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Memórias do Instituto Oswaldo Cruz

versión impresa ISSN 0074-0276

Mem. Inst. Oswaldo Cruz v.98 n.7 Rio de Janeiro oct. 2003

http://dx.doi.org/10.1590/S0074-02762003000700004 

EPIDEMIOLOGY

 

Foco de doença de Chagas em Arcádia, estado do Rio de Janeiro, Brasil

 

Source of Chagas disease in Arcádia, state of Rio de Janeiro, Brazil

 

 

Elias Seixas Lorosa1; Márcio Valério Monteiro Pinto Valente; Vanda Cunha; Herman LentI; José Jurberg

Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos, Departamento de Entomologia, Instituto Oswaldo Cruz-Fiocruz, Av. Brasil 4365, 21045-900 Rio de Janeiro, RJ, Brasil

 

 


ABSTRACT

Following the report of triatomine nymphs in a house in Arcadia, Miguel Pereira, state of Rio de Janeiro, Brazil, the infested dwelling was checked. Several eggs and 46 specimens of Triatoma vitticeps (Stal, 1859) were collected. Among them, adults and nymphal instars accounted for 43.5% and 56.5%, respectively. Analysis of blood meals showed the ecletism of this species; 24 (52.2%) were single feeds, 18 insects (39.1%) fed on two hosts and 4 (8.7%) on three hosts. Trypanosoma cruzi infection rate of examined specimens was 13%. Finally one of the residents of the house was positive for anti-T. cruzi antibodies using indirect immunofluorescence.

Keywords: Triatoma vitticeps - Hemiptera - Reduviidae - precipitin test - Chagas disease - Rio de Janeiro - Brazil


 

 

Seguindo relatório de encontro de ninfas de triatomíneos em uma casa em Arcádia, Miguel Pereira, estado do Rio de Janeiro, Brasil, resolvemos investigar o domicílio infestado. Neste local coletamos vários ovos e 46 espécimes de Triatoma vitticeps (Stal, 1859). Dentre eles, adultos e estádios ninfais apresentaram, respectivamente, 43,5% e 56,5% de representatividade. Através da análise do conteúdo estomacal pela técnica de precipitina constatamos o ecletismo alimentar desta espécie 24 (52,2%) apresentaram repastos sangüíneos provenientes de uma só fonte, 18 (39,1%) de duas fontes e quatro (8,75%) de três fontes. A infecção natural por Trypanosoma cruzi foi detectada em seis espécimes representando 13% da amostra total. Foi constatado, através do teste de imunoflorescência indireta para anticorpos anti-T. cruzi, que um dos moradores da casa apresentou reação positiva.

Em junho de 2002, o Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos recebeu para identificação alguns exemplares de triatomíneos coletados em um domicílio localizado em Arcádia, fazenda Terra Fria, distante 30 km da cidade de Miguel Pereira, a 900 m de altitude sobre o nível do mar.

Os insetos foram identificados como T. vitticeps, uma espécie de hábitos silvestres, esporadicamente encontrada dentro do domicílio; quando adultos são atraídos pela luz em casas próximas às matas (Lent 1942, Gonçalves et al. 1998).

No estado do Espírito Santo, esta espécie foi encontrada domiciliada (Santos 1969) com a suspeita de que possa transmitir a doença de Chagas, em particular no município de Alfredo Chaves (Lent 1942, Pinto 1969). Dois trabalhos assinalaram a alta dispersão do T. vitticeps no estado do Espírito Santo e chamaram atenção para a alta taxa de infecção natural por T. cruzi em todo o estado, oscilando entre 25% a 64% de positividade (Silveira et al. 1983, Sessa & Carias l986). Por outro lado, a prevalência da infecção humana por T. cruzi tem se apresentado sempre baixa em inquéritos realizados nessa região, seja na população geral, entre escolares ou em bancos de sangue (Barros et al. 1975, 1980). Esporadicamente, relatam-se casos agudos no estado do Espírito Santo com provável contaminação através de vetor ou por transmissão congênita (Pinto et al. l986). No inquérito sorológico levado a cabo entre 1978 e 1980 encontrou-se uma prevalência de 0,32% entre a população geral de áreas rurais deste estado (Camargo et al. l984).

T. vitticeps é bem conhecida através de vários pontos de vista, tanto morfológicos como biológicos. As ninfas, os ovos e os folículos testiculares das ninfas macho de 5º estádio foram estudados por Jurberg e Campos (1995). Os adultos foram descritos por Lent e Wygodzinsky (1979) e a genitália do macho está representada em suas estruturas através de um estudo comparativo entre seis espécies de Triatoma (Lent & Jurberg 1978). Trabalhos biológicos foram feitos sobre o tempo médio de alimentação de 26 min., sobre o número de defecações durante ou logo após o repasto entre dois e dez dias (Dias 1956), e sobre o período médio de duração do ciclo biológico que varia de 262 dias para os machos e 280 dias para as fêmeas em laboratório (Carcavallo et al. 1998, Canale et al. 1999). Poucos são os trabalhos sobre a sua biologia no habitat natural, embora no laboratório já existam alguns relatos (Silva 1985, Gonçalves et al. 1988, 2000) que detectaram um índice de 65,54% na infecção por T. cruzi para T. vitticeps. Aplicando a técnica de precipitina verificaram que participaram da dieta alimentar os seguintes vertebrados: tatu 30,3%, humano/porco 13,1%, ave/cão 11,5%, cavalo 5,7%, gambá 4,9%, roedor 4,1% e boi 3,3%.

 

MATERIAIS E MÉTODOS

A equipe do laboratório capturou no quarto e sala de uma casa de pau-a-pique recoberta com telha de amianto 40 exemplares de T. vitticeps em vários estádios e 32 ovos. A repartição por estádio dos insetos era: 20 exemplares adultos, cinco ninfas de 5º estádio, seis ninfas de 4º estádio, duas ninfas de 3º estádio, duas ninfas de 2º estádio, cinco ninfas de 1º estádio, além de seis ninfas de 2º, 3º, 4º e 5º estádio capturadas pela proprietária do imóvel. A análise do conteúdo do tubo digestivo dos triatomíneos foi realizada com a técnica de precipitina (Lorosa et al. 1998b). A bateria de antissoros e os respectivos títulos utilizados foram: anti-humano 1:15.000, ave l:10.000, cão l:15.000, gato l:12.000, roedor l:17.000, gambá 1:14.000 e boi l: 15.000. A pesquisa da infecção natural por T. cruzi foi feita através de exame a fresco diretamente do conteúdo do tubo digestivo, que foi coletado em lâmina, por meio de uma leve pressão no abdome e levado à microscopia óptica. Coletamos sangue dos moradores da referida vivenda e os soros foram examinados pelos métodos de imunofluorescência indireta (IFI) e Elisa (EIE).

 

RESULTADOS

A análise do tubo digestivo dos triatomíneos realizada pela técnica de precipitina reforçou o seu ecletismo alimentar. Entre 46 triatomíneos (Tabela I), todos eram reativos e um total de 70 repastos sangüíneos foi identificado; 24 triatomíneos reativos (52,2%) apresentavam repastos sangüíneos oriundos de uma só fonte, 18 de duas fontes (39,1%) e quatro de três fontes (8,7%). A identificação dos repastos mostrava que os humanos eram os hospedeiros predominantes (31,4%), seguidos dos roedores (24,3%), aves (20%), cães (15,7 %) e marsupiais (8,6%).

 

A taxa de infecção natural por T. cruzi foi de 13% (Tabela II). Um dos moradores da casa foi positivo para anticorpos anti-T. cruzi (teste de IFI com um título de 1/80).

 

DISCUSSÃO E CONCLUSÃO

A freqüência que as espécies ditas secundárias vêm apresentando no intradomicílio, em várias regiões do Brasil, tem sido em grande escala.

Triatoma rubrofasciata De Geer, 1773, com índice de infecção natural de 16,9%; participaram da sua dieta alimentar: roedor, cão, cavalo, gambá e humano na ilha de São Luís, Maranhão (Lorosa et al. 1998a).

Triatoma sordida (Stal, 1859), com infecção natural de 6,62%; suas fontes alimentares foram ave, roedor e cão, no norte de Minas Gerais, Curvelo, Montes Claro e Januaria (Lorosa et al. 1998b).

Panstrongylus megistus Burneister, 1835, 70,6% apresentavam-se infectados por T. cruzi e alimentando-se em ave, roedor e cão, no alto do Rio Paraná, Santa Catarina (Guilherme et al. 2001).

Triatoma costalimai Verano & Galvão, 1959, com índice de 13,47% e as seguintes fontes alimentares: roedor, gambá, lagarto, cavalo, ave e tatu; Rhodnius neglectus Lent, 1954 com a infecção de 8,1% alimentando-se em roedor, ave, gambá, cão e humano no norte do estado de Goiás (Lorosa et al. 1999d).

Triatoma rubrovaria Blanchard, 1843, espécie silvestre que atualmente evidencia progressiva adaptação à habitação humana e às dependências peridomicilaires, infectado por T. cruzi e alimentando-se em mamíferos e répteis encontrados nos estados do Paraná e Rio Grande do Sul (Almeida et al. 2000).

Triatoma brasiliensis Neiva, 1911 e Triatoma pseudomaculata Corrêa e Espínola, 1964, ambos de hábitos domésticos e peridomésticos, encontrados infectados com T. cruzi e alimentando-se em ave, cabra, cão, gato, roedor e humano (Alencar et al. 1977).

Dias et al. (1989) detectaram para o T. vitticeps um índice de 70,2% de infecção natural para fêmeas e 51,8% para os machos; suas fontes alimentares foram humano, ave, roedor, marsupial, gato e cão no estado do Espírito Santo. Com esta mesma espécie, Gonçalves et al. (2000) encontraram um índice de infecção natural de 65,54% com a participação na dieta alimentar de tatu, porco, humano, ave, cão, cavalo, gambá, roedor e boi. O estudo foi realizado em duas áreas da localidade de Triunfo, 2º distrito do município de Santa Maria Madalena, Rio de Janeiro.

O T. vitticeps, considerado até então como espécie silvestre, vem demonstrando capacidade de colonização no domicílio (Silveira et al. 1983, Diotaioti & Dias 1987), tornando-se de interesse na epidemiologia da doença de Chagas.

Os resultados caracterizaram a domiciliação de T. vitticeps, com infecção para T. cruzi com um dos moradores infectado, indicando a necessidade de realização de estudos sobre o comportamento dessa espécie e a sua relação com a transmissão do agente da doença de Chagas. É importante ressaltar seu ecletismo alimentar em situação intradomiciliar.

 

AGRADECIMENTOS

Ao Dr. François Noireau e ao Dr. Rodolfo U Carcavallo pelas sugestões e leitura crítica do texto e pela revisão do resumo em inglês.

 

REFERÊNCIAS

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Recebido em 16 de abril de 2003
Aceito em 10 de setembro de 2003
Com auxílio do CNPq, Faperj e Convênio 08/2003 Fiocruz/Funasa

 

 

1 Autor de contato. Fax: +55-21-2573.4468. E-mail:lorosa@ioc.fiocruz.br