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Revista Brasileira de Entomologia

versión impresa ISSN 0085-5626

Rev. Bras. entomol. v.47 n.2 São Paulo  2003

http://dx.doi.org/10.1590/S0085-56262003000200006 

Análise faunística de Braconidae (Hymenoptera) em três áreas de mata nativa do Estado do Paraná, Brasil

 

 

Denise Scatolini; Angélica Maria Penteado-Dias

Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva, Universidade Federal de São Carlos. Caixa Postal 676, 13565-905 São Carlos-SP, Brasil
Endereço eletrônico: pdens@iris.ufscar.br; angelica@power.ufscar.br

 

 


ABSTRACT

Faunistic analysis of Braconidae (Hymenoptera) in three areas of native woods of Paraná State, Brazil. The material studied comes from three of the several natural environments which still occur in Paraná State. The samples were collected during the project PROFAUPAR, developed by Departamento de Zoologia, Universidade Federal do Paraná. The selected sites were: Antonina (in the coastal plain), São José dos Pinhais (in the coastal mountain range) and Telêmaco Borba (in the second plateau). During one year of the project, 2,106 specimens of Braconidae were collected with light trap. These wasps represented 21 subfamilies and 1,966 specimens were identified in 85 genera. Hormiinae, Rogadinae, Microgastrinae, Alysiinae, Doryctinae and Meteorinae were the most frequent subfamilies. Indices of diversity and evenness were used to discuss richness and dominance of genera in each locality. Statistical analyses indicated that the asymptote of actual genera richness have been approached only to Antonina and Telêmaco Borba.

Keywords: Braconidae; Brazil; diversity; light trap; parasitoid.


 

 

INTRODUÇÃO

O presente trabalho teve como material de estudo, representantes da família Braconidae (Hymenoptera, Ichneumonoidea) capturados com armadilha luminosa durante o primeiro ano (agosto de 1986 a julho de 1987) do projeto denominado "Levantamento da Fauna Entomológica do Estado do Paraná" (PROFAUPAR), que teve como objetivo fornecer subsídios para avaliação e reconhecimento do potencial das áreas preservadas no Estado do Paraná, como fontes de repovoamento de espécies e da capacidade de manutenção das condições ambientais adequadas nas proximidades dessas áreas (MARINONI & ALMEIDA 2000). Mais detalhes sobre os propósitos do PROFAUPAR estão bem definidos no trabalho introdutório de MARINONI & DUTRA (1993).

Os Braconidae constituem a segunda maior família de Hymenoptera, com cerca de 14.890 espécies descritas e 40.000 espécies estimadas, distribuídas pelas diversas regiões do mundo (WHARTON et al. 1997). A grande maioria consiste de parasitóides primários de estágios imaturos de Lepidoptera, Coleoptera e Diptera e, normalmente, estão associados a apenas um hospedeiro (SHARKEY 1993). Estas vespas atuam como reguladores naturais das populações dos seus hospedeiros e, indiretamente, de suas plantas nutridoras. Sem a ação controladora dos parasitóides, haveria uma explosão nas populações de herbívoros, o que levaria a uma destruição das espécies vegetais por eles consumidas. Isto os torna essenciais para a manutenção do equilíbrio ecológico e uma força que contribui para a diversidade de outros organismos (LASALLE & GAULD 1993; GRISSELL 1999).

O levantamento faunístico do grupo em áreas hoje preservadas é de grande importância para que possa servir de parâmetro de comparação com áreas altamente ou parcialmente modificadas.

O principal objetivo deste trabalho foi conhecer e analisar a riqueza e a diversidade dos gêneros de Braconidae (Hymenoptera) de três áreas em diferentes graus de preservação, representativas do Estado do Paraná.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Áreas de estudo. O material estudado provém de coletas realizadas em três diferentes localidades do Estado do Paraná: Região Litorânea - Antonina (25°28'S, 48°50'W, altitude 60 m); Serra do Mar - São José dos Pinhais (25°34'S, 49°01'W, altitude 1.050 m); Região do Segundo Planalto - Telêmaco Borba (24°17'S, 50°37'W, altitude 750 m). As características geomorfológicas, climáticas e florísticas dos locais são descritas detalhadamente em MARINONI & DUTRA (1993).

Segundo a classificação fitogeográfica de MAACK (1981): Antonina localiza-se em uma área de Mata Pluvial Tropical Litoral; São José dos Pinhais, em Mata Subtropical e Telêmaco Borba, no limite entre zonas de Matas de Araucárias e de Campos Limpos.

A escolha das áreas estudadas foi feita com base na informação de que todas tinham sido alteradas pela retirada da madeira e apresentavam-se em diferentes níveis de preservação vegetal.

Amostragem. O período de estudo corresponde ao primeiro ano de coleta do PROFAUPAR (agosto de 1986 a julho de 1987). Em cada um dos locais escolhidos foi instalada uma armadilha luminosa com lâmpada mista de vapor de mercúrio. A amostragem foi obtida a cada novilúnio: no dia de lua-nova mais dois dias anteriores e dois posteriores. Como foram 13 os novilúnios durante o período de levantamento, foram obtidas 65 amostras para cada localidade; somente em Antonina o número de amostras foi menor (54), devido a problemas no fornecimento de energia elétrica (MARINONI & DUTRA 1993).

A identificação dos Braconidae seguiu ACHTERBERG (1979, 1985, 1987, 1988, 1991, 1993a, b); BARBALHO (1999); MARSH (1993); MASON (1981); QUICKE & SHARKEY (1989); SHARKEY (1993); WHARTON (1980, 1988, 1993, 1994); WHARTON et al. (1997); WHITFIELD & MASON (1994).

Os exemplares, previamente preservados em álcool a 70%, foram montados em alfinetes entomológicos, etiquetados e devolvidos à Coleção de Entomologia Pe. J.S. Moure, do Departamento de Zoologia da Universidade Federal do Paraná, Curitiba (DZUP). Parte do material identificado foi retido e incorporado à Coleção Entomológica do Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva (DCBU) da Universidade Federal de São Carlos, São Carlos.

Análise dos dados faunísticos

Índices de ocorrência e dominância. Na análise de ocorrência e dominância das subfamílias de Braconidae capturadas utilizou-se a classificação proposta por PALMA (1975) citada por ABREU & NOGUEIRA (1989), como um indicador da freqüência de ocorrência e da quantidade capturada.

O índice de ocorrência é calculado como segue: (número de amostras onde foi registrada a subfamília/número total de amostras de cada local) x 100. Por este método ocorrem as seguintes classes: de 0,0% a 25,0% = acidental; de 25,0% a 50,0% = acessória; de 50,0% a 100,0% = constante. O índice de dominância é dado por: (número de indivíduos da subfamília/número total de indivíduos de cada localidade) x 100. Deste modo, as subfamílias foram agrupadas em 3 classes: de 0,0% a 2,5% = acidental; 2,5% a 5,0% = acessória; 5,0% a 100,0% = dominante.

A combinação destes dois índices permitiu classificar as subfamílias em: comum, a que é constante e dominante; intermediária, a que é constante e acessória; constante e acidental; acessória e acidental; acessória e dominante; acessória e acessória; rara, a que é acidental e acidental.

Índices de diversidade e uniformidade. Foram utilizados os índices de diversidade de Shannon (H') e de Brillouin (HB) e de uniformidade de Shannon (H'E) (MAGURRAN 1988).

Os valores do índice de diversidade de Shannon, obtidos para cada localidade, foram comparados através do teste t proposto por HUTCHESON (1970). Em cada contraste estudado, foi considerado um intervalo de 95% de confiança (a = 0,05).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Durante o período do levantamento foram capturados 2.106 exemplares de Braconidae. Antonina foi a localidade onde houve a maior captura (1.570 exemplares), seguida de Telêmaco Borba (273) e São José dos Pinhais (263) (Tabela I). Considerando-se os dados de captura em cada novilúnio, Antonina e Telêmaco Borba apresentaram um pico de captura (maior captura em novembro); São José dos Pinhais, dois picos (um em dezembro-fim da primavera e outro no fim do verão-início do outono). O menor valor de captura para Antonina foi registrado em junho (26/6); em São José dos Pinhais não houve captura de Braconidae em setembro, outubro e janeiro, e em Telêmaco Borba em junho (Figs. 1a-c).

 

 

CIRELLI & PENTEADO-DIAS (2003), analisando a fenologia dos Braconidae capturados com armadilha Malaise, em cinco áreas de vegetação natural na APA de Descalvado - SP, registraram as maiores freqüências nos meses de junho e agosto (inverno) e em setembro (início da primavera). Tais resultados diferem um pouco dos obtidos neste estudo, porém, em se tratando de regiões florísticas bastante distintas, as diferenças encontradas estão associadas não somente às condições climáticas mais favoráveis em cada um dos ambientes estudados, mas também à abundância e disponibilidade de hospedeiros no período de amostragem.

Considerando que a fauna de himenópteros parasitóides coletada numa determinada época não necessariamente emergiu de hospedeiros com ciclo anual, é de extrema importância a realização de amostragens anuais sucessivas, a fim de verificar se haverá confirmação dos padrões de distribuição encontrados para o grupo.

Das 34 subfamílias de Braconidae citadas para o Novo Mundo (WHARTON et al. 1997), 21 estiveram representadas neste levantamento (Tabela II). Deste total, 17 ocorreram nos três locais de coleta, são elas: Agathidinae, Alysiinae, Blacinae, Braconinae, Cheloninae, Doryctinae, Euphorinae, Gnamptodontinae, Helconinae, Homolobinae, Hormiinae, Macrocentrinae, Meteorinae, Microgastrinae, Miracinae, Opiinae e Rogadinae. Somente Antonina apresentou subfamílias exclusivas: Mendesellinae e Orgilinae. Os grupos capturados incluem uma grande variedade de endoparasitóides coinobiontes e ectoparasitóides idiobiontes de ovos, larvas e pupas de Lepidoptera, Coleoptera e Diptera, principalmente. A maior riqueza de subfamílias foi encontrada em Antonina (21), seguida por Telêmaco Borba (19) e São José dos Pinhais (17).

Os Hormiinae, Rogadinae, Microgastrinae, Alysiinae, Doryctinae e Meteorinae foram os grupos mais abundantes, representando cerca de 78,39% do total capturado nos três ambientes. Vale ressaltar que a subfamília Hormiinae apresentou a maior frequência de ocorrência na amostragem total (31,57%); o grupo é cosmopolita e altamente diversificado, consistindo de ectoparasitóides idiobiontes de larvas de Lepidoptera, Coleoptera e, menos comumente, de Hymenoptera e Diptera (ASKEW & SHAW 1986).

Índice de ocorrência e dominância. Os Agathidinae, Gnamptodontinae, Homolobinae e Miracinae foram considerados raros nos três ambientes estudados; as subfamílias Cheloninae, Euphorinae, Meteorinae e Opiinae foram consideradas intermediárias e, somente em Antonina cinco grupos foram considerados comuns: Alysiinae, Doryctinae, Hormiinae, Microgastrinae e Rogadinae (Quadro I).

Esta classificação concorda em alguns pontos com os resultados obtidos sobre a freqüência de ocorrência das subfamílias encontrados por SCATOLINI (1997), no estudo sobre fauna de Braconidae capturada com armadilha Malaise em quatro regiões do Estado do Paraná. As principais diferenças encontradas estão relacionadas à maior captura de grupos com hábitos noturnos, como Hormiinae, Meteorinae, Rogadinae e Euphorinae.

Riqueza de gêneros. Dos 2.106 exemplares de Braconidae capturados, 109 exemplares machos da subfamília Microgastrinae não puderam ser identificados em nível genérico, uma vez que a chave utilizada baseia-se em caracteres morfológicos de fêmeas.

Foram identificados 1.966 exemplares distribuídos em 85 gêneros (Tabela III). Antonina foi a localidade que apresentou a maior riqueza, com 65 gêneros, sendo 20 exclusivos deste local; Telêmaco Borba apresentou 46 gêneros (7 exclusivos), seguida de São José dos Pinhais com 44 gêneros (11 exclusivos).

Segundo WHARTON et al. (1997), os hospedeiros citados para os gêneros exclusivos encontrados em Antonina incluem representantes de várias famílias de Lepidoptera, principalmente: Noctuidae, Arctiidae e Gelechiidae; entre os Coleoptera: Bostrichidae, Buprestidae, Chrysomelidae, Curculionidae, Lyctidae, Mordellidae e Scolytidae; e diversos grupos de Diptera Cyclorrhapha. Para os gêneros exclusivos de São José dos Pinhais, os hospedeiros citados incluem vários Lepidoptera; ninfas e adultos de Psocoptera; e Coleoptera adultos das famílias Chrysomelidae e Cerambycidae. Em Telêmaco Borba, os Diptera Cyclorrhapha; Homoptera; Coleoptera (Chrysomelidae, Curculionidae e Bruchidae) constituem os principais hospedeiros dos gêneros exclusivos desta localidade.

Foram encontrados 23 gêneros comuns aos três locais de coleta (Tabela III). Os gêneros com maior número de exemplares capturados na amostragem total foram Hormius Nees, 1818 e Allobracon Gahan, 1915 (Hormiinae), Stiropius Cameron, 1911 e Aleiodes Wesmael, 1838 (Rogadinae), Meteorus Haliday, 1835 (Meteorinae) e Heterospilus Haliday, 1836 (Doryctinae).

A localidade de Antonina apresentou três gêneros dominantes nas coletas: Hormius, com 330 exemplares; Allobracon, com 235 exemplares e Stiropius (233 exemplares), perfazendo mais da metade do total capturado no local; em São José dos Pinhais, Meteorus dominou as coletas; e Telêmaco apresentou apenas Hormius como gênero dominante (Tabela III).

Diversidade e uniformidade. Os valores do índice de Brillouin apontam Telêmaco Borba como a localidade de maior diversidade, seguida por Antonina e São José dos Pinhais (Tabela IV). A análise dos valores do índice de Shannon também indicou Telêmaco como o local de maior diversidade, em seguida São José e Antonina. Áreas degradadas oferecem, algumas vezes, condições para maior penetração de luz, o que possibilitaria a formação de corredores de vôo para as espécies. Para SOUTHWOOD et al. citado por MAUGURRAN (1988), a diversidade de insetos está mais intimamente relacionada a uma combinação entre a diversidade arquitetural das plantas e a diversidade espacial, do que à diversidade taxonômica da vegetação, já que em Telêmaco Borba há intensa penetração da taquara (Merostachys multiramea Hackel), segundo MARINONI & DUTRA (1993).

Com relação ao índice de uniformidade de Shannon, as localidades de Telêmaco e São José apresentaram valores praticamente iguais (0,784 e 0,781, respectivamente); o menor valor de uniformidade encontrado para Antonina reflete a forte dominância de três gêneros nas amostras: Hormius, Stiropius e Allobracon (Tabela III).

Quando os valores do índice de diversidade de Shannon foram comparados, as localidades que apresentaram diferenças significativas entre si foram: Antonina e Telêmaco Borba (Tabela V). Tais diferenças podem estar relacionadas às condições florísticas desses locais: Antonina apresenta boas condições de recuperação das espécies vegetais originais enquanto Telêmaco Borba é uma área bastante degradada, com condições de regeneração das espécies primitivas dificultadas pelo crescimento da taquara (MARINONI & DUTRA 1993).

Curvas de acumulação. A análise das Figs. 2a-c revela que, em Antonina, a partir de abril de 1987 (10° novilúnio) não houve um acréscimo no número de gêneros capturados; em Telêmaco Borba, o número cumulativo de gêneros se manteve o mesmo a partir de março de 1987 (9° novilúnio). Em São José dos Pinhais, no último mês de coleta (julho de 1987) houve um acréscimo no número de gêneros amostrados, indicando a necessidade de um período maior de amostragem para uma análise mais precisa sobre a comunidade de Braconidae presente neste ambiente.

 

 

Embora não haja, até o momento no Brasil, levantamentos sistemáticos para a fauna de Braconidae utilizando-se armadilhas luminosas, uma comparação com os dados obtidos por SCATOLINI (1997), sobre a fauna coletada através de armadilhas Malaise em quatro regiões paranaenses, indicou que a riqueza de Braconidae está em torno de 99 gêneros; uma análise mais detalhada desses resultados revelou que metade destes gêneros também ocorreu no presente levantamento.

Finalmente, podemos considerar que os valores de riqueza da fauna de Braconidae obtidos neste estudo refletem o grau de preservação dos ambientes estudados.

Agradecimentos. Ao Departamento de Zoologia - UFPR, pelo empréstimo do material estudado; ao Dr. Renato Contin Marinoni, coordenador do projeto "Levantamento da Fauna Entomológica do Estado do Paraná - PROFAUPAR"; ao Prof. Dr. José Roberto Verani (UFSCar), pelo auxílio nas análises estatísticas; ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), pelo suporte financeiro concedido durante a realização deste trabalho.

 

REFERÊNCIAS

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Recebido em 08.V.2002
aceito em 20.V.2003