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Revista da Escola de Enfermagem da USP

Print version ISSN 0080-6234On-line version ISSN 1980-220X

Rev. esc. enferm. USP vol.39 no.2 São Paulo June 2005

http://dx.doi.org/10.1590/S0080-62342005000200010 

RELATO DE EXPERIÊNCIA

 

Assistência individualizada: "posso trazer meu cachorro?"

 

Individulized care: can i bring my dog?

 

Asistencia individualizada: puedo traer mi perro?

 

 

Edna Aparecida BussottiI; Eliseth Ribeiro LeãoII; Denise Maria Nascimento ChimentãoIII; Cristiane Pavanello Rodrigues SilvaIV

IEnfermeira. Encarregada substituta das Unidades Infantis do Hospital Samaritano – SP. edna.bussotti@samaritano.com.br
IIEnfermeira. Doutora pela EEUSP. Assessora de Pesquisa Científica do Hospital Samaritano – SP. eliseth.leao@samaritano.com.br
III
Enfermeira. Encarregada da Unidade de Internação Pediátrica do Hospital Samaritano – SP. denise.chimentao@samaritano.com.br
IV
Enfermeira. Encarregada do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Samaritano – SP. cristiane.pavanello@samaritano.com.br

Correspondência

 

 


RESUMO

Estudo de caso com objetivo de conhecer a percepção de uma adolescente portadora de leucemia linfocítica aguda recidivada e da sua mãe sobre a visita do seu cão de estimação durante a hospitalização, bem como descrever a experiência enquanto intervenção de enfermagem. Os dados foram obtidos e organizados mediante relato de experiência. Benefícios dessa medida terapêutica foram observados demonstrando que a Terapia Assistida por Animais deve ter sua utilização ampliada para outras situações clínicas, constituindo alvo de novas investigações.

Decritores: Terapias alternativas. Enfermagem pediátrica. Adolescente institucionalizado. Vínculo Homem-animal de estimação. Cães.


ABSTRACT

A case study aimed at knowing the perception of a teenager suffering from recurrent acute lymphocytic leukemia and of her mother regarding the visit of her pet dog during hospitalization, as well as at describing the experience as a nursing intervention. Data was obtained and organized through reports on the experience. Beneficial effects of such therapeutic action were observed, thus demonstrating that Animal Assisted Therapy may be extended to other clinical situations and should be the object of new investigations.

Key words: Alternative therapies. Pediatric nursing. Adolescent, institucionalized. Bonding, human-pet. Dogs.


RESUMEN

Estudio de caso realizado con el objetivo de conocer la percepción de una adolescente portadora de leucemia linfocítica aguda en recidiva y de su madre sobre la visita de su perro mascota durante la hospitalización, así como describir la experiencia como intervención de enfermería. Los datos fueron obtenidos y organizados mediante relato de experiencia. Beneficios de esa medida terapéutica fueron observados, demostrando que la Terapia Asistida por Animales debe tener su utilización ampliada hacia otras situaciones clínicas, constituyendo blanco de nuevas investigaciones.

Descriptores: Terapias alternativas. Enfermería pediátrica. Adolescente institucionalizado. Vinculo ser humano-animal. Perros.


 

 

INTRODUÇÃO

Os primeiros registros de resultados positivos obtidos da interação de animais com pacientes datam de 1792, na Inglaterra(1). A partir disso, a atenção de alguns profissionais da saúde se voltaram para essa prática buscando uma melhor compreensão sobre os seus efeitos, bem como sobre suas implicações. Além dos cachorros, diversos outros animais passaram a integrar esse trabalho, gatos, pássaros, peixes, surgindo assim, a denominação de Terapia Assistida por Animais (TAA).

Nos últimos anos, têm despontado estudos sobre os benefícios, riscos e prevenção dos riscos sobre a entrada de animais de estimação nas instituições hospitalares(2-5). A importância da TAA em instituições para adolescentes também vem sendo enfatizada(6). Existem Programas, principalmente nos E.U.A., especializados nessa área, e que começam, atualmente, a emergir em nosso meio.

A TAA é indicada como medida adjuvante em diversas situações clínicas por proporcionar benefícios emocionais e espirituais para os pacientes, familiares e para a própria equipe(7); por reduzir o impacto e estresse gerados pela situação de doença e da hospitalização, alterando o foco perceptual e, também, por promover melhor adesão à terapêutica proposta(8). Destacamos ainda, que embora seja uma intervenção que utiliza animais, traz consigo um forte apelo à humanização, pois ajuda a descontrair o clima pesado de um ambiente hospitalar, melhora as relações interpessoais e facilita a comunicação(9-10).

Relata-se o caso da ajuda de um cão na recuperação pós-cirúrgica de um garoto de 12 anos submetido a uma apendicectomia com muitas complicações durante a cirurgia(8). No seu plano de cuidados, a deambulação constituía atividade fundamental, que não ocorria, pois, devido à dor, o paciente se recusava a realizá-la, não conseguindo também, executar os exercícios respiratórios. Essa situação estava preocupando a equipe multidisciplinar, quando então, a enfermeira que o acompanhava sugeriu a TAA. A cachorrinha Molly, integrante do Programa, iniciou sua visita, o que levou o garoto a caminhar com ela e a colaborar com mais ânimo em seu tratamento.

Entretanto, a TAA requer uma série de cuidados especiais para que possa ser realizada com efetividade e segurança para os pacientes.

No que se refere ao controle de infecção hospitalar, as recomendações seguidas são preconizadas pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC), pelo Healthcare Infection Control Practices Advisory Committee (HICPAC) e pela Association for Professionals in Infection Control and Epidemiology (ADIC). Todas essas entidades são unânimes, ao afirmarem que animais podem ser fontes de infecção hospitalar, mas que uma avaliação cuidadosa antes, bem como a adoção de cuidados específicos, podem minimizar muito este risco(11-13). Imunodeprimidos, em relação à visitação de animais, teriam, teoricamente, maior risco de adquirir infecções, porém não existem dados publicados demonstrando-o. Todavia, alguns hospitais proíbem a TAA aos pacientes imunodeprimidos e com alergias respiratórias.

A nossa atenção para essa temática surgiu a partir da assistência prestada a uma pré-adolescente de 13 anos com diagnóstico de leucemia linfocítica aguda que, durante a hospitalização, juntamente com sua família, nos solicitou a visita de sua cachorra. Em 2000, C. K., sexo feminino teve diagnóstico de Leucemia Linfocítica Aguda (LLA) aos 10 anos de idade, ficando internada nessa época, na instituição campo de estudo, para realização de tratamento quimioterápico e radioterápico, evoluindo satisfatoriamente com o tratamento. Em dezembro de 2002 apresentou recidiva da doença, o que a manteve internada por aproximadamente 46 dias, internação essa permeada por várias intercorrências e complicações, como febre, troca de cateter central e imunosupressão. Contribuiu também, para o desencadeamento de sintomas depressivos, o fato de C. K. passar dentro do hospital o seu aniversário, além do Natal e Ano Novo, oscilando entre o quadro clínico que agravava a cada dia e a sua expectativa de melhorar e receber alta para casa.

Foi nesse contexto que C. K. solicitou a visita de um amiguinho muito especial, que referia estar "morrendo de saudades". Esse amiguinho era sua cachorrinha Danny, uma Lhasa-apso que havia ganhado em Junho de 2001. Essa cachorrinha entrou na sua vida quando ela estava em tratamento, após a descoberta da doença. Sua mãe referia que a escolha da raça e do nome da cachorrinha, muito havia contribuído para a recuperação e motivação de C. K. mantendo-a cada vez mais alegre e otimista.

É sabido que a hospitalização coloca o adolescente numa situação angustiante e às vezes até dramática. Sua inserção numa instituição hospitalar, quer seja por períodos longos ou curtos, gera mudanças bruscas e dolorosas, uma vez que o jovem se depara com rotinas e normas hospitalares que antes não existiam em sua vida(14).

O estresse gerado tende a ser minimizado por estratégias de enfrentamento, que dependem de diversos fatores: a gravidade e cronicidade da doença; experiências anteriores de hospitalização; maturidade pessoal, recursos da criança e dos familiares para lidar com conflitos, presença e apoio das pessoas de vínculo. A equipe de saúde desempenha importante papel nesse processo, pois pode adotar medidas redutoras de ansiedade, ajudando também, no reconhecimento e desenvolvimento de estratégias de enfren-tamento mais efetivas. Acrescentamos ainda, que para o sucesso desse enfrentamento, o saber ouvir, entendendo qual a necessidade real da criança e da família num dado momento, pode tornar menos traumática a sua permanência na instituição.

Pautadas nisso, buscamos atender a solicitação que nos havia sido feita viabilizando a visita do animal de estimação no ambiente hospitalar, corroborando a idéia da responsabilidade que o enfermeiro tem pela qualidade do atendimento da equipe, devendo, portanto, lançar mão de todos os recursos seguros e eficazes que garantam a recuperação dos pacientes(10).

Por se tratar de uma conduta inovadora e até mesmo polêmica, uma vez que não dispúnhamos de um Programa especializado e tão pouco de experiência nessa área, consideramos pertinente a realização deste estudo objetivando descrever a experiência dos enfermeiros na operacionalização da visita canina e os cuidados adotados, bem como conhecer a percepção da adolescente e do familiar (a mãe) em relação a essa intervenção.

 

METODOLOGIA

Estudo de caso, tendo como lócus da investigação uma Unidade de pediatria de um hospital privado, de médio porte, com 17 leitos,da cidade de São Paulo, que presta atendimento médico-cirúrgico.

Para a compreensão do objetivo proposto estabelecemos relatar a experiência da seguinte forma: descrição da operacionalização da visita canina e a percepção da adolescente e da sua mãe sobre a intervenção.

A coleta de dados foi realizada em janeiro/2003, mediante a solicitação da adolescente e sua mãe a responderem a uma única questão: qual a sua percepção sobre a visita do cachorro no hospital? Dessa forma, após a visita canina, elas relataram, por escrito e individualmente, a experiência, após esclarecimento sobre os objetivos deste estudo e a anuência formal assinando o consentimento livre e esclarecido, autorizando inclusive, a divulgação das fotografias realizadas durante a visita, para fins científicos. Aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa institucional também foi devidamente requerida. Dos relatos na íntegra, foram extraídas as frases, que na análise das autoras foram mais relevantes para a caracterização da experiência.

Durante a visita, ainda, as autoras puderam observar as expressões comportamentais, que permeiam a apresentação e discussão dos resultados.

Após a solicitação da visita canina feita pela família à enfermeira encarregada da Unidade de pediatria, buscando um atendimento individualizado e personalizado, sem, contudo, perder de vista as normas institucionais e o tratamento proposto, a referida solicitação foi encaminhada à Gerência do Serviço de Enfermagem para saber sobre a viabilidade de atendimento. O Serviço de Controle de Infecção do Hospital (SCIH) também foi consultado provendo as orientações necessárias e a equipe médica responsável também concedeu a devida autorização.

 

RESULTADOS

A visita

A mãe de C. K., que preferiu fazer surpresa, foi orientada quanto às recomendações estipuladas pelo SCIH: vacinação em dia; bom estado de saúde do animal; vermífugos em dia; banho do cão no dia da visita; acondicionamento adequado para transporte; lavagem rigorosa das mãos da criança e família após manipular o animal; utilização de luvas para limpeza em caso de excrementos durante a visita; e após a saída do animal, limpeza do quarto e troca da roupa da criança e da cama.

Uma vez agendada a visita, medidas de operacionalização foram tomadas e comunicadas, previamente, aos demais serviços envolvidos. Dessa forma, quando o animal chegou, devidamente acondicionado e envolvido com uma toalha, para que não causasse estranheza às outras pessoas, o Serviço de Segurança da entrada principal do Hospital informou à Enfermeira da Unidade Pediátrica. O acesso à Pediatria foi efetuado diretamente por um dos elevadores de visitas sem parar em nenhum outro andar, diminuindo o tempo de permanência do animal em outros setores, assim como o impacto das pessoas em geral, que não sabiam do que se tratava. Como não dispomos de um espaço físico apropriado a esse tipo de visita, a mesma foi realizada no quarto da paciente.

Primeiramente, ao entrarmos no quarto foi anunciado à C.K. que ela estava recebendo a visita de uma amiguinha especial. Sem fazer idéia do que estava acontecendo, ela veio até a porta e quando viu sua cachorrinha, começou a chamá-la pelo nome – Danny - e ficou com os olhos cheios de lágrimas, abrindo um largo sorriso. A cachorrinha também ficou agitada, pulou muito ao sair do transportador, correndo de um lado para outro no quarto e pulando no colo de C. K. e de sua mãe, apresentando um comportamento festivo, típico dos cachorros quando encontram seus donos. A cena levou também, alguns componentes da equipe de enfermagem presentes a ficarem com os olhos marejados de lágrimas. A visita foi fotografada e durou cerca de uma hora sem intercorrências em relação à CK, outras pessoas ou outros pacientes. Durante todo o tempo transcorrido do encontro, C.K. sorriu todo o tempo, abraçou, afagou sua cachorra e brincou muito com ela. Após a saída da cachorrinha C. K. tomou banho, trocou de roupa, a roupa de sua cama também foi trocada e o quarto foi higienizado.

A percepção de C.K. sobre a visita

A experiência relatada por C.K. mostrou como ela vivenciou o encontro com sua cachorra, caracterizada pelos extratos organizados no Quadro 1, relacionados ao impacto da doença/hospitalização; o desejo de receber a visita canina e o impacto da visita/benefícios.

A percepção da mãe sobre a visita

O relato escrito pela mãe de C.K. foi caracterizado pela vivência que antecedeu, inclusive a visita canina relacionada, portanto, à história da doença e da hospitalização, as complicações, o impacto da hospitalização, as estratégias de enfrentamento que a família recorreu, a relação com o animal, além da participação da equipe e os benefícios da visita, sob a sua ótica, apresentados nos Quadros 2 , 3 e 4.

 

DISCUSSÃO

A análise do discurso de C.K. revelou que sua experiência se deu quase que integralmente no tempo presente. As poucas referências ao passado se encontravam muito próximas do momento em que a visita canina ocupou o centro do cenário para ela.

A necessidade de estabelecer vínculos com animais e objetos existe em todas as idades, os quais são conhecidos como objetos transacionais(16). É um recurso que a criança utiliza para sentir-se segura, além de atuar como "co-terapeuta" possibilitando a brincadeira, onde brincar é viver e aprender a viver ao mesmo tempo. Afagar um cachorro permite abrir um espaço potencial para expressar a criatividade e lidar com as emoções(17), o que denota a sua importância, principalmente, nos processos de crise que advém de períodos de hospitalização prolongados. Isso já é observado com animais preparados especificamente para a TAA e consideramos interessante ressaltar o fato da visita ter sido realizada com o animal de estimação da própria paciente, que apresentava vínculo afetivo importante, que representa, sem dúvidas, a tentativa de personalização real da assistência, sob esse aspecto.

Por outro lado, a experiência da mãe de C.K. se deu numa linha temporal mais voltada ao passado, pois ela retrocedeu em quase três anos, ao período de início da doença. O passado vivido recebeu maior ênfase, como se estivesse re-elaborando o que vivera (e sofrera) até então.

No momento em que um filho adoece, por mais estruturada que seja a família, todos adoecem. Os pais sofrem um grande impacto com a enfermidade do filho. Ao delegarem à equipe hospitalar os cuidados de seu filho, sentem-se impotentes, incapazes e, freqüentemente, atribuem a si próprios a causa da doença. Diante do desespero e da ameaça de perda, lançam mão de mecanismos de defesa contra a depressão e desânimo(18).

A luta da mãe de C.K. em proporcionar à filha o bem estar possível foi enfatizada na descrição das estratégias de enfrentamento adotadas, nas quais a cachorra Danny estava significativamente inserida. Ficou bastante clara a importância do animal, não só relacionada ao enfrentamento da doença, como também influenciou a relação de CK e da família com a equipe de enfermagem.

Quanto ao tempo futuro, C.K. limitou-o aos dias subseqüentes, os quais acreditava ainda estar hospitalizada, mas expressando o desejo de rever em breve seu animal de estimação. Sua mãe não fez referência alguma nesse sentido, provavelmente devido ao prognóstico pouco favorável que vinha se delineando, o qual tinha conhecimento. Entretanto, para ambas foi evidente a diferença que a TAA, adotada como intervenção de enfermagem, proporcionou no momento presente.

 

CONCLUSÕES

Embora este estudo tenha a limitação de não ter investigado as reações da adolescente após a visita, a fim de uma avaliação mais objetiva sobre possíveis efeitos fisiológicos, que neste caso, talvez não tão significativo, visto a sua evolução, a TAA demonstrou um potencial terapêutico importante, no que se refere aos aspectos psicológicos, devendo, portanto, ser ampliada a sua utilização para outras situações clínicas, que contribuam para a compreensão e aplicação dessa intervenção pela Enfermagem.

As percepções de C.K. e de sua mãe nos levaram a refletir sobre o alcance de medidas como essa, que ainda são vistas com certo espanto, desconfiança ou surpresa no ambiente hospitalar, quando parecem ser, de fato, um aliado complementar ao arsenal técnico e tecnológico existente. O que ainda é possível fazermos quando a morte se aproxima? Quais são os recursos que dispomos para cuidar com efetivo bem-estar para nossos pacientes? São questões que ainda nos afligem.

Alguns dias depois da visita canina, C.K. encerrou seu ciclo vital, o que reforçou para as autoras deste trabalho, o quão importante foi ter realizado um cuidado que proporcionou um momento de alegria, marcado pelo sorriso e pela descontração, demonstrando que a escolha é nossa na tomada de decisão ao desenvolvermos o plano de cuidados e que trabalhar com o paradigma de saúde e não o da doença pode fazer sim, uma grande diferença, se objetivamos a assistência humanizada e com qualidade.

 

REFERÊNCIAS

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Correspondência:
Edna Aparecida Bussotti
Rua Ernesto dos Santos, 247 - Jd. Independência
CEP - 03225-000 - SP

Recebido: 26/11/2003
Aprovado: 28/01/2005

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