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Revista da Escola de Enfermagem da USP

Print version ISSN 0080-6234On-line version ISSN 1980-220X

Rev. esc. enferm. USP vol.42 no.3 São Paulo Sept. 2008

http://dx.doi.org/10.1590/S0080-62342008000300013 

ARTIGO ORIGINAL

 

Tradução e adaptação para a língua portuguesa do In-hospital Utstein Style*

 

Traducción y adaptación al idioma portugués del instrumento In-hospital Utstein Style

 

 

Patrícia do Amaral AvansiI; Paolo MeneghinII

IEnfermeira. Mestre em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde do Adulto da Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo (EEUSP). São Paulo, SP, Brasil. patyamaral@terra.com.br
IIProfessor Doutor do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo (EEUSP). São Paulo, SP, Brasil. paolomen@usp.br

Correspondência

 

 


RESUMO

A parada cardiorrespiratória (PCR) é um evento potencialmente letal e a qualidade do atendimento prestado depende da agilidade, conhecimento e habilidade de toda a equipe envolvida. Desenvolvido em 1997, o In-hospital Utstein Style é um relatório padrão para coleta de dados significativos em PCR. O estudo objetivou realizar a tradução e adaptação à língua portuguesa do instrumento. O instrumento foi submetido ao processo de tradução e adaptação cultural. O resultado deste processo gerou um instrumento aplicado em fase de pré-teste a 20 pacientes vítimas de PCR. As variáveis de resultado não foram coletadas, pois pressupõe o acompanhamento destes pacientes ao longo do tempo. O ritmo de PCR mais comum foi atividade elétrica sem pulso (65%); o tempo médio para desfibrilar foi de 1,25 minutos. Houve itens sem resposta. Podemos concluir que o instrumento é aplicável à realidade brasileira, buscando melhor atendimento ao evento da PCR.

Descritores: Enfermagem em emergência; Parada cardíaca; Ressuscitação cardiopulmonar.


RESUMEN

El paro cardiopulmonar (PCP) es un estado potencialmente letal, donde la calidad del servicio depende de la agilidad, conocimiento y habilidad del equipo involucrado. El In-hospital Utstein Style fue elaborado en 1997. Este instrumento que recolecta datos de importancia durante un PCP fue traducido y adaptado al portugués. De esta forma fue sometido al proceso de traducción y adaptación cultural. Se obtuvo como resultado un instrumento, el cual fue aplicado a 20 victimas de PCP a través de un pre-test. Las variables de resultado no fueron consideradas en la recolección de datos, pues suponía el seguimiento de los pacientes por un periodo prolongado. El ritmo del PCP más común fue la actividad eléctrica sin pulso (65%) y el tiempo promedio de desfibrilación fue de 1,25 minutos. Algunos ítems no fueron respondidos. Se concluye que el instrumento puede ser aplicado al contexto brasileño, en busca de una mejor atención en casos de PCP.

Descriptores: Enfermería de urgencia; Paro cardíaco; Resucitación cardiopulmonar.


 

 

INTRODUÇÃO

A parada cardiorrespiratória (PCR) é tida como a súbita perda de consciência, por falta de fluxo sangüíneo cerebral adequado, causada pela cessação do funcionamento cardíaco, que deixa de atuar como bomba(1).

Conseqüências irreversíveis podem acontecer a uma vítima de PCR, sendo o fator tempo de grande importância para os resultados. A necrose de neurônios e o edema celular são situações possíveis, devido à falta de adequada oxigenação cerebral(2).

Para evitar tais conseqüências, incentiva-se os profissionais da área hospitalar, treinados em cursos de aperfeiçoamento, a utilizar as recomendações e guias elaborados por associações e comitês internacionais, a fim de se alcançar uma ressuscitação cárdio-pulmonar (RCP) de alta qualidade(3).

Ao mesmo tempo, sabe-se que o monitoramento dos esforços de ressuscitação e o feedback para o profissional aumentam as chances de uma assistência qualificada e em consonância com as pesquisas internacionais(3).

A introdução do conceito da cadeia de sobrevivência reforça a importância do fator tempo no atendimento à PCR(4). Composta por 4 fases: acesso rápido; instalação rápida de suporte básico de vida; rápida desfibrilação e rápida instalação de suporte avançado de vida, instiga leigos e profissionais da saúde à busca pela agilidade no atendimento e no desenvolvimento futuro de práticas de pesquisa em PCR(4).

O que as autoridades no atendimento à PCR ressaltam como importante, é que a RCP de alta qualidade é aquela realizada adequadamente, sendo capaz de salvar vidas(5).

Para que os dados de atendimento à PCR pudessem ser agregados e analisados de forma única, foi desenvolvido um guia de orientações com um relatório padrão para coleta de dados de PCR. Este relatório foi disponibilizado no guia de orientação acerca de coleta de dados em PCR, desenvolvido em 1997: o In-hospital Utstein Style(6).

O relatório padrão divide-se em blocos de informações relativas ao paciente, ao momento da PCR, aos resultados atingidos após o atendimento, e informações adicionais acerca do evento.

As informações referentes ao paciente são coletadas de forma retrospectiva; as informações referentes ao momento no evento são coletadas no momento em que este acontece e aquelas que se reportam aos resultados da ressuscitação, colhidas com o acompanhamento de cada indivíduo ao longo de sua permanência no hospital e, de até um ano, após sua alta.

A avaliação neurológica para acompanhamento é feita pela escala de Coma de Glasgow e pela escala de Categoria de Performance Cerebral.

Este relatório, já de uso internacional, trouxe a padronização em pesquisas na área de PCR, possibilitando comparações de condutas e resultados, bem como discussões sobre a qualidade da atuação dos profissionais.

Desta forma, sua utilização em nossa realidade traz ganhos no estudo do atendimento à PCR no Brasil, permite análises comparativas com estudos internacionais, com vistas a uma assistência com qualidade. Para tanto se faz necessário seu processo de tradução e adaptação cultural.

Este estudo tem por objetivo, portanto, traduzir para a língua portuguesa e adaptar o In-hospital Utstein Style, disponibilizando seu uso para nosso meio.

 

MÉTODO

Antes de iniciar este estudo, foi solicitada à American Heart Association (AHA), autorização para utilizar o instrumento cujos direitos autorais estavam reservados pela editora Lippincott Williams & Wilkins, nos Estados Unidos. Após enviar correspondência explicando o motivo da solicitação, bem como os objetivos do estudo, a editora consentiu na utilização do instrumento para tradução e adaptação.

Da mesma forma a pesquisa obteve autorização do Comitê de ética da Escola de Enfermagem as USP e da instituição na qual os dados foram colhidos.

O processo de tradução e adaptação transcultural do In-hospital Utstein Style, pautou-se nas determinações metodológicas recomendadas pela literatura(7-8).

Sobre o In-hospital Utstein Style pode-se dizer que é um instrumento objetivo que permite, por meio da padronização de informações relevantes no atendimento à PCR, comparar resultados inter e intra-hospitalar visando à melhoria da qualidade na assistência(6).

O desenvolvimento de instrumentos contendo informações objetivas, permite mais facilmente a comparação de resultados no cuidado, diminuindo a subjetividade durante a coleta de dados(9).

A escolha de um instrumento criado em outra cultura e idioma traz ao pesquisador o desafio de torná-lo adaptado à sua realidade cultural, por meio dos processos de tradução e adaptação transcultural.

Um instrumento cuja natureza dos itens seja predominantemente técnica torna o caminho de tradução e adaptação facilitado.Considerar a versão traduzida equivalente à original, é considerar o instrumento adaptado(10-11).

O instrumento original foi traduzido por dois tradutores independentes, conforme etapa preconizada pela literatura. A partir dessas traduções, compatibilizaram-se as versões e passou-se à etapa seguinte: a retro-tradução para a língua inglesa, idioma original do instrumento.

Tanto a versão original como a retro-traduzida foram comparadas entre si, e assim chegou-se ao instrumento final, que foi submetido a um comitê de três juizes para análise comparativa entre as versões final em português e o original em inglês.

Os juizes analisaram o instrumento, teceram considerações e fizeram sugestões, muitas das quais consideradas pertinentes e acatadas, com a finalidade de tornar o instrumento o mais adaptado possível à realidade brasileira.

Assim, após as alterações sugeridas pelos juizes, foi possível atingir as equivalências semântica, idiomática, cultural e conceitual, resultando no instrumento final em português.

O pré-teste se deu em Instituição especializada em área de cardiologia, onde os dados referentes ao momento da PCR foram coletados por profissionais da instituição.

 

RESULTADOS

Após análise por comitê de juizes e adequação de palavras e expressões coloquiais obteve-se o instrumento para teste, com a finalidade de verificar sua aplicabilidade (Anexo1).

Durante o pré-teste não foi possível aplicar o instrumento às variáveis de resultado, pois, para tal é necessário realizar o acompanhamento dos pacientes ao longo de um ano, o que se dará em pesquisas futuras.

Os dados formam coletados em unidades de terapia intensiva e diagnóstica, bem como unidade de emergência. Foi considerado apenas um evento por paciente.

Por tratar-se de evento que não se pode programar, com a finalidade de pré-teste do instrumento, determinou-se um período de dois meses para a coleta de dados. O total de pacientes que sofreram PCR neste período, excluídos aqueles já admitidos no serviço de emergência em PCR, foi de 20 indivíduos.

Os pacientes estavam internados em unidades críticas: 35,0% em terapia intensiva coronariana, 30,0% em pronto socorro, 25,0% em unidade de terapia intensiva e 10,0% sofreram a PCR em unidade de exame invasivo de cardiologia intervencionista

Neste estudo houve maior número de PCR iniciadas por ritmos não chocáveis, totalizando 16 casos (80,0%), dos quais, 13 casos (65,0%) por atividade elétrica sem pulso (AESP) e 3 (15,0%) por assistolia. Os eventos iniciados por ritmos chocáveis (20,0%) foram: 3 casos (15%) fibrilação ventricular (FV) e apenas 1 caso (5,0%) por taquicardia ventricular sem pulso (TV).

A desfibrilação imediata ocorreu em dois pacientes (10,0%), com intervalo de tempo de menos de 1 minuto entre a identificação do ritmo e o choque, sem necessidade de compressão torácica externa.

O instrumento final mostrou-se aplicável em nossa realidade, permitindo que se coletassem as informações de forma prospectiva, bem como de forma retrospectiva.

 

DISCUSSÃO

O monitoramento dos cuidados médicos contribui tanto para melhoria das políticas públicas, como para o cuidado individualizado. Várias são as formas de se obter informações sobre tais cuidados, dentre as quais se inclui o desenvolvimento de instrumentos para a coleta de informações em saúde(9).

O relatório padrão Utstein Style tem a predominância de questões objetivas, o que dificulta a duplicidade de interpretações tanto para o processo de tradução e adaptação, quanto para sua aplicação na prática.

Durante a aplicação do instrumento, na fase de pré-teste, buscou-se a identificação das mesmas variáveis que estudos internacionais têm discutido, com a finalidade de verificar a aplicabilidade do instrumento em nossa realidade e possíveis falhas na identificação destes elementos em nosso dia-a-dia.

Os ritmos de parada não chocáveis foram os mais observados na amostra deste estudo (AESP em 13,0 % e assistolia em 3,0 %), como observado por outros pesquisadores na literatura, em estudos de aplicação do modelo Utstein Style hospitalar(12-15).

A identificação de ritmo de parada chocável e a rápida desfibrilação, por vezes restabelecem rapidamente a circulação espontânea, sem que haja a necessidade e se instalarem outras manobras de ressuscitação, aumentando as chances de sucesso no atendimento e de alta destes indivíduos(12,16).

Assim, o choque rápido, quando indicado, aumenta a possibilidade de o indivíduo ter sua situação restabelecida; portanto saber em quanto tempo uma equipe é capaz de reconhecer e reverter uma situação como esta, permite aperfeiçoar as manobras de RCP.

É indispensável, portanto, que um serviço conheça como suas equipes atendem a estes eventos e qual sua rapidez e eficiência. Autores relatam que a constituição de uma equipe especializada e bem treinada no atendimento à PCR aumenta o número de pacientes que conseguem atingir o retorno da circulação espontânea (RCE), e posterior alta hospitalar(14).

A possibilidade de comparação destes dados e o cruzamento de informações por meio do relato das variáveis propostas pelo guia, e usadas atualmente por diversos pesquisadores, permite o avanço de pesquisas na área de atendimento à PCR.

A observação de múltiplos aspectos envolvidos no atendimento à PCR, conforme recomenda o guia Utstein Style mantém o padrão de intervenção em alto nível, tanto para aumentar as possibilidades de sobrevivência dos indivíduos, como também de qualidade de vida(17).

O atendimento à PCR se faz de forma muito dinâmica, requer dos profissionais envolvidos tanto competência quanto agilidade no uso de suas habilidades. Desta forma, existe a possibilidade de os dados relacionados aos intervalos de tempo, durante o atendimento, sofrerem desvios na coleta(13-14).

Para tanto, ainda faz-se necessário treinar equipes de atendimento a fim de utilizar os registros Utstein em seu dia-a-dia, fazendo que as pessoas se familiarizem com a terminologia padronizada e a grande importância que existe em se registrar o atendimento dispensado ao evento da PCR.

As informações referentes ao momento em que ocorre o evento são difíceis de serem conseguidas de forma retrospectiva, já que não faz parte de nossa realidade o hábito de descrever, em prontuário, os intervalos de tempo durante o atendimento de forma tão detalhada quanto recomenda o guia.

O incremento dos investimentos na área de aperfeiçoamento de pessoal, atualizando as equipes com as mais novas diretrizes de atendimento, e mesmo investindo na criação de equipes específicas de atendimento à PCR, resulta em menores intervalos de tempo de atendimento e maior número de indivíduos que sobrevivem a uma PCR(13-14).

A atenção recente que se tem dado ao manejo e resultados dos processos de RCP, através de pesquisas, deve-se à normatização trazida pelo guia Utstein Style e sua ampla utilização mundialmente.

 

CONCLUSÃO

O processo de tradução e adaptação do In-hospital Utstein Style para a língua portuguesa originou um instrumento aplicável em nossa realidade.

Para que todo o potencial do instrumento seja aproveitado é necessário treinar as equipes e sensibilizá-las quanto à importância dos registros de atendimento, gerando dados que são utilizados em pesquisas de aperfeiçoamento de pessoal, mudanças de condutas clínicas e aumento na taxa de sobrevida com qualidade.

 

REFERÊNCIAS

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Correspondência:
Patrícia do Amaral Avanski
Rua Apiaí, 108 - Jardim Sabiá
CEP 06716-550 - Cotia, SP, Brasil

Recebido: 02/08/2007
Aprovado: 05/11/2007

 

 

* Extraído da dissertação "Tradução e validação para a língua portuguesa do 'In-hospital Utstein Style", Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo, 2007.

 

 

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