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Cadernos de Pesquisa

versión impresa ISSN 0100-1574versión On-line ISSN 1980-5314

Cad. Pesqui. v.37 n.132 São Paulo sep./dic. 2007

https://doi.org/10.1590/S0100-15742007000300014 

DESTAQUE EDITORIAL

 

Teorias e práticas de letramento

 

 

Lia Scholze, Tania M. K. Rösing (orgs.), Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, 2007, 297 p.

Esta coletânea reúne 16 textos que propiciam rica reflexão sobre o conceito de letramento que, ultrapassando a mera aquisição dos códigos da leitura e da escrita, envolve as práticas sociais ligadas à sua utilização. A obra chama atenção para a complexidade das dinâmicas da cultura escrita e para o modo como nela se inserem os sujeitos, quer seja na perspectiva da escola, quer seja em sentido mais amplo.

O MEC apóia a publicação, considerando que ela aporta subsídios valiosos a uma política nacional de leitura, tendo em vista a formulação do Plano Nacional do Livro de Leitura pelo governo federal, ora em vias de discussão.

 


 

Alfabetização no Brasil: questões e provocações da atualidade

 

 

Ezequiel Theodoro da Silva (org.), Campinas: Autores associados, 2007, 137 p.

Esta coletânea traz um conjunto de estudos sobre o processo de alfabetização que constitui importante contribuição para se compreender o seu caráter complexo e para se enfrentar criticamente as suas dificuldades, evitando as atitudes ingênuas sobre os motivos que levam ao fracasso do ensino da leitura e da escrita.

Seus autores têm se debruçado há muito sobre essas questões e possuem uma expressiva folha de serviços referente às orientações teórico-práticas para a sua abordagem. Como a condução da criança para o mundo da escrita não é tarefa fácil, as sínteses que buscam atualizar os conhecimentos das diferentes áreas sobre o tema podem ajudar o professor nesse seu encargo.

Diante da possibilidade aventada pelo MEC, em 2006, de reativar o uso de cartilhas para alfabetizar, Luiz Carlos Cagliari retoma a polêmica sobre os métodos alimentada pela imprensa, abordando-a em termos mais fundamentados.

Isabel Frade, ao tratar da alfabetização no ensino fundamental de nove anos, traz luzes sobre como trabalhar com as crianças de seis anos, relegadas ao "limbo curricular" desde que se abriram as possibilidades de integrá-las definitivamente ao ensino fundamental.

Matemática e analfabetismo funcional é de que trata o artigo de Dione Lucchesi de Carvalho, uma questão mais do que atual, considerando que muito da nossa escola ainda gira em torno do ler, escrever e contar.

Esses são alguns dos textos reunidos nesta coletânea, que, como os demais, têm tudo a ver com as possibilidades de incrementar as práticas cotidianas nas escolas.

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