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Memórias do Instituto Oswaldo Cruz

Print version ISSN 0074-0276On-line version ISSN 1678-8060

Mem. Inst. Oswaldo Cruz vol.66 no.2 Rio de Janeiro  1968

http://dx.doi.org/10.1590/S0074-02761968000200010 

Ueber die bildung von lymphzellen bei rhinocricus padbergii (Diplopoda)

Rudolf Barth1 

Instituto Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, Brasil

ABSTRACT

In den aktiven Amoebozyten der Haemolymphe des Diplopoden Rhinocricus padbergii finden sich keine Mitosen oder andere Anzeichen von Zellvermehrung. In Haeutungsstadien findet sich im hinteren Winkel der Doppelsegmente eine Hypodermiszone, von deren Zellen einige amitotisch junge Amoebozyten hervorbringen. Nach der amitotischen Teilung bildet der distale Tochterkern den zukuenftigen Hypodermiszellkern; der proximale teilt sich nochmals amitotisch beide produkte dieses Vorganges umgeben sich mit einem Teil des Protoplasmakoerpers und verlassen, die Basalmembran durchbrechend, das Epithel. Sie bilden neue Amoebozyten. Waehrend alle Organe durch eine Bindegewebsmembran gegen die Haemolymphe abgegrenzt sind, findet sich in dem Raum hinter der Intersegmentalmembran der Segmente keine solche Membran. Diese fasert sich unmittelbar hinter der Intersegmentalmembran schichtenweise auf und bildet eine gitterfoermige Sperre, so dass keine aelteren phagozytierenden Amoebozyten in den hinteren Raum der Segmente gelangen. Durch Muskelkontraktion kann der Raum verkleinert werden, wodurch die jungen Amoebozyten in die Hauptleibeshoehle transportiert werden. Es wird vermutet, dass die Bindegewebsmembran im Sinne von Hoyle (1952) und Twarog und Roeder (1956) die Organe vor ploetzlichen Veraenderungen der Jonenkonzentration und des osmotischen Wertes der Haemolymphe schuetzt; die amoebozytogene Hypodermis ist aus diesem System ausgeschlossen, so dass die jungen Amoebozyten die erwaehnten Schwankungen in der Zusammensetzung der Haemolymphe begleiten koennen.

RESUMO

Na hemolinfa de Rhinocricus padbergii, não foram observadas mitoses ou outros sinais de multiplicação celular. Em estado de muda encontra-se no ângulo posterior dos segmentos duplos uma zona hipodérmica, cujas células produzem, amitòticamente, amebócitos. O núcleo dividi-se, por amitose típica; o núcleo distal representa o futuro núcleo hipodérmico, mas o proximal sofre de mais uma divisão amitótica. Os dois produtos dêste processo, revestidos, cada um, por uma parte do corpo protoplasmático, atravessam ativamente a membrana basal, entrando então como amebócitos novos na circulação. Enquanto que todos os órgãos, inclusive o hipoderma, são revestidos por uma membrana de tecido conjuntivo, sendo êstes assim separados da hemolinfa, não foi encontrada uma membrana desta natureza na região posterior da membrana intersegmental de cada segmento duplo. A membrana de tecido conjuntivo desintegra-se imediatamente atrás da inserção da membrana intersegmental, formando lamelas e filamentos finos. Esta zona representa uma zona de filtragem que não permite a entrada de grandes amebócitos fagocitantes no espaço posterior dos segmentos. O volume dêste espaço pode ser reduzido por contrações de certos músculos; o fluxo da hemolinfa, provocado pela pressão resultante, transporta os amebócitos novos para a cavidade geral do corpo. Supomos que a membrana de tecido conjuntivo proteja, o hipoderma, no sentido de HOYLE (1952) e TWAROG e ROEDER (1956), contra as modificações rápidas da concentração de iontes e do valor osmótico da hemolinfa. O hipoderma amebocitógena é excluído dêste sistema, de modo que os novos amebócitos podem acompanhar as alterações na composição da hemolinfa.

 

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