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Memórias do Instituto Oswaldo Cruz

Print version ISSN 0074-0276On-line version ISSN 1678-8060

Mem. Inst. Oswaldo Cruz vol.83 no.2 Rio de Janeiro Apr./June. 1988

http://dx.doi.org/10.1590/S0074-02761988000200010 

Detection of viral infection by immunofluorescence in formalin-fixed tissues, pretreated with trypsin

O. M. Barth1 

S. Majerowicz1 

L. P. Menasce1 

H. G. Schatzmayr1 

Instituto Oswaldo Cruz, Departamento de Virologia, Rio de Janeiro, Brasil

ABSTRACT

The presence of viral antigen in sections from formalin-fixed and paraffin-embedded human tissues was demonstrated by trypsin digestion followed by direct or indirect immunofluorescence. The specimens may be used for retrospective diagnosis. The immunofluorescence technique has to be adapted to the suspected virus infection on the basis of previous histopathology study. Variations of trypsin concentration time and temperature of incubation, expose different viral antigens and have to be previously tested for each unknown system. For measles virus detection in lung a stronger digestion has to be applied as compared to adenovirus or respiratory disease viruses in the same tisue. Flavivirus in liver tissue needs a weaker digestion. The reproducibility of the method makes it useful as a routine technique in diagnosis of virus infection.

Key words: virus diagnosis; immunofluorescence; retrospective diagnosis; trypsin digestion

RESUMO

A presença de antígeno viral em cortes de tecidos humanos fixados em formol e emblocados em parafina foi demonstrada pela digestão com tripsina foi demonstrada pela ingestão com tripsina seguida de imunofluorescência direta ou indireta. Os espécimens podem ser utilizados para diagnoses retrospectivas. A técnica da imunofluorescência deve ser adaptada à infecção viral suspeita segundo diagnosie histopatológica prévia. Os parâmetros para a digestão do tecido pela tripsina, relacionados à concentração, duração de atuação e temperatura, expõem diferentes antígenos virais e devem ser previamente testados para cada sistema a ser estabelecido. Uma digestão mais intensa deve ser aplicada para a detecção do vírus do sarampo em tecido pulmonar do que para adenovírus ou vírus respiratório sincicial no mesmo tecido. Por outro lado, o vírus da febre amarela em tecido de fígado necessita de uma digestão mais fraca.

Palavras-Chave: diagnose viral; immunofluorescência; diagnose retrospectiva; digestão por tripsina

 

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