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Revista Brasileira de Entomologia
Print version ISSN 0085-5626
Rev. Bras. entomol. vol.46 no.2 São Paulo 2002
http://dx.doi.org/10.1590/S0085-56262002000200001
Chave para adultos de dípteros (Muscidae, Fanniidae, Anthomyiidae) associados ao ambiente humano no Brasil1
Claudio José Barros de CarvalhoI; Maurício Osvaldo MouraII; Paulo Bretanha RibeiroIII
IUniversidade Federal do Paraná, Departamento de Zoologia. Caixa Postal 19020, 81.531-980 Curitiba-PR, Brasil. Endereço eletrônico: cjbcarva@bio.ufpr.br
IIUniversidade Estadual do Centro Oeste, Departamento de Ciências Biológicas. Caixa Postal 730, 85015-430 Guarapuava-PR, Brasil. Endereço eletrônico: moura@unicentro.br
IIIUniversidade Federal de Pelotas, Departamento de Microbiologia e Parasitologia. Caixa Postal 354, 9600-900 Pelotas-RS, Brasil
ABSTRACT
Key to adult flies of dipterous species (Muscidae, Fanniidae, Anthomyiidae) associated to human habitats in Brazil. An identification key for the main 33 species of Muscidae, Anthomyiidae and Fanniidae occurring in association to human habitats in Brazil is presented. Most of the characters used for identification of the species are illustrated. Based on literature records, a list of the 65 anthropic species known to Brazil is also included.
Keywords: Diptera; identification key; synanthropy.
INTRODUÇÃO
Os dípteros muscóides no Brasil são geralmente compreendidos como aquelas espécies pertencentes às famílias Muscidae, Anthomyiidae e Fanniidae. Estas famílias possuem cerca de 6.000 espécies descritas no mundo (PONT 1974, 1989a, 1989b, 1989c; DELY-DRASKOVITS 1993). No Brasil, apesar de um razoável desconhecimento da fauna, principalmente nas regiões Centro Oeste, Norte e Nordeste, as espécies descritas dessas famílias compreendem cerca de 15% da fauna mundial (PAMPLONA 1992b; CARVALHO 1993).
Algumas espécies de Muscidae são extremamente importantes pelo seu papel no campo médico-veterinário, como hematófagas ou lambedoras de secreções ou mesmo sangue, podendo atuar como vetores de patógenos (GREENBERG 1971). Muitos adultos são atraídos por dejetos humanos como fezes, matéria orgânica, animal ou vegetal em decomposição, entre outros. Algumas espécies podem se deslocar para habitações humanas ou para seu alimento, agindo como vetores potenciais de patógenos. Espécies de Fannia Robineau-Desvoidy, 1830 são causadoras de miíases facultativas no trato digestivo e vias urinárias no homem (GUIMARÃES et al. 1983; GUIMARÃES & PAPAVERO 1999). Os adultos de Muscidae e Fanniidae são abundantes em áreas rurais ou semi-rurais e freqüentemente são extremamente numerosos. Entretanto, a maioria das espécies dessas famílias possui hábitos reservados sem contato com o homem ou com o seu ambiente.
Para os Muscidae neotropicais, já são conhecidas chaves de identificação parciais para algumas subfamílias (COURI & LOPES 1985, 1986, 1988; LOPES & COURI 1989), ou parciais para uma determinada região geográfica (VOCKEROTH 1996). Recentemente, COURI & PONT (1999) publicaram uma chave pictórica para os gêneros da tribo Coenosiini do mundo.
Recentemente, foram apresentadas chaves de identificação para as espécies de Fannia neotropicais (ALBUQUERQUE et al. 1981) e para as do grupo anthracina, de distribuição restrita ao sul da América do Sul (PONT & CARVALHO 1994). Apesar de não haver uma revisão recente das espécies de Anthomyiidae na região, PAMPLONA (1992b) propôs uma chave de identificação para os gêneros neotropicais.
No Brasil foram relacionadas 65 espécies em associação com atividades humanas: 38 para Muscidae (Tab. 1), 18 para Fanniidae (Tab. 2) e nove para Anthomyiidae (Tab. 3). Na chave de identificação foram incluídas as 33 espécies mais encontradiças dessas famílias (21 de Muscidae, seis de Fanniidae e seis de Anthomyiidae) citadas no Brasil, em ambientes modificados pelo homem, com possível interesse médico-veterinário ou na saúde pública.



Para terminologia, veja MCALPINE (1981) e CARVALHO (1989).
Chave para as principais espécies de Muscidae, Fanniidae, Anthomyiidae associadas ao ambiente humano no Brasil
| 1. Escutelo ventralmente no ápice com cílios finos; asa com a veia A1+CuA2 geralmente alcançando o bordo (Anthomyiidae)................................................ 2 Escutelo ventralmente no ápice sem cílios; asa com a veia A1+CuA2 não alcançando o bordo (Fig. 1) ......................................................................................... 7 |



| 2(1). Catepisternais 2:2. Macho: olhos fortemente aproximados, com distância entre eles bem menor do que 2,5 vezes a largura da cabeça (Craspedochaeta Macquart, 1851)..................................................................................................... 3 3(2). Asa com 10 máculas ......................................................................... 4 4(3). Tórax amarelo-vivo com uma larga faixa mediana negra; abdômen castanho- escuro ....................................Craspedochaeta pallidithorax (Albuquerque,1959) 5(3). Coloração geral negra; asa com uma forte mácula no ápice da R2+3; abdômen com o tergito 5 amarelo-ouro ........................................................................ .............................................Craspedochaeta xanthopyga (Albuquerque, 1959) 6(2). Cerda pré-alar (Fig. 2) maior que a cerda notopleural anterior; veia A1+CuA2 atingindo o bordo da asa...................... Hylemyioide aurifacies Albuquerque, 1952 7(1). Asa com a veia subcostal atingindo a costal em ângulo suave (Fig. 1); veia A1+CuA2 curta e forte, veia A2 longa em curva sigmóide (Fig. 1) (Fanniidae)........ 8 8(7). Macho: cerdas frontais em número de 12 a 17 pares (geralmente maior do que 13); asas acastanhadas com a margem superior e veias transversais r-m e dm-cu orladas de castanho-escuro ............................Fannia obscurinervis (Stein, 1900) 9(8). Abdômen negro com polinosidade prateada. Macho: coxa mediana com três aguilhões; tíbia mediana na face ventral com tubérculo no terço apical.................. .................................................................... Fannia scalaris (Fabricius, 1794) 10(9). Moscas geralmente com comprimento maior do que 4 mm; 2-4 pré-alares, usualmente indistintas dos cílios de fundo. Macho: tergitos abdominais 1-2, 3 lateralmente amarelo-translúcidos (geralmente também a fêmea)......................... .................................................................Fannia canicularis (Linnaeus, 1761) 11(10). Macho: fêmur posterior na face ventral sem protuberância pré-apical ou com uma leve protuberância pré-apical póstero-ventral não visível anteriormente; face ântero-ventral com uma série de 7-8 cerdas filiformes no terço médio. Fêmea: parafaciália polinosa até o nível do ápice do pedicelo; parafrontália brilhante com uma faixa polinosa estreita margeando os olhos...........Fannia trimaculata (Stein, 1898) 12(11). Macho: tíbia posterior na face ventral com cerdas longas. Fêmea: parafrontália com polinosidade mais forte ao longo das margens dos olhos.............. ................................................................... Fannia pusio (Wiedemann, 1830) 13(7). Aparelho bucal do tipo picador-sugador, fortemente esclerotinizado (Fig. 3) ........................................................................................................... 14 14(13). Antena com arista plumosa, ventral e dorsalmente (Fig. 3) ....................... ......Neivamyia flavicornis (Malloch, 1928) Antena com arista com cílios, geralmente, apenas dorsalmente ................................................................................ 15 15(14). Palpo curto, menor que o comprimento da probóscide .............................. ............................................................ Stomoxys calcitrans (Linnaeus, 1758) 16(13). Asa com a veia M1 reta (Fig. 1) ou levemente curvada para o ápice....... 17 17(16). Coloração geral do corpo de enegrecida a negra brilhante.................... 18 18(17). Macho: fêmur anterior com dentes apicais. Fêmea: triângulo ocelar curto restrito ao terço superior da fronte (Fig. 4) ....... Hydrotaea nicholsoni Curran, 1939 19(18). Palpo amarelo ou castanho-claro. Macho: trocânter posterior na face ventral com tufo apical de cerdas ....................... Ophyra aenescens (Wiedemann, 1830) 20(19). Tarso anterior com tarsômeros na face ventral amarelados no ápice. Macho: fêmur mediano na face ventral com uma série de 2-6 cerdas dispostas em uma única fileira no terço basal; face ventral com 4- 6 cílios finos; tíbia posterior nas faces ântero-ventral, ventral e póstero-ventral sem cerdas longas nos terços apicais. Fêmea: triângulo ocelar curto com ápice em ponta, não atingindo a lúnula nem terminando próximo a ela .......................Ophyra chalcogaster (Wiedemann, 1824) 21(20). Asa castanho-clara na metade dorsal; caliptra amarela com bordos pouco mais escurecidos ........................................ Ophyra solitaria Albuquerque, 1958 22(17). Cerdas dorsocentrais não diferenciadas dos cílios de revestimento ............. Atherigona orientalis Schiner, 1868 Cerdas dorsocentrais (Fig. 2) mais desenvolvidas que os cílios de revestimento .................................................................... 23 23(22). Espiráculo posterior alargado (Fig. 5); escutelo amarelado apicalmente; primeiro esternito abdominal sem cerdas diferenciadas ....................................... ................................................................... Muscina stabulans (Fallén, 1817) 24(23). Palpo negro; mesonoto com listras fortes, conspícuas e bem definidas .................................................................... Brontaea normata (Bigot, 1885) 25(24). Comprimento do corpo entre 4.6-6.7, raramente menor que 5 mm (apenas poucos exemplares fêmeas); palpo amarelo, escurecido apenas na extremidade; macho: abdômen extensamente amarelo nos segmentos basais............................. ................................................................... Brontaea debilis (Williston, 1896) 26(25). Asa com a veia transversal dm-cu mais ou menos reta; cerda intra-alar pós-sutural muito curta, no máximo, o dobro dos pelos de fundo. Macho: 3-4 cerdas frontais.. ............................................ Brontaea quadristigma (Thomson, 1869) 27(16). Flagelômero avermelhado; arista nua; anepisterno sem cílios .................. ..............................................................Synthesiomyia nudiseta (Wulp, 1883) 28(27). Tergito abdominal 1+2 lateralmente amarelo-translúcido .......................... .................................................................. Musca domestica Linnaeus, 1758 29(28). Catepisterno com a cerda anterior ausente; vibrissa fraca ........................ .......................................................... Biopyrellia bipuncta (Wiedemann, 1830) 30(29). Cerdas acrosticais 0 + 1-2; abdômen com o tergito 5 dourado .................. ......................................... Sarcopromusca pruna (Shannon & Del Ponte, 1926) 31(30). Asa com máculas .........................................................................32 32(31). Úmero amarelado, prosterno nu................ Morellia humeralis (Stein, 1898) |
Agradecimentos. CJBC é bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) (processo número 300.043/86-4). MOM foi bolsista do CNPq durante parte do desenvolvimento deste trabalho (processo número 14.201.411.997-4). PBR foi bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).
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Recebido em 18.V.2001; aceito em 15.II.2002
1. Contribuição nº 1272, do Departamento de Zoologia, Universidade Federal do Paraná.











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