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Memórias do Instituto Oswaldo Cruz

Print version ISSN 0074-0276On-line version ISSN 1678-8060

Mem. Inst. Oswaldo Cruz vol.83 no.1 Rio de Janeiro Jan./Mar. 1988

http://dx.doi.org/10.1590/S0074-02761988000100006 

The role of behavior in the survival of Biomphalaria glabrata in biossays with the plant molluscicide Phytolacca dodecandra

P. Jurberg1 

J. V. Barbosa1 

L. Rotenberg1 

Instituto Oswaldo Cruz, Departamento de Biologia, Laboratório de Comportamento Animal, Rio de Janeiro, Brasil

ABSTRACT

This work examines the role of behavior in the survival of Biomphalaria glabrata exposed to 25, 50 75 and 100 mgl-1 of Phytolacca dodecandra. Time-lapse cinematography was used to quantify accurately the following parameters: (a) frequency of exits from the solution, (b) time spent out of the solution and (c) time elapsed until the first exit from the solution. These behavior patterns were statistically compared between surviving snails and those which later died. The proportion of surviving snails leaving the liquid medium was significantly higher than that of dying snails. In addition, the surviving group spent significantly more time out of the solution than the group which died, except for the 100 mgl-1 concentration. However, no significant difference was detected in the time elapsed until the first exit from the solution. It can be concluded that both the tendency to leave the P. dodecandra solutions, and the time spent out of them, contributed significantly to snail survival. Molluscicide bioassays should take into account the possibility that some behavior patterns of planorbids might contribute to the protection of the snails.

Key words: behavioral bioassay; Biomphalaria glabrata; Phytolacca dodecandra; schistosomiasis control; molluscicide

RESUMO

Este trabalho investiga o papel do comportamento na sobrevivência de Biomphalaria glabarta exposta a 25, 50, 75 e 100 mgI-1 de Phytolacca dodecandra. Foi utilizada a técnica de cinematografia com lapso de tempo para quantificar acuradamente os seguintes parâmetros (a) freqüência de saídas da solução, (b) tempo de permanência fora da solução e (e) tempo decorrido até a primeira saída da soluçao. Estes padrões comportamentais foram estatisticamente comparados no que se refere aos caramujos sobreviventes e aos que vieram a morrer. Dentre os camundongos que abandonaram o meio líquido, a proporção de sobreviventes foi significativamente maior que a de mortos. Além disso, um tempo significativamente maior de permanência fora da solução foi observado no grupo que sobreviveu, em relação ao grupo que veio a morrer, exceto no que diz respeito à concentração de 100 mgI-1. No entanto, nenhuma diferença significativa foi detectada no tempo decorrido até a primeira saída da solução. Conclui-se que a tendência a abandonar as soluções de P.dodecandra e o tempo de permenência fora delas favorecem a sobrevivência dos caramujos. Bioensaios com moluscicidas deveriam levar em conta a possibilidade de que alguns padrãoes comprtamentais dos planorbídeos venham a contribuir para a sua sobrevivência.

Palavras-Chave: bioensaio comportamental; Biomphalaria glabrata; Phytolacca dodecandra; controle da xistosomose; moluscicida

 

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