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Memórias do Instituto Oswaldo Cruz

Print version ISSN 0074-0276On-line version ISSN 1678-8060

Mem. Inst. Oswaldo Cruz vol.80 no.3 Rio de Janeiro July./Sept. 1985

http://dx.doi.org/10.1590/S0074-02761985000300010 

The retained capacity of Lutzomya longipalpis (Lutz & Neiva) to transmit Leishmania chagasi (Cunha & Chagas) after eight years (64 generations in a closed laboratory colony

M. de N. A. Gonçalves1 

L. Ryan1 

R. Lainson1 

J. J. Shaw1 

Fundação SESP, Instituto Evandro Chagas, Wellcome Parasitology Unit, Belém, Brazil

ABSTRACT

A closed Lutzomyia longipalpis colony, from Ceará has been used to transmit Leishmania chagasi isolated from a fox in Pará state. The last time this colony was successfully used in similar transmission experiments was eight years (64 generations) ago indicating that this colony of Lu. longipalpis has fully maintained its vectorial capacity in spite of such a long period of maintainance in the laboratory.

RESUMO

Lutzomyia longipalpis foi alimentado através de membrana com uma suspensão de macerado de fígado e baço em sangue desfibrinado de coelho. Este material foi originário de um hamster infectado com Leishmania chagasi, realimentado em hamsters limpos, transmitindo os parasitos em duas ocasiões. Esta mesma colônia de Lu. longipalpis, do Ceará, foi usada para a primeira transmissão há oito anos e 64 gerações atrás e não teve a capacidade vetorial diminuída.

 

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