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Revista Brasileira de Entomologia

Print version ISSN 0085-5626On-line version ISSN 1806-9665

Rev. Bras. entomol. vol.49 no.4 São Paulo Oct./Dec. 2005

http://dx.doi.org/10.1590/S0085-56262005000400012 

BIOLOGIA, ECOLOGIA E DIVERSIDADE

 

Imaturos de Simuliidae (Diptera, Nematocera) e caracterização de seus criadouros no Parque Estadual Intervales, SP, Brasil

 

Immature stages of Simuliidae (Diptera, Nematocera) and characterization of its habitats in the Parque Estadual Intervales, SP, Brazil

 

 

Mateus PepinelliI; Susana Trivinho-StrixinoII; Neusa HamadaIII

IPrograma de Pós-Graduação em Ecologia e Recursos Naturais, Universidade Federal de São Carlos. mateuspepi@yahoo.com.br
IIDepartamento de Hidrobiologia, Laboratório de Entomologia Aquática, UFSCar, Caixa Postal 676, 13565-905 São Carlos-SP, Brasil
IIICoordenação de Pesquisas em Entomologia, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Caixa Postal 478, 69011-970 Manaus-AM, Brasil

 

 


RESUMO

Larvas e pupas de Simuliidae foram coletadas em seis córregos do Parque Estadual Intervales em dois períodos (agosto/2001 e fevereiro/2002). Ao todo, 13 espécies foram identificadas. S. nogueirai e S. subclavibranchium foram as espécies mais freqüentes e abundantes. Um maior número de larvas e pupa foi coletado na estação chuvosa (fevereiro/2002) em substratos orgânicos (folhas, galhos e troncos).

Palavras-chave: Larvas; Neotropical; Parque Estadual Intervales; Pupas; Simuliidae.


ABSTRACT

Larvae and pupae of Simuliidae species living in Parque Estadual Intervales streams were collected in two periods (August/2001 and February/2002) in six streams of the Rio Ribeira basin segment inside the biological reserve. Thirteen species were identified. S. nogueirai and S. subclavibranchium were the most frequent and abundant species. The Simuliidae abundance was higher in the wet season (February/2002) and in organic substrates (leaves, woods, stems).

Keywords: Intervales State Park; Larvae; Neotropical; Pupae; Simuliidae.


 

 

As formas imaturas de Simuliidae fazem parte da comunidade de insetos dos sistemas lóticos e freqüentemente estão presentes em elevadas densidades numéricas (Malmqvist et al. 1999). A riqueza e a distribuição de suas espécies numa bacia hidrográfica são influenciadas por diferentes fatores ambientais entre os quais a natureza do substrato, a velocidade da água, a cobertura vegetal, a presença ou ausência de represamento d'água e o tamanho do corpo d'água são os mais relevantes (Adler & Kim 1984; Corkum & Currie 1987; Coscarón et al. 1996; Hamada & McCreadie 1999; Hamada et al. 2002). Além desses fatores, fontes poluidoras também influenciam na determinação da estrutura taxonômica dos sistemas lóticos (Moreira et al. 1994).

A maior parte dos estudos sobre Simuliidae do Estado de São Paulo se restringe ao âmbito taxonômico (Lutz 1909 e 1910, Vulcano 1967; D'Andretta & D'Andretta 1945, 1947, 1948a; 1948b; 1949; D'Andretta & González 1960-62; Coscarón 1991) ou ao controle populacional dos imaturos em áreas de elevada incidência (Araújo-Coutinho et al. 1988, Sucen 1977). Atualmente a SUCEN – Superintendência de Controle de Endemias mantém programas de controle de larvas no litoral norte do estado. Embora alguns estudos sobre esse grupo de insetos estejam sendo realizados no Estado de São Paulo (Pepinelli et al. 2005; Hamada & Pepinelli 2004; Pepinelli et al. 2003a, 2003b; Pepinelli & Trivinho-Strixino 2002, 2003), informações sobre a abundância e a distribuição das espécies, principalmente no interior do estado, ainda são escassas.

No presente estudo identificamos as espécies de Simuliidae presentes em córregos do Parque Estadual Intervales, e caracterizamos seus respectivos criadouros. Segundo Froehlich (1994), não existiam informações a respeito desta família de insetos aquáticos nas bacias hidrográficas do Parque.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Área de estudo e caracterização ambiental

O Parque Estadual Intervales está localizado entre as coordenadas 24°12' - 24°32' S e 48°03' - 48°32' W, abrange uma área de 41705 ha e interliga os Parques Estaduais Carlos Botelho e do Alto Ribeira no estado de São Paulo (Campos 1994). Situado na Serra de Paranapiacaba (Serra do Mar), o Parque é constituído por significativa fração de vertentes e vales cobertos por Mata Atlântica. As cotas de altitude variam de 100 a 1000 metros, esta última, constituindo os divisores de águas de duas importantes bacias de captação: a do Rio Paranapanema que corre em sentido leste-oeste e a do Rio Ribeira que corre para o mar (Campos 1994).

Com vegetação predominante do tipo Floresta Pluvial Atlântica de encosta montanhosa apresenta, segundo classificação de Koeppen, clima subtropical de altitude sem estação seca. A região possui alta precipitação (2000 a 3000 mm/ano) e temperatura média variando entre 17 e 19 °C (Guix 1994).

Para o estudo foram selecionados seis córregos do Parque Estadual Intervales: Córrego Bocaína, Bica do Mirante, Córrego do Barranquinho, Três Córregos, Córrego da Cachoeira da Água Comprida e Rio das Mortes.

Em cada córrego foram observadas as seguintes características ambientais: largura, profundidade, velocidade superficial da água, substrato dominante, cobertura do dossel e a presença ou ausência da vegetação ripária. As variáveis físicas e químicas consideradas: condutividade elétrica, temperatura, oxigênio dissolvido, foram medidas com o auxílio do aparelho multisensor Horiba U-10.

Coletas da fauna

Com o intuito de verificar possíveis diferenças na densidade e composição de espécies foram realizadas coletas em duas ocasiões, abrangendo os dois principais períodos climáticos (agosto/ 2001 e fevereiro/ 2002).

As amostragens foram feitas com o auxílio de coletor tipo Surber (três unidades amostrais em cada córrego) e diretamente nos diferentes substratos (vegetação marginal, folhas e galhos presos entre os seixos no leito e diretamente nos seixos do leito), com auxílio de pinças. As pupas retiradas manualmente foram mantidas em frascos para obtenção dos adultos que foram armazenados juntamente com as exúvias das pupas após fixação em etanol 70%. A triagem foi feita no campo usando bandejas de fundo branco; os exemplares obtidos (larvas, pupas e adultos criados) foram fixados em etanol 70%.

Identificação das espécies

Devido a ausência de características morfológicas específicas que dificulta a correta determinação da identidade das formas larvais mais jovens (Py-Daniel & Moreira 1989; Strieder & Py-Daniel 1999), só foram analisadas e contabilizadas as pupas e larvas de último estádio, com histoblastos branquiais bem desenvolvidos. A identificação foi realizada com base nos trabalho de Coscarón (1987), Coscarón & Wygodzinsky (1984) além de trabalhos originais de descrição de espécies. Parte do material identificado está depositada na coleção do Laboratório de Entomologia Aquática da Universidade Federal de São Carlos (SP) e o restante será encaminhado para o Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A caracterização geral dos córregos é apresentada na Tabela I. De modo geral a temperatura, a velocidade e o oxigênio dissolvido da água nos córregos foram mais elevados no período chuvoso enquanto que a condutividade elétrica diminuiu. Os córregos da região, por estarem localizados numa área de formação Kárstica apresentam pH alcalino.

Ao todo foram coletados 781 exemplares de Simuliidae pertencentes a 13 espécies do gênero Simulium (Tab. II). Em geral, todas as espécies foram mais abundantes no período das chuvas (fevereiro/2001). Este fato também foi observado por Moreira et al. (1994) em um córrego da Mata Atlântica em Joinville, SC. Tais autores verificaram mudanças sazonais nas densidades numéricas de S. nogueirai D'Andretta e Dolores Gonzalez relacionadas com a temperatura do ar e a precipitação, sendo estas mais elevadas no verão. De acordo com Hauer & Benke (1987) as densidades populacionais mais elevadas durante o período chuvoso poderiam ser explicadas pela maior disponibilidade de alimento para as larvas nesse período.

 

 

Os córregos analisados apresentaram diferentes ocorrências de imaturos de Simuliidae (larvas e pupas) (Tab. II). As espécies mais abundantes S. nogueirai e S. subclavibranchium Lutz, respectivamente com 52,6 e 22,1% do total de indivíduos analisados, foram coletadas em folhas e galhos depositados no leito e em folhas de plantas marginais tombadas na lâmina d'água em cinco dos córregos estudados.

Embora seja considerada espécie antropofílica de larga ocorrência em várias localidades da América latina (Coscarón 1991), S. incrustatum Lutz foi coletada em apenas dois córregos amostrados sobre folhas e galhos em decomposição (Tab.II). S. subnigrum Lutz e S. inaequale Paterson e Shannon também foram coletadas em apenas dois córregos, em locais mais expostos à luz solar.

Os imaturos de S. lutzianum Pinto foram coletados sobre ramos e folhas de vegetação tombados nas margens do Rio das Mortes, que apresenta águas mais turbulentas do que os demais córregos. O único exemplar de S. (Psaroniocompsa) sp. (fêmea) foi obtido em atividade de hematofagia, em um dos coletores, próximo desse rio e, provavelmente pertença ao complexo S. oyapockense, do grupo amazonicum (Crosskey & Howard 1997).

As larvas de S. dinelli foram coletadas na Bica do Mirante aderidas a musgos que crescem em frestas da rocha de uma pequena cachoeira. As larvas de S. dinelli foram coletadas na Bica do Mirante aderidas a musgos que crescem em frestas da rocha de uma pequena cachoeira.

Nos criadouros amostrados, as folhas e galhos em decomposição no leito dos córregos foram os substratos naturais que apresentaram maior número de larvas e pupas de Simuliidae. As larvas de último estádio e as pupas foram freqüentes nas folhas e galhos da vegetação marginal, enquanto as larvas mais novas foram comuns em seixos depositados no fundo desses córregos.

Com relação aos hábitos alimentares das fêmeas das espécies analisadas, seis são consideradas antropofílicas: S. inaequale, S. incrustatum, S. dinelli, S. pertinax, S. subnigrum e S. (Psaroniocompsa) sp., e representaram 14,5% do total de imaturos coletados. A pequena participação de espécies antropofílicas no Parque Estadual Intervales pode estar relacionada à baixa ocupação humana e à grande distância das cidades ou vilas mais próximas e pode ser considerada como um indicativo da boa preservação das características naturais do Parque. Resultado diferente foi obtido por Araújo-Coutinho et al. (1988) que observaram a presença de mais de 70% dos imaturos de espécies antropofílicas em um levantamento realizado no litoral norte do Estado de São Paulo, região com elevada ocupação humana.

Agradecimentos. Agradecemos ao coordenador do Parque, aos pesquisadores Márcia Tais Suriano e Eduardo Mitio Shimbori, aos guias João e Donizete pelo auxílio no trabalho de campo e ao CNPq pela bolsa concedida. Este estudo foi parcialmente financiado pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo, Programa Biota FAPESP.

 

REFERÊNCIAS

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Recebido em 15.III.2003; aceito em 15.IV.2005

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