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Revista Brasileira de Entomologia

On-line version ISSN 1806-9665

Rev. Bras. entomol. vol.50 no.1 São Paulo Jan./Mar. 2006

http://dx.doi.org/10.1590/S0085-56262006000100021 

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

 

Moscas frugívoras (Diptera, Tephritoidea) coletadas em Aquidauana, MS

 

Frugivorous flies (Diptera, Tephritoidea) collected in Aquidauana, MS

 

 

Sérgio Roberto RodriguesI; Lidiane Rodrigues NantesI; Silvia Regina de SouzaI; Alfredo Raul AbotI; Manoel A. Uchôa-FernandesII

IUniversidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Rodovia Aquidauana/CERA, km 12, 79200-000 Aquidauana-MS. sergio@uems.br
IILaboratório de Insetos Frugívoros, Caixa Postal 241, Faculdade de Ciências Biológicas e Ambientais, Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Rod. Dourados Itahum, Km 12, 79804-970 Cidade Universitária, Dourados-MS. uchoa@ceud.ufms.br

 

 


RESUMO

No Brasil as moscas frugívoras são pragas importantes de frutas e hortaliças. O conhecimento da flutuação populacional dessas espécies em cada bioma é um importante requisito para a adoção de estratégia de controle de pragas nos agroecossistemas. O objetivo desse trabalho foi avaliar a diversidade de espécies de moscas-das-frutas infestantes de frutas silvestres e cultivadas em Aquidauana, MS. Vinte e uma espécies de frutas foram amostradas de fevereiro de 2003 a janeiro de 2004. As espécies de Tephritidae encontradas foram: Anastrepha striata Schiner, 1868, Anastrepha obliqua (Macquart, 1835) e Ceratitis capitata (Wiedemann, 1824). Os frugívoros Lonchaeidae e Muscidae encontrados foram: Neosilba sp. e Atherigona orientalis (Schiner, 1868), respectivamente. Um total de 2.568 moscas foram coletadas, das quais 2.394 representadas pela mosca-do-Mediterrâneo C. capitata. A associação entre moscas frugívoras e espécies de frutas é discutida.

Palavras-chave: Anastrepha; Brasil; Ceratitis capitata; Lonchaeidae; Tephritidae.


ABSTRACT

In Brazil, frugivorous flies represent important pests of fruits and vegetables. Information on populational fluctuation of these species in each biome is an important requirement for the adoption of a strategy of pest control in the agroecosystems. The objective of this paper is to assess the diversity of fruit fly species occurring in wild and cultived fruits in Aquidauana, MS. Twenty-nine fruit species were sampled from February 2003 to January 2004. The Tephritidae species recovered were: Anastrepha striata Schiner, 1868, Anastrepha obliqua (Macquart, 1835) and Ceratitis capitata (Wiedemann, 1824). The frugivorous Lonchaeidae and Muscidae recovered were: Neosilba sp. and Atherigona orientalis (Schiner, 1868), respectively. A total of 2.568 flies were obtained, from which 2.394 flies were the Mediterranean fruit fly, C. capitata. The association between frugivorous flies and the fruit species is discussed.

Keywords: Anastrepha; Brazil; Ceratitis capitata; Lonchaeidae; Tephritidae.


 

 

No Estado de Mato Grosso do Sul (MS), a fruticultura representa importante fonte de renda para várias propriedades rurais. Segundo dados do IBGE (2000), várias são as culturas exploradas economicamente com as seguintes áreas cultivadas: banana (3.198 ha), abacaxi (183 ha), goiaba (16 ha), laranja (520 ha), limão Taiti (68 ha), tangerina Poncã (156 ha), mamão (31 ha), maracujá (22 ha), uva (90 ha), melancia (917 ha) e melão (16 ha). Outra importante frutífera é a manga com 147 ha (Agrianual 2002).

Dentre os principais fatores que limitam a produção de frutíferas, destacam-se as moscas-das-frutas, as quais podem causar sérios danos, sendo a família Tephritidae a maior e economicamente mais importante. É composta por 500 gêneros e mais de 4.000 espécies descritas. Aproximadamente 35% delas atacam frutos, sendo que representantes dos gêneros Bactrocera, Ceratitis, Dacus, Anastrepha e Rhagoletis estão entre as pragas mais importantes da fruticultura mundial (White & Elson-Harris 1994). No Brasil, segundo Zucchi (2000), as espécies de maior importância econômica são as do gênero Anastrepha Schiner, 1868 e Ceratitis capitata (Wiedemann 1824).

Na região Centro-Oeste do Brasil, estes dípteros frugívoros representam um dos principais fatores de perdas da produção frutícola (Uchôa-Fernandes et al. 2003a, Veloso et al. 1994). Além de Tephritidae, espécies de alguns gêneros de Lonchaeidae têm se destacado como pragas importantes em frutíferas cultivadas (Raga et al. 1996; Norrbom & McAlpine 1997).

Apesar do grande potencial para fruticultura no MS e da importância econômica dos tefritóideos para as frutíferas tropicais, há poucos registros sobre as espécies de moscas ocorrentes (Malavasi & Morgante 1980; Uchôa-Fernandes & Zucchi 1999, 2000; Zucchi 2000).

O presente trabalho teve por objetivo estudar as espécies de moscas frugívoras e seus frutos hospedeiros nas proximidades da cidade de Aquidauana, MS.

O trabalho foi desenvolvido na Fazenda Experimental da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). Os frutos foram amostrados em área de mata de Cerrado e na área de citricultura (pomar da UEMS) e, de frutos coletados na cidade de Aquidauana/MS. Estes foram colhidos no período de fevereiro de 2003 a janeiro de 2004 e acondicionados no laboratório.

Na área de Cerrado, semanalmente foram realizadas coletas de frutos das espécies nativas e cultivadas. Os frutos de citros foram obtidos do pomar ao longo dos ciclos de frutificação. Em Aquidauana procedeu-se à coleta apenas de frutos de Terminalia catappa (Sete-copas). Para cada espécie vegetal procurou-se coletar o mínimo de 10 kg de frutos, entretanto, nem sempre isso foi possível (Tabela I).

Após coletados e pesados, os frutos foram mantidos em camada única, sobre suporte telado com malha de 5 mm, em bandejas de plástico (55x45x35 cm de profundidade), com uma lâmina de água de cerca de 15 mm para a retenção das larvas de último ínstar que abandonavam os frutos para empupar. O material foi mantido em laboratório sob temperatura ambiente. A cada 12 h, as larvas eram recolhidas das bandejas e acondicionadas em potes de acrílico transparentes (300 mL) sobrepostos, assumindo a forma de um barril, contendo areia estéril umedecida em água destilada, sendo que as formas jovens permaneceram nesses recipientes até a emergência dos adultos (Uchôa-Fernandes & Zucchi 1999).

Os frutos foram mantidos por 30 a 40 dias, até que todos os insetos empupassem. Os adultos provenientes de cada coleta, foram fixados em álcool 70% e mantidos em frascos rotulados, para a posterior identificação (Uchôa-Fernandes & Zucchi 1999).

Exemplares identificados das moscas-das-frutas foram depositados na coleção Zoológica da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande, MS.

Foram coletados frutos de 29 espécies, sendo obtidas moscas apenas de sete delas: Bromelia sp. (Caraguatá), Inga laurina (Ingá), Psidium guajava (Goiaba), Citrus sinensis (Laranja), Citrus reticulata (Poncã), Spondias purpurea (Cirigüela) e T. catappa (Sete-copas) (Tabela I). Uchôa-Fernandes et al. (2002) ao realizarem coletas de frutos de 35 espécies em áreas de Cerrado no MS, obtiveram moscas-das-frutas de 29 plantas.

As moscas-das-frutas coletadas pertencem às famílias Tephritidae, Lonchaeidae e Otitidae, além de moscas decompositoras da família Muscidae. De Tephritidae foram obtidas: Anastrepha striata Schiner, 1868, A. obliqua (Macquart, 1835) e C. capitata; de Lonchaeidae Neosilba sp. e, de Muscidae, Atherigona orientalis (Schiner, 1868) (Tabela I).

A espécie mais abundante foi C. capitata, pois das 2.568 moscas-das-frutas coletadas, 2.394 adultos foram recuperados de laranja e sete-copas, representando 93,22% do total de moscas frugívoras (Tabela I). Uchôa-Fernandes et al. (2003a) encontraram, também, C. capitata como o tefritídeo dominante, no MS.

Anastrepha obliqua foi mais abundante (81 exemplares), representando 54% dos espécimes desse gênero e A. striata (12 espécimes) representou 8% dos indivíduos (Tabela I).

Coletas de frutos realizadas por Uchôa-Fernandes et al. (2002), em alguns municípios do MS, encontraram dez espécies de Anastrepha: A. fraterculus (Wied., 1830), A. grandis (Macquart, 1846), A. montei Lima, 1934, A. obliqua, A. pickeli Lima, 1934, A. sororcula Zucchi, 1979, A. striata, A. turpiniae Stone, 1942, A. zenildae Zucchi, 1979 e Anastrepha sp. Nesse estudo, A. sororcula foi a mais abundante com 1.315 espécimes coletados, seguido por A. obliqua com 951 espécimes e A. turpiniae com165 indivíduos.

Analisando-se por espécie vegetal foi verificado que, de frutos de S. purpurea foram obtidas 138 moscas-das-frutas, sendo 81 espécimes de A. obliqua e 57 de Anastrepha sp., provavelmente co-específicos (Tabela I). Esses dípteros ocorreram em fevereiro e março (Tabela II). Dos frutos dessa mesma espécie coletados nos municípios de Aquidauana, MS, Anastácio, MS e Terenos-MS, Uchôa-Fernandes et al. (2003b) obtiveram 99 exemplares de A. obliqua, 2 de A. sororcula, 1 de A. turpiniae, 226 de Anastrepha spp., 3 de C. capitata, 1 de Neosilba sp. e 1 de Dasiops sp.

Em T. catappa, foram obtidos 2.395 dípteros: 2.393 espécimes de C. capitata, representando 99,91% das moscas e 02 espécimes de Neosilba sp. (0,09%) (Tabela I). C. capitata ocorreu de junho a outubro (Tabela II), colonizando frutos de sete-copas coletados em Aquidauana, MS. Também de sete-copas, Uchôa-Fernandes et al. (2003b) coletaram 3 espécimes de Anastrepha spp., 1 de A. zenildae e 2.131 de C. capitata. Cerca de 99% dos adultos coletados, são de C. capitata, comprovando a predominância dessa espécie em frutos de T. catappa.

Canal et al. (1998) verificaram que em Janaúba-MG, C. capitata representou 85,54% do total de moscas-das-frutas coletadas em área urbana. Após realizar coletas em quatro municípios do Estado de Minas Gerais, os autores concluíram que essa espécie caracteriza-se como uma praga de frutíferas em área urbana.

Das 173 moscas-das-frutas coletadas em áreas de Cerrado e de citricultura, apenas um exemplar (0,58%) representou C. capitata, enquanto que de 2.395 indivíduos coletados em ambiente urbano, 2.393 (99,91%) pertenciam a essa espécie (Tabela I).

Em frutos de C. sinensis foram encontradas C. capitata e A. orientalis (Tabela I). Esta última coletada em maio e outubro e, C. capitata em Julho (Tabela II). De frutos de C. reticulata foram encontradas em maio; 6 exemplares de A. orientalis e um de Otitidae (Tabelas I e II). Não foram coletados de frutos cítricos Neosilba sp., entretanto, de pomares cítricos em MS cerca de 5.966 exemplares dessa espécie foram coletados por Uchoa-Fernandes et al. (2003c).

Inventários de moscas-das-frutas realizados com armadilhas McPhail em pomares cítricos nos municípios de Anastácio, MS e Terenos, MS, por Uchôa-Fernandes et al. (2003c), amostraram 22 espécies de Anastrepha: A. alveatoides Blanchard, 1961, A. bezzii Lima, 1934, A. castanea Norrbom, 1998, A. daciformis Bezzi, 1909, A. dissimilis Stone, 1942, A. distincta Greene, 1934, A. fraterculus, A. grandis, A. haywardi Blanchard, 1937, A. leptozona Hendel, 1914, A. macrura Hendel, 1914, A. montei, A. obliqua, A. pickeli, A. punctata Hendel, 1914, A. rheediae Stone, 1942, A. serpentina (Wied., 1830), A. sororcula, A. striata, A. turpiniae, A. undosa Stone, 1942, A. zenildae e três Anastrepha sp., além de 1 exemplar de C. capitata, 2 de Dasiops sp., 1 de Lonchaea sp. e 1 de Neosilba sp. De frutos cítricos coletados em São Paulo por Malavasi & Morgante (1980) foram encontrados adultos de Neosilba sp. (como Silba).

De frutos de P. guajava foram encontrados 12 espécimes de A. striata, em julho (Tabelas I e II). Segundo Nascimento et al. (1982) na região do Recôncavo Baiano, em frutos de goiaba a espécie mais comum foi A. fraterculus. Uchôa-Fernandes et al. (2002) coletaram dessa frutífera, A. sororcula, A. turpinae, A. striata, A. obliqua, A. zenildae, A. fraterculus, C. capitata e Neosilba spp. No semi-árido do Brasil, Araújo et al. (1996) relataram que A. zenildae tem sido a espécie mais comum em P. guajava. Dessa mirtácea, em área urbana do município de Ouro Preto do Oeste, RO, Ronchi-Teles & Silva (1996) encontraram C. capitata.

De I. laurina foi obtido um adulto de Neosilba sp. em fevereiro/2003 (Tabelas I e II). Dessa mesma frutífera, em alguns municípios do MS, Uchôa-Fernandes et al. (2002) encontraram 50 espécimes de C. capitata e 199 de Neosilba spp.

De Bromelia sp., foram obtidos 8 adultos da família Otitidae, em abril/2003 (Tabelas I e II). Dessa família, 108.659 indivíduos capturados em armadilhas McPhail, sendo que esse número representou mais de 92% do total de insetos capturados nas armadilhas iscadas com atrativo alimentar.

De algumas frutas coletadas como, jabuticaba e araçá, não foram encontradas moscas-das-frutas (Tabela I). Dessas frutas Uchôa-Fernandes et al. (2002) coletaram várias espécies de Anastrepha em MS.

 

REFERÊNCIAS

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Recebido em 15/06/2005; aceito em 05/12/2005

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