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Revista Brasileira de Entomologia

Print version ISSN 0085-5626On-line version ISSN 1806-9665

Rev. Bras. entomol. vol.53 no.1 São Paulo  2009

http://dx.doi.org/10.1590/S0085-56262009000100013 

SISTEMÁTICA, MORFOLOGIA E BIOGEOGRAFIA

 

Nota sinonímica em Chinaia Bruner & Metcalf (Hemiptera, Cicadellidae, Neocoelidiinae)1

 

Synonymic note in Chinaia Bruner & Metcalf (Hemiptera, Cicadellidae, Neocoelidiinae)

 

 

Ana Paula Marques-CostaI, II; Rodney Ramiro CavichioliI, III

IDepartamento de Zoologia, Pós-Graduação em Entomologia, Universidade Federal do Paraná-UFPR. Caixa Postal 19020, 81531-980, Curitiba-PR, Brasil
IIBolsista de Pós-Doutorado Especial em Taxonomia, PROTAX/CNPq. apcm@ufpr.br
IIIPesquisador - CNPq. cavich@ufpr.br

 

 


RESUMO

Uma nova sinonímia é proposta: Chinaia caprella Kramer, 1958 = Neocoelidiana chlorata DeLong & Kolbe, 1975 syn. nov. A espécie é redescrita e ilustrada.

Palavras-chave: Neocoelidiinae; nova sinonímia; taxonomia.


ABSTRACT

A new synonym is proposed: Chinaia caprella Kramer, 1958 = Neocoelidiana chlorata DeLong & Kolbe, 1975 syn. nov. The species is redescribed and illustrated.

Keywords: Neocoelidiinae; new synonym; taxonomy.


 

 

Neocoelidiinae compreende atualmente 169 espécies válidas distribuídas em 31 gêneros. No Brasil, são registradas 59 espécies distribuídas em 17 gêneros. A subfamília é predominantemente neotropical, havendo apenas quatro gêneros com registros para a Região Neártica: Coelella DeLong, 1953, Neocoelidia Gillette & Baker, 1895, Cocoelidia DeLong, 1953 e Neocoelidiana DeLong, 1953 (Nielson & Knight 2000).

Chinaia foi criado por Bruner & Metcalf (1934), designando como espécie-tipo Chinaia bella Bruner & Metcalf, 1934, descrita a partir do holótipo macho da Costa Rica, um alótipo, e catorze parátipos de ambos os sexos, todos da mesma localidade e coletados em abacateiro, indicando potencial importância econômica (Kramer 1958). O gênero foi incluído em Bythoscopidae, e os autores transferiram Tettigonia dorsisignata Fowler, 1900 e Tettigonia rubescens Fowler, 1900 para Chinaia. Posteriormente, T. dorsisignata foi transferida por China (1938) para Salvina Melichar, 1926.

Oman (1936) associou o gênero com Neocoelidia Gillete & Baker, 1895 e Jassus Fabricius, 1803 (que na época abrangia vários espécimes de Coelidiinae) pela presença de gena larga, cabeça estreita, antenas longas, pronoto pequeno e venação das asas anteriores reduzida. De acordo com Oman (1936), Chinaia difere de Neocoelidia por ter quatro células apicais na asa posterior e de Jassus pela venação da asa anterior e pela área costal estreita da asa posterior. Além disso, a cabeça, as estruturas torácicas e os estágios imaturos indicavam uma forte relação entre Chinaia e Jassus. A inclusão de Chinaia em Bythoscopidae, baseada somente na posição dos ocelos, foi rejeitada por Oman (1936), que incluiu o gênero em Jassinae. Três espécies foram transferidas para o gênero: Neocoelidia smithii Baker, 1898, Neocoelidia punctata Osborn, 1923 e Neocoelidia ornata Osborn, 1924.

Evans (1947) transferiu quatro gêneros neotropicais, que antes pertenciam a Coelidiinae, para Neocoelidiinae: Biza Walker, 1858, Chinaia Bruner & Metcalf, 1934, Coelidiana Oman, 1936 e Salvina Melichar, 1926 (Kramer 1964). Descreveu também uma espécie nova, Chinaia citrina, a partir do holótipo macho da Guiana Inglesa.

DeLong (1953) sugeriu que Neocoelidia ornata Osborn, 1924 e Neocoelidea [sic] smithii Baker, 1898 pertencessem a Chinaia.

Kramer (1958) descreveu mais seis espécies em Chinaia: C. bifurcata, C. caprella, C. permista, C. cumara, C. lepida e C. agarista.

Kramer (1959) revisou o gênero e apresentou uma proposta filogenética, dividindo o gênero em dois grupos, baseando-se na presença ou ausência de abas ou lamelas no edeago. Transferiu Chinaia undata Linnavuori, 1956, para Coelidiana e retirou Chinaia punctata (Osborn, 1923) de Neocoelidiinae, pois através da análise do holótipo desta espécie, verificou tratar-se de um Deltocephalinae. Forneceu chave de identificação para separação dos machos de Chinaia das dez espécies conhecidas até então, exceto Chinaia smithii, espécie conhecida apenas da fêmea, e cuja posição em Chinaia é incerta.

Kramer (1964) revisou Neocoeliddiinae, redescreveu Chinaia, e afirmou que este é um gênero neotropical, cuja maioria das espécies descritas têm ocorrência na América Central e algumas na América do Sul.

Linnavuori (1965) descreveu uma espécie nova em Chinaia, C. serrata.

Kramer (1967) sinonimizou C. permista sob C. caprella, analisando um grande número de espécimes e confirmando que C. permista é apenas uma variação de cor de C. caprella.

Chiamolera & Cavichioli (2002) descreveram duas espécies novas: C. bidentata e C. rubra. Forneceram uma chave de identificação para os machos das espécies até então conhecidas (12 espécies, exceto espécies conhecidas apenas das fêmeas) e novos registros geográficos para C. citrina.

Marques-Costa & Cavichioli (2005) descreveram mais uma espécie, Chinaia maranhensis, a partir do holótipo macho do Maranhão, Brasil.

Atualmente o gênero abrange catorze espécies, das quais sete são registradas para o Brasil (Tab. I).

Neste trabalho, Chinaia caprella é redescrita e ilustrada e, através do estudo dos holótipos desta espécie e de Neocoelidiana chlorata DeLong & Kolbe, 1975, uma nova sinonímia é proposta.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O material estudado pertence às seguintes instituições: The United States National Museum of Natural History (USNM), Washington D.C., Estados Unidos e Ohio State University Collection (OSUC), Columbus, Estados Unidos.

A terminologia e a metodologia adotadas são as mesmas de Marques-Costa & Cavichioli (2006). As ilustrações foram feitas com o auxílio de câmara clara acoplada ao microscópio estereoscópico da marca Leica, modelo MZ 12.5, ou da marca Wild modelo M3Z. Para os desenhos das estruturas de genitália menores, as ilustrações foram feitas com o auxílio de microscópio óptico, também com câmara clara acoplada.

Os tipos foram fotografados utilizando-se câmera fotográfica digital Sony modelo Cyber-Shot DSC- S75 diretamente acoplada em microscópio estereoscópico Zeiss Stemi 2000-C pertencente ao Laboratório de Sistemática e Bioecologia de Coleoptera da Universidade Federal do Paraná ou utilizando-se um computador com software de automontagem, conectado a um microscópio estereoscópico Wild M400 com câmera digital JVC KY-F70 acoplada.

As listas de citações subseqüentes foram feitas resumidamente, constando apenas os principais trabalhos, posteriores ao catálogo de Metcalf (1964). Os dados complementares das etiquetas dos espécimes estão entre colchetes.

Chinaia Bruner & Metcalf, 1934

Chinaia Bruner & Metcalf, 1934: 120 (descrição); Metcalf, 1964: 112 (catálogo); Kramer, 1964: 261, 264 (chave, redescrição, distribuição); Oman et al., 1990: 199, 303 (catálogo); Chiamolera & Cavichioli 2002: 1161-1167 (histórico, chave p/ espécies); Freytag & Sharkey, 2002: 254 (citação, número de espécies); Dietrich et al., 2001: 297 (citação); Dietrich, 2003: 701 (distribuição); 2004: 458, 484-486 (citação, filogenia de Evacanthinae); Marques-Costa & Cavichioli, 2005: 1-5 (histórico, redescrição).

Espécie-tipo: Chinaia bella Bruner & Metcalf, 1934, por designação original.

Comprimento total. 6,7 - 10 mm.

Diagnose. Asas anteriores espessadas e coloridas nos terços basal e médio, sempre com manchas contrastantes em tons amarelos, laranjas, vermelhos e/ou marrons, apenas o terço apical hialino; sem carena transversal entre coroa e fronte; margem anterior da cabeça arredondada; ocelos um pouco abaixo da margem de transição entre coroa e fronte; clípeo com margens laterais divergentes apicalmente; margem posterior do pronoto retilínea, não emarginada; venação das asas anteriores indistinta, exceto pela sutura claval e células apicais, com três células apicais; asas posteriores com R4+5 e M1+2 divergentes apicalmente, não fusionadas. Genitália do macho: pigóforo com processos dorsais ou prolongamentos apicais; valva fusionada às placas subgenitais, mas com linha despigmentada entre elas; placas subgenitais fusionadas entre si somente no terço basal, às vezes com seis ou menos cerdas destacadas próximas às margens internas; estilos com lobo pré-apical bem desenvolvido e projetado lateralmente; conetivo cruciforme, articulado ao edeago; edeago reto ou recurvado, com ou sem lamelas laterais ou processos, gonóporo apical; tubo anal membranoso, sem processos.

Comentários. As espécies de Chinaia podem ser facilmente separadas dos outros gêneros de Neocoelidiinae pelo seu padrão de coloração geral amarela a laranja com manchas e/ou faixas laranja-escuras a vermelhas, na coroa, pronoto e escutelo. As asas anteriores são espessadas e coloridas nos terços basal e médio, sempre com manchas contrastantes em tons amarelos, laranjas, vermelhos e/ou marrons, apenas o terço apical hialino (Figs. 13-17). Além disso, o seguinte conjunto de caracteres o difere dos demais gêneros: (1) pigóforo, em vista lateral, aproximadamente triangular, alargado basalmente, estreitando-se gradativamente em direção ao ápice (Figs. 6-7); (2) valva fusionada às placas subgenitais, com uma linha despigmentada entre elas (Fig. 8); e (3) conetivo com formato cruciforme (Fig. 10).

Chinaia caprella Kramer, 1958

(Figs. 1-17)

Chinaia caprella Kramer, 1958: 71-72, 74 (descrição, ilustrações, checklist); 1959: 25, 29 (chave, checklist); Chiamolera & Cavichioli, 2002: 1166 (chave).

Chinaia permista Kramer, 1958: 71-73, 74 (descrição, ilustração, checklist); 1959: 25, 30 (chave, checklist); 1967: 46 (sinonímia).

Neocoelidiana chlorata DeLong & Kolbe, 1975: 125-126 (ilustrações, descrição) syn. nov.

Medidas (mm). Holótipo macho: comprimento total 5,66; comprimento mediano da coroa 0,44; distância transocular 1,40; distância interocular 0,76; comprimento mediano do pronoto 0,56; distância trans-humeral 1,60; largura máxima do escutelo 1,0; comprimento mediano do escutelo 0,92; comprimento das asas anteriores 4,65; largura máxima das asas anteriores 1,32; largura basal da fronte 0,60; comprimento da fronte 0,80.

Diagnose. Pigóforo, em vista lateral, aproximadamente triangular, com processo apical estreito e esclerotinizado, em forma de S (Figs. 6-7); placas subgenitais com três cerdas destacadas próximas à margem interna (Fig. 8); edeago, em vista lateral, com haste curvada dorsalmente em forma de U, estreitando-se em direção ao ápice, sem processos distintos, com margem ventral lisa e ápice pontiagudo e curvado anteriormente; membrana presente na porção apical (Figs. 11-12).

Descrição. Caracteres estruturais como na descrição genérica (Marques-Costa & Cavichioli 2005), exceto: comprimento mediano da coroa aproximadamente dois terços da distância interocular e um terço da distância transocular. Asa anterior com comprimento aproximadamente 3,5 a quatro vezes sua largura máxima; base da terceira célula apical distal em relação à base da asa, se comparada com a segunda célula apical. Genitália masculina: em vista lateral, pigóforo aproximadamente triangular, com processo apical estreito e esclerotinizado, em forma de S (Figs. 6-7). Placas subgenitais aproximadamente triangulares, estreitadas pré-apicalmente, quase tão longas quanto o pigóforo; cada placa com comprimento cerca de duas vezes sua largura basal, e com três cerdas destacadas próximas à margem interna (Fig. 8). Estilos aproximadamente tão longos quanto o conetivo, com lobo pré-apical bem desenvolvido, margens laterais lisas e ápice fortemente curvado ventralmente em forma de gancho, com cerdas no terço apical, abaixo do gancho (Figs. 9-10). Conetivo cruciforme, com ramos basais alargados e ramo central fortemente estreitado basalmente (Fig. 10). Edeago, em vista lateral, com base membranosa e alargada, com um par de apódemas dorsais; haste curvada dorsalmente em forma de U, estreitando-se em direção ao ápice, sem processos distintos e com margem ventral lisa; ápice pontiagudo e curvado anteriormente; membrana presente na porção apical (Figs. 11-12).

Fêmea. Desconhecida.

Coloração geral. Amarela com manchas e faixas alaranjadas; cabeça, em vista frontal, amarela, sem manchas distintas (Fig. 2). Coroa inteiramente amarela, sem manchas (Fig. 1). Proepímero e proepisterno alaranjados; pronoto amarelo, com faixa transversal alaranjada ao longo da margem posterior e ângulos laterais. Escutelo laranja com duas pequenas manchas aproximadamente arredondadas amarelas a esbranquiçadas na base (Fig. 1). Asa anterior com o terço apical amarelado e hialino e os dois terços basais opacos; clavo amarelado com ápice alaranjado, uma faixa estreita sinuosa marrom-escura e três pequenos pontos da mesma cor; área acima do clavo alaranjada com manchas amarelas e uma mancha distinta avermelhada a rosa pré-apicalmente; quatro faixas estreitas e irregulares marrom-escuras no terço apical, três próximas à margem costal e uma anterior à primeira célula apical, acima do ápice do clavo; segunda célula apical com quatro a cinco pequenos pontos marrom-escuros; venação amarela a alaranjada (Fig. 4). Asa posterior castanha com venação vermelha. Pernas amarelas com cerdas da mesma cor.

Material examinado: holótipo macho de C. caprella (USNM): PANAMÁ, [Panamá], Panama Swamp, 20.xi.1951/ F. S. Blanton Collector/ Holotype/ 64100 USNM/ Holotype Chinaia caprella Kramer; ibidem, La Campana, 12.ix.[19]52/ F. S. Blanton Coll[ector], 1 macho (USNM); ibidem, Can[al] Zone, 27.iii.1952/ F. S. Blanton Collector, 1 macho (USNM); GUIANA, [Cuyuni-]Mazaruni Region, Esseq[uibo River ?], 39 mi[les] S[outh]W[est] Wineperu River, 17-18.iii.[19]69, Duckworth & Deitz [leg.], 1 macho (USNM); holótipo macho de Chinaia permista Kramer, 1958 (USNM): PANAMÁ, [Panamá], Canal Zone, Summit/ N. L. H. Krauss Col[lector], i.[19]47/ Holotype/ 64101 USNM/ Holotype Chinaia permista Kramer; ibidem, C[anal] Z[one], Madden Dam, 28.iv.1952/ F. S. Blanton Collector, 1 macho (USNM); ibidem, C[anal Zone], F[or]t Kobbe, 17.vi.1952, light trap, 1 macho (USNM); [Colón], La Jota, 18.iii.1952/ F. S. Blanton Collector/ Chinaia permista Kramer, Kramer 1958 [det.], 1 macho (USNM); ibidem, 26.iv.[19]51/ F. S. Blanton Collector, 1 macho (USNM); ibidem, C[anal] Z[one], Mojinga Sw[am]p, 19.xi.1951/ F. S. Blanton Collector, 1 macho (USNM); holótipo macho de Neocoelidiana chlorata (OSUC): PANAMÁ, Darién, Santa Fé, 29.v.[19]67/ D. M. DeLong & C. A. Triplehorn Collectors/ OSUC # 0169123/ Holotype Neocoelidiana chlorata DeLong + Kolbe.

Variações. Todos os machos da série-tipo de C. permista apresentaram variação na coloração das asas, as asas anteriores amarelo-pálidas com manchas laranjas-claras e marrons; os pontos marrons do ápice do clavo e da primeira e segunda células apicais grandes e em alguns espécimes, fusionados entre si, formando manchas marrons maiores (Fig. 5). Além disso, apresentaram o processo do pigóforo com um pequeno dente ventral mediano (Fig. 6). Genas, ângulos laterais do escutelo, pernas e porção ventral do tórax amarelo-pálidos no espécime proveniente da Guiana e alguns do Panamá. Alguns machos coletados no Panamá apresentaram os pontos marrons do ápice do clavo e segunda célula apical maiores, alguns fusionados entre si, formando mancha marrom única no ápice do clavo e ao longo da primeira célula apical, semelhante ao que ocorre nos espécimes da série-tipo de C. permista.

Condição do holótipo. Tórax colado ventralmente em triângulo; flagelo antenal esquerdo quebrado na metade apical e o flagelo direito faltando. Pernas anteriores e médias coladas no triângulo; perna posterior direita inteiramente quebrada e a esquerda com tíbia e tarsos faltando. Asa anterior esquerda com o ápice do clavo quebrado, o restante das asas em perfeito estado de conservação. Abdome dissecado.

Agradecimentos. Dr. Thomas Henry pela orientação durante o estágio de Doutorado Sanduíche realizado no USNM; Drs. Lúcia Massutti de Almeida e Cibele Stramare Ribeiro-Costa por gentilmente permitirem o uso do equipamento fotográfico presente em seu laboratório; à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) pela bolsa de Doutorado Sanduíche concedida à primeira autora; ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) pela bolsa de pós-doutorado concedida à primeira autora e pela bolsa de produtividade concedida ao segundo autor.

 

REFERÊNCIAS

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Recebido em 29/05/2008; aceito em 15/09/2008

 

 

1 Contribuição número 1765 do Departamento de Zoologia, Universidade Federal do Paraná.

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