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Iheringia. Série Zoologia

Print version ISSN 0073-4721On-line version ISSN 1678-4766

Iheringia, Sér. Zool. vol.107  supl.0 Porto Alegre  2017  Epub May 02, 2017

https://doi.org/10.1590/1678-4766e2017134 

Articles

Checklist das moscas Asilidae (Diptera) no Mato Grosso do Sul, Brasil

Checklist of robber-flies (Diptera, Asilidae) in Mato Grosso do Sul state, Brazil

Lucas Araujo Cezar1  2 

1Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo. Avenida Nazaré, 481, Ipiranga, 04263-000, São Paulo, SP, Brasil.

2Bolsista CNPq. Programa de Pós-Graduação em Entomologia, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP , Brasil. (lucasilidae@gmail.com)


RESUMO

As moscas Asilidae são insetos predadores, mais abundantes e diversos em ambientes mais secos e de vegetação menos densa. Constituem uma das maiores famílias de Diptera, com mais de 7.000 espécies conhecidas. Estão registradas na literatura 32 espécies de Asilidae que integram 17 gêneros, que ocorrem no estado do Mato Grosso do Sul, o que corresponde a 7% do conhecido para o Brasil. Isso indica que a família, em comparação com outros dípteros, é bem conhecida no estado. Ainda assim, é possível esperar que a riqueza total de Asilidae passe de 80 espécies no estado.

PALAVRAS-CHAVE Asilinae; Dasypogoninae; Laphriinae; Stenopogoninae; Programa Biota-MS

ABSTRACT

Asilidae comprises over 7,000 species of flies, one of the biggest families in Diptera. They are also called robber flies, due to their predacious behavior. Robber flies are usually more abundant and diverse in dry and open environments. In Mato Grosso do Sul state, Brazil, there are 32 species of robber flies that integrate 17 genera (7% of all described Asilidae species in Brazil). Therefore, Asilidae is a relatively well-known Diptera family for this state. Nevertheless, total Asilidae richness in Mato Grosso do Sul is estimated to be over 80 species.

KEYWORDS Asilinae; Dasypogoninae; Laphriinae; Stenopogoninae; Biota-MS Program

Asilidae compreende mais de 500 gêneros e mais de 7.000 espécies distribuídas por quase todos os continentes, com exceção da Antártica, sendo um dos maiores grupos de moscas. A Região Neotropical abriga mais de 1.500 espécies alocadas em 217 gêneros, mas esses números ainda estão distantes de representar a diversidade real do grupo na região. Em território brasileiro já foi registrado quase um terço das espécies conhecidas para a Região Neotropical. É um grupo de diversidade mais significativa em ambientes mais áridos, mesmo presente em grande diversidade de hábitats (Carvalho et al., 2012; Papavero, 2009;Dikow, 2009).

Seus representantes são exclusivamente predadores, tanto na fase adulta quanto na de larva. Os adultos alimentam-se por meio do aparelho bucal altamente especializado a uma probóscide em forma de tubo, utilizada para perfurar a presa e injetar saliva com substâncias neurotóxicas. Apresentam olhos altamente desenvolvidos e se caracterizam pelo vértice aprofundado na cabeça. Por sua capacidade de predar insetos, de pequenos mosquitos a grandes libélulas, exercem importante papel ecológico no controle populacional de suas presas (Fisher & Hespenheide, 1992; Fisher, 2009).

MATERIAL E MÉTODOS

A lista de espécies que ocorrem no Mato Grosso do Sul foi elaborada tendo como base principal o mais recente catálogo da família para a Região Neotropical (Papavero, 2009). A informação sobre ocorrência das espécies foi refinada a partir de outras referências, citadas na lista. A classificação e nomenclatura dos níveis supragenéricos utilizada segue Papavero (2009), devido à dificuldade de situar os táxons à proposta filogenética recente mais recente (Dikow, 2009), ainda carente de uma chave mais completa.

As localidades com registros estão apresentadas na lista e foram classificadas quanto ao bioma brasileiro em que estão inseridas, segundo limites definidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, IBAMA (2012). Por seu caráter mais minucioso, é também apresentada (entre parênteses, apenas em casos conflitantes) a classificação quanto às ecorregiões mundiais disponibilizada pela organização World Wildlife Foundation, WWF (2012).

A lista das espécies de provável ocorrência no Mato Grosso do Sul, mas ainda não registradas, foi inferida a partir das informações de distribuição citadas por Papavero (2009).

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Lista das espécies registradas para o Mato Grosso do Sul. Estão registradas na literatura 32 espécies de 17 gêneros de Asilidae com ocorrência no estado do Mato Grosso do Sul (Tab. I). Esse número corresponde a 7% das espécies conhecidas para o Brasil. Em um inventário realizado para as espécies da Bahia, foram registradas a priori, a partir de dados da literatura, 18 espécies de Asilidae. Após coletas realizadas e exame de material em coleções, esse número subiu para 69 espécies, um acréscimo de quase 300% (Vieira et al., 2006). Ainda que o resultado desse levantamento prévio para o Mato Grosso do Sul tenha recuperado mais espécies que no estudo na Bahia, com base na literatura, é certo que o grupo está subamostrado no estado. Isso pode ser observado na Tabela I; todos os registros se restringem a oito localidades apenas, e se concentram em três delas: Maracajú, Porto Murtinho e Três Lagoas.

Tab. I Lista de espécies de Asilidae registradas no Mato Grosso do Sul, Brasil. (Biomas: Ce, Cerrado; Ch, Chaco; MA, Mata Atlântica; MS, Matas Secas; Pa, Pantanal). Entre parênteses é apresentada a classificação em ecorregiões segundo a WWF (2012), quando divergente da classificação dos Biomas brasileiros (IBAMA, 2012).  

Espécie Localidade Bioma Referência
ASILINAE
Apocleini
Lecania sp. Maracaju, Três Lagoas Ce, MA (Ce) Artigas & Papavero, 1995
Mallophora argentipes Macquart, 1838 Três Lagoas MA (Ce) Artigas & Angulo, 1980
Mallophora atra (Macquart, 1834) Maracaju, Porto Murtinho Ce, Pa (Ch) Artigas & Angulo, 1980
Mallophora calida (Fabricius, 1787) Maracaju Ce Artigas & Angulo, 1980
Mallophora inca (Curran, 1941) Maracaju Ce Artigas & Angulo, 1980
Mallophora leschenaulti (Macquart, 1838) Maracaju Ce Artigas & Angulo, 1980
Mallophora lugubris (Lynch Arribálzaga, 1880) Maracaju, Porto Murtinho Ce, Pa (Ch) Artigas & Angulo, 1980
Mallophora robusta (Wiedemann, 1828) Maracaju Ce Artigas & Angulo, 1980
DASYPOGONINAE
Blepharepiini
Blepharepium cajennense coarctatum (Perty, 1833) Bodoquena, Maracaju Ce, Ce Carrera, 1949
Caenarolia anomala (Carrera, 1947) Porto Murtinho Pa (Ch) Carrera, 1947
Caenarolia basalis (Curran, 1935) Porto Murtinho Pa (Ch) Carrera, 1949
Diogmites ferrugineus (Lynch Arribálzaga, 1880) Salobra Pa (Ce) Carrera, 1949
Lastauracini
Lastaurina ardens (Wiedemann, 1828) Porto Murtinho Pa (Ch) Carrera, 1945
Megapodini
Cyrtophrys lynchii (Brèthes, 1901) Maracaju Ce Carrera, 1949
Megapoda labiata (Fabricius, 1805) Maracaju Ce Carrera, 1949
Posicionamento incerto
Diogmites vulgaris Carrera, 1947 São Domingos Ce Carrera, 1953
LAPHRIINAE
Andrenosomatini
Pilica funebris Artigas et al., 1988 Maracaju Ce Artigas et al.,1988
Pilica pyrrhopyga (Wiedemann, 1828) Maracaju Ce Artigas et al.,1988
Atomosiini
Atomosia coxalis Curran, 1930 Corumbá Pa (MS) Curran, 1930; Papavero, 2009
Atomosia lineata (Curran, 1930) Corumbá Pa (MS) Curran, 1930; Papavero, 2009
Atoniomyia fulvipes Carrera, 1946 Porto Murtinho, Salobra Pa (Ch), Pa (Ce) Carrera, 1946; Papavero, 2009
Atoniomyia hispidella (Hermann, 1912) Maracaju Ce Carrera, 1946
Posicionamento incerto
Laphygmolestes flavipes Hull, 1962 Corumbá Pa (MS) Papavero, 2009
Protometer bokermanni Artigas et al., 1997 São Domingos Ce Papavero, 2009
Acronychini
Acronyches imitator Hermann, 1921 Dourados MA Papavero, 2009
Leptogastrini
Schildia fragilis (Carrera, 1944) Maracaju Ce Papavero, 2009; Dikow & Bayless, 2009
Ommatiini
Ommatius costatus Rondani, 1850 Maracaju Ce Vieira, 2009
Ommatius norma (Curran, 1928) Maracaju Ce Scarbrough, 2008
Ommatius orenoquensis (Bigot, 1876) Três Lagoas MA (Ce) Vieira, 2009
Ommatius pulcher (Engel, 1885) Maracaju, Três Lagoas Ce, MA (Ce) Vieira, 2009
Ommatius spatulatus (Curran, 1928) Maracaju Ce Vieira, 2009
STENOPOGONINAE
Enigmomorphini
Dicranus rutilus (Wiedemann, 1821) Maracaju Ce Carrera, 1955

O Cerrado abriga a grande maioria dos táxons registrada no Mato Grosso do Sul, 22 espécies, sendo 17 exclusivas desse bioma. O Pantanal apresenta nove espécies, sendo que, destas, sete ocorrem apenas nesse bioma. A Mata Atlântica do Mato Grosso do Sul tem a menor riqueza entre os biomas do estado (cinco espécies, sendo três exclusivas). Apesar de o resultado ser compatível com o que se conhece da biologia do grupo, e também com a extensão dos biomas no Mato Grosso do Sul, os eventos de coleta são insuficientes para se afirmar que isso reflita a riqueza real de espécies no estado. Além disso, Fisher (2009) sugeriu que a diversidade de Asilidae em ambientes florestais em geral esteja bastante subestimada, devido à maior dificuldade de se coletar representantes da família nesses ambientes.

Lacunas de conhecimento. Como na maioria dos grupos de invertebrados, a região Centro-Oeste como um todo é bastante subamostrada. Para Asilidae em especial, a diversidade em ambientes florestais deve receber maior atenção nos inventários e estudos taxonômicos, devido à maior dificuldade de coletar espécimes da família nesses ambientes.

Grupos de pesquisa em Asilidae. A família é relativamente bem estudada no Brasil em comparação com outras famílias de Diptera, pois tem sido objeto de estudo de pesquisadores brasileiros desde a primeira metade do século XX. Na década de 1940, o dipterista Messias Carrera, contratado junto ao então Departamento de Zoologia da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo (posteriormente, Museu de Zoologia), publicou seus primeiros trabalhos sobre a taxonomia de Asilidae. Suas contribuições tratavam principalmente da fauna brasileira e sua produção se estendeu até o fim da década de 1960; além disso, formou outros entomólogos, com destaque para Nelson Papavero, que seguiu os estudos em Diptera, e dedicou grande parte de seu esforço para Asilidae.

Atualmente há três principais núcleos de estudo com sistemática de Asilidae no Brasil (pesquisadores entre parênteses): no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, em Manaus (José Albertino Rafael, Rodrigo Marques Vieira e Edgar Alvim); no Museu de Zoologia - USP, em São Paulo (Carlos José Einicker Lamas, Nelson Papavero e Lucas Araujo Cezar); e na Universidade Estadual de Feira de Santana, na Bahia (Freddy Bravo e Ivan Farias Castro).

Principais acervos. As coleções mais representativas de Asilidae no Brasil, segundo Carvalho et al. (2002) são, em ordem decrescente de quantidade de espécimes montados: Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP); Museu Nacional, UFRJ (MNRJ); Departamento de Zoologia da Universidade Federal do Paraná (DZUP) e Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).

Perspectivas. Estão listadas abaixo 27 espécies com distribuição registrada no entorno do Mato Grosso do Sul (Papavero, 2009), mas até o momento não registradas no estado: Asilinae [Amblyonychus substitulus (Walker, 1851), Eccritosia barbata (Fabricius, 1787), Eicherax macularis (Wiedemann, 1821), Mallophora barbipes (Wiedemann, 1819), Mallophora duretiArtigas & Angulo, 1980, Mallophora emiliae Carrera, 1960, Mallophora nigritarsis (Fabricius, 1805), Mallophora ruficauda (Wiedemann, 1828), Mallophora sylveirii Macquart, 1838, Mallophora zita Curran, 1941, Taurhynchus rubricornis (Macquart, 1838), Wygodasilus ulchripes (Bromley, 1928)] Dasypogoninae [Amorimius bicolor (Carrera, 1949), Cleptomyia tripartita (Walker, 1854), Diogmites lindigii (Schiner, 1868), Pseudorus distendens (Wiedemann, 1828), Senobasis lenkoi Papavero, 1975)]; Laphriinae [Aphestia annulipes (Macquart, 1838), Cerotainia lynchii (Williston, 1889)] Ommatiinae [Ommatius arginellus (Fabricius, 1781)]; Stenopogoninae [Archilestris capnoptera (Wiedemann, 1828), Cylicomera rubrofasciata Lynch Arribálzaga, 1881, Dicranus schrottkyi Bezzi, 1910, Enigmomorphus paradoxus Hermann, 1912, Plesiomma caedens (Wiedemann, 1828), Prolepsis fenestrata (Macquart, 1838)] Stichopogoninae [Townsendia fiebrigii Bezzi, 1909].

Espera-se, portanto, um acréscimo significativo nessa riqueza em um futuro próximo, talvez equivalente ao observado para a Bahia por Vieira et al. (2006), como resultado de mais inventários, estudos taxonômicos e da formação de mais taxonomistas. O projeto “Rede temática para estudos de diversidade, sistemática e limites distribucionais de Diptera nos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia” (SISBIOTA - CNPq/FAPESP), iniciado em fevereiro de 2010 e ainda em andamento, pode contribuir em um futuro próximo com essa expectativa, pois conta com amostragem em localidades estratégicas nos três estados, além de recurso para formação de mais especialistas na ordem Diptera.

Agradecimentos.

A Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciências e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundect) e a Superintendência de Ciências e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Sucitec/MS) pelo convite de participação neste fascículo especial da Iheringia, Série Zoologia e o suporte financeiro para sua publicação. À Jéssica Gillung pela leitura crítica do manuscrito. Ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) (Proc. nº 563256/2010-9) e Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) (Proc. No. 2010/52314-0) pelo auxílio conferido ao projeto “Rede temática para estudos de diversidade, sistemática e limites distribucionais de Diptera nos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia” e bolsa de doutorado conferida ao autor (CNPq, Proc. nº 143183/2011-7), aprovados no âmbito do edital SISBIOTA.

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Recebido: 07 de Dezembro de 2016; Aceito: 06 de Fevereiro de 2017

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