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Revista da Escola de Enfermagem da USP

Print version ISSN 0080-6234On-line version ISSN 1980-220X

Rev. esc. enferm. USP vol.43 no.spe São Paulo Dec. 2009

http://dx.doi.org/10.1590/S0080-62342009000500014 

ARTIGO ORIGINAL

 

Índice de qualidade de vida de Ferrans e Powers

 

Indice de calidad de vida de Ferrans y Powers

 

 

Miako KimuraI; José Vitor da SilvaII

IEnfermeira. Professora Livre-docente do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo. São Paulo, SP, Brasil. mikimura@usp.br
IIEnfermeiro. Doutor em Enfermagem pela Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo. Docente da Escola de Enfermagem Wenceslau Braz. Itajubá, Minas Gerais, Brasil. jvitorsilva@oi.com.br

Correspondência

 

 


RESUMO

Este artigo tem como objetivos descrever os processos de desenvolvimento conceitual e metodológico utilizados na criação do instrumento Ferrans and Powers Quality of Life Index (QLI) e disponibilizar a versão genérica atual adaptada para o português, visando ampliar a disseminação do seu uso em diferentes contextos e amostras da população brasileira. O QLI avalia a qualidade de vida de acordo com os níveis de satisfação e de importância atribuídos a quatro dimensões: Saúde/funcionamento, Psicológico/espiritual, Socioeconômico e Família. Aplicações prévias da versão em português (Índice de Qualidade de Vida de Ferrans e Powers) têm demonstrado que o instrumento pode ser utilizado em nosso meio como uma medida válida e confiável de qualidade de vida.

Descritores: Qualidade de vida. Questionários. Estudos de validação.


RESUMEN

Este articulo tiene los objetivos de describir los procesos de desarrollo conceptual y metodológico que aportaran la creación del Ferrans and Powers Quality of Life Index (QLI), así como tornar disponible la actual versión genérica adaptada al portugués, intentando ampliar las oportunidades de su aplicación en diferentes contextos y muestras de la población brasileña. El QLI es uno instrumento que evalúa los niveles de satisfacción y importancia en relación a cuatro dimensiones: Salud/ funcionamiento, Psicológico/ espiritual, Socioeconómico e Familia. Estudios anteriores han demostrado que la versión en portugués del Índice de Calidad de Vida de Ferrans y Powers puede ser utilizada como una medida válida e fiable de calidad de vida.

Descriptores: Calidad de vida. Cuestionario. Estudios de validación.


 

 

INTRODUÇÃO

Qualidade de vida é um conceito que, nas últimas décadas, tem sido alvo de crescente interesse tanto na literatura científica, como entre o público em geral. A despeito da sua freqüente utilização, não existe ainda uma definição consensualmente aceita. Na literatura específica, observa-se que se trata de um conceito complexo, que admite uma diversidade de significados, com variadas abordagens teóricas e inúmeros métodos para medida do conceito.

Destaca-se, assim, no âmbito específico da enfermagem, a relevância dos trabalhos da Dra. Carol Estwing Ferrans, pesquisadora do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da Escola de Enfermagem da Universidade de Illinois, Chicago, que há mais de duas décadas vem desenvolvendo estudos sobre o tema qualidade de vida. Utilizando diferentes abordagens metodológicas, a autora desenvolveu um modelo conceitual de qualidade de vida, cujo objetivo último foi o de subsidiar a criação de um instrumento de medida do conceito – o Ferrans and Powers Quality of Life Índex (QLI) .

Publicado pela primeira vez em 1985(1), o QLI encontra-se hoje disponível em diversos idiomas, como o árabe, chinês, dinamarquês, francês, italiano, lituano, norueguês, polonês, russo, espanhol e português. Além do instrumento genérico, aplicável a qualquer tipo de população, há também versões específicas para pacientes com câncer, problemas pulmonares, síndrome da fadiga crônica, artrite, diabetes, epilepsia, esclerose múltipla, lesão medular, acidente vascular cerebral e para pacientes em assistência domiciliar, em diálise e submetidos a transplante renal e hepático(2). Trata-se de um instrumento criado por enfermeiras, embasado em modelo conceitual desenvolvido mediante rigorosos critérios metodológicos, com propriedades psicométricas documentadas em diversos estudos internacionais(3). Tais características justificam o interesse em divulgar este instrumento de avaliação subjetiva da qualidade de vida, para que, ao lado de outros já existentes, possam-se ampliar as possibilidades para investigação do tema, em nosso meio.

A versão genérica original do QLI foi traduzida para o português e submetida ao processo de adaptação cultural e validação(4), sendo denominada Índice de Qualidade de Vida (IQV) de Ferrans e Powers.

Este artigo tem os objetivos de relatar o desenvolvimento do modelo conceitual e os métodos utilizados na criação do Quality of Life Índex, e disponibilizar a versão genérica atualizada e adaptada para o português, no intuito de disseminar o seu uso na pesquisa e na prática assistencial da enfermagem brasileira.

 

DESENVOLVIMENTO DA VERSÃO ORIGINAL DO FERRANS AND POWERS QUALITY OF LIFE ÍNDEX (QLI)

O primeiro passo para a criação desse instrumento consistiu na seleção de uma abordagem ideológica que fosse consistente com o objetivo do empreendimento – a mensuração do conceito de qualidade de vida. Tratava-se, nesse momento, de responder a uma questão central da pesquisa nessa área: quem deve avaliar a qualidade de vida de uma pessoa? A opção foi por uma abordagem individualista, ou seja, uma visão ideológica em que os próprios sujeitos pudessem definir o que representa qualidade de vida para eles. De acordo com essa postura, o sujeito é questionado sobre a avaliação que faz de sua própria qualidade de vida, em relação a domínios específicos. Para as autoras, a essência da qualidade de vida baseia-se na experiência de vida de cada pessoa e só a ela cabe julgá-la, de acordo com seus valores e preferências(1,5-6). Outros estudos, qualitativos e quantitativos, respaldam o pressuposto de que qualidade de vida é um conceito subjetivo e, como tal, a sua avaliação depende da perspectiva individual de cada sujeito(7-10).

Para o desenvolvimento do modelo conceitual de qualidade de vida, os métodos adotados foram a análise crítica da literatura e a pesquisa de campo com abordagens qualitativa e quantitativa(1,6).

Por meio de uma ampla revisão da literatura, foram identificados seis grandes núcleos intrínsecos ao conceito de qualidade de vida: capacidade de viver uma vida normal, capacidade de viver uma vida socialmente útil (utilidade social), capacidade natural (física e mental), alcance de objetivos pessoais, felicidade/afeto e satisfação com a vida(6). Dentre eles, a satisfação com a vida foi considerada pelas autoras como o núcleo mais congruente com a abordagem individualista, uma vez que os outros aspectos (vida normal, utilidade social, capacidade natural e alcance de objetivos) não requerem, necessariamente, uma avaliação pessoal, podendo ser avaliados por outrem.

A percepção subjetiva do nível de felicidade e de satisfação em relação aos diferentes aspectos da vida é considerada como o principal determinante no julgamento positivo ou negativo da qualidade de vida subjetivamente percebida(7). Embora felicidade e satisfação com a vida sejam conceitos relacionados, eles não são idênticos. A felicidade, uma experiência afetiva, sugere um sentimento transitório de alegria ou euforia, enquanto que a satisfação, experiência cognitiva, implica em julgamento mais duradouro e de longo prazo a respeito das condições de vida, tendendo, portanto, a ser mais estável do que a felicidade(7). Dessa forma, a satisfação com a vida foi escolhida como núcleo central do construto qualidade de vida, no modelo conceitual de Ferrans e Powers. Adicionalmente, a importância atribuída pelo indivíduo aos diferentes aspectos da vida foi explicitamente levada em consideração na definição de qualidade de vida proposta pelas autoras: a sensação de bem-estar de uma pessoa que deriva da satisfação ou insatisfação com as áreas da vida que são importantes para ela(1,6).

A etapa seguinte do desenvolvimento do modelo conceitual consistiu na determinação dos elementos a serem avaliados. Inicialmente, foram formuladas questões abertas a 40 pacientes em hemodiálise procurando-se identificar quais os componentes de uma vida satisfatória, na perspectiva desses indivíduos. As respostas foram analisadas por meio de metodologia qualitativa (grounded theory). Os resultados foram comparados aos de outros estudos em que foram formuladas as mesmas questões a diferentes grupos de pacientes e à população em geral de 13 países(6).

A seguir, com base em revisão bibliográfica, foi elaborada uma lista dos elementos utilizados para avaliar qualidade de vida em estudos selecionados. Os dados provenientes da análise qualitativa e da revisão bibliográfica foram sintetizados numa lista de elementos, a partir da qual selecionaram-se aqueles que comporiam o QLI. Os itens foram dispostos em dois grupos correspondentes: um para avaliar o grau de satisfação e outro, de importância(1,6).

O passo seguinte do processo teve como objetivo agrupar os elementos obtidos na etapa anterior, em domínios da qualidade de vida. Para determinar a natureza e o número de domínios foi utilizada a técnica quantitativa de análise fatorial. Foram analisadas as respostas do QLI aplicado a 349 pacientes americanos em hemodiálise, identificando-se quatro domínios inter-relacionados: Saúde e funcionamento, Psicológico/espiritual, Socioeconômico e Família. A estrutura dimensional encontrada na análise fatorial foi comparada com a de outros estudos, dando suporte à sua validade de construto(5).

 

CARACTERÍSTICAS ESTRUTURAIS, DETERMINAÇÃO DOS ESCORES E PROPRIEDADES PSICOMÉTRICAS

A atual versão genérica do Ferrans and Powers Quality of Life Índex consiste de 33 itens em cada parte, aos quais os sujeitos atribuem valores em uma escala crescente de satisfação e de importância, que varia de 1 a 6. Na primeira parte, a escala varia de muito insatisfeito (1) a muito satisfeito(6) e na segunda, de sem nenhuma importância(1) a muito importante(6).

Os 33 itens estão assim distribuídos nas quatro dimensões (sub-escalas) do instrumento: Saúde/funcionamento (13 itens), Sócioeconômico (8 itens), Psicológico/espiritual (7 itens ) e Família (5 itens).

No Quadro 1 estão apresentados os aspectos avaliados nos itens do QLI, agrupados no domínio a que pertencem. Cada item da primeira parte do instrumento (Satisfação) corresponde ao mesmo na segunda (Importância).

 

 

Cabe destacar que os itens 21 (trabalho) e 22 (não ter trabalho) do domínio Socioeconômico, são mutuamente excludentes, ou seja, apenas um deles deve ser considerado no cálculo dos escores.

Para o cálculo dos escores, cada item de satisfação é ponderado pelo seu correspondente de importância. Isto resulta em valores combinados, sendo que os mais altos representam alta satisfação e alta importância e os mais baixos, baixa satisfação e alta importância. Este esquema de pontuação baseia-se na premissa de que pessoas satisfeitas com áreas que consideram importantes desfrutam de melhor qualidade de vida do que pessoas insatisfeitas com áreas que consideram importantes(1,5).

O procedimento para atribuição dos escores requer, primeiramente, que a pontuação dos itens de satisfação seja recodificada, com a finalidade de centralizar o zero da escala. Isto é obtido subtraindo-se o valor 3,5 das respostas a cada item de satisfação, resultando em pontuações de -2,5, -1,5, -0,5, +0,5, +1,5 e +2,5 para pontuações iniciais de 1, 2, 3, 4, 5 e 6, respectivamente. Em segundo lugar, os escores recodificados de satisfação são ponderados pelos seus correspondentes de importância, multiplicando-se o valor recodificado de cada item, pelo valor bruto da resposta à importância (1, 2, 3, 4, 5, 6). A seguir, o escore total é calculado somando-se os valores ponderados de todos os ítens respondidos e dividindo-se pelo total de itens respondidos. Até este ponto, a variação possível é de -15 a +15. Para eliminar pontuações negativas no escore final, soma-se 15 aos valores obtidos, resultando no escore total do instrumento, que poderá variar de 0 a 30. Os maiores valores indicam melhor qualidade de vida(5-6).

Os passos para o cálculo dos escores de cada domínio são exatamente os mesmos acima descritos, devendo-se apenas considerar o total de itens do domínio em questão. O escore total de cada domínio varia também de 0 a 30.

Em resumo, para o cálculo do QLI (total e por domínio) adota-se a seguinte fórmula, seguindo as orientações anteriormente descritas:

QLI = [(SAT rec x IMP) de cada item ¸ número de itens respondidos] + 15,

onde: SAT rec = valor recodificado de cada item de satisfação (-2,5 a +2,5)

IMP = valor bruto de cada item de importância (1 a 6).

As instruções para o cálculo dos escores do QLI e a sintaxe computadorizada estão disponíveis na Internet(2).

O instrumento não tem itens invertidos e nem pontos de corte. Os escores de cada um dos quatro domínios podem ser considerados de forma independente ou em conjunto.

Quanto à aplicação do instrumento, são descritas as formas auto-administrada e por entrevista(1,5), dependendo da situação e do tipo de população. Para facilitar a aplicação, o respondente é orientado a avaliar, inicialmente, se está satisfeito ou insatisfeito com o item questionado e, a seguir, indicar, em cada caso (satisfação ou insatisfação), o grau que melhor corresponde à sua condição: muito, moderadamente ou pouco. Os itens relativos à importância são respondidos da mesma forma.

No estudo de avaliação psicomética do QLI(5), a confiabilidade foi analisada pela consistência interna dos itens, utilizando-se o coeficiente Alfa de Cronbach. Os valores obtidos foram de 0.93 para a totalidade dos itens e, para as sub-escalas, como segue: Saúde/funcionamento = 0.87; Sócio-econômico = 0.82; Psicológico/espiritual = 0.90 e Família = 0.77. A validade convergente foi avaliada pela correlação entre o escore de uma questão sobre satisfação geral com a vida e o escore total do instrumento. O coeficiente de correlação para o instrumento como um todo foi de 0.77 e de 0.63, 0.55, 0.88 e 0.44, respectivamente, para as sub-escalas(5). Após esse estudo, o QLI tem sido utilizado por pesquisadores de diversos países, atestando a sua validade e confiabilidade em mais de uma centena de estudos(3).

No Brasil, os resultados de estudos desenvolvidos com a versão genérica do Índice de Qualidade de Vida de Ferrans e Powers(4,11-20) têm também evidenciado propriedades psicométricas satisfatórias, nas diferentes situações pesquisadas. Baseados nessa versão genérica, pesquisadores brasileiros relatam o desenvolvimento de versões específicas para mensuração da qualidade de vida de indivíduos com feridas(21) e mulheres gestantes(22).

A versão genérica III traduzida para o portugues com autorização de Carol Estwing Ferrans está apresentada no Apêndice.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O desenvolvimento do Ferrans and Powers Quality of Life Índex fundamenta-se em sólida base conceitual e metodológica, o que justifica a sua ampla aceitação como instrumento de avaliação subjetiva da qualidade de vida, em diversos países. Uma característica que diferencia esse instrumento dos demais refere-se à sua estrutura peculiar: além de avaliar o nível de satisfação com os diversos itens que o compõem, incorpora também a avaliação do grau de importância a eles atribuída, levando em conta que as pessoas podem valorizar diferentemente os diversos aspectos da vida.

O instrumento abarca dimensões representativas do construto que pretende medir, com itens formulados de forma simples e compreensível, evitando cansaço ou desmotivação dos respondentes, sobretudo no caso de indivíduos debilitados, idosos e com baixo nível de escolaridade.

Os resultados das análises psicométricas do instrumento em portugues - Índice de Qualidade de Vida (IQV) de Ferrans e Powers - permitem recomendá-lo como um instrumento válido e confiável para a mensuração do conceito de qualidade de vida em nosso meio.

No entanto, outras análises serão necessárias para continuar testando o desempenho do IQV em estudos longitudinais e em diferentes contextos socio-culturais brasileiros. Ressalta-se também, a necessidade de obter valores de referência para a população brasileira, como base para comparação com os resultados dos estudos realizados. Finalizando, cabe destacar a importância de introduzir a avaliação da qualidade de vida entre os indicadores de resultados de programas e intervenções de saúde, incorporando, assim, a perspectiva dos sujeitos alvos dessas ações.

 

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Correspondência:
Miako Kimura
Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 419 - Cerqueira César
CEP 05403-000 - São Paulo, SP, Brasil

Recebido: 01/07/2009
Aprovado: 24/08/2009

 

 

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