recoberta por cílios eretos. Antenas atingem o ápice elitral; face inferior com longos cílios eretos; escapo clavado, do tamanho do antenômero IV; antenômero III, o de maior comprimento, do tamanho aproximado de IV+V; V maior que o VI; VI-X com, aproximadamente, o mesmo tamanho e antenômero XI com o mesmo comprimento do V.

Protórax convexo, mais estreito que os élitros, com uma pequena constrição na margem anterior e uma acentuada constrição posterior; lados com um pequeno tubérculo obtuso pós-mediano. Pronoto globoso, sem tubérculos.

Élitros com cílios eretos, esparsos, e escassa pubescência decumbente; lados paralelos e ápice subarredondado. Tubérculo centro-basal protuberante, com cerdas eretas e afiladas no topo; carena pouco visível na metade basal, estendendo-se em diagonal a partir de cada úmero; úmeros protuberantes; pontuação lateral ao longo das carenas.

Pernas longas; fêmures clavados, os intermédios e posteriores bastante afilados na base; tíbias retas.

Dimensões (mm): comprimento total, 8,4; comprimento do protórax, 2,1; maior largura do protórax, 1,9; comprimento do élitro, 5,3; largura umeral, 2,2.

Material-tipo. Holótipo , EQUADOR, Pichincha: Santo Domingo de los Colorados, III.1982 (MNRJ).

Comentários. Omosarotes ater assemelha-se a O. singularis pelo aspecto dos lados do protórax com apenas um tubérculo; pelos úmeros protuberantes; pelas carenas látero-basais dos élitros pouco nítidas e pelo tubérculo centro-basal protuberante com cerdas eretas e afiladas no topo. Distingue-se de O. singularis pelo padrão de coloração, com o tegumento totalmente preto; pelo comprimento das antenas, que atingem o ápice elitral; pelo aspecto obtuso do tubérculo lateral do protórax e pela forma dos fêmures, clavado e com a base afilada. Em O. singularis: tegumento predominantemente castanho; antenas atingem o terço apical dos élitros; tubérculo lateral do protórax cônico, levemente aguçado; fêmures pouco afilados na base, subcilíndricos.

Chave para as espécies de Omosarotes

1. Protórax bituberculado lateralmente, os tubérculos cônicos e pouco afilados, um mediano e outro pós-mediano; élitros com carena látero-basal nítida e saliente; tubérculo centro-basal dos élitros bastante protuberante, com as cerdas do topo longas e densas. Brasil (Pará) (fig.3) ............................................ O. foxi (Lane, 1973)

Protórax unituberculado lateralmente, com tubérculo pós-mediano; élitros com carenas pouco nítidas; tubérculo centro-basal dos élitros apenas protuberante, com as cerdas do topo curtas e pouco densas ............................................ 2

2. Escapo longo, tão comprido quanto o antenômero III; antenômero XI com, aproximadamente, o mesmo comprimento dos quatro anteriores. Brasil (Espírito Santo) (fig.4) ............................................O. nigripennis (Zajciw, 1970)

Escapo mais curto que o antenômero III; antenômero XI com o comprimento maior que os quatro anteriores ............................................3

3. Antenas, longas, ultrapassam o ápice elitral com pelo menos dois artículos; tubérculo lateral do protórax bem desenvolvido, dentiforme, com ápice bastante afilado. Peru, Equador e Brasil (Amazonas e Rondônia) (fig.2) ............................................O. paradoxum (Tippmann, 1955)

Antenas apenas atingem o ápice elitral ou não atingem; tubérculo lateral do protórax pouco desenvolvido, cônico ou obtuso ............................................4

4. Tegumento predominantemente castanho; antenas atingem o terço apical dos élitros; tubérculo lateral do protórax cônico, levemente aguçado. Costa Rica, Panamá e Brasil (Pará) (fig.6) ............................................O. singularis Pascoe, 1860

Tegumento preto; antenas atingem o ápice elitral; tubérculo lateral do protórax pouco desenvolvido, obtuso. Equador (fig.5) ............................................O. ater sp. nov.

Agradecimentos. Aos Drs Ubirajara R. Martins (MZSP) e Renato C. Marinoni (DZUP) pelo empréstimo de material; ao Dr Sérgio A. Fragoso pela execução das fotografias e ao Prof. Johann Becker (MNRJ) pela tradução dos originais em alemão.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido em 11.12.2000; aceito em 04.06.2001

 

 

1. Curso de Pós-Graduação em Ciências Biológicas, Universidade Estadual Paulista, Instituto de Biociências, Rubião Junior, 18618-000, Botucatu, SP, Brasil. (Bolsista FAPESP Proc. Nº 98/10692-5).

2. Depto de Entomologia, Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Quinta da Boa Vista, 20940-040, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. (Bolsista CNPq).

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