SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.52 issue2Behavior of flower visiting bees of Lecythis lurida in the north of Rio de Janeiro stateSeasonality and temporal structuration of Alticini community (Coleoptera, Chrysomelidae, Galerucinae) in the Araucaria Forest of Parana, Brazil author indexsubject indexarticles search
Home Pagealphabetic serial listing  

Services on Demand

Article

Indicators

Related links

Share


Revista Brasileira de Entomologia

Print version ISSN 0085-5626

Rev. Bras. entomol. vol.52 no.2 São Paulo  2008

http://dx.doi.org/10.1590/S0085-56262008000200008 

BIOLOGIA, ECOLOGIA E DIVERSIDADE

 

As borboletas Hesperiidae (Lepidoptera, Hesperioidea) do Distrito Federal, Brasil

 

The skippers (Lepidoptera, Hesperioidea, Hesperiidae) of the Distrito Federal, Brazil

 

 

Olaf Hermann Hendrik MielkeI; Eduardo de Oliveira EmeryII; Carlos Eduardo Guimarães PinheiroIII

IDepartamento de Zoologia, Setor de Ciências Biológicas, Universidade Federal do Paraná (UFPR), Caixa Postal 19020, Centro Politécnico, 81531-980 Curitiba-PR, Brasil. omhesp@ufpr.br
IICoordenação do Programa de Pesquisa em Biociências COBIO/CNPq, SEPN QD. 509, Bloco A, Ed. Nazir, Sala 102. 70.750-501 Brasília, Distrito Federal, Brasil. eduardoe@cnpq.br
IIIDepartamento de Zoologia, Instituto de Biologia, Universidade de Brasília (UnB), 70910-900 Brasília, Distrito Federal, Brasil. cegp@unb.br

 

 


RESUMO

Neste estudo é apresentada uma listagem atualizada com 335 espécies de borboletas Hesperiidae encontradas no Distrito Federal (Brasil central), incluindo dados da bibliografia, de várias coleções entomológicas e de coletas dos autores. Espécies de ocorrência apenas presumida não foram incluídas. Apresenta-se também uma lista suplementar com 32 espécies endêmicas do bioma Cerrado, das quais 27 foram encontradas no Distrito Federal.

Palavras-chave: Brasil Central; cerrado; endemismo; diversidade; Neotropical.


ABSTRACT

An updated list containing 335 species of skippers (Hesperiidae) found in the Distrito Federal (central Brazil), including data obtained from the literature, from several entomological collections, and from collecting of the authors, is presented. Species with presumed distribution in the region are not included. It is presented too, a supplementary list with 32 endemic species occuring in the Cerrado vegetation, from which 27 were found in the Distrito Federal.

Keywords: Central Brazil; cerrado; endemism; diversity; Neotropical.


 

 

As listas de espécies de uma determinada área, feitas cuidadosamente por especialistas, constituem bases de dados confiáveis e perenes, servindo de referência para quaisquer estudos relacionados àquelas espécies. As listas contribuem para a divulgação da biodiversidade, conservação e monitoração ambiental, e auxiliam a identificação das espécies por profissionais e amadores, pois limitam a faixa de espécies que podem ocorrer em determinada região. Listar as espécies de uma região fornecendo os locais de suas ocorrências é fundamental para a elaboração de planos de conservação e métodos de avaliação ambiental. Brown & Freitas (2000) utilizaram listas de espécies de borboletas de várias localidades da floresta Atlântica e Cerrado para o desenvolvimento de métodos de mensuração de biodiversidade e conservação. Observou-se, por exemplo, que a riqueza de espécies de Hesperiidae é um bom indicador para a riqueza total de fauna. De um modo geral, podemos assumir que uma grande riqueza de espécies de borboletas deve refletir uma grande riqueza de espécies de plantas, visto que suas larvas fitófagas tendem a ser especializadas (Diniz & Morais 1995, 1997).

Neste estudo é apresentada uma lista de espécies de Hesperiidae que ocorrem no Distrito Federal (DF) (Tabela I) e são indicadas as espécies endêmicas do bioma Cerrado (Tabela II) que ocorrem no DF. Esta lista adicional de endêmicas constitui importante ponto de partida para o conhecimento do endemismo das borboletas do Cerrado, pois constatou-se que das 32 espécies de Hesperiidae endêmicas do Cerrado conhecidas até o momento, 27 ocorrem no DF. Assim, os objetivos deste estudo são: (1) apresentar uma lista das borboletas Hesperiidae do Distrito Federal; e (2) apresentar uma lista de borboletas Hesperiidae endêmicas do bioma Cerrado.

 




 

MATERIAL E MÉTODOS

A lista de espécies de Hesperiidae do DF (Tabela I) apresentada a seguir foi baseada nas listagens de espécies de borboletas realizados por Brown & Mielke (1967) nas florestas de Sobradinho e de galeria do Rio Sobradinho, Chapada da Contagem, região da Fercal, Brasília Country Clube, Jardim Zoológico de Brasília, Reserva Ecológica do Gama e Rio Maranhão; por Diniz & Morais (1995, 1997) na Estação Ecológica da Universidade de Brasília (Fazenda Água Limpa); por Pinheiro & Emery (2006) na Estação Ecológica do Jardim Botânico, Reserva Ecológica do IBGE, Estação Ecológica da Universidade de Brasília (Fazenda Água Limpa), Vila Telebrasília; no Parque Nacional de Brasília, na Estação Ecológica de Águas Emendadas, Reserva do Centro Olímpico (campus da Universidade de Brasília - UnB), Poço Azul, Reserva da Embrapa Cerrados (CPAC) Planaltina DF, e em várias localidades na bacia do Rio Maranhão, além de dados obtidos nas coleções entomológicas da Universidade de Brasília (UnB), da coleção da Reserva Ecológica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Brasília, da Embrapa Cerrados (CPAC) Planaltina-DF, e da Coleção de Entomologia Pe. J. S. Moure, Departamento de Zoologia, Universidade Federal do Paraná, Curitiba, Paraná. Espécies com distribuições geográficas presumidas ou encontradas apenas em regiões vizinhas ao Distrito Federal não foram incluídas na presente lista. A classificação adotada segue Mielke (2005a-f).

A metodologia utilizada inclui coletas sistemáticas e ocasionais entre 9:00 e 17:00 horas, utilizando redes entomológicas ou atrativos de papel branco mascado, colocados sobre a vegetação, simulando fezes de aves. Os exemplares foram coletados obedecendo os requisitos de etiquetagem e procedimentos corretos de montagem e conservação, com acondicionamento em armários entomológicos com naftalina, em local com baixa umidade, controlada por aparelho desumidificador do ar.

As borboletas foram identificadas precisamente através de uma análise de exemplares montados em alfinetes entomológicos e freqüentemente foi necessário o exame da genitália. A identificação de espécies em campo é possível apenas para especialistas treinados, e ainda assim, somente possível para espécies maiores e vistosas. A maioria das espécies de Hesperiidae é de tamanho pequeno, com poucos caracteres conspícuos, ou coloração uniforme, com movimentos rápidos. Portanto, a identificação somente é possível após a coleta e montagem de exemplares em alfinete. Quando possível, é desejável a formação de séries de exemplares para cada região inventariada, pois isso possibilita a realização de estudos quantitativos e qualitativos. É desejável a coleta de exemplares de ambos os sexos, pois o dimorfismo sexual, comum à maioria das espécies de borboletas, torna a identificação das espécies uma tarefa menos difícil. As séries possibilitam a caracterização de variações intra-específicas, como fenótipos estacionais, ou seja, formas de inverno e verão, ou de ocorrência concomitante de diversos fenótipos geneticamente distintos, descontínuos dentro de uma mesma população. Espécies e subspécies ainda não descritas foram inventariadas neste estudo (Tabela I) e no estudo complementar da fauna de borboletas Papilionoidea do Distrito Federal, realizado por Emery et al. (2006).

A lista de espécies endêmicas (Tabela II) foi desenvolvida inicialmente a partir de dados de distribuição das espécies mencionadas na literatura (Evans 1951, 1952, 1953, 1955; Brown & Mielke 1967; Mielke 1968) com posterior confirmação e ampliação de suas distribuições através da averiguação das coleções supracitadas. Neste estudo considera-se como espécies endêmicas do Cerrado aquelas que ocorrem no bioma Cerrado, em áreas de cerrado sensu stricto e suas variações, florestas mesofíticas, campos ou em florestas de galeria, dados verificados em etiqueta. Foram incluídos dados de distribuição geográfica nos estados do Brasil e a fitofisionomia onde foi coletada no bioma Cerrado. Para este estudo consideramos o bioma Cerrado exclusivamente brasileiro, com ocorrência nos estados do Ceará (CE), Maranhão (MA), Piauí (PI), Bahia (BA), Rondônia (RO), Tocantins (TO), Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS), Distrito Federal (DF), Goiás (GO), Minas Gerais (MG), São Paulo (SP), Paraná (PR), ocorrendo também em áreas disjuntas nos estados do Amapá (AP), Amazonas (AM), Pará (PA) e Roraima (RR) e Paraíba (PB) (Ratter et al. 1996; Lima-Verde 2004; Pereira & Alves 2006; Von Linsingen et al. 2006). O Cerrado é bem caracterizado por Eiten (1992) e delimitado nos estados por Darrault & Schlindwein (2005), Pereira & Alves (2006) e Ratter et al. (1996). O Distrito Federal localiza-se na região central do bioma do Cerrado e possui áreas cobertas com diversas fitofisionomias, bem descritas em Eiten (1992).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Neste estudo é apresentada uma lista contendo 335 espécies de borboletas Hesperiidae (Lepidoptera, Hesperioidea) para a região do Distrito Federal (Tabela I), complementar ao estudo realizado por Emery et al. (2006), em que foram listadas 504 espécies de borboletas Papilionoidea. Assim, o número total de espécies de borboletas (Hesperioidea e Papilionoidea) no Distrito Federal chega a 839 espécies, número certamente provisório, pois com mais coletas em locais já estudados, ou mesmo novos, freqüentemente são encontradas espécies ainda não inventariadas. Este número expressivo representa aproximadamente 10,77% de toda a fauna de borboletas neotropical. Lamas (2004) menciona um total de 7.784 espécies de borboletas para esta região, destes 5.419 (69,61%) são Papilionoidea e 2.365 (30,38%) são Hesperioidea (Tabela III). No Distrito Federal 39,92% de todas as espécies de borboletas são Hesperioidea, enquanto 60,07% são Papilionoidea. Se comparado ao total de 3.268 espécies de borboletas em território brasileiro, o número de 839 espécies de borboletas do DF, incluindo Papilionoidea e Hesperioidea, representa 25,67%. Por outro lado, se for comparado o número total de espécies, as 839 espécies de borboletas do DF alcançam 39,95% do total aproximado de 2.100 espécies de borboletas da Floresta Atlântica, embora muitas borboletas do DF sejam de ocorrência amazônica, não ocorrendo na floresta atlântica (Brown & Freitas 2000).

 

 

A maioria das espécies de Hesperioidea do DF tem distribuição muito ampla, ocorrendo em extensas áreas desde o Norte da América Central até o sul da América do Sul, em uma distribuição tipicamente Neotropical. Outras ocorrem em vários estados e países da América do Sul. Muitas espécies ocorrem em dois ou mais biomas, como no Cerrado e Floresta Amazônica, ou Cerrado e Floresta Atlântica, incluindo os campos de altitude (Evans 1951, 1952, 1953, 1955).

A lista preliminar de espécies endêmicas de Hesperiidae para o bioma Cerrado chega a 32 espécies, sendo que ocorrem duas subespécies de Sophista latifasciata, logo são 33 taxa. Sophista latifasciata latifasciata ocorre no Distrito Federal e nos estados de Goiás, Minas Gerais, Paraná e São Paulo, enquanto que Sophista latifasciata matto só é conhecida de Mato Grosso. A maioria, 27 espécies, ocorre no DF (Tabela II), no entanto, as cinco espécies ainda não encontradas possuem grande probabilidade de o serem com mais trabalho de campo. Interessante observar que mesmo as espécies endêmicas do Cerrado também apresentam uma distribuição ampla no bioma, seguindo o padrão da maioria das espécies de Hesperiidae.

Estas novas informações sobre alta diversidade de espécies de borboletas na região do DF reforçam a importância desta região para a conservação das espécies do Cerrado, principalmente em áreas de conservação como o Parque Nacional de Brasília, APA do Gama-Cabeça de Veado e Estação Ecológica das Águas Emendadas. Chama ainda atenção a necessidade de criação de outras áreas de conservação, principalmente na região da bacia do Rio Maranhão, norte do DF, com grande área de vegetação florestal em solo rico em calcário, evidentemente com grande riqueza de espécies e altamente ameaçada.

Agradecimentos. Os autores são gratos ao Dr. Amabílio José Aires de Camargo (EMBRAPA, Planaltina, Distrito Federal), Dra. Ivone Rezende Diniz (Universidade de Brasília, Brasília, Distrito Federal), ao pessoal da administração da Reserva Ecológica do IBGE pela permissão de estudo de exemplares sob suas curadorias e a dois revisores anônimos.

 

REFERÊNCIAS

Brown Jr., K. S. 1996. Diversity of Brazilian Lepidoptera: history of study, methods for measurement, and use as indicator for genetic, specific and system richness, pp. 221–153. In: Bicudo, C. E. De M. & N. A. Menezes (eds). Biodiversity in Brazil. A first approach. São Paulo, Universidade de São Paulo, Instituto de Botânica. 326 pp.         [ Links ]

Brown Jr., K. S. & A. V. L. Freitas. 2000. Atlantic Forest butterflies: indicators for landscape conservation. Biotropica 32: 934–956.         [ Links ]

Brown Jr., K. S. & O. H. H. Mielke. 1967. Lepidoptera of the Central Brazil Plateau. II. Preliminary list of Rhopalocera (continued): Lycaenidae, Pieridae, Papilionidae, Hesperiidae. Journal of the Lepidopterists' Society 21: 145–168.         [ Links ]

Darrault, R. O. & C. Schlinwein 2005. Limited fruit production in Hancornia speciosa (Apocynaceae) and pollinisation by nocturnal and diurnal insects. Biotropica 37: 381–388.         [ Links ]

Diniz, I. R. & H. C. Morais 1995. Larvas de Lepidoptera e suas plantas hospedeiras em um cerrado de Brasília, Distrito Federal, Brasil. Revista Brasileira de Entomologia 39: 755–770.         [ Links ]

Diniz, I. R. & Morais, H. C. 1997. Lepidopteran caterpillar fauna of cerrado host plants. Biodiversity and Conservation 6: 817–836.         [ Links ]

Eiten, G. 1992. Natural Brazilian Vegetation Types and Their Causes. Anais da Academia brasileira de Ciências 64, Supl. 1: 36–65.         [ Links ]

Emery, E. O.; K. S. Brown Jr. & C. E. G. Pinheiro. 2006. As borboletas (Lepidoptera, Papilionoidea) do Distrito Federal, Brasil. Revista Brasileira de Entomologia 50: 85–92.         [ Links ]

Evans, W. H. 1951. A Catalogue of the American Hesperiidae Indicating the Classification and Nomenclature Adopted in the British Museum (Natural History). Part I. Pyrrhopyginae. British Museum, London. 92 pp.         [ Links ]

Evans, W. H. 1952. A Catalogue of the American Hesperiidae Indicating the Classification and Nomenclature Adopted in the British Museum (Natural History). Part II. Pyrginae. Section I. British Museum, London. 178 pp.         [ Links ]

Evans, W. H. 1953. A Catalogue of the American Hesperiidae Indicating the Classification and Nomenclature Adopted in the British Museum (Natural History). Part III. Pyrginae. Section II. British Museum, London. 246 pp.         [ Links ]

Evans, W. H. 1955. A Catalogue of the American Hesperiidae Indicating the Classification and Nomenclature Adopted in the British Museum (Natural History). Part IV. Hesperiinae and Megathyminae. British Museum, London. 499 pp.         [ Links ]

Lamas, G. 2004. Checklist: Part 4A. Hesperioidea – Papilionoidea. In: J. B. Heppner (ed.). Atlas of Neotropical Lepidoptera 5A. Association for Tropical Lepidoptera, Scientific Publishers. 439p.         [ Links ]

Lima-Verde, L. W. 2004. Flora and autecology's aspects of a disjunction cerrado at Araripe plateau, Northeastern Brazil. Acta Botanica Brasilica 18: 759–770.         [ Links ]

Mielke, O. H. H. 1968. Lepidoptera of the Central Brazil Plateau. New genera, species, and subspecies of Hesperiidae. Journal of the Lepidopterits' Society 22: 1–20.         [ Links ]

Mielke, O. H. H. 2005a. Catalogue of the American Hesperioidea (Lepidoptera). Volume 1. Complementary and supplementary parts to the Checklist of the Neotropical Region. Hesperioidea: Hesperiidae: Pyrhopyginae. Volume 1, pp. XIII+1-125. Curitiba: Sociedade Brasileira de Zoologia.         [ Links ]

Mielke, O. H. H. 2005b. Catalogue of the American Hesperioidea: Hesperiidae (Lepidoptera). Volume 2. Pyrginae 1: Eudamini, pp. 129–410 Curitiba: Sociedade Brasileira de Zoologia.         [ Links ]

Mielke, O. H. H. 2005c. Catalogue of the American Hesperioidea: Hesperiidae (Lepidoptera). Volume 3. Pyrginae 2: Pyrgini, pp. 413–771. Curitiba: Sociedade Brasileira de Zoologia.         [ Links ]

Mielke, O. H. H. 2005d. Catalogue of the American Hesperioidea: Hesperiidae (Lepidoptera). Volume 4. Hesperiinae 1: Adlerodea - Lychnuchus, pp. 775–1055. Curitiba: Sociedade Brasileira de Zoologia.         [ Links ]

Mielke, O. H. H. 2005e. Catalogue of the American Hesperioidea: Hesperiidae (Lepidoptera). Volume 5. Hesperiinae 2: Megaleas – Zenis, pp. 1059–1381. Curitiba: Sociedade Brasileira de Zoologia.         [ Links ]

Mielke, O. H. H. 2005f. Catalogue of the American Hesperioidea: Hesperiidae (Lepidoptera). Volume 6. Heteropterinae & Megathyminae. Index, pp. 1387–1536 Curitiba: Sociedade Brasileira de Zoologia.         [ Links ]

Pereira, M. do S. & R. R. da N. Alves 2006. Composição florística de um remanescente de Mata Atlântica na Área de Preservação Ambiental Barra do Maranguape, Paraíba, Brasil. Revista de Biologia e Ciências da Terra 6: 357–365.         [ Links ]

Pinheiro, C. E. G. & E. O. Emery. 2006. As borboletas (Lepidoptera: Papilionoidea e Hesperioidea) da Área de Proteção Ambiental do Gama e Cabeça de Veado, Distrito Federal, Brasil. Biota Neotropica 6 http://www.biotaneotropica.org.br/v6n3/pt/abstract?inventory+bn01506032006. ISSN 1676-0603        [ Links ]

Ratter, J. A.; S. Bridgewater, R. Atkinson & J. F. Ribeiro. 1996. Analysis of the Floristic Composition of the Brazilian Cerrado Vegetation II: comparison of the Woody Vegetation of 98 areas. Edinburgh Journal of Botany 53: 153–180.         [ Links ]

Von Linsingen, L.; J. S. Sonehara, A. Uhlmann & A. Cervi. 2006. Composição florística do Parque Estadual do Cerrado de Jaguariaíva, Paraná, Brasil. Acta Biologica Paranaense 35: 197–232.         [ Links ]

 

 

Recebido em 03/10/2007; aceito em 06/05/2008